O Que Aconteceu com o Domínio Comunicações no Guia PMBOK® 8a Edição?
Neste episódio, Ricardo discute uma mudança fundamental na 8ª edição do Guia PMBOK®: a relação entre as partes interessadas e a comunicação. Nas edições anteriores, a comunicação era uma área de conhecimento separada, mas agora é considerada parte da gestão das partes interessadas. Essa mudança é significativa porque a comunicação só existe quando há partes interessadas com necessidades diferentes. Se um projeto não tivesse partes interessadas além de você, a comunicação seria desnecessária. Portanto, a comunicação é uma ferramenta para apoiar o engajamento das partes interessadas. Na nova estrutura do PMBOK®, as partes interessadas permanecem um domínio de desempenho que inclui atividades de planejamento, execução e controle. Ricardo incentiva os membros do PMI a baixarem o PDF do Guia PMBOK® e explorarem essas atualizações para melhorar o valor e a entrega do projeto.
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Minhas Primeiras Impressões sobre o PMBOK® Guide 8a Edição
Neste episódio, Ricardo fala sobre a nova edição do PMBOK 8, que traz mudanças importantes e mais alinhadas ao trabalho real dos gerentes de projetos. Baseada em quase 48 mil dados e duas rodadas de feedback global, ela se tornou mais prática, clara e orientada a valor. Os antigos 12 princípios foram condensados em seis mais focados, mantendo o bom comportamento em projetos. Os tradicionais cinco grupos de processos retornam e passam a valer para projetos preditivos, ágeis e híbridos. As antigas áreas de conhecimento evoluíram para sete domínios de desempenho: governança, escopo, cronograma, finanças, stakeholders, recursos e riscos. A edição também traz 40 processos atualizados com ITTOs integrados e reforça o tailoring com exemplos práticos, tornando o guia mais aplicável e equilibrado.
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Sorte, Probabilidade e Risco: o que realmente está sob seu controle nos projetos
Neste episódio, Ricardo discute o papel da sorte e da probabilidade na gestão de projetos. Ele explica que, embora a sorte possa influenciar os resultados, ela favorece aqueles que estão preparados. A probabilidade, segundo ele, não é uma previsão, mas uma ferramenta de tomada de decisão que ajuda a gerenciar a incerteza. Gerentes de projeto eficazes transformam a aleatoriedade em resultados por meio da preparação: identificando riscos, criando planos de contingência, definindo gatilhos e construindo reservas. Ricardo também alerta para o viés da retrospectiva, que nos faz subestimar a sorte após o sucesso. Ele recomenda modelar a incerteza com cenários, usar simulações para decisões de alto risco, proteger o caminho crítico com reservas e incorporar flexibilidade aos projetos. A verdadeira gestão, conclui ele, não se trata de eliminar a sorte, mas de moldar como ela afeta os resultados — transformando a incerteza em escolhas e oportunidades mais inteligentes.
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Executivos que não entendem projetos, não entregam resultados
Neste episódio, Ricardo explica por que os executivos precisam entender a lógica da gestão de projetos para tomar decisões estratégicas embasadas. Projetos impulsionam mudanças organizacionais, como transformação digital, novos produtos, entrada em novos mercados e fusões. Sem entender como os projetos agregam valor e gerenciam riscos, os líderes podem não conseguir conectar a estratégia à execução. Muitos se concentram apenas no "funcionamento normal", mas o futuro depende de "negócios como mudança". Ao compreender a dinâmica dos projetos, os executivos fazem perguntas melhores, apoiam as equipes de forma eficaz e constroem uma cultura orientada a resultados. Esse conhecimento os ajuda a acompanhar o ritmo da organização, priorizar com eficiência e enxergar as falhas como oportunidades de aprendizado. A verdadeira liderança exige aprender a pensar como um projeto, não como ferramentas, mas como governança, pensamento crítico e criação de valor.
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O Loop Invisível: Por Que Seu Cronograma Nunca Fecha
Neste episódio, Ricardo fala sobre os loops de atividades, que ocorrem quando tarefas se tornam predecessoras e sucessoras entre si, gerando ciclos que dificultam o cálculo dos cronogramas. Embora os cronogramas sejam pensados para fluxos lineares, projetos de engenharia e inovação costumam ser iterativos, com revisões e feedbacks constantes. O loop não é um erro, mas precisa ser representado corretamente. Ricardo sugere algumas formas de evitar esse problema, como criar versões sucessivas (elaboração 1, 2, final), usar marcos intermediários ou relações início-início com atraso. Quando a interdependência é inevitável, ele recomenda o uso da Design Structure Matrix (DSM), que mapeia relações circulares e ajuda a planejar blocos de atividades iterativas. O importante é escolher o modelo que melhor represente a realidade do projeto.
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Desde 2007, Ricardo Vargas publica o 5 Minutes Podcast, onde aborda, de uma forma rápida e prática, os principais temas da área de gerenciamento de projetos, portfólio e riscos.