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    Quaest aponta rejeição de 52% para Flávio contra 47% de Lula

    21/10/2026 | 2h 1min
    No 3 em 1 desta quarta-feira (21), o destaque foi que um levantamento divulgado pelo instituto Quaest aponta que o candidato Flávio Bolsonaro (PL) alcançou 52% de rejeição entre o eleitorado para o segundo turno das eleições presidenciais. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 47% de recusa dos entrevistados.

    Em resposta ao desafio feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a abertura voluntária de sigilos bancários telefônicos no TSE, o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) reagiu. Durante discurso em evento do PL, Flávio disse que toparia o desafio cobrando a abertura da primeira-dama Janja da Silva e Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, é ex-chefe de Gabinete da Presidência da República.

    Uma nova pesquisa divulgada pelo Quaest para o segundo turno das eleições presidenciais mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 45% das intenções de voto, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 44%. O resultado confirma a configuração de empate técnico na disputa, registrando uma diminuição na vantagem que o candidato liberal sustentava nos levantamentos anteriores.

    O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, descartou a adoção de medidas para proibir ou suspender canais de grande alcance no WhatsApp nas 48 horas anteriores à votação do segundo turno. A declaração ocorre após vir à tona a discussão interna sobre uma minuta elaborada pelo vice-presidente da Corte, ministro André Mendonça, que previa restrições a canais político-eleitorais com mais de 200 mil inscritos.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encaminhou ao Congresso Nacional a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa instituir o transporte público gratuito aos fins de semana e feriados. Lula defende que a medida seja custeada com parte de emendas parlamentares.

    A coordenação da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) definiu uma mudança tática decisiva para o último debate presidencial do segundo turno. Os aliados orientaram o petista a permanecer fixo em seu púlpito durante as respostas, evitando que Flávio Bolsonaro (PL) apareça atrás do petista.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encaminhou uma carta aos prefeitos e vereadores dos municípios brasileiros solicitando engajamento direto e apoio à sua candidatura no segundo turno. No documento, o petista disse aos gestores locais compararem sua administração com a do ex-presidente Jair Bolsonaro.

    Dados divulgados pelo Banco Central indicam que o Brasil perdeu a posição de credor líquido internacional sustentada ao longo dos últimos 19 anos. Durante o atual mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o endividamento externo subiu 27,4%.

    O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, disse, nesta quarta-feira (21), que as democracias contemporâneas raramente sucumbem a golpes militares clássicos ou rupturas institucionais abruptas, mas sim pelo desgaste gradual de suas garantias constitucionais por dentro das próprias regras do jogo.

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  • 3 em 1

    Campanha de Lula acusa Meta de descumprir medidas do TSE

    20/10/2026 | 2h
    No 3 em 1 desta terça-feira (20), o destaque foi que a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou novamente o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alegando que a empresa Meta não cumpriu as determinações da Corte Eleitoral, referente ao impulsionamento e entrega de postagens.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entregou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a autorização para a abertura voluntária de seus sigilos bancário e telefônico, estendendo a medida aos seus familiares e empresas ligadas ao grupo. O ato formaliza o compromisso assumido pelo petista durante o debate presidencial e funciona como um desafio direto ao seu adversário no segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL). Reportagem: André Anelli.

    O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) prometeu reativar o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse) caso seja eleito no segundo turno. A promessa foi anunciada em suas redes sociais nesta terça-feira (20). O candidato não diz de onde virão os recursos para a volta do programa. Reportagem: Bruno Pinheiro.

    Escalado pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para atuar na reta final do segundo turno, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) criticou o “tesouraço” de R$ 200 bilhões anunciado pelo candidato Flávio Bolsonaro (PL). O objetivo do PT é colocar em dúvida a viabilidade do ajuste fiscal do senador. Reportagem: Karine Hillary.

    O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), deve reforçar promessas de ampliação e reajuste do Bolsa Família após desgaste envolvendo o benefício. A campanha de Flávio usará o horário eleitoral para garantir que não acabará com o benefício. Reportagem: Bruno Pinheiro.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviará uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) ao Congresso Nacional para garantir a tarifa zero nos ônibus urbanos aos sábados e domingos. A proposta deve ser encaminhada ainda nesta terça-feira (20).

    O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, prevê falta de recursos, a partir de 2028, para o cumprimento do pacote de novas promessas pelo petista. A previsão foi colocada em um documento enviado ao Congresso Nacional, que não considera anúncios como reajuste do Bolsa Famíia. Reportagem: Beatriz Souza.

    O empresário e influenciador Pablo Marçal orientou aliados e criadores de conteúdo a evitarem ataques diretos ao Supremo Tribunal Federal (STF). Além da mudança de postura em relação ao Judiciário, Marçal também pediu para que os influenciadores evitem críticas diretas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    Uma pesquisa divulgada pelo instituto Real Time Big Data para o segundo turno da eleição presidencial mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos, contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Considerando a margem de erro do levantamento, os dois candidatos aparecem tecnicamente empatados.

    O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) protocolou um pedido formal no Supremo Tribunal Federal (STF) para obter acesso aos autos de um inquérito que apura supostos crimes de lavagem de dinheiro. A investigação envolve o advogado Willer Tomaz, amigo do candidato.

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  • 3 em 1

    Lula e Flávio reavaliam estratégia antes do último debate

    20/10/2026 | 1h 59min
    No 3 em 1 desta segunda-feira (19), o destaque foi que após intensas trocas de acusações no primeiro embate presencial de segundo turno, as equipes de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) reavaliam suas estratégias e treinamentos para o debate final na televisão antes da votação. Os candidatos trocaram acusações no encontro deste domingo (19).

    O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), retirou de pauta e adiou para depois do segundo turno a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. A decisão ocorreu após o impasse gerado por emendas da oposição, lideradas pelo senador Rogério Marinho (PL-RN) e apoiadas por Flávio Bolsonaro (PL), que propõem a redução da maioridade penal para 16 anos gerais e 14 anos em crimes hediondos.

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu prazo de 24 horas para que a Meta comprove o cumprimento integral das determinações para garantir tratamento igualitário na entrega de conteúdos e anúncios das campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O descumprimento pode resultar em multa diária de R$ 500 mil para R$ 1 milhão.

    A pesquisa BTG/NEXUS aponta que a segurança pública e o combate à violência permanecem no topo das preocupações do eleitorado brasileiro na reta final do segundo turno. Saúde e corrupção aparecem na sequência.

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou na sexta-feira (16) a alteração do local de votação de mais de 700 seções eleitorais. O PT pede reforço na divulgação das mudanças ao eleitor.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a desafiar publicamente o senador e candidato Flávio Bolsonaro (PL) a abrir voluntariamente seus sigilos bancário e fiscal. O primeiro pedido foi feito durante o debate deste domingo (18).

    O Ministério do Desenvolvimento Social antecipou o calendário de repasses e iniciou o pagamento do Bolsa Família com o valor médio reajustado para R$ 691,00 por família na semana que antecede o segundo turno das eleições presidenciais.

    O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) apresentou uma proposta de regra de transição para os beneficiários do Bolsa Família que conseguirem emprego formal com carteira assinada. O parlamentar afastou as acusações da equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre um eventual encerramento do programa.

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  • 3 em 1

    Meta nega interferências nas eleições / Senado deve votar PEC da Segurança

    16/10/2026 | 2h 2min
    No 3 em 1 desta sexta-feira (16), o destaque foi que a Meta, empresa responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp, emitiu uma nota oficial e enviou defesa técnica ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negando qualquer tipo de interferência política no pleito presidencial brasileiro. A plataforma esclareceu que a conta de anúncios da campanha do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi desativada "por engano" em virtude de uma falha de sistema, e não por motivações ideológicas.

    Durante a solenidade oficial de promulgação da Emenda Constitucional que extingue a jornada 6x1 no Congresso Nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) buscou tranquilizar o setor empresarial. Em seu discurso, o chefe do Executivo enfatizou que o objetivo da medida é garantir dignidade e descanso aos trabalhadores sem prejudicar a atividade econômica, destacando que "ninguém deseja que uma empresa quebre". Reportagem: André Anelli.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) minimizou os rumores de rompimento político com o senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) ao comentar os atritos com o líder da Casa, como na reprovação do nome de Jorge Messias ao STF. O presidente passou panos quentes no passado e afirmou que de vez em quando tem uma ‘futrica’.

    O Plenário do Senado Federal prepara a votação da PEC da Segurança Pública para os próximos dias, traspassando intensos debates travados entre parlamentares da base governista e da oposição. O ponto central das negociações de última hora gira em torno do impasse sobre a inclusão da redução da maioridade penal para crimes graves, que é defendida por opositores de Lula. Reportagem: Bruno Pinheiro.

    O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) ironizou publicamente o apoio do PT e do governo federal à proposta de redução da maioridade penal na PEC da Segurança Pública. Durante live, Flávio comentou a mudança de ideia do partido e afirmou “tinha que ter eleição toda semana”. A live ocorreu nesta quinta-feira (15) e contou com a presença de Guilherme Derrite (PP) e Nikolas Ferreira (PL). Reportagem: Misael Mainetti.

    Pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta sexta-feira (16), aponta um empate, tanto técnico, quanto numérico, entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT), candidatos à Presidência da República, na disputa de segundo turno. Os dois aparecem com 50% dos votos válidos. A margem de erro do levantamento é de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos.

    O líder da oposição, senador Rogério Marinho (PL-RN), e o senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) anteciparam os bastidores da corrida pelo comando da Presidência do Senado Federal para a próxima legislatura. Os senadores trocaram farpas por divergência sobre PEC da Segurança.

    O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), intensificou a articulação nos bastidores de Brasília para formar um amplo bloco partidário focado na redução da influência e do comando de comissões estratégicas por parte do PL. O presidente da Casa negocia com o centrão e esquerda por apoio. Reportagem: Karine Hillary.

    O presidente Lula (PT) anunciou a intenção de encaminhar ao Congresso Nacional uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) focada na gratuidade do transporte coletivo urbano aos sábados e domingos em todo o país. Lula quer usar emendas parlamentares para bancar a proposta. Reportagem: André Anelli.

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atendeu a um pedido da coligação do senador Flávio Bolsonaro (PL) e determinou a suspensão imediata de peças publicitárias da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que associavam o parlamentar a grupos milicianos. A liminar foi proferida pelo ministro André Mendonça. Reportagem: Matheus Dias.

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  • 3 em 1

    Camilo Santana apresenta emenda da maioridade penal

    15/10/2026 | 2h 2min
    No 3 em 1 desta quinta-feira (15), o destaque foi que o líder do PT no Senado e um dos coordenadores da campanha de reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva, senador Camilo Santana (PT-CE), articulou a apresentação de uma emenda à PEC da Segurança Pública para prever a redução da maioridade penal. O assunto é defendido pela oposição, enquanto o governo federal não quer incluir a pauta no texto.

    As medidas anunciadas pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2026 somam até R$ 178,1 bilhões, segundo levantamento da Jovem Pan com base em documentos e informações oficiais. O pacote reúne iniciativas de financiamento, renegociação de dívidas, redução de impostos e ampliação de benefícios sociais, apresentadas ao longo do ano eleitoral e intensificadas na reta final da campanha presidencial. Reportagem: André Anelli.

    Em entrevista ao 3 EM 1, Luiz Césio Caetano, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), analisa os impactos diretos do fim da escala 6x1 na indústria. O executivo defende que a modernização das relações de trabalho deve ser tratada de forma negociada e sustentável, garantindo suporte operacional e regulatório às pequenas e médias empresas durante o período de transição.

    A aprovação da PEC do fim da escala 6x1 tornou-se um dos principais pontos de inflexão na disputa do segundo turno presidencial. A campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve explorar o tema, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) quer silenciar o assunto.

    Após o avanço da PEC que extingue a jornada 6x1 pelo governo federal, a oposição liderada pelo candidato Flávio Bolsonaro (PL) articulou uma resposta estratégica no Senado Federal. O grupo tenta aprovar uma emenda na PEC da Segurança Pública que estabelece a redução da maioridade penal para 16 anos em casos gerais e 14 anos em crimes hediondos.

    O Senado Federal iniciou a análise do projeto de lei apoiado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que altera as regras para Microempreendedores Individuais (MEIs). A proposta prevê o aumento do teto anual de faturamento da categoria e estabelece o perdão integral de débitos fiscais acumulados por pequenos empreendedores.

    A Polícia Federal (PF) prendeu nesta quinta-feira (15) o ex-prefeito de Belford Roxo e deputado estadual eleito Márcio Canella (União Brasil) e o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Marcus Amin durante a oitava fase da Operação Unha e Carne.

    Faltando poucos dias para o segundo turno das eleições presidenciais, os candidatos intensificam suas principais táticas para atrair o eleitorado. O senador Flávio Bolsonaro (PL) foca na mobilização direta nas ruas com passeatas, carreatas e comícios de grande porte pelo país. Por outro lado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aposta no pacote eleitoral.

    O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e o deputado federal eleito por Minas Gerais, Nikolas Ferreira (PL), realizarão uma série de atos políticos intitulados “Bloquinho do 22”. A série de manifestações rodará o país em busca de engajamento.

    Juristas protocolaram um pedido formal de suspeição contra o ministro Nunes Marques no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os advogados da campanha argumentam que decisões recentes proferidas pelo magistrado, incluindo determinações desfavoráveis a um canal no WhatsApp, demonstram parcialidade na condução dos processos.

    O ministro André Mendonça pediu vista e suspendeu o julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de uma ação que envolve a veiculação de um vídeo da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A peça publicitária da chapa governista faz duras críticas ao plano orçamentário e às propostas do adversário Flávio Bolsonaro (PL), classificadas na peça como um "tesouraço".

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