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A inteligência artificial pode fazer médicos desaprenderem habilidades? | IA na MEDICINA
19/08/2026 | 55minA IA já entrou na rotina de todo mundo que estuda Medicina. A pergunta é: até que ponto ela ensina e a partir de que ponto começa a fazer o estudante desaprender?
Neste episódio de IA com Evidência, Alexandre Remor e Rodrigo Carneiro analisam estudos recentes sobre o impacto do uso de ChatGPT e outras LLMs na educação médica. E o que emerge é um cenário mais complexo do que "IA ajuda" ou "IA atrapalha".
Existem três formas específicas em que o uso da IA pode comprometer o aprendizado, cada uma com sinais diferentes, e cada uma com peso próprio na formação clínica. A conversa explica quais são, quando aparecem, e como reconhecê-las.
Também: aplicações realmente promissoras da IA na educação médica, o que fazer com alucinações e excesso de confiança, e o framework que a dupla considera o mais útil pra quem quer usar essas ferramentas sem prejudicar o próprio raciocínio.
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17/08/2026 | 57minComo estudar pra residência trabalhando 40 horas por semana sem parar de viver? E o que fazer quando o resultado não vem na primeira chamada?
Neste episódio do Projeto R1, Daniel Haber e João Vitor recebem a médica que atravessou essa preparação: 12.495 questões, 949 horas de estudo, evolução de 60% para 74% de acertos, e uma escolha delicada quando o resultado apareceu.
Ela conta como decidiu pausar um ano só pra trabalhar antes de voltar aos estudos, como montou uma rotina que cabia entre plantões, redes sociais e vida pessoal, e o método que virou o coração da preparação dela, um caderno próprio que acabou entregando exatamente o que ela precisou na hora da prova.
Um episódio pra quem tá em agosto, cansado, achando que perdeu o ano. Porque muitas vezes o jogo termina de um jeito que a gente não espera e depois de todas as chamadas.
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Formada pela FAMERP, Mariana começou sua preparação para a residência ainda no quinto ano. Naquele primeiro momento, seu foco foi construir uma base sólida, assistir às aulas, fazer as trilhas propostas e conciliar os estudos com a experiência do internato. Já no sexto ano, com a Pediatria e as instituições escolhidas, iniciou uma preparação muito mais direcionada.
Antes mesmo do começo do ano, Mariana definiu as quatro instituições que pretendia prestar e estabeleceu a USP como sua prioridade. A partir disso, imprimiu e encadernou provas antigas de cada instituição, criando um caderno específico para acompanhar os erros, as dúvidas e os assuntos mais recorrentes de cada banca.
Durante a correção, ela dividia as questões entre fáceis, intermediárias e difíceis. Priorizava primeiro aquelas sobre as quais não sabia nada, depois revisava as alternativas que haviam gerado dúvida e evitava perder tempo corrigindo profundamente questões que já dominava. Essa estratégia ajudou Mariana a tornar a correção mais eficiente e a registrar apenas informações realmente importantes.
Outro ponto determinante foi o planejamento para o dia da prova. Ao longo dos simulados e das provas antigas, Mariana treinou a ordem das áreas, o momento de comer, o horário de ir ao banheiro e o tempo de passar as respostas para o gabarito. Quando encontrou uma prova da USP mais difícil do que esperava, conseguiu controlar a ansiedade e simplesmente seguir o plano que havia treinado durante o ano.
Mesmo saindo da USP e da Unifesp acreditando que não seria aprovada, Mariana descobriu que as provas também haviam sido difíceis para os outros candidatos. No fim, foi aprovada em todas as seleções que prestou: USP, Unifesp, IAMSPE e SUS-SP.
Hoje, Mariana é R2 de Pediatria na USP, em um programa com forte perfil hospitalar, alta carga de plantões e contato frequente com pacientes complexos. Ela conta como foi assumir responsabilidades ainda durante o processo de aprendizado, o crescimento profissional vivido na residência e a importância da parceria entre os residentes.
Neste episódio do Finalmente Residente, Mariana conversa com Djon sobre escolha da especialidade, preparação no quinto e no sexto ano, provas antigas, caderno de erros, estratégia de prova, descanso sem culpa, saúde emocional, rotina da Pediatria na USP e os planos para uma futura subespecialização.
Para quem está na reta final da preparação, a mensagem de Mariana é continuar firme, confiar no planejamento, fazer muitas questões e utilizar as provas antigas para entender o perfil de cada instituição.
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10/08/2026 | 54minBernardo Arruda começou sua preparação para a residência médica ainda no quinto ano da faculdade, durante o internato na UFPA. Foram três anos de estudos, mudanças de estratégia, milhares de questões resolvidas e uma rotina conciliada com o trabalho na Aeronáutica até conquistar a vaga de Clínica Médica na Santa Casa de São Paulo.
No início da preparação, Bernardo assistia às aulas completas e produzia resumos extensos à mão. Com o tempo, percebeu que gastava muitas horas criando materiais que quase nunca consultava. A partir disso, passou a utilizar as fichas-resumo, priorizar a resolução de questões e investir mais tempo na correção detalhada dos erros.
Uma das principais ferramentas da sua preparação foi o caderno de erros. Depois de cada prova ou simulado, ele registrava o desempenho por área e anotava, de maneira objetiva, os conceitos que ainda não dominava. Quando voltava a errar um assunto, revisava suas anotações e, quando necessário, retornava às aulas e fazia novas trilhas de questões.
No sexto ano, Bernardo decidiu prestar apenas USP, Santa Casa e Einstein. Mesmo sem conseguir a aprovação naquele momento, ele levou para o ano seguinte toda a base construída durante a faculdade. Já formado, ingressou na Aeronáutica e aproveitou a previsibilidade da rotina para conciliar trabalho e preparação.
No ano da aprovação, Bernardo ampliou o número de provas, aumentou a frequência de simulados completos e passou a valorizar ainda mais a qualidade das correções. Mesmo fazendo menos questões do que no ano anterior, conseguiu elevar seu percentual de acertos e chegar mais preparado às provas.
A estratégia trouxe resultados: Bernardo foi aprovado em quatro instituições, conquistou o primeiro lugar em Clínica Médica na UFPA, ficou em sexto lugar na UEPA e garantiu sua vaga na Santa Casa de São Paulo. Curiosamente, a prova da Santa Casa foi aquela da qual ele saiu mais desanimado, acreditando que não conseguiria a aprovação.
Neste episódio do Projeto R1, Bernardo Arruda conversa com Daniel Haber e João sobre preparação durante o internato, caderno de erros, simulados completos, controle do tempo de prova, qualidade versus quantidade de questões, preparação direcionada para cada instituição, saúde mental e constância durante a reta final.
Para quem está se preparando para a residência médica, a mensagem de Bernardo é clara: confie no que foi construído, transforme o estudo em um hábito e mantenha a constância até o último dia.
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Neste episódio do Finalmente Residente, Guilherme conversa com Lucas Padilha sobre toda a sua trajetória até a aprovação, desde a escolha da Medicina, passando pela construção do currículo durante a graduação, até a preparação intensa para uma das provas mais concorridas do país.
Durante a faculdade, participou de ligas acadêmicas, desenvolveu iniciações científicas, apresentou trabalhos em congressos e aproveitou o período da pandemia para fortalecer o currículo. Mas foi no quinto e no sexto ano que a preparação ganhou outro ritmo.
No primeiro ano de preparação, com o Extensivo Base, o foco esteve na construção da teoria e no entendimento dos grandes temas da Medicina. Já no sexto ano, com o Extensivo R1, a prioridade passou a ser resolver questões, fazer provas antigas e entender profundamente o perfil das bancas que pretendia prestar.
Ao longo da preparação, Guilherme resolveu aproximadamente 7 mil questões no quinto ano e cerca de 24 mil questões no sexto ano. Além disso, realizou provas antigas semanalmente, revisou os temas mais recorrentes da USP Ribeirão e utilizou o MedBrain para direcionar os estudos de acordo com as instituições escolhidas.
Ele também compartilha como foi enfrentar a primeira fase da USP Ribeirão, a ansiedade antes da divulgação do resultado e toda a preparação para a prova prática, responsável por 40% da nota final. O episódio traz detalhes sobre a dinâmica da segunda fase, as estações práticas, os tipos de casos cobrados e a importância de conhecer o perfil da instituição.
Já aprovado, Guilherme conta como é a rotina da residência de Pediatria na USP Ribeirão Preto. Ele explica a carga horária intensa do R1, os plantões na Unidade de Emergência, a experiência na Neonatologia, na Maternidade, nos ambulatórios e na atenção primária, além dos principais diferenciais da formação oferecida pelo serviço.
Ao longo da conversa, também fala sobre ansiedade durante a preparação, rede de apoio, fé, organização da rotina, equilíbrio entre vida pessoal e residência e reforça a principal mensagem para quem está estudando: conhecer a banca, fazer muitas questões e manter constância durante toda a preparação.
Um episódio para quem sonha com Pediatria, quer conhecer a residência da USP Ribeirão Preto e busca entender, na prática, como construir uma preparação consistente até a aprovação.
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