No 3 em 1 desta quarta-feira (08), o destaque foi que menos de 24 horas após o anúncio da trégua, o governo iraniano voltou a fechar o Estreito de Ormuz, acusando Israel de violar o cessar-fogo com ataques ao Líbano e o abate de um drone na província de Fars. O presidente Donald Trump, que havia prometido "ação positiva", agora enfrenta o risco de colapso do trato de duas semanas.
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, reafirmou a retórica do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que sugeriu o fim da civilização iraniana caso o Estreito de Ormuz não seja liberado. O governo americano sustenta que a fala é um alerta sobre as consequências de um conflito total, e não uma ameaça gratuita.
Sem citar nomes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) subiu o tom contra os responsáveis pela guerra no Oriente Médio, afirmando que um líder global não pode se comportar como um "imperador".
O Supremo Tribunal Federal iniciou o julgamento que definirá o modelo de eleição para o mandato-tampão no Rio de Janeiro, em meio à vacância do cargo de Cláudio Castro (PL-RJ). A Corte avalia se o pleito será direto, como defende a PGR, ou indireto via Assembleia Legislativa.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, prestou esclarecimentos à CPI do Crime Organizado nesta quarta-feira (08). Ele negou qualquer diálogo com o STF sobre o Banco Master e detalhou a reunião técnica com o presidente Lula (PT-SP) e o bancário Daniel Vorcaro.
Em entrevista ao ICL Notícias, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) afirmou ter aconselhado pessoalmente o ministro Alexandre de Moraes a se declarar impedido no caso do Banco Master para proteger sua imagem pública.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) consolidou sua estratégia para 2026 focando na manutenção do apoio do agronegócio e na ampliação do eleitorado evangélico, onde detém 63% das intenções de voto.
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