O intervalo do Super Bowl, que já foi tão americano quanto a Torta de Maçã, virou palco de querela política e anti-americanismo. A abertura foi cantada praticamente inteira em espanhol, por um inimigo declarado de Donald Trump, em um palco onde entretenimento, política e sinalização ideológica se misturam sem pedir licença.
E quando você acha que é só ali, a coisa se espalha: até o Minecraft resolveu entrar no jogo — literalmente — transformando figuras como Malala e outros ícones da esquerda global em personagens e narrativas “educativas”. Cultura pop, games, esportes e militância tudo no mesmo pacote.
Neste Pop Corner, Filipe Trielli, Mafinha e Lucas Honorato discutem:
quem decide o que é diversão, o que é educação e o que é propaganda?
Em que momento o entretenimento deixou de ser apenas… entretenimento? — se é que um dia foi outra coisa.