No episódio de hoje do Happy Auer, recebemos a Dra. Talita Silveira para uma conversa franca e prática sobre linfoma de Hodgkin: o que realmente mudou, como ela enxerga o lugar do BrECADD hoje, quando NIVO-AVD entra na conversa, o que fazer com doença inicial desfavorável, quando ainda vale discutir radioterapia e qual é o melhor resgate para o paciente mais difícil.
Além de revisar a transição do BEACOPP para o BrECADD, a conversa entra no mundo real: curva de aprendizado, ajuste de dacarbazina na prática brasileira, profilaxia, fator de crescimento, idade/comorbidade, risco de “relaxar” porque o primeiro caso foi bem, acolhimento de cabelo/fertilidade e o que a equipe precisa saber para conduzir um esquema mais intenso com segurança.
Você vai ouvir sobre:
como a Talita passou a focar em Hodgkin e construiu esse ambulatório na prática
BrECADD na vida real brasileira e por que a experiência com toxicidade importa
doença inicial desfavorável, radioterapia e o que ainda não foi estudado como deveria
NIVO-AVD, PET, subgrupos e o que ela enxerga como melhor resgate hoje
um bloco final sobre mulheres na hematologia, propósito e livros
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Se esse tema te interessa, também vale ouvir nossos episódios sobre BTK, BCMA, TP53 e MENIN, que conversam bem com esta discussão clínica mais “alvo + vida real”.
Conteúdo educacional para profissionais de saúde. Não substitui diretrizes nem decisão clínica individual.