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    STF analisa situação de Bolsonaro / Lula cobra apoio à PEC da Segurança

    06/2/2026 | 2h
    No 3 em 1 desta sexta-feira (06), o destaque foi o laudo da Polícia Federal, que apontou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) possui doenças crônicas que exigem acompanhamento médico, mas não justificam internação hospitalar nem a concessão de prisão domiciliar. O relatório deve embasar a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, sobre o pedido da defesa. Os peritos também recomendaram adaptações na unidade prisional para garantir o atendimento de saúde adequado.

    O presidente Lula (PT) voltou a defender a criação do Ministério da Segurança Pública, condicionando a iniciativa à aprovação da PEC da Segurança pelo Congresso Nacional. A proposta prevê ainda a ampliação do efetivo da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal, mas enfrenta resistência de governadores, que veem risco de interferência federal nas atribuições dos estados.

    A Casa Branca afirmou que a publicação compartilhada por Donald Trump com conteúdo racista envolvendo Barack Obama e Michelle Obama ocorreu por erro de um funcionário e já foi removida. O vídeo, divulgado na rede Truth Social, também reproduzia alegações falsas sobre a eleição presidencial de 2020.

    O ex-deputado Alexandre Ramagem foi interrogado no STF em processo relacionado aos atos de 8 de janeiro de 2023. A oitiva tratou de acusações de dano qualificado e deterioração de patrimônio público, supostamente cometidos quando ele já exercia mandato parlamentar.

    O ex-ministro José Dirceu (PT) declarou apoio à candidatura de Fernando Haddad (PT) ao governo de São Paulo ou ao Senado nas próximas eleições. Dirceu também defendeu a permanência de Geraldo Alckmin (PSB) na chapa presidencial com Lula (PT), destacando a aliança política que venceu a última disputa eleitoral.

    O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) cobrou maior engajamento de aliados com a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência em 2026. Em publicação nas redes sociais durante viagem internacional, ele afirmou que quem integra o movimento político precisa estar “na mesma página” e classificou o silêncio como omissão.

    O STF marcou para o dia 25 de fevereiro o julgamento, no plenário, da decisão do ministro Flávio Dino que suspendeu o pagamento dos chamados penduricalhos a servidores públicos. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), defendeu a medida, mas ressaltou que a decisão final sobre o tema também envolve o Congresso Nacional.

    A decisão de Flávio Dino gerou divisão entre parlamentares. Deputados da base governista e da oposição apresentaram críticas e elogios à suspensão dos penduricalhos, enquanto parte do Congresso adota cautela diante da repercussão pública do tema. Dino afirmou que a determinação busca pôr fim ao que chamou de “império dos penduricalhos”.

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  • 3 em 1

    Dino suspende penduricalhos acima do teto / Fachin adia debate sobre conduta

    05/2/2026 | 2h 1min
    No 3 em 1 desta quinta-feira (05), o destaque foi a decisão do ministro do STF Flávio Dino, que determinou a suspensão de verbas indenizatórias que permitem pagamentos acima do teto constitucional a servidores dos Três Poderes. A liminar aponta falta de regulamentação para os chamados “penduricalhos” e fixa prazo de 60 dias para que Executivo, Legislativo e Judiciário revisem os benefícios. A medida ainda será analisada pelo plenário da Corte.

    O presidente do STF, Edson Fachin, cancelou o encontro com ministros que discutiria a criação de um código de conduta para a Corte. Segundo o gabinete, a suspensão ocorreu por conflito de agenda e pela ausência de parte dos magistrados, incluindo Luiz Fux, que se recupera de pneumonia. O adiamento ocorre em meio à resistência interna e à crise de imagem enfrentada pelo Supremo.

    O presidente Lula (PT) falou pela primeira vez sobre o encontro fora da agenda com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, realizado no Palácio do Planalto em dezembro de 2024. Lula afirmou que Vorcaro relatou sofrer perseguição política e econômica e garantiu que as investigações sobre a instituição serão conduzidas de forma técnica pelo Banco Central, sem interferência do governo.

    O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, declarou que o país está disposto a dialogar com os Estados Unidos, desde que as conversas ocorram sem pressões, pré-condições ou interferência em assuntos internos. A fala ocorre em meio ao aumento das tensões entre Washington e Havana e à disputa de influência geopolítica na América Latina.

    O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), avalia que a direita precisa lançar uma candidatura de centro ao Senado para evitar a perda de espaço para a esquerda nas eleições. A estratégia leva em conta a possível entrada de nomes fortes do campo lulista, como Fernando Haddad (PT), além da pré-candidatura do deputado Guilherme Derrite (PP).

    O presidente Lula (PT) também afirmou que Geraldo Alckmin (PSB) e Fernando Haddad (PT) terão papel importante na disputa eleitoral em São Paulo, mesmo sem conversas diretas recentes sobre o tema. A declaração reforça a mobilização do campo governista no maior colégio eleitoral do país.

    PT e PDT divergem sobre alianças estaduais para as eleições de 2026, com impasses em Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. Enquanto o PDT afirma haver compromissos de apoio nos estados, o PT nega acordos formais e diz que as definições ainda serão debatidas internamente, evidenciando tensões na base aliada de Lula.

    O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o partido terá candidatura própria no primeiro turno das eleições presidenciais, citando Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado e Eduardo Leite, mas sinalizou uma possível aliança com o PL de Flávio Bolsonaro no segundo turno.

    O presidente Lula (PT) confirmou ainda que se reunirá com Donald Trump nos Estados Unidos, em março, durante viagem oficial que também inclui Índia e Coreia do Sul. Segundo Lula, o encontro na Casa Branca não terá temas proibidos e servirá para discutir a relação bilateral, incluindo a questão tarifária já parcialmente revertida pelo governo brasileiro.

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  • 3 em 1

    Bolsonaro reage à perda de patente / Congresso aprova salários de até R$ 77 mil

    04/2/2026 | 1h 56min
    No 3 em 1 desta quarta-feira (04), o destaque foi a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) diante do processo que pode resultar na perda de sua patente militar. Após visitá-lo, o senador Rogério Marinho (PL-RN) afirmou que Bolsonaro está tranquilo em relação às representações em análise no Superior Tribunal Militar (STM), que envolvem acusações de crimes contra a democracia. Marinho também declarou que, para a direita, o presidente Lula (PT) perdeu relevância eleitoral, classificando o petista como ‘mercadoria vencida’, e elogiou a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência.

    O Congresso Nacional aprovou um projeto que eleva o teto salarial de servidores da Câmara e do Senado para até R$ 77 mil e cria novas gratificações, incluindo dias de folga. A votação foi simbólica e contou com apoio tanto da base governista quanto da oposição. Agora, cabe ao presidente Lula sancionar ou vetar a proposta, em meio ao debate sobre gastos públicos e ao impacto político da medida em ano eleitoral.

    Ainda em Brasília, o presidente Lula (PT) recebe nesta noite o presidente da Câmara, Hugo Motta, e lideranças do Congresso em um jantar na Granja do Torto. O encontro sinaliza um novo momento na relação entre Executivo e Legislativo e deve tratar de pautas prioritárias do governo, como o fim da jornada 6x1 e a PEC da Segurança Pública, previstas para avançar no primeiro semestre.

    No campo partidário, a deputada federal Carol De Toni (PL-SC) comunicou ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que deixará a legenda após a definição de um acordo político que prioriza a candidatura de Esperidião Amin (PP-SC) ao Senado. Nos bastidores, a avaliação é de que não houve espaço para o projeto político da deputada dentro do partido.

    O senador Renan Calheiros (MDB-AL) se reuniu com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para tratar das investigações envolvendo o Banco Master. O encontro ocorreu no mesmo dia da instalação de um grupo de trabalho na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, criado para acompanhar o caso. Em discurso na comissão, Renan afirmou que a atuação da CAE não substitui uma eventual CPI e tem caráter complementar, com a coleta de informações técnicas junto ao BC, ao STF, à Polícia Federal, ao TCU e à CVM.

    Pesquisa nacional do GERP aponta empate entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno presidencial. Ambos aparecem com 45% das intenções de voto, enquanto 6% disseram não saber ou não responderam e 4% indicaram voto branco ou nulo.

    Já a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), defendeu a entrada de Fernando Haddad (PT) na disputa eleitoral em São Paulo. Segundo ela, o ministro não pode fugir da missão e o cenário exige dois nomes fortes, citando Haddad e Geraldo Alckmin (PSB) como os mais competitivos por sua ligação com o estado e com o presidente Lula.

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  • 3 em 1

    Caso Master ganha força no Congresso / Justiça Militar analisa caso Bolsonaro

    03/2/2026 | 2h
    No 3 em 1 desta terça-feira (03), o destaque foi a atuação da CPMI do INSS. O presidente da comissão, Carlos Viana, se reuniu com o ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, para discutir decisões que, segundo o senador, têm dificultado os trabalhos do colegiado. A principal preocupação é garantir o depoimento do banqueiro Daniel Vorcaro e o acesso a documentos sigilosos da Polícia Federal. A CPMI investiga descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS.

    O Superior Tribunal Militar (STM) recebeu pedido para analisar a possível perda de patente do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros quatro militares condenados por envolvimento na tentativa de golpe de Estado. A Justiça Militar vai avaliar se as condenações tornam a permanência dos réus incompatível com a carreira, dando início à análise dos próximos passos do julgamento.

    Ainda no caso Banco Master, o ex-presidente da RioPrevidência, Davis Marcon Antunes, foi preso em uma operação conjunta da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. A investigação apura investimentos de cerca de R$ 1 bilhão em títulos do banco. Segundo a PF, há indícios de tentativa de obstrução das investigações, com transferência de bens e retirada de documentos.

    No cenário internacional, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu na Casa Branca o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, em um encontro que marcou tentativa de reaproximação após meses de atritos. A reunião, com duração de cerca de duas horas, tratou de combate ao narcotráfico, cooperação em segurança regional, imigração e relações comerciais.

    Em entrevista à Jovem Pan, o senador Ciro Nogueira (PP) afirmou que Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) cometem um erro estratégico ao dialogarem apenas com suas bases eleitorais. Segundo ele, vencer a eleição de 2026 exige falar com eleitores fora das bolhas ideológicas, especialmente sobre inflação, impostos e segurança pública. O parlamentar também analisou a sucessão na direita e criticou a postura do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), avaliando que ele perdeu a janela de oportunidade antes da consolidação de Flávio Bolsonaro como candidato.

    Nos bastidores do governo, Fernando Haddad (PT) apresentou ao presidente Lula os nomes de Guilherme Mello e Tiago Cavalcante para a diretoria do Banco Central, em uma de suas possíveis últimas ações à frente do Ministério da Fazenda. O repórter Matheus Dias trouxe detalhes das articulações e da reação do ministro às críticas do mercado.

    Na Câmara, o deputado Lindbergh Farias (PT) deixou a liderança da bancada e projetou que a PEC da Escala 6x1 será uma das prioridades do Planalto no Congresso. Ele também destacou avanços na isenção do Imposto de Renda e a manutenção de um perfil combativo na liderança governista.

    O STM sorteou os relatores para o processo inédito que pode resultar na perda das patentes de Jair Bolsonaro, Augusto Heleno e Braga Netto. Entre as possíveis consequências estão a perda de salário, o fim do foro militar e a transferência para presídios comuns.

    Em São Paulo, um tiroteio foi registrado na Avenida Faria Lima após uma tentativa de assalto a uma residência no Morumbi. Criminosos em fuga trocaram tiros com a polícia; um suspeito morreu no local, joias foram recuperadas e vítimas baleadas foram encaminhadas ao pronto-socorro.

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  • 3 em 1

    STF e Congresso retomam agenda institucional / Lula busca apoio para indicação

    02/2/2026 | 1h 59min
    No 3 em 1 desta segunda-feira (02), o destaque foi a abertura dos trabalhos legislativos no Congresso Nacional, marcada pela leitura de uma mensagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com um balanço das ações do governo em 2025 e a apresentação das prioridades para 2026. O texto ressaltou indicadores econômicos, investimentos, acordos internacionais e programas sociais, além de reforçar a necessidade de diálogo entre Executivo e Legislativo em um ano eleitoral.

    Com o fim do recesso parlamentar, o comentarista Fábio Piperno avaliou que a principal estratégia do governo será evitar atritos com deputados e senadores diante de um calendário eleitoral apertado. Já durante a solenidade de abertura, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, defendeu a independência e a harmonia entre os Poderes, destacando o papel do Parlamento na mediação e solução de conflitos políticos.

    O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que a Casa seguirá como “a casa do povo brasileiro” em 2026 e destacou uma agenda intensa no primeiro semestre, com votações como o programa Gás do Povo, a PEC da Segurança Pública, além de debates sobre inteligência artificial, economia digital e acordos internacionais. Na mesma linha, o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), defendeu a harmonia e a independência entre os Poderes, ressaltando que o diálogo institucional não significa omissão e reforçando a responsabilidade democrática do Legislativo em ano eleitoral.

    Ainda no cenário político, o presidente Lula intensificou as articulações no Senado para viabilizar a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF. O presidente deve se reunir com Davi Alcolumbre para buscar apoio à sabatina, prevista para depois do Carnaval.

    Na abertura do ano judiciário de 2026, Edson Fachin voltou a se pronunciar ao defender a criação de um código de conduta para os ministros do Supremo. Em discurso, o magistrado afirmou que o momento exige autocorreção institucional, transparência e prestação de contas, destacando que ministros não são intangíveis.

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