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    Caso Master ganha força no Congresso / Justiça Militar analisa caso Bolsonaro

    03/2/2026 | 2h
    No 3 em 1 desta terça-feira (03), o destaque foi a atuação da CPMI do INSS. O presidente da comissão, Carlos Viana, se reuniu com o ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, para discutir decisões que, segundo o senador, têm dificultado os trabalhos do colegiado. A principal preocupação é garantir o depoimento do banqueiro Daniel Vorcaro e o acesso a documentos sigilosos da Polícia Federal. A CPMI investiga descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS.

    O Superior Tribunal Militar (STM) recebeu pedido para analisar a possível perda de patente do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros quatro militares condenados por envolvimento na tentativa de golpe de Estado. A Justiça Militar vai avaliar se as condenações tornam a permanência dos réus incompatível com a carreira, dando início à análise dos próximos passos do julgamento.

    Ainda no caso Banco Master, o ex-presidente da RioPrevidência, Davis Marcon Antunes, foi preso em uma operação conjunta da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. A investigação apura investimentos de cerca de R$ 1 bilhão em títulos do banco. Segundo a PF, há indícios de tentativa de obstrução das investigações, com transferência de bens e retirada de documentos.

    No cenário internacional, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu na Casa Branca o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, em um encontro que marcou tentativa de reaproximação após meses de atritos. A reunião, com duração de cerca de duas horas, tratou de combate ao narcotráfico, cooperação em segurança regional, imigração e relações comerciais.

    Em entrevista à Jovem Pan, o senador Ciro Nogueira (PP) afirmou que Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) cometem um erro estratégico ao dialogarem apenas com suas bases eleitorais. Segundo ele, vencer a eleição de 2026 exige falar com eleitores fora das bolhas ideológicas, especialmente sobre inflação, impostos e segurança pública. O parlamentar também analisou a sucessão na direita e criticou a postura do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), avaliando que ele perdeu a janela de oportunidade antes da consolidação de Flávio Bolsonaro como candidato.

    Nos bastidores do governo, Fernando Haddad (PT) apresentou ao presidente Lula os nomes de Guilherme Mello e Tiago Cavalcante para a diretoria do Banco Central, em uma de suas possíveis últimas ações à frente do Ministério da Fazenda. O repórter Matheus Dias trouxe detalhes das articulações e da reação do ministro às críticas do mercado.

    Na Câmara, o deputado Lindbergh Farias (PT) deixou a liderança da bancada e projetou que a PEC da Escala 6x1 será uma das prioridades do Planalto no Congresso. Ele também destacou avanços na isenção do Imposto de Renda e a manutenção de um perfil combativo na liderança governista.

    O STM sorteou os relatores para o processo inédito que pode resultar na perda das patentes de Jair Bolsonaro, Augusto Heleno e Braga Netto. Entre as possíveis consequências estão a perda de salário, o fim do foro militar e a transferência para presídios comuns.

    Em São Paulo, um tiroteio foi registrado na Avenida Faria Lima após uma tentativa de assalto a uma residência no Morumbi. Criminosos em fuga trocaram tiros com a polícia; um suspeito morreu no local, joias foram recuperadas e vítimas baleadas foram encaminhadas ao pronto-socorro.

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  • 3 em 1

    STF e Congresso retomam agenda institucional / Lula busca apoio para indicação

    02/2/2026 | 1h 59min
    No 3 em 1 desta segunda-feira (02), o destaque foi a abertura dos trabalhos legislativos no Congresso Nacional, marcada pela leitura de uma mensagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com um balanço das ações do governo em 2025 e a apresentação das prioridades para 2026. O texto ressaltou indicadores econômicos, investimentos, acordos internacionais e programas sociais, além de reforçar a necessidade de diálogo entre Executivo e Legislativo em um ano eleitoral.

    Com o fim do recesso parlamentar, o comentarista Fábio Piperno avaliou que a principal estratégia do governo será evitar atritos com deputados e senadores diante de um calendário eleitoral apertado. Já durante a solenidade de abertura, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, defendeu a independência e a harmonia entre os Poderes, destacando o papel do Parlamento na mediação e solução de conflitos políticos.

    O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que a Casa seguirá como “a casa do povo brasileiro” em 2026 e destacou uma agenda intensa no primeiro semestre, com votações como o programa Gás do Povo, a PEC da Segurança Pública, além de debates sobre inteligência artificial, economia digital e acordos internacionais. Na mesma linha, o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), defendeu a harmonia e a independência entre os Poderes, ressaltando que o diálogo institucional não significa omissão e reforçando a responsabilidade democrática do Legislativo em ano eleitoral.

    Ainda no cenário político, o presidente Lula intensificou as articulações no Senado para viabilizar a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF. O presidente deve se reunir com Davi Alcolumbre para buscar apoio à sabatina, prevista para depois do Carnaval.

    Na abertura do ano judiciário de 2026, Edson Fachin voltou a se pronunciar ao defender a criação de um código de conduta para os ministros do Supremo. Em discurso, o magistrado afirmou que o momento exige autocorreção institucional, transparência e prestação de contas, destacando que ministros não são intangíveis.

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  • 3 em 1

    Sigilo do caso Master cai e depoimentos repercutem

    31/1/2026 | 2h
    No 3 em 1 desta sexta-feira (30), o destaque foi a divulgação dos depoimentos do banqueiro Daniel Vorcaro e do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, que apresentaram versões diferentes sobre a origem das carteiras de crédito vendidas pelo Banco Master ao Banco de Brasília. Os relatos vieram a público após o ministro do STF, Dias Toffoli, derrubar o sigilo do caso.

    No cenário político de 2026, o PSD enfrenta dificuldades para consolidar apoio à disputa presidencial no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, dois dos maiores colégios eleitorais do país. Em entrevista à Jovem Pan, o presidente do partido, Gilberto Kassab, comentou o cenário e citou Ronaldo Caiado, Ratinho Júnior e Eduardo Leite como possíveis nomes da sigla para a corrida presidencial.

    A deputada federal Simone Marquetto surge como um dos nomes cotados para compor uma chapa presidencial com o PSD nas eleições de 2026. A articulação é vista por partidos de centro e centro-direita como uma possível terceira via e pode fortalecer Gilberto Kassab em futuras negociações políticas.

    Integrantes do governo avaliam que uma eventual saída do governador Ronaldo Caiado do União Brasil pode abrir espaço para uma reaproximação do Palácio do Planalto com a sigla. Os comentaristas analisam a mudança de posicionamento do partido, a permanência na base do governo Lula e os impactos desse movimento na disputa presidencial.

    No cenário internacional, os Estados Unidos declararam emergência nacional contra Cuba, por meio de uma ordem executiva assinada pelo presidente Donald Trump. A medida amplia sanções, com foco no setor de petróleo, e autoriza punições a países que mantenham relações comerciais com a ilha.

    O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), respondeu às declarações de Gilberto Kassab e afirmou que suas decisões não têm relação com submissão, mas com um projeto próprio para o estado. Os comentaristas analisam o embate, os ruídos nos bastidores da direita e os reflexos desse atrito no cenário eleitoral de 2026.

    Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas aponta que mais de 45% dos entrevistados afirmam que não votariam no presidente Lula (PT) de jeito nenhum. A pesquisa também indica altos índices de rejeição a Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Tarcísio de Freitas, enquanto o menor índice entre os nomes testados aparece com Ratinho Júnior (PSD).

    O PT discute a possibilidade de lançar Simone Tebet e Marina Silva como candidatas ao Senado por São Paulo em 2026. As articulações fazem parte da estratégia do presidente Lula para fortalecer a bancada governista e conter o avanço da oposição na Casa, que terá renovação de dois terços.

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  • 3 em 1

    Toffoli mantém caso Master no STF / Pesquisa aponta disputa entre Lula e Flávio

    29/1/2026 | 2h 1min
    No 3 em 1 desta quinta-feira (29), o destaque foi a manifestação do ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, que afirmou, em nota, que o caso Banco Master só poderá ser encaminhado à primeira instância após a conclusão das investigações da Polícia Federal. Segundo o magistrado, o inquérito permanece no STF para garantir a apuração completa dos fatos, com a manutenção dos sigilos necessários.

    No cenário eleitoral, levantamento do instituto Paraná Pesquisas mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança dos cenários de primeiro turno da disputa presidencial, com vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O estudo também cita nomes como Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado e Romeu Zema, enquanto analistas avaliam uma possível migração de votos no campo da oposição.

    Na área econômica, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou que pode deixar o cargo em fevereiro, dentro do prazo de desincompatibilização exigido pela Justiça Eleitoral para as eleições de 2026. A decisão sobre o substituto caberá ao presidente Lula, e o nome mais cotado para assumir a pasta é o do atual secretário-executivo, Dario Durigan.

    Após visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em Brasília, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que pretende concentrar seus esforços na reeleição no estado. Ao ser questionado sobre apoio a Flávio Bolsonaro, o governador indicou alinhamento com o campo bolsonarista.

    No cenário internacional, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, enviou um recado direto à líder da oposição, María Corina Machado, ao afirmar que não permitirá ações que prejudiquem a paz e a tranquilidade no país. A declaração ocorre em meio à escalada de tensão política e repercutiu fora do país.

    No Congresso, a CPMI do INSS convocou o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para depor no colegiado no dia 5 de fevereiro. A comissão investiga descontos indevidos em benefícios previdenciários que, segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), podem ter causado prejuízo bilionário. Integrantes da CPMI também avaliam a convocação do ministro Dias Toffoli para prestar esclarecimentos sobre um possível envolvimento no caso.

    Já a delação premiada dos principais alvos da Operação Carbono Oculto segue travada na Procuradoria-Geral da República. Apesar disso, a investigação aponta o pagamento de cerca de R$ 400 milhões em propinas entre 2022 e 2024.

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  • 3 em 1

    Caso Master avança / Vieira fala em indicativos de crime organizado

    28/1/2026 | 2h 1min
    No 3 em 1 desta quarta-feira (28), o destaque foram os registros do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) que indicam que Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, esteve no Palácio do Planalto ao menos quatro vezes entre 2023 e 2024. Apesar das entradas, o nome do empresário não aparece nas agendas oficiais das autoridades do Executivo, segundo apuração de Janaína Camelo.

    Ainda sobre o caso Banco Master, o relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), afirmou que há indícios de crime organizado e que estuda incluir o tema no escopo da comissão. Segundo ele, há relatos de relações suspeitas do grupo controlador do banco com figuras dos três Poderes, o que pode levar a pedidos de quebra de sigilo fiscal, bancário e telemático dos envolvidos.

    No Congresso, governo e oposição articulam a criação de uma CPI ou CPMI para investigar o caso Banco Master. De acordo com Bruno Pinheiro, há consenso sobre a necessidade de apuração, embora persistam divergências quanto a requerimentos e convocações, em meio à troca de acusações entre aliados do governo e a oposição.

    No campo político, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, deixou o União Brasil e se filiou ao PSD após conversas com lideranças do campo bolsonarista, incluindo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo Misael Mainetti, Caiado defende a pulverização das candidaturas presidenciais como estratégia para impedir um quarto mandato do presidente Lula.

    A mudança de partido gerou reação do presidente do Solidariedade, Paulinho da Força, que afirmou que Caiado abriu mão da candidatura presidencial ao se filiar ao PSD e declarou que o governador “caiu no conto de Gilberto Kassab”. A troca de legenda surpreendeu aliados e repercutiu nos bastidores políticos.

    No cenário internacional, o governo dos Estados Unidos elevou o tom contra a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez. O secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que ela pode ter o mesmo destino de Nicolás Maduro, que está sob custódia americana, aumentando a tensão entre Washington e Caracas.

    Na agenda institucional, o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, se reuniu com o presidente da Câmara, Hugo Motta, e com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, em busca de alinhamento sobre a pauta da segurança pública. Entre os temas discutidos estão a PEC da Segurança e o projeto de lei antifacção, que tratam do endurecimento contra organizações criminosas.

    Durante discurso no Fórum Econômico da América Latina e do Caribe, no Panamá, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu maior integração entre os países da região e afirmou que a divisão torna o continente mais frágil no cenário internacional. Sem citar diretamente os Estados Unidos, Lula criticou operações militares e disse que o uso da força não resolve os problemas dos povos.

    No Legislativo, o líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias, afirmou que o acordo entre Mercosul e União Europeia pode ser votado antes do Carnaval. A declaração foi feita após reunião de líderes com o presidente da Câmara, Hugo Motta, que também definiu a votação de medidas provisórias e a organização da pauta econômica e social das próximas semanas.

    No Supremo Tribunal Federal, o ministro Alexandre de Moraes concedeu liminar retirando as despesas do Ministério Público da União (MPU) do teto de gastos. A decisão atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República, que alegou a necessidade de paridade de tratamento entre o Judiciário e o Ministério Público em relação às receitas próprias dos órgãos.

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