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    Mendonça assume caso Master / Repercussão política no Congresso

    13/2/2026 | 2h 1min
    No 3 em 1 desta sexta-feira (13), o destaque foi que o ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, reuniu-se com a Polícia Federal para obter um panorama das investigações sobre o caso Banco Master. Como novo relator do processo, Mendonça passa a avaliar os desdobramentos do inquérito e definir os próximos passos no STF, em meio à repercussão política e jurídica envolvendo a apuração.

    A troca de relatoria do caso Banco Master no Supremo Tribunal Federal gerou reações distintas entre parlamentares. Com a saída de Dias Toffoli, o ministro André Mendonça passa a conduzir o processo, enquanto a oposição cobra mais transparência na divulgação das provas e acompanha os desdobramentos das investigações que também envolvem a fraude no INSS e contratos de crédito consignado.

    O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI do INSS, solicitou ao ministro André Mendonça, do STF, o acesso a dados sigilosos de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A medida busca avançar as investigações na comissão, enquanto cresce a expectativa por um encontro entre Viana e Mendonça após o Carnaval para tratar do compartilhamento das informações.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participou de um encontro com forças especiais responsáveis pela captura de Nicolás Maduro em uma operação recente. A reunião ocorreu em Fort Bragg, na Carolina do Norte, e também contou com familiares dos militares, em meio às repercussões políticas, econômicas e geopolíticas do episódio envolvendo a Venezuela.

    A revista britânica The Economist apontou a situação econômica do Brasil como um importante sinal de alerta para grandes economias mundiais. A publicação criticou aspectos do modelo fiscal e previdenciário brasileiro, destacando riscos e impactos que podem servir de referência negativa no cenário internacional.

    A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou a proposta que reduz a maioridade penal de 16 para 14 anos, em meio ao avanço de pautas do governo de Javier Milei. O tema ganhou força após o assassinato de um adolescente na província de Santa Fé, gerando comoção nacional e reacendendo o debate sobre o regime penal juvenil. O texto segue agora para análise do Senado argentino.

    Ministros do governo Lula foram orientados a não participar do desfile da escola de samba que fará homenagem ao presidente no Rio de Janeiro. A decisão ocorre em meio a questionamentos no TSE sobre possível propaganda eleitoral antecipada, enquanto Lula mantém agenda de carnaval pelo Nordeste e acompanha a repercussão política do evento.

    O ministro Dias Toffoli negou ter gravado a reunião reservada entre integrantes do Supremo Tribunal Federal que antecedeu sua saída da relatoria do caso Banco Master. O encontro, realizado a portas fechadas, gerou repercussão nos bastidores da Corte após a divulgação de detalhes do diálogo entre ministros e aumentou a tensão institucional em torno da investigação.

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  • 3 em 1

    Toffoli manda PF enviar dados do caso Master / Oposição pede impeachment

    12/2/2026 | 2h 1min
    No 3 em 1 desta quinta-feira (12), o destaque foi a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, que determinou que a Polícia Federal envie à Corte os dados extraídos de celulares e computadores apreendidos na investigação do Banco Master. Em meio à repercussão do relatório da PF, o presidente do STF, Edson Fachin, encerrou a sessão e se reuniu com os demais ministros para discutir o caso e a relatoria do processo.

    O ministro Dias Toffoli confirmou ser sócio de uma empresa que vendeu um resort citado nas investigações do caso Banco Master. Após o encerramento da sessão, o presidente da Corte, Edson Fachin, convocou reunião com os demais ministros para discutir o material entregue pela Polícia Federal e a resposta apresentada por Toffoli.

    O banqueiro Daniel Vorcaro sinalizou a senadores a possibilidade de prestar depoimento público na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado no dia 24 de fevereiro, quando deve falar pela primeira vez sobre o escândalo envolvendo o Banco Master.

    O governo da Rússia ampliou as restrições digitais e passou a bloquear também o WhatsApp, além do Instagram e do Facebook, que já tinham limitações desde o início da guerra na Ucrânia. A medida busca incentivar a migração dos usuários para plataformas russas, o que levanta críticas sobre vigilância estatal e controle da informação no país.

    Em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan, o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que uma eventual vitória dele nas eleições poderia “acabar com a polarização” política no Brasil. Durante a conversa, ele também criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e disse que a esquerda perderia força após o pleito.

    O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou ter conversado com ministros do Supremo Tribunal Federal sobre a possibilidade de prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, há precedentes jurídicos e a mudança de regime seria necessária diante do estado de saúde do ex-mandatário.

    O governador confirmou ainda que vai se reunir com o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), após o Carnaval. O encontro deve servir para alinhar estratégias políticas e eleitorais para 2026. Ambos destacaram a relação de confiança e apoio mútuo, reforçando a articulação da direita para as próximas eleições.

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  • 3 em 1

    Tarcísio se reúne com ministros do STF / Pesquisa aperta cenário eleitoral

    11/2/2026 | 2h
    No 3 em 1 desta quarta-feira (11), o destaque foi o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que se reuniu com ministros do Supremo Tribunal Federal, em Brasília. Segundo o próprio governador, as conversas trataram da repactuação da dívida do Estado no âmbito do Propag, sem abordar o pedido de prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Uma nova pesquisa Genial/Quaest sobre a corrida presidencial mostra o presidente Lula (PT) na liderança em todos os cenários de primeiro e segundo turno. No entanto, o levantamento indica redução da vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL), que aparece em crescimento nas intenções de voto. O cenário reforça a polarização e antecipa uma disputa mais apertada rumo às eleições de 2026.

    A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou um novo pedido de prisão domiciliar humanitária, mesmo após laudo da Polícia Federal indicar que ele pode permanecer na Papuda. Os advogados alegam múltiplas comorbidades, necessidade de cuidados médicos contínuos e impossibilidade de tratamento adequado no sistema prisional.

    Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmam contar com o apoio de cinco ministros do Supremo Tribunal Federal para uma possível mudança do regime de prisão para domiciliar. Nos bastidores, a avaliação é de que uma decisão sobre o tema poderia ocorrer entre o fim de março e o início de abril, após prazos do calendário eleitoral.

    O Tribunal de Justiça de São Paulo recorreu contra a decisão do ministro do STF Flávio Dino que suspendeu o pagamento dos chamados “penduricalhos” nos três poderes. A corte paulista pede mais prazo para a definição de novas regras e afirma que a medida pode afetar a segurança jurídica.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reuniu na Casa Branca com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, para discutir negociações nucleares com o Irã, o conflito em Gaza e ameaças regionais de segurança. Após o encontro, Trump afirmou que nada definitivo foi decidido, mas defendeu a continuidade das negociações diplomáticas para tentar um acordo.

    O senador Renan Calheiros (MDB-AL) afirmou que o MDB pode apoiar a reeleição do presidente Lula (PT) caso o partido fique com a vaga de vice na chapa presidencial. Segundo ele, há maioria interna favorável à aliança. Entre os nomes cotados estão o governador do Pará, Helder Barbalho, e o ministro dos Transportes, Renan Filho. A possível mudança na vice-presidência também gera incômodo no PSB, partido do atual vice, Geraldo Alckmin.

    Senadores da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, que integram o grupo de trabalho criado para acompanhar as investigações sobre o Banco Master, se reuniram com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

    O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) comparou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a um “Opala velho” durante evento com investidores, afirmando que o petista seria um “produto vencido” que já não teria o mesmo desempenho de antes.

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  • 3 em 1

    Motta apoia Dino sobre penduricalhos / Defesa pede domiciliar para Bolsonaro

    10/2/2026 | 1h 56min
    No 3 em 1 desta terça-feira (10), o destaque foi a reação do Congresso à decisão do ministro Flávio Dino, do STF, que suspendeu os chamados “penduricalhos” nos Três Poderes. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou concordar com a medida, mas defendeu que o reajuste aprovado recentemente para servidores do Legislativo está em linha com as diretrizes da reforma administrativa, em meio às repercussões políticas do tema.

    A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deve apresentar um novo pedido de prisão domiciliar, com base em laudos médicos que apontam comorbidades e riscos à saúde. O anúncio foi feito por Carlos Bolsonaro (PL-RJ) nas redes sociais, após relatório da Polícia Federal sobre as condições clínicas do ex-presidente, o que pode influenciar a decisão do STF.

    Na esfera internacional, a Justiça italiana rejeitou um recurso da defesa da ex-deputada Carla Zambelli (PL-SP) que pedia a troca de juízes no processo de extradição. Uma nova audiência foi marcada para definir os próximos passos do caso, enquanto Zambelli segue presa na Itália, com possíveis impactos jurídicos e políticos.

    Cuba vive um apagão generalizado e já declarou situação de emergência diante da grave crise energética que afeta milhões de pessoas. A escassez de combustível, agravada por restrições relacionadas ao embargo dos Estados Unidos, tem provocado colapso em serviços essenciais, queda do turismo e aumento da insatisfação social, ampliando a pressão econômica e política sobre a ilha.

    No cenário eleitoral, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou que ainda não definiu se disputará as eleições em São Paulo e que continuará dialogando com o presidente Lula (PT) sobre o tema. A possível candidatura no maior colégio eleitoral do país movimenta os bastidores e intensifica as articulações para 2026.

    O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), fez críticas ao presidente francês Emmanuel Macron e ao presidente Lula durante entrevista a uma emissora francesa. Em viagem pela Europa, ele também buscou aproximação com lideranças conservadoras, sinalizando articulações internacionais com foco em 2026.

    Em debate na Jovem Pan sobre o fim da escala 6x1, o deputado federal Kim Kataguiri (União-SP) e o vice-líder do governo na Câmara, Emanuelzinho Pinheiro (MDB-MT), apresentaram posições divergentes. Pinheiro defendeu a redução de supersalários e a revisão de gastos públicos para aumentar a produtividade, enquanto Kim criticou a proposta e alertou para riscos de aumento da informalidade e de custos para as empresas.

    Por fim, o governo federal liberou cerca de R$ 1,5 bilhão em emendas parlamentares até a primeira semana de fevereiro de 2026, valor mais que o dobro do registrado no mesmo período do ano passado. A liberação ocorre em meio à retomada dos trabalhos legislativos e às articulações políticas no Congresso.

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  • 3 em 1

    PF acessa celular de Vorcaro no caso Master / Câmara analisa fim da escala 6x1

    10/2/2026 | 1h 58min
    No 3 em 1 desta segunda-feira (09), o destaque foi o avanço das investigações do caso Banco Master. A Polícia Federal conseguiu quebrar a criptografia e acessar o celular do banqueiro Daniel Vorcaro após semanas de tentativas. Os agentes buscam mensagens, documentos e imagens que possam reforçar as linhas de apuração sobre a atuação da instituição financeira.

    O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), encaminhou à CCJ a proposta que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada semanal de trabalho. O texto reúne iniciativas de parlamentares da base governista e ainda deverá passar por comissão especial e pelo plenário.

    O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que as investigações sobre o caso Banco Master ocorreram com autonomia e sem pressão externa. Ao comentar a liquidação extrajudicial da instituição, ele agradeceu ao presidente Lula (PT) e ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), pela condução do processo.

    Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump criticou o show do intervalo do Super Bowl, classificando a apresentação do cantor porto-riquenho Bad Bunny como uma “bagunça” e questionando a escolha do artista para um dos eventos de maior audiência da televisão americana.

    No cenário político brasileiro, o presidente Lula (PT) intensificou as articulações com partidos do Centrão, como MDB e União Brasil, visando a formação de alianças para as eleições de 2026. A estratégia também envolve o PSD, que avalia candidatura própria, enquanto diferentes siglas disputam o apoio do bloco de centro. Nos bastidores, a movimentação é vista como tentativa de ampliar a base política e isolar a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL).

    Pesquisa do Real Time Big Data mostra Lula (PT) à frente de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno das eleições de 2026 e aponta que 26% dos eleitores se identificam como de centro. No 3 em 1, comentaristas analisam o peso desse eleitorado e a possibilidade de migração de votos no cenário eleitoral.

    Durante evento no Instituto Butantan, em São Paulo, o presidente Lula afirmou que não quer brigar com Donald Trump, mas destacou as raízes nordestinas ao comentar a relação com o presidente norte-americano. A declaração teve repercussão política e internacional.

    Na área econômica, o acordo entre Mercosul e União Europeia avançou na Câmara dos Deputados após parecer favorável do deputado Arlindo Chinaglia (PT), presidente da representação brasileira no Parlamento do Mercosul. O texto deverá ser analisado pelo Congresso Nacional, aumentando a expectativa sobre a votação em plenário.

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