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    Vazamento de dados de ministros / Cláudio Castro se reúne com Flávio Bolsonaro

    18/2/2026 | 2h 1min
    No 3 em 1 desta terça-feira (17), o destaque foi a Polícia Federal que deflagrou nesta terça-feira (17), por determinação do ministro Alexandre de Moraes, uma operação para investigar o acesso ilegal e o vazamento de dados fiscais de ministros do STF, do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, e de seus familiares.

    O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), reuniu-se com o senador Flávio Bolsonaro (PL) para alinhar os próximos passos da direita no estado para 2026. Em jogo está a decisão de Castro: permanecer no cargo até o fim do mandato ou renunciar para disputar uma das duas vagas ao Senado Federal.

    Os ministros André Mendonça e Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), cancelaram sua participação no II Congresso Ibero-Brasileiro de Governança Global, após a revelação de que o advogado Igor Tamasauskas, que defende o banqueiro Daniel Vorcaro (dono do Banco Master), presidiria uma das mesas do evento.

    Em entrevista ao 3 em 1, o jurista Adib Abdouni analisou a troca de relatoria no Caso Master, após o ministro André Mendonça assumir a cadeira de Dias Toffoli. Abdouni classificou a redistribuição do inquérito "a pedido" de Toffoli como uma "saída jurídica interessante" e estratégica para preservar a imagem do Supremo Tribunal Federal (STF) diante das citações do nome do ministro em relatórios da PF.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entra na reta final do prazo constitucional para sancionar ou vetar os projetos ligados aos penduricalhos. Acompanhe a análise da bancada sobre o tema.

    O Governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prepara uma reforma ministerial forçada para o início de 2026. A previsão é de que mais de 20 ministros deixem a Esplanada para concorrer a cargos na Câmara, Senado e governos.

    O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afastou qualquer rumor sobre uma possível fragmentação da oposição para as eleições de 2026.

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  • 3 em 1

    Oposição critica homenagem a Lula no Carnaval / Derrite visitará Bolsonaro

    16/2/2026 | 2h
    No 3 em 1 desta segunda-feira (16), o destaque foi o Partido Novo que protocolou uma representação no TSE contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) e a escola de samba Acadêmicos de Niterói. A legenda acusa o governo de utilizar o desfile na Sapucaí como "propaganda eleitoral antecipada" e "abuso de poder econômico" para as eleições de 2026.

    O ex-presidente Michel Temer (MDB-SP) reagiu com ironia ao desfile da Acadêmicos de Niterói, que o retratou na Sapucaí "roubando" a faixa presidencial de Dilma Rousseff. Em nota, Temer afirmou que a sátira política é parte da tradição do Carnaval, mas criticou o que chamou de "troca da crítica social pela bajulação".

    O Carnaval de Belo Horizonte foi palco de uma manifestação política com o desfile do "Bloco da Anistia". Vestidos de verde e amarelo, centenas de foliões se reuniram para pedir a liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ), que cumpre prisão preventiva em Brasília.

    O ministro do STF, Alexandre de Moraes, autorizou o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite (PL-SP), a visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) na ala dos militares, conhecida como "Papudinha", em Brasília.

    Em entrevista exclusiva ao 3 em 1, a professora especialista em direito eleitoral, Amanda Cunha, analisa se o polêmico desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageou Lula, pode ser enquadrado como propaganda política antecipada.

    O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB-SP) acompanhou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) no camarote da Prefeitura do Rio para assistir ao desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageou o petista.

    A Polícia Civil e a Polícia Militar de São Paulo intensificaram o uso de agentes infiltrados e fantasiados para combater furtos de celulares e roubos durante os blocos de rua na capital.

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  • 3 em 1

    Mendonça assume caso Master / Repercussão política no Congresso

    13/2/2026 | 2h 1min
    No 3 em 1 desta sexta-feira (13), o destaque foi que o ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, reuniu-se com a Polícia Federal para obter um panorama das investigações sobre o caso Banco Master. Como novo relator do processo, Mendonça passa a avaliar os desdobramentos do inquérito e definir os próximos passos no STF, em meio à repercussão política e jurídica envolvendo a apuração.

    A troca de relatoria do caso Banco Master no Supremo Tribunal Federal gerou reações distintas entre parlamentares. Com a saída de Dias Toffoli, o ministro André Mendonça passa a conduzir o processo, enquanto a oposição cobra mais transparência na divulgação das provas e acompanha os desdobramentos das investigações que também envolvem a fraude no INSS e contratos de crédito consignado.

    O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI do INSS, solicitou ao ministro André Mendonça, do STF, o acesso a dados sigilosos de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A medida busca avançar as investigações na comissão, enquanto cresce a expectativa por um encontro entre Viana e Mendonça após o Carnaval para tratar do compartilhamento das informações.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participou de um encontro com forças especiais responsáveis pela captura de Nicolás Maduro em uma operação recente. A reunião ocorreu em Fort Bragg, na Carolina do Norte, e também contou com familiares dos militares, em meio às repercussões políticas, econômicas e geopolíticas do episódio envolvendo a Venezuela.

    A revista britânica The Economist apontou a situação econômica do Brasil como um importante sinal de alerta para grandes economias mundiais. A publicação criticou aspectos do modelo fiscal e previdenciário brasileiro, destacando riscos e impactos que podem servir de referência negativa no cenário internacional.

    A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou a proposta que reduz a maioridade penal de 16 para 14 anos, em meio ao avanço de pautas do governo de Javier Milei. O tema ganhou força após o assassinato de um adolescente na província de Santa Fé, gerando comoção nacional e reacendendo o debate sobre o regime penal juvenil. O texto segue agora para análise do Senado argentino.

    Ministros do governo Lula foram orientados a não participar do desfile da escola de samba que fará homenagem ao presidente no Rio de Janeiro. A decisão ocorre em meio a questionamentos no TSE sobre possível propaganda eleitoral antecipada, enquanto Lula mantém agenda de carnaval pelo Nordeste e acompanha a repercussão política do evento.

    O ministro Dias Toffoli negou ter gravado a reunião reservada entre integrantes do Supremo Tribunal Federal que antecedeu sua saída da relatoria do caso Banco Master. O encontro, realizado a portas fechadas, gerou repercussão nos bastidores da Corte após a divulgação de detalhes do diálogo entre ministros e aumentou a tensão institucional em torno da investigação.

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  • 3 em 1

    Toffoli manda PF enviar dados do caso Master / Oposição pede impeachment

    12/2/2026 | 2h 1min
    No 3 em 1 desta quinta-feira (12), o destaque foi a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, que determinou que a Polícia Federal envie à Corte os dados extraídos de celulares e computadores apreendidos na investigação do Banco Master. Em meio à repercussão do relatório da PF, o presidente do STF, Edson Fachin, encerrou a sessão e se reuniu com os demais ministros para discutir o caso e a relatoria do processo.

    O ministro Dias Toffoli confirmou ser sócio de uma empresa que vendeu um resort citado nas investigações do caso Banco Master. Após o encerramento da sessão, o presidente da Corte, Edson Fachin, convocou reunião com os demais ministros para discutir o material entregue pela Polícia Federal e a resposta apresentada por Toffoli.

    O banqueiro Daniel Vorcaro sinalizou a senadores a possibilidade de prestar depoimento público na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado no dia 24 de fevereiro, quando deve falar pela primeira vez sobre o escândalo envolvendo o Banco Master.

    O governo da Rússia ampliou as restrições digitais e passou a bloquear também o WhatsApp, além do Instagram e do Facebook, que já tinham limitações desde o início da guerra na Ucrânia. A medida busca incentivar a migração dos usuários para plataformas russas, o que levanta críticas sobre vigilância estatal e controle da informação no país.

    Em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan, o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que uma eventual vitória dele nas eleições poderia “acabar com a polarização” política no Brasil. Durante a conversa, ele também criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e disse que a esquerda perderia força após o pleito.

    O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou ter conversado com ministros do Supremo Tribunal Federal sobre a possibilidade de prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, há precedentes jurídicos e a mudança de regime seria necessária diante do estado de saúde do ex-mandatário.

    O governador confirmou ainda que vai se reunir com o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), após o Carnaval. O encontro deve servir para alinhar estratégias políticas e eleitorais para 2026. Ambos destacaram a relação de confiança e apoio mútuo, reforçando a articulação da direita para as próximas eleições.

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  • 3 em 1

    Tarcísio se reúne com ministros do STF / Pesquisa aperta cenário eleitoral

    11/2/2026 | 2h
    No 3 em 1 desta quarta-feira (11), o destaque foi o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que se reuniu com ministros do Supremo Tribunal Federal, em Brasília. Segundo o próprio governador, as conversas trataram da repactuação da dívida do Estado no âmbito do Propag, sem abordar o pedido de prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Uma nova pesquisa Genial/Quaest sobre a corrida presidencial mostra o presidente Lula (PT) na liderança em todos os cenários de primeiro e segundo turno. No entanto, o levantamento indica redução da vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL), que aparece em crescimento nas intenções de voto. O cenário reforça a polarização e antecipa uma disputa mais apertada rumo às eleições de 2026.

    A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou um novo pedido de prisão domiciliar humanitária, mesmo após laudo da Polícia Federal indicar que ele pode permanecer na Papuda. Os advogados alegam múltiplas comorbidades, necessidade de cuidados médicos contínuos e impossibilidade de tratamento adequado no sistema prisional.

    Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmam contar com o apoio de cinco ministros do Supremo Tribunal Federal para uma possível mudança do regime de prisão para domiciliar. Nos bastidores, a avaliação é de que uma decisão sobre o tema poderia ocorrer entre o fim de março e o início de abril, após prazos do calendário eleitoral.

    O Tribunal de Justiça de São Paulo recorreu contra a decisão do ministro do STF Flávio Dino que suspendeu o pagamento dos chamados “penduricalhos” nos três poderes. A corte paulista pede mais prazo para a definição de novas regras e afirma que a medida pode afetar a segurança jurídica.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reuniu na Casa Branca com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, para discutir negociações nucleares com o Irã, o conflito em Gaza e ameaças regionais de segurança. Após o encontro, Trump afirmou que nada definitivo foi decidido, mas defendeu a continuidade das negociações diplomáticas para tentar um acordo.

    O senador Renan Calheiros (MDB-AL) afirmou que o MDB pode apoiar a reeleição do presidente Lula (PT) caso o partido fique com a vaga de vice na chapa presidencial. Segundo ele, há maioria interna favorável à aliança. Entre os nomes cotados estão o governador do Pará, Helder Barbalho, e o ministro dos Transportes, Renan Filho. A possível mudança na vice-presidência também gera incômodo no PSB, partido do atual vice, Geraldo Alckmin.

    Senadores da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, que integram o grupo de trabalho criado para acompanhar as investigações sobre o Banco Master, se reuniram com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

    O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) comparou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a um “Opala velho” durante evento com investidores, afirmando que o petista seria um “produto vencido” que já não teria o mesmo desempenho de antes.

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