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    Lula viaja para encontro com Trump / Presidente dos EUA critica papa novamente

    06/05/2026 | 1h 59min
    No 3 em 1 desta terça-feira (05), o destaque foi que a Câmara dos Deputados do Brasil vota a política nacional para exploração de minerais críticos, como as terras raras. O projeto prevê a criação de um fundo de R$ 5 bilhões para estimular o processamento desses recursos no país. O tema também estará na pauta do encontro entre o presidente Lula e o presidente Trump, já que as terras raras são alvo de atenção estratégica do governo dos Estados Unidos.

    O presidente Donald Trump abriu uma nova frente de conflito internacional ao criticar duramente o Papa Leão. Em declaração nesta terça-feira (05), Trump afirmou que o pontífice está "ameaçando e colocando católicos em perigo" ao se posicionar de forma crítica sobre o confronto no Oriente Médio entre EUA e Irã.

    Mesmo após a histórica rejeição pelo Senado para a vaga no STF, o presidente Lula decidiu manter Jorge Messias no primeiro escalão do governo. O Planalto confirmou que Messias segue no comando da AGU, mas interlocutores afirmam que Lula cogita transferi-lo para um novo cargo no governo.

    O relator da comissão especial que analisa o fim da escala 6x1, deputado Léo Prates (Republicanos-BA), apresentou nesta terça-feira (05/05) seu plano de trabalho. O cronograma prevê a leitura do relatório em 20 de maio, com votação no colegiado no dia 26. O objetivo do presidente da Câmara, Hugo Motta, é levar a PEC ao plenário já no dia 27 de maio.

    Segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (05), o cenário para 2026 aponta empate técnico no segundo turno: Flávio Bolsonaro (44%) contra 43% de Lula. O senador do PL cresceu três pontos desde março, impulsionado pelo desempenho entre evangélicos e eleitores de alta renda.

    O deputado estadual Thiago Rangel (Avante) foi preso pela Polícia Federal na manhã desta terça-feira (05), durante a quarta fase da Operação Unha e Carne. A investigação aponta fraudes em contratos de obras e fornecimento de materiais para escolas da rede estadual de ensino, com desvios que seriam lavados em postos de combustíveis.

    O Ministério Público Eleitoral (MPE) protocolou um recurso nesta terça-feira (05) alegando que houve "omissão" por parte do TSE no julgamento que manteve o mandato de Cláudio Castro. O órgão afirma que a Corte ignorou evidências robustas de abuso de poder político e econômico. Vale lembrar que o acordo destaca que Castro deixou o governo do Rio de Janeiro por renúncia.

    O presidente Lula anunciou nesta terça-feira (05/05) o programa "Brasil contra o Crime Organizado", com previsão de quase R$ 1 bilhão em investimentos.

    O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) confirmou nesta terça-feira (05) que o presidente da Alesp, André do Prado (PL), será um dos pré-candidatos ao Senado em sua chapa.

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  • 3 em 1

    Encontro entre Lula e Trump / Governo lança 'Desenrola 2.0'

    05/05/2026 | 2h 1min
    No 3 em 1 desta segunda-feira (04), o destaque foi que o presidente Lula deve se reunir com o mandatário norte-americano, Donald Trump, nesta semana em Washington. O encontro terá um formato pragmático e sem cerimônias, em meio à um cenário de impopularidade de ambas as lideranças.

    O governo lançou o Desenrola 2.0, programa de renegociação de dívidas que agora foca em brasileiros com renda de até cinco salários mínimos. A medida busca elevar a popularidade do presidente Lula após derrotas no Congresso, oferecendo diversos benefícios aos devedores e inadimplentes. Especialistas analisam se a iniciativa é uma solução estrutural ou apenas um "paliativo" eleitoral.

    O presidente Lula se reuniu com o ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, em meio aos rumores que Jorge Messias pode assumir a pasta após a rejeição ao STF. A base do governo e aliados defendem que o advogado comande a pasta.

    Em entrevista exclusiva à Jovem Pan, o pré-candidato Romeu Zema revelou convidar Flávio Bolsonaro para ser seu vice nas eleições de 2026. A declaração gerou um debate entre os comentaristas Fábio Piperno e Alan Ghani do programa 3 em 1, que analisaram a viabilidade da chapa, as críticas de Zema ao STF e as estratégias de marketing do governador de Minas Gerais.

    O Irã afirmou ter impedido a entrada de navios de guerra dos EUA no Estreito de Ormuz, alegando um ataque com mísseis, o que foi veementemente negada pelo comando norte-americano. O impasse agrava a crise geopolítica, elevando o preço do petróleo para a casa dos US$110 e gerando atritos diplomáticos entre o governo Trump e aliados da OTAN.

    Aliados pressionam os senadores Cleitinho e Rodrigo Pacheco por uma definição sobre a disputa ao governo de Minas Gerais em 2026. Enquanto Cleitinho lidera as pesquisas com um discurso antissistema, Pacheco, nome favorito de Lula, enfrenta incertezas e possíveis articulações para o TCU. A indefinição trava alianças estratégicas e deixa os palanques da esquerda e da direita em estado de atenção ao segundo maior colégio eleitoral do país.

    Após a derrubada do veto ao Projeto de Lei da Dosimetria, o disse que deve respeitar a decisão do Congresso. O relator do PL, Paulinho da Força, já havia conversado com ministros do Supremo, entre eles Alexandre de Moraes, e o presidente Lula afirmou que não quer promulgar a proposta, já que assim, a decisão cabe a Davi Alcolumbre.

    A Câmara dos Deputados acelera o passo para votar a PEC que prevê o fim da escala 6x1. O presidente da Casa, Hugo Motta, convocou sessões extraordinárias para agilizar a tramitação e tentar aprovar a proposta ainda este mês. O debate ganha força em meio a uma disputa política por protagonismo entre o Congresso e o Palácio do Planalto, enquanto setores produtivos alertam para os riscos à economia e à produtividade nacional.

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  • 3 em 1

    Acordo Mercosul-UE começa a valer / Irã apresenta nova proposta de paz

    01/05/2026 | 2h
    No 3 em 1 desta sexta-feira (01), o destaque foi o acordo entre Mercosul e União Europeia que entrou em vigor provisoriamente após mais de duas décadas de negociação. O governo federal definiu regras e cotas para importação e exportação, permitindo que empresas tenham acesso a benefícios tarifários e ampliem o comércio entre os blocos.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que não está satisfeito com a proposta apresentada pelo Irã para um possível acordo de paz. Apesar disso, ele indicou que novas negociações ainda podem acontecer, mantendo a tensão no conflito no Oriente Médio.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não participou dos atos do Dia do Trabalhador neste 1º de Maio, repetindo a ausência registrada no ano passado. A decisão ocorre em meio a um momento de pressão política para o governo, após derrotas recentes no Congresso Nacional e desgaste em pautas estratégicas.

    O candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou que uma “lavagem cerebral” ajuda a explicar cenários de empate entre o presidente Lula (PT) e o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL). No mesmo cenário de debates nacionais, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, afirmou que o fim da escala 6x1 não deve gerar impactos negativos para a economia brasileira.

    Segundo informações de bastidores, o senador Rodrigo Pacheco (PSD) afirmou que uma possível ida ao Supremo Tribunal Federal (STF) é, para ele, uma “página virada”. O movimento também reacendeu discussões sobre o cenário eleitoral de 2026, já que Pacheco chegou a ser citado como possível nome para a disputa estadual, embora até o momento não tenha anunciado pré-candidatura. Comentaristas analisam os impactos para o presidente Lula (PT) em Minas.

    Após derrotas recentes no Congresso Nacional, a oposição passou a articular novos movimentos para aumentar a pressão sobre o governo do presidente Lula (PT). Nos bastidores de Brasília, o governo tenta virar a página e apostar em novos projetos legislativos. Reportagem: Janaína Camelo.

    O secretário de Agricultura de São Paulo, Geraldo Melo Filho, destacou a importância da regularização fundiária durante a Agrishow 2026. Segundo ele, a medida garante segurança jurídica no campo, reduz conflitos e permite que produtores tenham acesso a crédito e investimentos para ampliar a produção.

    Após ter a indicação ao STF rejeitada pelo Senado, o advogado-geral da União, Jorge Messias, pode deixar o governo federal. Nos bastidores, há a possibilidade de mudança para outro ministério, como o da Justiça, mas a decisão final ainda depende de uma conversa com o presidente Lula.

    O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passou por uma cirurgia no ombro direito que terminou sem intercorrências, segundo boletim médico. Ele segue internado para controle de dor e observação clínica, sem previsão oficial de alta até o momento.

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  • 3 em 1

    Congresso derruba veto de Lula ao PL da Dosimetria

    30/04/2026 | 1h 58min
    No 3 em 1 desta quinta-feira (30), o destaque foi o Congresso Nacional que impôs nesta quinta-feira (30/04) a segunda derrota de grande impacto ao governo Lula em 24 horas ao derrubar o veto ao PL da Dosimetria. Com 318 votos na Câmara e 49 no Senado, os parlamentares restabeleceram o texto que recalcula penas para crimes contra o Estado Democrático de Direito.

    Em entrevista ao 3 em 1, o vice-líder da oposição, coronel Assis (PL-MT), celebrou a derrubada do veto de Lula ao PL da Dosimetria. Para o parlamentar, a decisão do Congresso corrige penas desproporcionais e restabelece o equilíbrio entre os Poderes.

    Em entrevista ao 3 em 1, a deputada Caroline de Toni (PL-SC), afirmou nesta quinta-feira (30) que a derrubada do veto ao PL da Dosimetria é o primeiro passo para "restabelecer a justiça" no país.

    O governo Lula vive seu pior momento na relação com o Legislativo. Em menos de 24 horas, o Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias para o STF (34 votos a 42) e, nesta quinta (30/04), o Congresso derrubou o veto ao PL da Dosimetria.

    Em entrevista exclusiva ao 3 em 1, o relator da PEC que põe fim à escala 6x1, deputado Léo Prates (Republicanos-BA), detalhou a proposta de transição para o novo modelo de jornada. Prates defendeu que a mudança visa garantir "melhor qualidade de vida para o trabalhador" e explicou que o texto prevê uma implementação gradual.

    O Palácio do Planalto e a presidência do Senado amanheceram em silêncio absoluto após as recentes derrotas do governo no Congresso. Lula cancelou agendas públicas e Davi Alcolumbre evitou a imprensa após capitanear a rejeição de Jorge Messias e a derrubada do veto à Dosimetria.

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  • 3 em 1

    Sabatina de Jorge Messias ao STF

    29/04/2026 | 1h 58min
    No 3 em 1 desta quarta-feira (29), o destaque foi que durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o atual AGU Jorge Messias defendeu a pacificação de conflitos fundiários e criticou o protagonismo do Judiciário em temas legislativos. Messias abordou pautas sensíveis como o aborto, a regulação das redes sociais e o marco temporal, enfatizando a necessidade de segurança jurídica e do diálogo entre os Poderes. O candidato ao STF reforçou seu compromisso com a liberdade de imprensa e a independência da magistratura diante dos senadores.

    O Senado Federal é palco da sabatina com a indicação de Jorge Messias ao STF. Em mais de sete horas de debate, o indicado enfrentou questionamentos da oposição sobre liberdade de expressão e a sua atuação na AGU. A bancada do 3 em 1 aponta que o processo reflete a profunda crise institucional e a forte polarização política que antecede o período eleitoral.

    Durante a sabatina na CCJ, o senador Cleitinho (Republicanos-MG) subiu o tom contra o indicado ao STF, Jorge Messias, afirmando que a Suprema Corte está "desmoralizada" perante os brasileiros. Em resposta, Messias defendeu a imparcialidade e o "bom senso" como requisitos fundamentais para o cargo. O indicado buscou se distanciar de polêmicas, reforçando seu compromisso com a Constituição e o diálogo entre os Poderes.

    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (29), a indicação de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). O atual Advogado-Geral da União recebeu 16 votos favoráveis e 11 contrários, uma margem considerada apertada pelos articuladores políticos. Agora, o texto segue com pedido de urgência para votação no plenário do Senado, onde Messias precisará de pelo menos 41 votos para assumir a cadeira na Suprema Corte.

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