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    Flávio Bolsonaro deixa o Brasil a caminho dos Estados Unidos

    27/10/2026 | 2h 1min
    No 3 em 1 desta terça-feira (27), o destaque foi que após a derrota nas eleições, o ex-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) deixou o Brasil e está em um voo com destino aos Estados Unidos. Flávio não entregou seus documentos na última segunda-feira (26), como solicitado pelo Ministro Alexandre de Moraes. A decisão de Flávio surpreendeu aliados, que não conseguiram contato com ele nesta terça-feira (27).

    A cúpula do Partido Liberal (PL) realiza uma reunião de emergência após a saída de Flávio Bolsonaro do país. Os comentaristas avaliam se, neste momento, a estratégia do partido será defender a Flávio, ou se reorganizar em busca de uma nova figura para liderar a oposição.

    O Partido dos Trabalhadores (PT), protocolou junto aos STF um pedido de prisão contra o ex-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro após ele deixar o Brasil. Neste momento, a cúpula do Partido Liberal (PL) está reunida para discutir os próximos passos após a viagem não comunicada de Flávio. Reportagem: João Vitor Revedilho.

    Aliados do ex-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) teriam aconselhado o senador a não deixar o país. A decisão parece ter sido recebida com surpresa, uma vez que Flávio publicou um vídeo na última segunda-feira (26) afirmando que não deixaria o Brasil. Reportagem: Karine Hillary.

    Um empresário aliado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump afirmou que o senador Flávio Bolsonaro (PL) está seguro nos Estados Unidos. Em sua publicação no X, o empresário também afirmou que o “cérebro” por trás da operação foi o secretário de Estado norte-americano Marco Rubio.

    O partido do senador Flávio Bolsonaro, o Partido Liberal (PL), contrariou o ex-candidato à Presidência após reconhecer a vitória do presidente Lula. O partido busca preservar o poder de barganha para a disputa pela presidência da Câmara e do Senado, evitando entrar em uma crise similar à enfrentada em 2022 após o não reconhecimento do resultado das urnas.

    A federação União-PP declarou apoio à reeleição de Davi Alcolumbre (União) à presidência do Senado. Em nota, a coligação mencionou que a continuação de Alcolumbre na presidência contribui para a estabilidade institucional.

    O presidente da Câmara dos Deputados Hugo Motta (Republicanos) se reúne com apoiadores de diferentes partidos em busca de sua recondução ao cargo em 2027. A expectativa é de que o Partido dos Trabalhadores (PT) também declare apoio à reeleição de Motta.

    O governo busca dar celeridade ao destravamento de pautas até o final do ano. Dentre as principais estão a PEC da Segurança Pública, a tarifa zero para ônibus e a proibição das Bets. Reportagem: André Anelli.

    Em publicação no X, um empresário aliado do presidente dos Estados Unidos Donald Trump afirmou que o governo norte-americano irá conceder asilo Político à Flávio Bolsonaro (PL). Apesar dessa afirmação, o governo dos Estados Unidos não se pronunciou oficialmente.

    O Presidente do Partido Liberal Valdemar Costa Neto se reuniu com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) para discutir o futuro do partido após a ida de Flávio aos Estados Unidos.

    O Supremo Tribunal Federal (STF) arquivou investigações relacionadas ao inquérito das Fake News. As decisões arquivadas envolvem, entre outras pessoas, o pastor Silas Malafaia e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro.

    A Casa Branca assumiu a condução direta da operação envolvendo a ida do senador Flávio Bolsonaro (PL) aos Estados Unidos após o desfecho das eleições. A iniciativa da estratégia foi coordenada pelo secretário de Estado norte-americano Marco Rúbio e confirmada pelo presidente Donald Trump. Reportagem: Eliseu Caetano.

    O advogado do ex-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), Frederick Wassef, se pronunciou pela primeira vez após a ida do senador aos Estados Unidos. Em coletiva de imprensa, Wassef afirmou que não pode prestar esclarecimentos frente ao sigilo entre advogado e cliente.

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  • 3 em 1

    Lula enfrentará Congresso mais hostil / Aliados de Flávio apontam erros da campanha

    26/10/2026 | 2h 2min
    No 3 em 1 desta segunda-feira (26), o destaque foi que após a vitória do presidente Lula (PT) nas eleições de 2026, a expectativa é de uma pressão maior para o seu quarto mandato. O presidente irá governar um país dividido, com um mercado financeiro mais nervoso e com um congresso mais hostil. Reportagem: João Vitor Revedilho.

    Aliados do ex-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) buscam convencê-lo a aceitar a vitória de Lula (PT). A campanha obteve resultados abaixo do esperado em estados como Minas Gerais e São Paulo, e os aliados do senador avaliam os possíveis erros cometidos. Reportagem Beatriz Manfredini.

    Em entrevista para a Jovem Pan, o coordenador da campanha do presidente Lula (PT) em São Paulo, Marco Aurélio de Carvalho, comentou as propostas para o quarto mandato. Ele comentou sobre o plano econômico do governo e reforçou que “não haverá sacrifício no lombo do trabalhador”.

    Após a derrota nas eleições, o candidato Flávio Bolsonaro (PL) ficará sem um cargo público e sem foro privilegiado pela primeira vez em 21 anos. Aliados defendem que ele se torne o novo líder da oposição, mas seu futuro na política ainda deixa muitas dúvidas. Reportagem: André Anelli.

    Em um vídeo publicado nas redes sociais, o ex-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que irá pedir a cassação da chapa de Lula (PT). No vídeo, ele também afirma que a decisão do Ministro Cristiano Zanin de estender o período de funcionamento das urnas “mudou a regra do jogo com o jogo já encerrado”.

    Os partidos de Centro que apoiaram o ex-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) reconheceram e parabenizaram o presidente Lula (PT). Em seu pronunciamento o MDB afirmou que o resultado segue a constituição. Reportagem: Misael Mainetti.

    O presidente Lula (PT) poderá indicar até quatro ministros para o Supremo Tribunal Federal (STF). Até o final do mandato em 2030, o presidente também terá 7 nomes para indicar ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

    O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou que Flávio Bolsonaro entregue seu passaporte ao processo que investiga o senador e o advogado Willer Tomaz por suposta lavagem de dinheiro.

    Ambas as campanhas do presidente Lula (PT) e do ex-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) alteraram os palanques entre o primeiro e o segundo turno das eleições. De ambos os lados, alguns aliados deixaram de aparecer ao lado dos candidatos, enquanto outros passaram a compor o palanque.

    Os comentaristas avaliam quais figuras políticas saíram mais fortes após o segundo turno das eleições. Diversos nomes dentre os aliados do presidente Lula são cotados para ocuparem cargos públicos durante a gestão.

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  • 3 em 1

    Último debate dos presidenciáveis / Determinações do TSE sobre redes sociais

    23/10/2026 | 2h 1min
    No 3 em 1 desta sexta-feira (23), o destaque foi os preparativos e as expectativas para o último embate direto entre os presidenciáveis foram destaque. O presidente Lula (PT) e o senador e candidato ao Planalto Flávio Bolsonaro (PL) ajustam suas estratégias para evitar deslizes e conquistar eleitores que ainda não definiram suas escolhas. Reportagem: André Anelli.

    O impacto dos discursos de campanha e o papel dos votos nulos, brancos e das abstenções na corrida presidencial estão em pauta. O confronto entre a busca por mudança e o receio da alternância de poder ganha destaque. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) tentam atrair os eleitores que definirão o pleito.

    O efeito das chuvas e tempestades no comportamento do eleitorado também está em debate. O contraste entre o tempo instável no Sul e Sudeste e o calor no Nordeste traz imprevisibilidade à disputa entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Reportagem: Camila Yunes.

    As articulações diplomáticas diante da contagem dos votos no Brasil são outro destaque. O correspondente Eliseu Caetano detalha o planejamento de embaixadores estrangeiros em Brasília para reconhecer rapidamente o resultado oficial. Também há receios de questionamentos externos, especialmente por parte de Donald Trump, caso Lula vença por uma margem reduzida. Reportagem: Eliseu Caetano.

    O otimismo da oposição após novas pesquisas eleitorais ganha destaque. Estimativas de parlamentares aliados apontam até quatro pontos de vantagem para Flávio Bolsonaro em relação a Lula no segundo turno. Reportagem: Bruno Pinheiro.

    As últimas movimentações dos presidenciáveis no Sudeste também estão em pauta. Lula realiza uma caminhada em Copacabana e encerra a agenda com um ato na Avenida Paulista, enquanto Flávio Bolsonaro aposta no "Bloquinho do 22", ao lado de Nikolas Ferreira, em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro. Reportagem: João Vitor Revedilho.

    As determinações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre as redes sociais durante a campanha são outro destaque. O ministro Floriano de Azevedo Marques atendeu a um pedido da coligação de Lula e barrou a suspensão do canal "Exército do Lula" às vésperas da votação. Reportagem: Bruno Pinheiro.

    As declarações do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, sobre o ajuste fiscal e os limites para cortes de gastos públicos estão em discussão, assim como a viabilidade das propostas apresentadas pelas campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro. Reportagem: Misael Mainetti.

    A proposta de Lula de enviar um projeto de lei para perdoar dívidas de empresas do setor de eventos inscritas no Simples Nacional também está em pauta. O anúncio ocorre dias após Flávio Bolsonaro defender o retorno do Perse, intensificando a disputa pelo eleitorado dos setores de cultura e turismo. Reportagem: André Anelli.

    A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), André Mendonça, sobre a abertura de sigilos de campanhas encerra os destaques. O magistrado reiterou que não cabe ao TSE fiscalizar desafios entre candidatos nem intermediar acordos para divulgação de dados bancários, fiscais e corporativos. Reportagem: Bruno Pinheiro.

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  • 3 em 1

    Campanhas de Lula e Flávio entram em acordo por sigilos bancários

    22/10/2026 | 2h 1min
    No 3 em 1 desta quinta-feira (22), o destaque foi que as equipes jurídicas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) protocolaram no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um acordo para a abertura simultânea de seus sigilos bancário, fiscal e telemático. Os documentos pedem que o ministro André Mendonça autorize o repasse de dados. Reportagem: Karine Hillary.

    A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) orientou o candidato a adotar uma postura "menos Marçal" no último debate presidencial na TV Globo. O candidato deve adotar uma estratégia mais propositiva no embate. Reportagem: Beatriz Manfredini.

    Visando preservar a voz e garantir plena recuperação física para o último e decisivo confronto presidencial na TV Globo, o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cancelou entrevistas e gravações de inserções eleitorais que estavam agendadas para esta semana.Reportagem: André Anelli.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) travam um embate direto nas redes sociais nesta quinta-feira (22). Os candidatos levam a batalha de campanhas de sigilos para a internet.

    A edição mais recente da revista britânica The Economist destaca o avanço das forças conservadoras na América Latina e aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) corre o risco de ser "varrido" pelo crescimento da direita na região. A análise aponta avanço conservador em países da América Latina. Reportagem: Eliseu Caetano.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensificou as investidas para mobilizar o eleitorado idoso. O recado afirma que o voto pode ser usado como prova de vida. Reportagem: André Anelli.

    Uma pesquisa PoderData/Aya divulgado nesta quinta-feira (22) aponta um cenário de acirramento e empate técnico no segundo turno da eleição presidencial. Nas intenções de votos totais, o senador Flávio Bolsonaro (PL) mantém 49%, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu dois pontos e atingiu 48%.

    As bancadas federais do PSB e do PDT anunciaram oficialmente apoio à recondução do deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) à Presidência da Câmara dos Deputados para o biênio 2027-2028. As siglas citam estratégia para ter maioria com centro democrático. Reportagem: Karine Hillary.

    O senador Davi Alcolumbre (União-AP) atua nos bastidores para obter dissidências e votos individuais na bancada do PL. Embora a cúpula do partido tenha fechado questão para não apoiar a recondução de Alcolumbre e pretenda lançar nome próprio, interlocutores apostam em "traições" de senadores conservadores alinhados a demandas regionais e liberação de emendas. Nesse cenário de forte polarização, a federação formada por União Brasil e PP consolidou-se como o fiel da balança da disputa.

    Durante uma sessão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira (22), a ministra Estela Aranha relatou uma forte sobrecarga de trabalho e revelou despachar uma média de 40 a 50 processos por dia na reta final da campanha eleitoral. A eleição presidencial já registrou mais de 800 ações no tribunal. Reportagem: Bruno Pinheiro.

    As campanhas do senador Flávio Bolsonaro (PL) e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) travam uma disputa intensa nas ruas e nas redes para mobilizar eleitores. O comitê de Flávio aposta na estratégia do "Bloquinho do 22", com carreatas, passeatas e eventos festivos promovidos por apoiadores e lideranças locais. Do outro lado, aliados e movimentos ligados à candidatura do PT lançaram a onda "Bora Virar".

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  • 3 em 1

    Quaest aponta rejeição de 52% para Flávio contra 47% de Lula

    21/10/2026 | 2h 1min
    No 3 em 1 desta quarta-feira (21), o destaque foi que um levantamento divulgado pelo instituto Quaest aponta que o candidato Flávio Bolsonaro (PL) alcançou 52% de rejeição entre o eleitorado para o segundo turno das eleições presidenciais. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 47% de recusa dos entrevistados.

    Em resposta ao desafio feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a abertura voluntária de sigilos bancários telefônicos no TSE, o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) reagiu. Durante discurso em evento do PL, Flávio disse que toparia o desafio cobrando a abertura da primeira-dama Janja da Silva e Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, é ex-chefe de Gabinete da Presidência da República.

    Uma nova pesquisa divulgada pelo Quaest para o segundo turno das eleições presidenciais mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 45% das intenções de voto, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 44%. O resultado confirma a configuração de empate técnico na disputa, registrando uma diminuição na vantagem que o candidato liberal sustentava nos levantamentos anteriores.

    O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, descartou a adoção de medidas para proibir ou suspender canais de grande alcance no WhatsApp nas 48 horas anteriores à votação do segundo turno. A declaração ocorre após vir à tona a discussão interna sobre uma minuta elaborada pelo vice-presidente da Corte, ministro André Mendonça, que previa restrições a canais político-eleitorais com mais de 200 mil inscritos.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encaminhou ao Congresso Nacional a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa instituir o transporte público gratuito aos fins de semana e feriados. Lula defende que a medida seja custeada com parte de emendas parlamentares.

    A coordenação da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) definiu uma mudança tática decisiva para o último debate presidencial do segundo turno. Os aliados orientaram o petista a permanecer fixo em seu púlpito durante as respostas, evitando que Flávio Bolsonaro (PL) apareça atrás do petista.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encaminhou uma carta aos prefeitos e vereadores dos municípios brasileiros solicitando engajamento direto e apoio à sua candidatura no segundo turno. No documento, o petista disse aos gestores locais compararem sua administração com a do ex-presidente Jair Bolsonaro.

    Dados divulgados pelo Banco Central indicam que o Brasil perdeu a posição de credor líquido internacional sustentada ao longo dos últimos 19 anos. Durante o atual mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o endividamento externo subiu 27,4%.

    O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, disse, nesta quarta-feira (21), que as democracias contemporâneas raramente sucumbem a golpes militares clássicos ou rupturas institucionais abruptas, mas sim pelo desgaste gradual de suas garantias constitucionais por dentro das próprias regras do jogo.

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