1986 episódios
- No 3 em 1 desta quarta-feira (09), o destaque foi o Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino que reverteu a decisão do ministro André Mendonça que afastava o diretor geral da Polícia Federal Andrei Rodrigues do Cargo. Dessa forma, menos de 24 horas após seu afastamento, o diretor foi reconduzido de volta ao cargo. A situação pode trazer ainda mais instabilidade para a crise existente dentro da suprema corte.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin cancelou a sessão em plenário após a decisão do ministro Flávio Dino que reconduziu Andrei Rodrigues ao cargo de diretor Geral da Polícia Federal. O cancelamento, que acontece pela primeira vez em 17 anos, é um indicativo do clima entre os ministros.
Em sabatina no 3 em 1, o candidato ao governo do Paraná, Sandro Alex (PSD) esclarece seus planos para as áreas da educação, infraestrutura e economia no estado. O candidato também aborda o apoio do atual governador Ratinho Júnior (PSD) à sua campanha e o legado do partido em âmbito estadual.
Em pronunciamento publicado nas redes sociais, o presidente Lula (PT) defendeu a quebra de sigilo das investigações do escândalo do Banco Master "doa a quem doer". O chefe do Executivo alegou que o envio fracionado e seletivo de informações para a imprensa prejudica o processo democrático e afeta diretamente a disputa eleitoral.
O Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin suspendeu as decisões dos ministros André Mendonça e Flávio Dino sobre o diretor-geral da Polícia Federal Andrei Rodrigues. Fachin reafirma o dever de assegurar a integridade e a adequada direção das atividades da suprema corte.
A Advocacia Geral da União (AGU) avaliou a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin. Para o órgão, a suspensão das decisões de André Mendonça e Flávio Dino sobre o Diretor Geral da Polícia Federal Andrei Rodrigues contribui para reduzir a tensão na suprema corte.
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Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices - No 3 em 1 desta terça-feira (08), o destaque foi que diretores da Polícia Federal (PF) colocaram os cargos à disposição do diretor-geral substituto da corporação, William Marcel Murad, após o afastamento de Andrei Rodrigues e do diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada. Em nota divulgada nesta terça-feira (08), os integrantes da cúpula da PF manifestaram apoio aos dois e criticaram a decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ao todo, 11 diretores assinam o documento. Reportagem: João Vitor Revedilho.
O governo federal vai recorrer da decisão que afastou Andrei Rodrigues do comando da Polícia Federal. A medida foi determinada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), e já conta com maioria na Corte para ser mantida. Luiz Fux e Nunes Marques anteciparam seus votos antes de Gilmar Mendes pedir vista e suspender o julgamento. A AGU argumenta que houve “violação de competência". Reportagem: André Anelli.
A 2ª Turma do STF formou maioria para suspender, nesta terça-feira (8), Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal. Os ministros Luiz Fux e Nunes Marques acompanharam a decisão de André Mendonça. O ministro Gilmar Mendes pediu vista para analisar o caso, o que suspenderia o julgamento, mas Fux e Nunes Marques já haviam antecipado os votos.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que foi monitorado por quase um mês pela inteligência da Polícia Federal (PF). Segundo ele, ao menos seis relatórios foram produzidos entre 3 e 31 de agosto com informações sobre sua atuação e sobre o advogado-geral da União, Jorge Messias.
Os candidatos à Presidência da República elogiaram a decisão do ministro André Mendonça, do STF, de afastar o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda não se manifestou.
Um grupo de 13 ministros aposentados e ex-presidentes do Supremo Tribunal Federal enviou uma carta ao presidente da Corte, Edson Fachin, cobrando a convocação urgente de uma sessão pública do plenário para apurar os fatos recentes que afetam o tribunal. No documento, os magistrados classificam o momento como a “mais aguda crise” da história do STF e afirmam que os acontecimentos vêm comprometendo o prestígio da instituição e a confiança da população.
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Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices - No 3 em 1 desta segunda-feira (07), o destaque foi que no ato de 7 de Setembro na Avenida Paulista, a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) mede forças e adota tom de confronto direcionado ao ministro Alexandre de Moraes, preservando a Suprema Corte como instituição. Acompanhe os detalhes da movimentação política direto de São Paulo.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), defendeu uma resposta institucional do Supremo Tribunal Federal (STF) diante das recentes revelações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes. Durante ato de 7 de Setembro, Tarcísio afirmou que o tribunal deve se unir para apurar os fatos, em vez de se dividir para se defender. A postura foi avaliada por comentaristas como um discurso de moderação e com tom presidencial.
O desfile de 7 de Setembro em Brasília foi marcado pela tentativa de demonstrar estabilidade institucional. Lula reuniu no palanque o presidente do STF, Edson Fachin, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o presidente da Câmara, Hugo Motta. A bancada do 3 em 1 analisa o impacto da ausência dos demais ministros e o cálculo do governo em meio à crise no Supremo.
Durante ato do 7 de Setembro na Avenida Paulista, Flávio Bolsonaro foca críticas em Alexandre de Moraes e associa a imagem do ministro ao presidente Lula. A bancada do 3 em 1 analisa a estratégia eleitoral de isolar o magistrado mantendo a preservação institucional do STF.
Durante ato de 7 de Setembro, o pré-candidato Renan Santos (Missão) criticou a pressão por representatividade no STF e afirmou que não indicaria mulheres à Corte por "populismo". O repórter Matheus Dias traz os detalhes da agenda dos presidenciais, e a bancada do 3 em 1 debate a declaração e o perfil necessário para a Suprema Corte.
Em meio à escalada da crise interna no Supremo Tribunal Federal entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, presidenciáveis como Romeu Zema (NOVO) e Flávio Bolsonaro (PL) cobram publicamente o posicionamento da ministra Cármen Lúcia.
Após o ministro André Mendonça liberar para o plenário o relatório da Polícia Federal com trocas de mensagens entre Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, a decisão sobre o ritmo do processo e a pauta de julgamento fica a cargo do presidente da Corte, Edson Fachin.
A crise institucional no Supremo Tribunal Federal assumiu papel central no debate eleitoral de 2026. Enquanto candidaturas de direita focam no pedido de impeachment e no combate ao ativismo judicial, setores de centro e esquerda defendem propostas de reforma estrutural do Poder Judiciário.
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Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices - No 3 em 1 desta sexta-feira (04), o destaque foi o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que comentou a tensão que atingiu a Suprema Corte após conversas vazadas de Daniel Vorcaro com os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. Fachin prometeu que a resposta institucional será firme.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou, nesta sexta-feira (04), sobre as polêmicas que atingiram o Supremo Tribunal Federal (STF). O petista disse que no próximo ano fará uma discussão profunda sobre uma reforma no judiciário no próximo ano, se reeleito e reforçou: “Ninguém pode utilizar o cargo em benefício pessoal”.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que André Mendonça direcionou apurações contra ele e contra o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União). Além disso, Moraes acusa Mendonça de ameaçar afastar o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, devido a uma suposta proximidade com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Reportagem: Bruno Pinheiro.
A escalada da tensão no Supremo Tribunal Federal (STF) ganhou um novo capítulo com a investida do ministro Alexandre de Moraes contra André Mendonça. A bancada analisa como o confronto direto entre os magistrados e as alegações de apuração direcionada abrem margem para questionamentos jurídicos que podem invalidar o processo do Caso Master.
Um documento da Polícia Federal (PF) aponta assimetria no tempo de análise do ministro André Mendonça para decidir sobre medidas cautelares. O levantamento mostra que o magistrado levou 9 dias para autorizar ações contra o senador Jaques Wagner e 75 dias no caso do governador Cláudio Castro.
O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), reagiu à posição adotada por Edson Fachin em meio à crise no Judiciário. O senador elogiou a postura institucional da presidência do STF, reiterou que a autoridade do tribunal deve prevalecer sobre condutas individuais e voltou a defender o afastamento do ministro Alexandre de Moraes. “As pessoas passam, as instituições ficam”, disse.
O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD), defendeu a apuração rigorosa sobre as alegações de Daniel Vorcaro, que apontam repasses para as campanhas de Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Jair Bolsonaro (PL) em 2022. A irregularidade foi citada durante uma delação rejeitada do banqueiro.
O governo dos Estados Unidos lançou nesta quinta-feira (3) jogos que transformam a deportação de imigrantes sem documentos em brincadeira. A medida gerou críticas. Em um deles, o jogador deve capturar o maior número possível de pessoas que atravessaram o Rio Grande, na fronteira com o México, e deportá-las.
O clima de incerteza tomou conta no Supremo Tribunal Federal (STF) após uma crise institucional assolar a Suprema Corte. A crise envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça obriga o presidente do STF, Edson Fachin, a puxar o protagonismo para si. Reportagem: João Vitor Revedilho.
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Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices - No 3 em 1 desta quinta-feira (03), o destaque foi que em mais uma reviravolta no caso do Banco Master, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro afirmou que uma possível delação envolveria “pessoas do núcleo do poder” e também que acredita haver uma pressão para impedir seu depoimento. Vorcaro também mencionou que manteve relações com o chefe geral da Polícia Federal Andrei Rodrigues. Reportagem: Bruno Pinheiro.
O Deputado Nikolas Ferreira confirmou a veracidade dos áudios encaminhados ao ex-dono do Banco Master Daniel Vorcaro, mas reforçou que ambos não mantiveram nenhuma relação. Nikolas também desmentiu ter chamado Vorcaro de “lindão”, e criticou a interpretação do áudio. Reportagem: Bruno Pinheiro.
Em sabatina no 3 em 1 o ex-juiz e candidato ao governo do Paraná Sergio Moro (PL) destacou sua trajetória na política e comentou seus planos para o governo do estado. Moro comenta suas estratégias para trazer melhorias ao setor econômico e também para a segurança pública do estado do Paraná.
A Procuradoria Geral da República (PFG) fechou um acordo de delação premiada com Antônio Carlos Freixo Jr., dono da Entre Investimentos. O empresário é suspeito de realizar os repasses de Vorcaro relacionados ao filme Dark Horse. Reportagem: Bruno Pinheiro.
Em meio à crise no Supremo Tribunal Federal (STF) relacionada ao caso Master, o ministro Gilmar Mendes quer vetar a presença de delegados da Polícia Federal em gabinetes de ministros. Alguns delegados da Polícia Federal vem atuando como assessores de ministros que atuam como relatores em investigações. Reportagem: André Anelli.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça deixou a sociedade do Instituto Iter após um contrato com a prefeitura de São Paulo no valor de R$ 380 mil ser revelado.
O atual presidente Lula (PT) afirmou que a votação da PEC que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 não avançou no Senado por conta da atuação de aliados do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). A proposta já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Reportagem: Beatriz Souza.
Uma nova pesquisa do PoderData/Aya sobre as intenções de votos para presidente também mostra o candidato Augusto Cury (Avante) subindo para os dois dígitos no primeiro turno. A pesquisa também mostra o atual presidente Lula (PT) e o senador e candidato Flávio Bolsonaro (PL) empatando tecnicamente em um eventual segundo turno.
Pesquisa Atlas/Estadão sobre as intenções de votos para o governo do estado de São Paulo aponta para a possibilidade do atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) vencer o pleito no primeiro turno. O candidato lidera a corrida com 51,1% das intenções, enquanto Fernando Haddad (PT) aparece em segundo lugar com 39,9%.
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