387 episódios
- Eles estão na sua mesa de trabalho, dentro da geladeira, fora do carro, debaixo dos seus pés, e talvez na janela do seu prédio. São os adesivos. E existe uma boa chance de terem sido feitos pela Adere, a maior fabricante brasileira do setor.
A empresa faz, por ano, 120 mil quilômetros de fitas colantes. É o suficiente para dar a volta ao mundo. Três vezes.
O plano é fazer muito mais. A empresa, que foi fundada em 1967, em Campinas, tem plano de dobrar o faturamento até 2030 para chegar a 1 bilhão de reais. Para isso, está investindo mais de 100 milhões de reais e ainda tem muito o que mudar.
“A gente tem mais de 50% do mercado de fita crepe, mas no geral de fitas adesivas temos 12%. Então você imagina o que dá para crescer”, diz Luiz Gustavo Dias, CEO da Adere, a Mariana Amaro, apresentadora do podcast Do Zero ao Topo.
Cola aqui e vem conhecer mais sobre as histórias e os planos da Adere.
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Receba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/ - Tem história que começa num escritório. A de Leandro Souza começou bem no clima carioca: churrasquinho na brasa, espeto na mão e uma ideia na cabeça.
Em 2011, ele decidiu transformar o tradicional espetinho de rua em uma experiência de restaurante. Criou o Espetto Carioca. A ideia deu tão certo que o negócio cresceu e virou um grupo, que agora está internacionalizando suas operações.
O Grupo Impettus, que reúne agora mais de 100 unidades de diferentes marcas de gastronomia, bares e alimentação como Espetto Carioca, Mané, Buteco Seu Rufino e Momento Bendito. Além de marcas ligadas à produção de alimentos como a OMG que produz sobremesas e um frigorífico. Só no ano passado, faturou cerca de R$ 200 milhões.
Antes de achar sua grande ideia, Leandro rodou o mundo. Filho de empregada doméstica e porteiro de prédio, desde os 13 anos ele trabalhou com o que deu: entregador de jornal, office boy, estagiário em empresa de comunicação. Aos 19, foi para os Estados Unidos sem saber falar hot dog. Foi entregador, manobrista, segurança, quis virar piloto de avião.
Até que voltou ao Brasil. E encontrou a grande ideia na beira da calçada. - O especial número 300 do Zero ao Topo mostra como uma ideia de US$ 1 bilhão pode surgir em qualquer lugar. Para Uri Levine, apareceu quando ele estava no trânsito, tentando voltar para casa, com os filhos reclamando no banco de trás.
O congestionamento inspirou Levine a criar o Waze, aplicativo de navegação colaborativa comprado pelo Google por mais de US$ 1 bilhão. Depois, ele participou da construção de outro unicórnio: o Moovit, vendido à Intel por outro US$ 1 bilhão.
Desde então, Levine fundou, investiu e participou de empresas que tentam resolver problemas em áreas tão diferentes quanto previdência, viagens, agricultura, saúde e mobilidade. A ideia por trás delas é quase sempre a mesma, e virou título do seu primeiro livro: “Apaixone-se pelo problema, não pela solução”. Agora, aos 61 anos, ele também se dedica a ensinar outros empreendedores.
É professor de empreendedorismo em uma universidade da Espanha, lançou um fundo para investir em empresas e acaba de escolher o Brasil como o primeiro mercado da sua Uri Levine Startup Academy. Com a inteligência artificial reduzindo drasticamente o custo de conseguir tecnologia, uma pergunta se torna ainda mais interessante. Se ficou mais fácil criar uma startup, ficou mais fácil criar uma boa empresa?
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Receba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters - A G10 é a maior transportadora rodoviária de grãos do mundo. Seus mais de 2.200 caminhões percorrem, a cada ano, 120 milhões de quilômetros - algo como 3 mil voltas ao mundo. No ano passado, esse movimento rendeu mais de R$ 4 bilhões em faturamento.
Esse império foi construído de grão em grão. Quem conta essa história é Claudio Adamuccio, diretor-presidente da G10 e diretor administrativo da Transpanorama (a maior das empresas que compõem o grupo). “Meu pai era uma pessoa evangélica e tinha três caminhões pequenos. Um belo dia, eu com 19 anos e meu irmão Valdecir com 16, ele disse: ‘Gostaria de lançar um desafio. Eu passo para vocês esses três caminhões e vocês têm o compromisso de cuidar da família, porque quero me dedicar à Igreja’. Falei: aceito o desafio. E fomos para a estrada".
Em 1986, nasceu a Transpanorama. Inicialmente, com outros negócios além do transporte de carga. “Compramos uma serraria, exportamos madeira para a Itália e fornecemos os resíduos como carvão para siderurgia", disse Claudio, na conversa com Mariana Amaro, apresentadora do podcast Do Zero ao Topo.
A empresa ganhou foco graças ao acaso. “A gente tinha conta no banco Bamerindus e, em 1997, ele foi vendido para o HSBC. Um belo dia, eles me disseram que não queriam ter empresas com atividades ligadas a carvão ou a madeira. Eu olhei aquilo e pensei: como alguém recusa cliente?”, diz Claudio. Em vez de mudar de banco, afirma, ele mudou de atividade – e de atitude. “Entendi que, sim, você deve fazer escolhas de acordo com o teu propósito, com o legado que você quer deixar. Foi quando eu quis mudar de madeireiro e carvoeiro para ser transportador. Eu vejo no transporte algo muito bonito, você transportar as riquezas do teu país”.
Pouco tempo depois, no ano 2000, a Transpanorama formou um grupo com empresas concorrentes, a fim de trabalhar e negociar em conjunto. Assim nasceu a G10.
Acompanhe o episódio e conheça mais sobre os desafios e os sucessos da G10.
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Receba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/ - A Stefanini se tornou uma gigante brasileira de tecnologia, com faturamento acima de R$ 8 bilhões. Mas continua uma empresa familiar – como era em 1987, quando Marco Stefanini abriu o negócio em um cômodo da casa. Na época ele era um jovem de 26 anos, pai de dois filhos pequenos.
Nessa semana Guilherme Stafanini, o filho mais velho, assumiu como CEO da empresa na América do Norte e na Ásia-Pacífico – duas regiões centrais na estratégia de crescimento global da empresa. Enquanto isso Rodrigo, o filho mais novo, acumula os cargos de CEO de Brasil, América Latina e Espanha.
O avanço dos filhos é um capítulo na sucessão da empresa. Mas por enquanto Marco, aos 64 anos, continua como CEO global.
No primeiro episódio de Do Zero ao Topo, em 2019, Marco contou a história da empresa para a repórter Letícia Toledo.
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Sobre Do Zero ao Topo
A história dos empreendedores e empresários por trás das maiores empresas do país e do mundo. Cada episódio mergulha na história de homens e mulheres que enfrentaram os desafios, as incertezas e passaram por momentos decisivos ao longo dos anos para chegar ao topo.
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