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- Belantamabe mafodotina no mieloma múltiplo recidivado/refratário: por que essa conversa voltou? Neste episódio, Renato, Guilherme e Fábio discutem BCMA, DREAMM-7, DREAMM-8, toxicidade ocular, CAR-T, bispecíficos e o papel do oftalmo no manejo. No bloco cultural, Rush, Aerosmith e Eagles entram como metáforas de pausa, toxicidade e comeback.
Conteúdo educacional para profissionais de saúde. Residência em hematologia: fim da residência, começo da vida real | Paloma Rezende e Karina Caciola
21/05/2026 | 56minNeste episódio do Happy Auer, recebemos Paloma Rezende e Karina Caciola para uma conversa sobre um dos momentos mais desafiadores da vida médica: o fim da residência e o começo da vida real em hematologia.
Falamos sobre:
• como cada uma chegou à hematologia
• o encanto (e o susto) da especialidade
• o choque do R1 e a curva de aprendizado
• mercado, fellow, subespecialização e futuro profissional
• acesso a terapias, vida real e prática no Brasil
• mentoria, exaustão e o peso emocional da residência
• identidade fora da medicina
• esporte, música, séries e tudo aquilo que ajuda a continuar inteiro
Um episódio sobre formação, vocação, dúvida, maturidade e a nova geração da hematologia.
Convidadas:
Paloma Rezende
Karina Caciola
Conteúdo educacional para profissionais de saúde.- Neste episódio, recebemos Catherine Moura, médica sanitarista e CEO da ABRALE, e Dina Steagall, vice-presidente da ABRALE — Associação Brasileira de Câncer do Sangue.
A conversa passa por acesso, equidade, advocacy, informação confiável, políticas públicas, participação em consultas públicas e o papel das associações de pacientes na onco-hematologia brasileira.
Falamos também sobre:
• o que a ABRALE faz na prática
• os 4 pilares de atuação
• a diferença entre inovação e acesso real
• o papel dos médicos na defesa dos pacientes
• SUS, saúde suplementar e desigualdades regionais
• a importância de dados, jornada do paciente e letramento em saúde
• por que “prescrever ABRALE” pode complementar o cuidado
Um episódio sobre câncer do sangue, mas também sobre sistema de saúde, responsabilidade coletiva e o que acontece quando paciente, médico e sociedade civil trabalham juntos.
Conteúdo educacional para profissionais de saúde. - Há 25 anos, o imatinibe mudou a história da LMC — e, com ela, a história da hematologia.
Neste episódio do Happy Auer, a gente revisita como o cromossomo Filadélfia abriu caminho para a primeira grande terapia-alvo da hemato, por que o imatinibe virou um marco de eficácia + segurança, como isso cronificou a LMC e o que veio depois: monitoramento molecular, descontinuação, vida real, biossimilares e o debate sobre acesso e custo.
Você vai ouvir sobre:
a descoberta do cromossomo Filadélfia e da translocação 9;22 como primeira grande alteração genética descrita em câncer
o papel do Brian Druker e do racional dos inibidores de tirosina-quinase
como a LMC saiu de principal indicação de transplante para uma doença com expectativa de vida próxima do normal quando bem controlada
descontinuação, adesão, fertilidade e os desafios de tratar pacientes jovens por décadas
biossimilares, genéricos e o impacto de custo/acesso no mundo real
o bloco cultural final sobre revoluções musicais: de Mozart e Bach a Chuck Berry, Elvis, Beatles, jazz e MPB
O Happy Auer está no Spotify, Apple Podcasts e YouTube.
Se você curtiu esse episódio, vale também ouvir o nosso episódio sobre a história dos inibidores de BTK, citado na própria abertura deste programa.
Conteúdo educacional voltado a profissionais de saúde. Não substitui diretrizes nem decisão clínica individual. - No episódio de hoje do Happy Auer, recebemos a Dra. Talita Silveira para uma conversa franca e prática sobre linfoma de Hodgkin: o que realmente mudou, como ela enxerga o lugar do BrECADD hoje, quando NIVO-AVD entra na conversa, o que fazer com doença inicial desfavorável, quando ainda vale discutir radioterapia e qual é o melhor resgate para o paciente mais difícil.
Além de revisar a transição do BEACOPP para o BrECADD, a conversa entra no mundo real: curva de aprendizado, ajuste de dacarbazina na prática brasileira, profilaxia, fator de crescimento, idade/comorbidade, risco de “relaxar” porque o primeiro caso foi bem, acolhimento de cabelo/fertilidade e o que a equipe precisa saber para conduzir um esquema mais intenso com segurança.
Você vai ouvir sobre:
como a Talita passou a focar em Hodgkin e construiu esse ambulatório na prática
BrECADD na vida real brasileira e por que a experiência com toxicidade importa
doença inicial desfavorável, radioterapia e o que ainda não foi estudado como deveria
NIVO-AVD, PET, subgrupos e o que ela enxerga como melhor resgate hoje
um bloco final sobre mulheres na hematologia, propósito e livros
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Se esse tema te interessa, também vale ouvir nossos episódios sobre BTK, BCMA, TP53 e MENIN, que conversam bem com esta discussão clínica mais “alvo + vida real”.
Conteúdo educacional para profissionais de saúde. Não substitui diretrizes nem decisão clínica individual.
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