370 episódios
- “A única forma de descobrir os limites do possível é aventurarmo-nos um pouco para além deles, no impossível”, afirma a segunda lei de Clarke, no ensaio “Profiles of the Future: An Inquiry into the Limits of the Possible”, de Arthur C. Clarke.
O autor de “2001 Uma Odisseia no Espaço” manjava de impossibilidades.
E quem também sabe do assunto é Kelly Slater. Julio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente, contando de novo com a esclarecida companhia de Eric Rebiere, analisam os primeiros dias de campeonato em Teahupoo, absolutamente contaminados pelo desempenho daquele que há quase quatro décadas teima em desafiar os limites do possível. E falando em improbabilidades, quem diria que o Boia, projeto nascido timidamente em 2017, sobrevivesse quase uma década e extrapolasse o espaço digital para a mais analógica das experiências: na lata, em cima de um palco ou da mesa de um bar. Julio e Bruno recordam o sucesso do segundo Boia ao Vivo, que aconteceu na semana passada, no Rio de Janeiro, com muitos convidados ilustres e audiência lustrosa.
Impossível é nada!
A trilha para a boiança começou com The Ides of March com Vehicle, Gonzaguinha com Recado, Mc Solaar com Solaar Pleure e Geraldo Azevedo com Dona da minha cabeça. - Véspera do Boia ao Vivo no Rio de Janeiro!
Estamos tensos, entusiasmados e felizes com essa nova fase analógica do seu podcast predileto.
Nessa semana, Júlio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente olham para o U.S. Open com candor e até alguma gentileza ao rever a importância histórica do evento.
Teve espaço também para analisar a espetacular previsão pro Tahiti e quem pode- e deve- se beneficiar disso.
A trilha teve Think (About It), com Lyn Collins, Windsong do Black Merda e Paranoise dos Oh Sees. - Eduardo Costa é o Mano Duda.
Quem teve a sorte de cruzar por ele, encontrou um sorriso largo e um coração enorme, bem imaterial da família.
Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva pararam para conversar e aprender um pouquinho sobre Angola e uma coisa ou outra sobre a vida.
Duda fez de tudo um pouco e pra começar o programa escolheu a trilha mais linda, Clarice, cantada pelo Angolano Paulo Flores e o cabo-verdiano Tito Paris, Bruno escolheu The Boss com o padrinho do soul, James Brown, João pegou um cover do Prince interpretado pelos Waterboys - para arrematar, Júlio foi de Bye bye Brasil do Chico Buarque.
Dia 5 de agosto tem Boia ao vivo no Manouche, Rio de Janeiro
Compra teu ingresso no
https://bileto.sympla.com.br/event/124673/d/403486/s/2644306 - Descobrir ondas e lugares é das sensações que mais alegria carrega para quem busca algo alem do óbvio.
Dentro da Africa tem muitas Africas e em cada uma delas, nos encontramos um pouco.
Em Angola falamos português, mais do que isso, falamos com gente nossa, quando fazemos silêncio, ouvimos o coração do planeta bater.
As ondas cansam as pernas de tão longas, a pimenta (Gindungo) arde, a musica agita e acalma duma vez só e os sorrisos transbordam- porque nos atravessam.
Júlio Adler e Daniel Rangel (João Valente e Bruno Bocayuva tiraram uma semana de folga) conversaram com Paulo Sergio, empresario Angolano responsavel pelo resort Carpe Diem (https://www.instagram.com/carpediemangola/) e Danylo Grillo sobre turismo e preservação duma jóia chamada Cabo Ledo.
A trilha teve Jorge Ben com Zumbi, Chico Science & Nação Zumbi com A Praieira, Paulo Flores com Semba da Benção e da Consolação (feat. Prodígio) e Ruca Van-Dunem e Ricardo Abreu com Manhã de Domingo. - Em outro episódio transatlântico do Boia, numa triangulação Brasil-África do Sul-Portugal de fazer inveja a um nômade digital com um ticket volta ao mundo, o trio Julio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente, novamente na companhia do nosso unicórnio favorito, Daniel Rangel, discutem o wild-card de Kelly Slater para Teahupoo, aproveitando para beliscar Cristiano Ronaldo, Neymar e outras lendas que se recusam a largar o osso, mesmo quando roído até ao tutano. Também abordam a enorme confusão de calendários e regras entre a ISA e a WSL, com as Olimpíadas 2028 no horizonte. De lambuja, ainda dissecam a análise de meio de temporada WCT feita pelo inescapável Steve Shearer.
Pra embalar a essa navegação de poiniões errantes, tem Elis Regina (en)cantando “O “Mestre-Sala dos Mares”, Pavement descascando “The Killing Moon”, Sonic Youth e Chuck D quebrando tudo com “Kool Thing” e, pra habitar geral, Fela Kuti & Afrika 70 (+Ginger Baker) transformam sofrimento em 15 minutos de pura catarse com "Ikoyi Mentality Versus Mushin Mentality"
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