Paolo Sorrentino nos faz uma questão profunda com esse filme: De quem são os nossos dias?
Um mergulho no presidente italiano, mais uma vez na atuação preciosa de Toni Servillo, prestes a findar seu mandato com questões com seus filhos, com o parlamento, com seu passado e seu futuro. Dúvidas se ampliam e encantam com sua beleza e seus diálogos afiadíssimos.