No 3 em 1 desta quinta-feira (16), o destaque foi a Polícia Federal que prendeu nesta quinta-feira (16/04/2026) o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, na 4ª fase da Operação Compliance Zero. Ele é suspeito de receber R$ 146,5 milhões em propina de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para facilitar negócios fraudulentos entre as instituições.
A Polícia Federal interceptou mensagens do ex-governador Ibaneis Rocha (MDB) cobrando o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, para acelerar a compra do Banco Master. Em junho de 2025, Ibaneis afirmou que não suportaria o "desgaste" da demora no negócio.
A prisão preventiva de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, aumentou a pressão sobre o mundo político. O executivo, preso por receber R$ 146 milhões em propina de Daniel Vorcaro (Banco Master), já negocia um acordo de colaboração premiada com a PF e a PGR. A bancada avalia se uma possível delação pode implodir cicatrizes no cenário eleitoral.
O novo ministro da SRI, José Guimarães (PT-CE), afirmou nesta quinta-feira (16) que o governo federal é "radicalmente contra" qualquer socorro financeiro ao BRB. Guimarães ressaltou que a União não deve cobrir rombos deixados por gestões investigadas e ecoou a ordem de Lula (PT-SP) para que a PF aponte os responsáveis pelo Caso Master "doa a quem doer".
O presidente Donald Trump (Republicano) anunciou nesta quinta-feira (16) um cessar-fogo de 10 dias entre Israel e Líbano, com início às 19h (horário de Brasília).
Em entrevista ao jornal El País, o presidente Lula (PT-SP) voltou a criticar duramente a política externa de Donald Trump (Republicano). O petista afirmou que o republicano "não tem o direito de acordar de manhã e ameaçar uma nação", referindo-se aos recentes bloqueios ao Irã e intervenções em Cuba e Venezuela.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ironizou o presidente Lula (PT-SP) após pesquisas como Quaest (42% a 40%) e Datafolha (46% a 45%) mostrarem o parlamentar numericamente à frente no segundo turno.
Após a rejeição do relatório da CPI do Crime Organizado e o encerramento da CPMI do INSS por ordem do plenário, o STF articula balizar o alcance das investigações parlamentares.
O ex-governador Romeu Zema (Novo-MG) lançou seu plano de governo, batizado de "O Brasil sem Intocáveis", com foco em uma reforma radical do Judiciário.
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