1985 episódios
- No 3 em 1 desta terça-feira (08), o destaque foi que diretores da Polícia Federal (PF) colocaram os cargos à disposição do diretor-geral substituto da corporação, William Marcel Murad, após o afastamento de Andrei Rodrigues e do diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada. Em nota divulgada nesta terça-feira (08), os integrantes da cúpula da PF manifestaram apoio aos dois e criticaram a decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ao todo, 11 diretores assinam o documento. Reportagem: João Vitor Revedilho.
O governo federal vai recorrer da decisão que afastou Andrei Rodrigues do comando da Polícia Federal. A medida foi determinada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), e já conta com maioria na Corte para ser mantida. Luiz Fux e Nunes Marques anteciparam seus votos antes de Gilmar Mendes pedir vista e suspender o julgamento. A AGU argumenta que houve “violação de competência". Reportagem: André Anelli.
A 2ª Turma do STF formou maioria para suspender, nesta terça-feira (8), Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal. Os ministros Luiz Fux e Nunes Marques acompanharam a decisão de André Mendonça. O ministro Gilmar Mendes pediu vista para analisar o caso, o que suspenderia o julgamento, mas Fux e Nunes Marques já haviam antecipado os votos.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que foi monitorado por quase um mês pela inteligência da Polícia Federal (PF). Segundo ele, ao menos seis relatórios foram produzidos entre 3 e 31 de agosto com informações sobre sua atuação e sobre o advogado-geral da União, Jorge Messias.
Os candidatos à Presidência da República elogiaram a decisão do ministro André Mendonça, do STF, de afastar o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda não se manifestou.
Um grupo de 13 ministros aposentados e ex-presidentes do Supremo Tribunal Federal enviou uma carta ao presidente da Corte, Edson Fachin, cobrando a convocação urgente de uma sessão pública do plenário para apurar os fatos recentes que afetam o tribunal. No documento, os magistrados classificam o momento como a “mais aguda crise” da história do STF e afirmam que os acontecimentos vêm comprometendo o prestígio da instituição e a confiança da população.
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Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices - No 3 em 1 desta segunda-feira (07), o destaque foi que no ato de 7 de Setembro na Avenida Paulista, a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) mede forças e adota tom de confronto direcionado ao ministro Alexandre de Moraes, preservando a Suprema Corte como instituição. Acompanhe os detalhes da movimentação política direto de São Paulo.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), defendeu uma resposta institucional do Supremo Tribunal Federal (STF) diante das recentes revelações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes. Durante ato de 7 de Setembro, Tarcísio afirmou que o tribunal deve se unir para apurar os fatos, em vez de se dividir para se defender. A postura foi avaliada por comentaristas como um discurso de moderação e com tom presidencial.
O desfile de 7 de Setembro em Brasília foi marcado pela tentativa de demonstrar estabilidade institucional. Lula reuniu no palanque o presidente do STF, Edson Fachin, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o presidente da Câmara, Hugo Motta. A bancada do 3 em 1 analisa o impacto da ausência dos demais ministros e o cálculo do governo em meio à crise no Supremo.
Durante ato do 7 de Setembro na Avenida Paulista, Flávio Bolsonaro foca críticas em Alexandre de Moraes e associa a imagem do ministro ao presidente Lula. A bancada do 3 em 1 analisa a estratégia eleitoral de isolar o magistrado mantendo a preservação institucional do STF.
Durante ato de 7 de Setembro, o pré-candidato Renan Santos (Missão) criticou a pressão por representatividade no STF e afirmou que não indicaria mulheres à Corte por "populismo". O repórter Matheus Dias traz os detalhes da agenda dos presidenciais, e a bancada do 3 em 1 debate a declaração e o perfil necessário para a Suprema Corte.
Em meio à escalada da crise interna no Supremo Tribunal Federal entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, presidenciáveis como Romeu Zema (NOVO) e Flávio Bolsonaro (PL) cobram publicamente o posicionamento da ministra Cármen Lúcia.
Após o ministro André Mendonça liberar para o plenário o relatório da Polícia Federal com trocas de mensagens entre Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, a decisão sobre o ritmo do processo e a pauta de julgamento fica a cargo do presidente da Corte, Edson Fachin.
A crise institucional no Supremo Tribunal Federal assumiu papel central no debate eleitoral de 2026. Enquanto candidaturas de direita focam no pedido de impeachment e no combate ao ativismo judicial, setores de centro e esquerda defendem propostas de reforma estrutural do Poder Judiciário.
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Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices - No 3 em 1 desta sexta-feira (04), o destaque foi o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que comentou a tensão que atingiu a Suprema Corte após conversas vazadas de Daniel Vorcaro com os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. Fachin prometeu que a resposta institucional será firme.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou, nesta sexta-feira (04), sobre as polêmicas que atingiram o Supremo Tribunal Federal (STF). O petista disse que no próximo ano fará uma discussão profunda sobre uma reforma no judiciário no próximo ano, se reeleito e reforçou: “Ninguém pode utilizar o cargo em benefício pessoal”.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que André Mendonça direcionou apurações contra ele e contra o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União). Além disso, Moraes acusa Mendonça de ameaçar afastar o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, devido a uma suposta proximidade com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Reportagem: Bruno Pinheiro.
A escalada da tensão no Supremo Tribunal Federal (STF) ganhou um novo capítulo com a investida do ministro Alexandre de Moraes contra André Mendonça. A bancada analisa como o confronto direto entre os magistrados e as alegações de apuração direcionada abrem margem para questionamentos jurídicos que podem invalidar o processo do Caso Master.
Um documento da Polícia Federal (PF) aponta assimetria no tempo de análise do ministro André Mendonça para decidir sobre medidas cautelares. O levantamento mostra que o magistrado levou 9 dias para autorizar ações contra o senador Jaques Wagner e 75 dias no caso do governador Cláudio Castro.
O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), reagiu à posição adotada por Edson Fachin em meio à crise no Judiciário. O senador elogiou a postura institucional da presidência do STF, reiterou que a autoridade do tribunal deve prevalecer sobre condutas individuais e voltou a defender o afastamento do ministro Alexandre de Moraes. “As pessoas passam, as instituições ficam”, disse.
O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD), defendeu a apuração rigorosa sobre as alegações de Daniel Vorcaro, que apontam repasses para as campanhas de Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Jair Bolsonaro (PL) em 2022. A irregularidade foi citada durante uma delação rejeitada do banqueiro.
O governo dos Estados Unidos lançou nesta quinta-feira (3) jogos que transformam a deportação de imigrantes sem documentos em brincadeira. A medida gerou críticas. Em um deles, o jogador deve capturar o maior número possível de pessoas que atravessaram o Rio Grande, na fronteira com o México, e deportá-las.
O clima de incerteza tomou conta no Supremo Tribunal Federal (STF) após uma crise institucional assolar a Suprema Corte. A crise envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça obriga o presidente do STF, Edson Fachin, a puxar o protagonismo para si. Reportagem: João Vitor Revedilho.
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Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices - No 3 em 1 desta quinta-feira (03), o destaque foi que em mais uma reviravolta no caso do Banco Master, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro afirmou que uma possível delação envolveria “pessoas do núcleo do poder” e também que acredita haver uma pressão para impedir seu depoimento. Vorcaro também mencionou que manteve relações com o chefe geral da Polícia Federal Andrei Rodrigues. Reportagem: Bruno Pinheiro.
O Deputado Nikolas Ferreira confirmou a veracidade dos áudios encaminhados ao ex-dono do Banco Master Daniel Vorcaro, mas reforçou que ambos não mantiveram nenhuma relação. Nikolas também desmentiu ter chamado Vorcaro de “lindão”, e criticou a interpretação do áudio. Reportagem: Bruno Pinheiro.
Em sabatina no 3 em 1 o ex-juiz e candidato ao governo do Paraná Sergio Moro (PL) destacou sua trajetória na política e comentou seus planos para o governo do estado. Moro comenta suas estratégias para trazer melhorias ao setor econômico e também para a segurança pública do estado do Paraná.
A Procuradoria Geral da República (PFG) fechou um acordo de delação premiada com Antônio Carlos Freixo Jr., dono da Entre Investimentos. O empresário é suspeito de realizar os repasses de Vorcaro relacionados ao filme Dark Horse. Reportagem: Bruno Pinheiro.
Em meio à crise no Supremo Tribunal Federal (STF) relacionada ao caso Master, o ministro Gilmar Mendes quer vetar a presença de delegados da Polícia Federal em gabinetes de ministros. Alguns delegados da Polícia Federal vem atuando como assessores de ministros que atuam como relatores em investigações. Reportagem: André Anelli.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça deixou a sociedade do Instituto Iter após um contrato com a prefeitura de São Paulo no valor de R$ 380 mil ser revelado.
O atual presidente Lula (PT) afirmou que a votação da PEC que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 não avançou no Senado por conta da atuação de aliados do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). A proposta já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Reportagem: Beatriz Souza.
Uma nova pesquisa do PoderData/Aya sobre as intenções de votos para presidente também mostra o candidato Augusto Cury (Avante) subindo para os dois dígitos no primeiro turno. A pesquisa também mostra o atual presidente Lula (PT) e o senador e candidato Flávio Bolsonaro (PL) empatando tecnicamente em um eventual segundo turno.
Pesquisa Atlas/Estadão sobre as intenções de votos para o governo do estado de São Paulo aponta para a possibilidade do atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) vencer o pleito no primeiro turno. O candidato lidera a corrida com 51,1% das intenções, enquanto Fernando Haddad (PT) aparece em segundo lugar com 39,9%.
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Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices - No 3 em 1 desta quarta-feira (02), o destaque foi que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro prestou depoimento ao gabinete do Ministro André Mendonça sem a presença de representantes da Polícia Federal. Vorcaro solicitou urgência para prestar o depoimento e alegou estar sofrendo graves intimidações. Reportagem: Bruno Pinheiro.
O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), e relator do caso do Banco Master André Mendonça admitiu ter se encontrado “uma única vez” com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O ministro afirmou que a pauta da reunião entre os dois foram precatórios. Reportagem: Bruno Pinheiro.
O Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin se manifestou publicamente sobre a crise vivida no judiciário após troca de mensagens entre o Ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Fachin afirmou que irá analisar as conversas e que irá tomar as “medidas cabíveis”.
Em entrevista exclusiva na Jovem Pan, o advogado Leonardo Corrêa, presidente da Lexum, analisa a crise institucional instaurada no Supremo Tribunal Federal (STF) após a relação entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro vir à tona. O advogado também comenta a reação do presidente do judiciário Edson Fachin e os possíveis encaminhamentos deste caso.
A crise no STF após a ligação entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro divide a atenção pública e pode ser usada como estratégia por parte do presidente Lula (PT) para esfriar o caso envolvendo seu filho, o Lulinha. A orientação por parte da campanha é que o atual presidente evite contato com Alexandre de Moraes. Reportagem: André Anelli.
O atual governador de São Paulo e candidato à reeleição Tarcísio de Freitas (Republicanos) defendeu a quebra de sigilo no inquérito sobre o filme ‘Dark Horse’. O candidato defendeu a transparência, mesmo que isso afete o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).
Em entrevista exclusiva no 3 em 1, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello comenta a atual crise instaurada no Judiciário após a revelação de mensagens trocadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
O candidato Flávio Bolsonaro (PL) deve aproveitar o elo entre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro em discurso no sete de setembro. Flávio deve intensificar as críticas ao ministro e reforçar a bandeira do impeachment de Ministros do Supremo. Reportagem: Bruno Pinheiro.
A Procuradoria Geral da República (PGR) assinou um acordo de delação premiada com o ex-dono da empresa Reag Investimento João Carlos Mansur. O acordo visa ter acesso a arquivos que detalham crimes financeiros ligados ao Caso Master. Reportagem Misael Mainetti.
Uma nova pesquisa da Genial Quaest sonre as intenções de voto para a Presidencia mostra o candidato Augusto Cury (Avante) atingindo os 10% e se consolidando atrás de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O avanço de Cury reflete o crescimento de sua preferência entre eleitores independentes e que buscam uma alternativa à polarização.
O presidente americano Donald Trump comentou a relação bilateral dos Estados Unidos com países sul-americanos e sinalizou proximidade diplomática com o Brasil. Durante a coletiva, o líder norte-americano celebrou a mudança de espectro político de governos locais da esquerda para a direita, reforçando o alinhamento estratégico da Casa Branca com aliados regionais.
A PEC do fim da escala 6x1 e a MP que trata da isenção da "taxa das blusinhas" foram aprovadas em comissões. No entanto, a crise no STF coloca em risco o avanço das votações em plenário.
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