Em João 9, encontramos a história de um homem que nasceu cego. Uma vida na escuridão, nunca havia visto a luz, mas teve um encontro com Aquele que é a verdadeira luz do mundo.
‼️ O encontro deste homem com Jesus evidencia algo curioso: os discípulos estavam preocupados não com o problema do homem, mas com a causa dele, questionando-se quem havia pecado para que ele tivesse nascido cego.
Jesus, porém, olhou para além da causa. Ele olhou para a vida daquele homem. Cristo não enxerga apenas uma parte da história. Ele vê o todo.
A Palavra nos lembra em Gálatas 3:11–13:
📖 “E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque ‘o justo viverá pela fé’. Ora, a lei não procede de fé, mas ‘aquele que observar os seus preceitos por eles viverá’. Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar — porque está escrito: ‘Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro’.”
🙌🏽 Em Cristo não há maldições. A crucificação representou aquilo que muitos teólogos descrevem como “a morte da morte na morte de Cristo”.
Por meio do sacrifício no madeiro, fomos feitos benditos e resgatados da escuridão, assim como aquele homem que era cego.
🤔 Mas por que usar a saliva para curá-lo?
Aquele homem estava acostumado a um costume cruel da sociedade da época. Muitas pessoas cuspiam nele ou no chão perto dele, como um símbolo de desprezo, taxando-o de maldito.
Jesus sabia disso. Nada em Cristo é por acaso. Tudo é proposital.
A mesma saliva que remetia à maldição, foi transformada em benção.
Quando Jesus cospe no chão, faz lodo e unge os olhos daquele homem, Ele não estava apenas realizando um milagre físico. Era como se estivesse dizendo: “Estou colocando em você o meu DNA.”
❤️🩹 Mais do que fazer enxergar, Cristo estava restaurando identidade.
E hoje também é esse o nosso clamor: queremos a saliva de Cristo nas nossas visões. Queremos ver como o Pai vê!