É quando a mãe dela conta que todas as mulheres da família tem essa maldição. Mas há um jeito para resolver isso. Ela só vai precisar conter o máximo que conseguir aqueles sintomas e quando chegar num determinado dia do mês, eles farão uma cerimônia para prender a fera de vez. Esse, a mãe diz, é o script que todas as mulheres da família seguiram e a boa notícia é que deu certo. Logo ela estará livre. Meilin Lee fica aliviada. Ela está com um problema, mas a solução existe.
Acontece que enquanto espera ansiosamente pelo dia “da cura”, ela é surpreendida por experiências que plantam uma dúvida. Talvez ela não queira calar a fera, mas conviver com aquela força animalesca. Aprender a lidar, entendendo quando libertar e quando conter. E nesse momento da história, ela se dá conta de que, apesar das mulheres da família dela terem vivido o mesmo script, esse não é o único que existe. Ela pode tomar decisões diferentes para si. Ela pode fazer novas coisas. E quando ela faz isso, ela inaugura em si e na linhagem da família dela, uma nova possibilidade de viver. E me lembrou uma entrevista que fiz, anos atrás. É por aí que vai o episódio dessa semana, você vem?
identidade visual: @amandafogaca
texto: @natyops
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