Deus não é distante nem indiferente: Ele deseja habitar o coração humano e tocar, com amor, as feridas que precisam de cura.
Na liturgia de hoje, somos conduzidos da solenidade do Templo de Salomão, onde a glória de Deus se manifesta como nuvem que tudo envolve, até o Evangelho em que essa mesma presença divina caminha pelas ruas em Jesus, deixando-se tocar por todos os que se aproximam com fé. O templo de pedra aponta para algo maior: o próprio Cristo, morada definitiva de Deus, e cada batizado, chamado a tornar-se templo vivo do Senhor.
Essa Palavra nos convida a olhar para dentro, cuidar da casa interior e redescobrir a adoração verdadeira, que não é ritual vazio, mas encontro que transforma. Em Jesus, a presença que antes parecia distante torna-se próxima, compassiva e curadora, pedindo apenas um gesto simples de fé. Onde está a ferida que precisa ser levada até Ele? Onde o coração precisa abrir espaço para que Deus habite e renove?
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Paz e bem!
Por Harlei Noro | Liturgia diária com apoio AI.