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- Neste episódio, Ricardo alerta que a inteligência artificial costuma ser aprovada como custo de projeto, mas, após a implantação, transforma-se em despesa operacional contínua. Diferentemente das licenças tradicionais, seu custo varia conforme o consumo: quanto maior a adoção, maior a fatura. Ele destaca também despesas frequentemente ignoradas, como preparação de dados, integração de sistemas, revisão humana, alterações de preços, substituição de modelos e novos testes. Ricardo recomenda apresentar custos recorrentes por unidade, projetar cenários de crescimento, identificar quem assumirá a despesa após o encerramento do projeto e avaliar antecipadamente os custos de saída. Para ele, avançar com IA é essencial, mas exige disciplina financeira. Sem conhecer custo, responsável e valor gerado, não existe caso de negócio completo e sustentável.
Ouça o podcast para saber mais! - Neste episódio, Ricardo alerta para o risco de retomar, no segundo semestre, os projetos planejados em janeiro. Segundo ele, o cenário mudou: orçamento, fornecedores, tecnologia, mercado, regulamentações e prioridades podem ser diferentes. Por isso, antes de seguir o plano original, recomenda três ações: recalcular o projeto com base nas informações atuais, analisar as mudanças externas e reavaliar o portfólio, priorizando o que importa. Ricardo destaca que replanejar não representa fracasso, mas demonstra atenção às transformações ocorridas. Ele sugere reservar duas horas, reunir pessoas que conheçam a realidade do projeto e questionar se ele seria aprovado hoje com o mesmo formato, escopo, equipe e custo. A reflexão permite verificar se o projeto ainda atenderá às necessidades da organização em dezembro.
Ouça o podcast para saber mais - Neste episódio, Ricardo explica que os projetos modernos dependem fortemente de fornecedores externos, contratados, parceiros e provedores de IA, cujas equipes não se reportam diretamente ao gerente do projeto. Ele argumenta que liderar essas pessoas tornou-se uma competência essencial de gestão de projetos. Ele ressalta que contratos e acordos de nível de serviço definem obrigações e penalidades, mas não geram confiança ou comprometimento, nem garantem o sucesso. Ricardo também alerta que o risco relacionado a fornecedores deve ser tratado como um risco importante do projeto. Ele recomenda envolver os parceiros no planejamento, explicar o propósito do projeto, abordar problemas precocemente e dialogar diretamente com líderes capazes de realocar recursos. Por fim, ele incentiva os gerentes a identificar as três organizações externas mais críticas e a construir relacionamentos genuínos com seus principais tomadores de decisão.
Escute o podcast para saber mais! - Neste episódio, Ricardo reflete sobre a pressa de iniciar ações em projetos sem compreender o problema. Ele explica que agir transmite sensação de progresso, enquanto pensar pode parecer perda de tempo, embora decisões precipitadas gerem reuniões, retrabalho, atrasos e desperdício. Ricardo ressalta que velocidade não deve ser confundida com impulsividade: equipes podem trabalhar intensamente e, ainda assim, avançar na direção errada. Antes de agir, recomenda perguntas sobre o problema, as informações, os impactos, a urgência e a possibilidade de reverter decisões. Mesmo em crises, oportunidades ou emergências, instantes de reflexão continuam essenciais. Para ele, o planejamento parece caro porque ocorre antes, enquanto o retrabalho permanece escondido. Às vezes, parar por poucos minutos permite chegar mais rápido ao destino certo.
Mergulhe no assunto e ouça o episódio completo! - Neste episódio, Ricardo aborda o retrabalho, um dos custos mais prejudiciais e, ao mesmo tempo, invisíveis em projetos. O retrabalho ocorre quando apresentações, softwares, propostas, planos ou decisões precisam ser refeitos porque expectativas, requisitos ou responsabilidades não estavam claros. Embora as equipes pareçam ocupadas, elas podem estar simplesmente retornando a um ponto que acreditavam já ter alcançado — pagando várias vezes pelo mesmo resultado. Quanto mais tarde um erro é descoberto, maior é o seu impacto, o que demonstra que velocidade nem sempre significa eficiência. Ricardo destaca o retrabalho evitável causado por pressa, comunicação deficiente, decisões ambíguas, planejamento fraco e requisitos não validados. Ele sugere medir não apenas o trabalho concluído, mas também a quantidade de trabalho que precisou ser repetida. A verdadeira eficiência consiste em transformar esforço em resultados com o mínimo de desperdício.
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Sobre 5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas
Desde 2007, Ricardo Vargas publica o 5 Minutes Podcast, onde aborda, de uma forma rápida e prática, os principais temas da área de gerenciamento de projetos, portfólio e riscos.
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