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Pedro Marques Lopes e Pedro Siza Vieira
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    Pedro Marques Lopes: “O Governo plantou notícias para descredibilizar Lúcia Amaral e fez dela bode expiatório pelo que correu mal”

    19/02/2026 | 1h 7min
    Trump continua a querer policiar o mundo, não pelas regras do direito internacional mas pelo que lhe dita a sua consciência. A Ucrânia, que podia ter a paz poucos dias depois dele regressar à Casa Branca, continua a ser pressionada por Washington de uma forma que Moscovo nunca foi. E a paz continua a ser uma miragem. Na conferência de Munique, a América, que trocou J.D. Vance por Marco Rubio, baixou o tom mas manteve a crítica a uma Europa em decadência e confirmou que o apoio a uma extrema-direita nacionalista na Europa é a agenda comum que une os interesses de Trump e de Putin.
    Por cá, com um presidente eleito que criticou o ante-projecto “Trabalho XXI”, o governo parece andar à procura de quem lhe passe a certidão de óbito. O empenho é tanto que a ministra do Trabalho decide convocar patrões e UGT para uma reunião e manteve-a mesmo sabendo que, por motivos de agenda, a UGT não estaria presente. Veremos se cumpre a promessa de o levar ao Parlamento, mesmo sem acordo na Concertação Social, e se o Chega de Ventura recua para a posição inicial de apoio a esta revisão do Código Laboral. Se falhar a Concertação e o Parlamento, o mais que o governo consegue é arranjar uma desculpa, sem o ónus de ter de enfrentar o presidente logo no início do seu mandato.
    O Bloco Central é uma conversa entre Pedro Marques Lopes e Pedro Siza Vieira com moderação de Paulo Baldaia. A sonoplastia deste episódio é de Gustavo Carvalho.
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    Marques Lopes: “André Ventura perdeu, mas não foi derrotado”

    10/02/2026 | 59min
    Saímos das mais recentes eleições com um presidente eleito com o maior número de votos de sempre. Seguro, o candidato por quem tantos barões do PS têm o maior desdém, acabou a superar a marca de Soares. Esteve em campanha para unir os portugueses, prometendo o oposto de Ventura e os eleitores escolheram a democracia. Como na primeira volta aconteceu com a esquerda, com o eleitoral a ignorar os directórios partidários e a dar o pleno de votos a Seguro, agora, na segunda volta, foi o eleitorado de centro-direita que mandou às favas a estratégia de quem se colocou em cima da ponte, julgando possível manter a equidistância entre quem une e quem divide. Vida facilitada para o presidente eleito que não fica a dever a ninguém, a não ser a todos os que nele votaram, esta eleição.
    Ventura foi pesadamente derrotado e a cara com que apareceu na noite eleitoral desmentia qualquer grito de vitória, qualquer ideia de liderança de direita. Mas Montenegro sabe que o líder do Chega, ficando longe do que pretendia, saiu fortalecido com mais 400 mil votos. Há caminho para percorrer, primeiro-ministro e presidente eleito querem estabilidade. Veremos o que o poder político faz com ela.
    Está com o Bloco Central, onde a opinião que conta é de Pedro Marques Lopes e Pedro Siza Vieira. A moderação da conversa é de Paulo Baldaia, a sonoplastia é de João Luís Amorim.
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    Pedro Marques Lopes: “Depois da propaganda em cima de uma tragédia, Leitão Amaro não podia ser ministro nem mais um dia”

    06/02/2026 | 1h 7min
    Nenhum país está preparado para combater a força da natureza quando fenómenos meteorológicos extremos, como a tempestade “Kristin”, atingem o território com rajadas de 200 quilómetros por hora ou, como a tempestade “Leonardo”, trazem associado um rio atmosférico com mais de mil quilómetros de extensão e toneladas de vapor de água para despejar.
    Coisa diferente é a prevenção que é preciso fazer para mitigar os estragos e, sobretudo, a forma como o Estado responde às necessidades das populações afectadas. Aí, o país, invariavelmente, revela-se impreparado.
    Acresce que a comunicação do Governo também se mostrou um fenómeno extremo, entre a vaidade comunicativa dos ministros Nuno Melo e Leitão Amaro (estrelas da cassete pirata) e a humildade comunicativa da ministra Maria Lúcia Amaral (invisível, a aprender e sem saber o que falhou).
    Extrema foi também a forma como o país mediático deu por terminada a campanha das presidenciais. Um apagão que pode contribuir para uma subida da abstenção já previsivelmente alta por causa do mau tempo que se faz sentir, mas também pela desmobilização do eleitorado de centro-direita, a quem se disse que estas eleições não têm nada a ver com eles.
    O Bloco Central é uma conversa entre Pedro Marques Lopes e Pedro Siza Vieira, com moderação de Paulo Baldaia e sonoplastia de Gustavo Carvalho.
    Não fecharemos este episódio sem duas notas internacionais. A vontade de Trump nacionalizar as eleições de novembro e os ficheiros Epstein, libertados aos soluços, mas sempre com revelações surpreendentes. Ou nem tanto.
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    Ao vivo: América a ferro e fogo e o papel de Trump num mundo em profunda mudança teimam em não entrar no debate das presidenciais

    27/01/2026 | 45min
    Gravamos ao vivo nos “Encontros Fora da Caixa”, realizados no Porto na segunda-feira, e elegemos o presidente Trump como tema internacional e as presidenciais como tema nacional para a conversa entre Pedro Marques Lopes e Pedro Siza Vieira, com moderação de Paulo Baldaia e sonoplastia de João Martins.
    Entramos na campanha oficial da segunda volta das presidenciais e esta terça-feira realiza-se o único frente-a-frente televisivo. O país vota a 8 de Fevereiro. Se as sondagens voltarem a acertar, António José Seguro será o próximo Presidente da República, num tempo político em que há uma maioria sociológica de direita. Como vai André Ventura, reforçado nas urnas, lidar com o governo de Luís Montenegro? Para que servirá o movimento criado por Cotrim de Figueiredo com a mira apontada a 2031? Que direita sai destas eleições?
    Sem grande espaço no debate de trazer por casa, o mundo mudou e isso ficou muito claro, em Davos, onde o primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, fez uma intervenção inspiradora no dia anterior ao recuo de Donald Trump em relação à Gronelândia. Os mercados estiveram em queda e a Europa mostrou-se firme e unida na oposição à vontade americana de anexar a maior ilha do mundo. A América a ferro e fogo, por causa do combate do ICE à imigração, é outra das marcas da presidência de Trump.
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    Siza Vieira sobre André Ventura: “Imaginem o que é ter um incendiário que gosta do Trump a torpedear o governo do país”

    21/01/2026 | 1h 4min
    Desta vez, as sondagens não se enganaram, apontaram a alta probabilidade de haver uma segunda volta entre Seguro e Ventura e ela aí está. Mais difícil de antecipar foi a dimensão da vitória do ex-líder do PS na primeira volta e a dimensão da derrocada do candidato da AD. Cotrim terá ficado muito satisfeito por ser o primeiro dos derrotados, pela simples razão de que triplicou a votação da IL nas legislativas de há oito meses e isso confirma o estatuto de príncipe dos liberais, que se agigantam quando é ele o candidato e mingam quando é outro qualquer.
    Como o tolinho no meio da ponte ficou uma parte da direita portuguesa, incapaz de saber se esta segunda volta é entre a direita e a esquerda ou entre quem defende a democracia e quem a quer perverter.
    Terá sido o mesmo dilema que levou há uns tempos alguns democratas portugueses a ficarem indecisos entre Donald Trump e Kamala Harris, hoje alinham com o coro europeu contra o bullying do presidente dos Estados Unidos, que conseguiu transformar os seus principais aliados em principais adversários.
    A Gronelândia, pois claro, que deixou de sonhar com a independência que um dia podia chegar, mas também a Ucrânia que impede os europeus de passar das palavras aos actos. A bazuca comercial, pacote de sanções anti-coerção, é uma espécie de bomba nuclear que foi preparada para ser lançada contra a China em caso de necessidade, mas que é agora falada para responder às ameaças da Casa Branca.
    Está com o Bloco Central, a moderação da conversa que se faz entre o Pedro Marques Lopes e o Pedro Siza Vieira é de Paulo Baldaia, com sonoplastia de Gustavo Carvalho.
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Sobre Bloco Central

Pedro Siza Vieira e Pedro Marques Lopes analisam os acontecimentos e os protagonistas da semana, com moderação de Paulo Baldaia. Quinze anos depois da estreia na TSF, os episódios passam a sair à quinta-feira, dia de Conselho de Ministros, no Expresso. A fechar, e como sempre, o bloco central de interesses, com sugestões para as coisas importantes da vida.
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