102 episódios
- Manoel Lemos programa desde os 8 anos, vendeu o BlogBlogs para a Abril e a Naspers em 2008 e, como sócio da Redpoint eventures, investiu cedo em empresas como RD Station, Creditas e Wellhub. Aos 52 anos, trocou o track record no Brasil por uma folha em branco no Vale do Silício.
Mas a história real vai muito além do currículo: é sobre como recomeçar do zero no meio da maior onda de transformação tecnológica que já vimos — num lugar onde ninguém conhece seu portfólio, o track record vale menos do que você imaginava e a única forma de descobrir é fazendo.
Neste episódio, exploramos por que o futuro já chegou em São Francisco, o trilhão de dólares de capex em infraestrutura de compute, a computação quântica que promete resolver em minutos o que levaria mais que a idade do universo, a velocidade como principal moat, o redesenho das organizações na era da AI, o founder brasileiro que é top 1% mas se vende mal, a tese de tech heavy companies do novo fundo e o deal mais maluco da vida dele: a PsiQuantum.
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Capítulos
(0:00) Introdução: a folha em branco no Vale
(3:49) O futuro já chegou em São Francisco
(7:49) Computação quântica e os problemas antes impossíveis
(16:25) O trilhão em compute e a corrida pela infraestrutura
(22:09) Por que a AI avançou tão rápido
(29:24) O momento Lee Sedol e o lado humano
(33:55) VC no Brasil vs. VC no Vale
(44:44) Velocidade como moat
(49:59) O novo desenho das organizações na era da AI
(56:38) Variância, inovação e transformação
(1:04:18) A tese do novo fundo
(1:06:33) Recomeçar do zero e o founder brasileiro que se vende mal
(1:19:57) Perguntas da audiência: Noisebridge, Anderson e o pior conselho
(1:33:04) Tech heavy companies e o deal da PsiQuantum
(1:40:29) Burning Man e o conselho final
This is a public episode. If you would like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit abreu.substack.com - Mike Krieger co-fundou o Instagram, foi Chief Product Officer da Anthropic e hoje lidera a Anthropic Labs. Este episódio é uma reprodução na íntegra do Atlantico Tech Talks, conversa organizada pelo Atlantico, um dos principais fundos de VC da América Latina que tive o prazer de acompanhar pessoalmente.
Neste episódio, exploramos o que ele faria diferente se fosse construir o Instagram hoje, a interface que a IA criaria para si mesma, como a Anthropic opera de forma multiplayer, onde o julgamento humano ainda importa, se os modelos podem ser de fato criativos e por que a nova restrição não é inteligência, mas decidir onde investir tempo, tokens e equipe.
As perguntas foram conduzidas por Julio Vasconcellos, Vitor Olivier (Decade, ex-CTO do Nubank), Michael Mac-Vicar (co-fundador da Wildlife e da Enter) e Lucas Smaira (Vetto AI, ex-DeepMind), e tive a oportunidade de fazer a pergunta final.
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Links:
- Mike Krieger joins Anthropic — Anthropic
- The Making of Prince of Persia: Journals 1985–1993 — Jordan Mechner
- Ex-Nubank levanta seed histórico: Decade vai gerir finanças pessoais com AI — Brazil Journal
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Capítulos
(0:00) Introdução
(1:31) Atlantico Tech Talks: Mike Krieger e a banca
(5:07) O que mudaria se o Instagram nascesse no mundo da IA
(7:54) O próximo formato das empresas de consumo
(9:57) A IA faz 90%. Os últimos 10% ainda são difíceis
(12:38) Qual interface a IA criaria para si mesma?
(18:39) A oportunidade do Brasil: a difusão econômica da IA
(20:55) Multiplayer, não singleplayer: como a Anthropic opera por dentro
(25:43) O Claude no watercooler: modelos que entendem a organização
(28:26) Code review: de 90% para 5% revisado por humanos
(31:20) Onde o julgamento humano ainda importa
(36:32) Os modelos de IA podem ser de fato criativos?
(40:16) São Francisco é o futuro que nunca vai existir
(44:01) Julgamento dos modelos
(47:37) De onde virão os próximos saltos: scaling, games e escrita
(52:22) Escassez vs. abundância: nada substitui poucas pessoas obcecadas
This is a public episode. If you would like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit abreu.substack.com - Em 1995, o PIB per capita do Brasil era 8x o da China. Hoje o chinês passa de US$ 14 mil, mais de 35% acima do nosso — num país de 1,4 bilhão de pessoas que tirou mais de 800 milhões da miséria em 30 anos.
A história real vai muito além dos números: é sobre como um país onde 88% da população era miserável no começo dos anos 80, que passou fome de 49 a 76 e que em 2011 tinha a capital mais poluída do mundo, virou a fábrica do planeta, derrubou o preço do painel solar em 99% numa década, dominou o carro elétrico e transformou o Brasil num derivativo de si mesmo.
Neste episódio, exploramos o foco em educação da China, Confúcio e os 1.500 anos do exame imperial, os planos quinquenais, o efeito que a Tesla provocou na BYD e na Xiaomi, o modelo SaaS que nunca vingou na China, os quatro dragões e o DeepSeek, e por que o café brasileiro está bombando em Xangai.
Contei com a participação de Ricardo Geromel, autor de O Novo Poder da China e cofundador da FCGI, que topou destrinchar essa história comigo.
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Links:
- O Novo Poder da China — Ricardo Geromel
- O Poder da China — Ricardo Geromel
- Is Brazil a Derivative of China? — Ricardo Geromel, Forbes (2011)
- Apple in China — Patrick McGee
- Schwarzman Scholars — Tsinghua
- Episódio Embraer (Aura)
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(0:00) O countdown pro Gaokao e as classes dos gênios
(6:13) Confúcio, o exame imperial e por que o chinês valoriza educação
(9:24) Deng Xiaoping: “enriquecer é glorioso”
(15:18) 2049, planos quinquenais e o plano de futebol que foi deletado
(20:38) A Pequim poluída de 2011 e a aposta de longo prazo no painel solar
(23:15) Chuhai: por que a startup chinesa já nasce global
(29:37) Carro elétrico: baterias, o efeito bagre da Tesla, BYD e Xiaomi
(42:32) Branding chinês, mascotes e a China aspiracional
(46:50) Schwarzman College e a ignorância do Ocidente
(51:11) O Brasil é um derivativo da China
(54:24) Guanxi: como se faz negócio na China
(59:05) Infraestrutura, a bolha imobiliária e o governo como VC gigante
(1:03:41) Subsídios, Hukou e o Estado que odeia monopólio
(1:09:40) AI na China: SaaS que não vingou, os quatro dragões e o DeepSeek
(1:15:20) Vender pra China: WEG, café e Luckin Coffee
(1:19:49) A última pergunta do Aura
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A história real vai muito além dos números: é sobre como um país onde 88% da população era miserável no começo dos anos 80, que passou fome de 49 a 76 e que em 2011 tinha a capital mais poluída do mundo, virou a fábrica do planeta, derrubou o preço do painel solar em 99% numa década, dominou o carro elétrico e transformou o Brasil num derivativo de si mesmo.
Neste episódio, exploramos o foco em educação da China, Confúcio e os 1.500 anos do exame imperial, os planos quinquenais, o efeito que a Tesla provocou na BYD e na Xiaomi, o modelo SaaS que nunca vingou na China, os quatro dragões e o DeepSeek, e por que o café brasileiro está bombando em Xangai.
Contei com a participação de Ricardo Geromel, autor de O Novo Poder da China e cofundador da FCGI, que topou destrinchar essa história comigo.
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(9:24) Deng Xiaoping: “enriquecer é glorioso”
(15:18) 2049, planos quinquenais e o plano de futebol que foi deletado
(20:38) A Pequim poluída de 2011 e a aposta de longo prazo no painel solar
(23:15) Chuhai: por que a startup chinesa já nasce global
(29:37) Carro elétrico: baterias, o efeito bagre da Tesla, BYD e Xiaomi
(42:32) Branding chinês, mascotes e a China aspiracional
(46:50) Schwarzman College e a ignorância do Ocidente
(51:11) O Brasil é um derivativo da China
(54:24) Guanxi: como se faz negócio na China
(59:05) Infraestrutura, a bolha imobiliária e o governo como VC gigante
(1:03:41) Subsídios, Hukou e o Estado que odeia monopólio
(1:09:40) AI na China: SaaS que não vingou, os quatro dragões e o DeepSeek
(1:15:20) Vender pra China: WEG, café e Luckin Coffee
(1:19:49) A última pergunta do Aura
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