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    Palanques estaduais e mais dinheiro para campanha movimentam janela partidária: ouça análise

    06/04/2026 | 10min
    O PL, do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, foi o maior beneficiado pela janela de troca partidária no último mês na Câmara, conforme levantamento parcial do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). A janela marca um período de 30 dias, que durou do dia 5 de março a 3 de abril, em que deputados federais podem trocar de partido sem serem cassados por infidelidade e disputar as próximas eleições. O número final só deve ser conhecido nesta segunda-feira. Segundo a apuração parcial, o PL aumentou em 12 o número deputados federais na janela, com a entrada de 20 novos parlamentares e a saída de oito. No total, a legenda ficou com 97 parlamentares na Câmara. O PSD, que lançou o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado como pré-candidato a presidente, foi o segundo colocado, com saldo positivo de mais sete deputados federais. O União Brasil, de onde Caiado saiu, foi o partido que mais perdeu deputados nos últimos 30 dias, com 17 integrantes a menos, resultado líquido da entrada de cinco e da desfiliação de 22 deputados. O PT, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não filiou nenhum deputado federal na janela partidária e perdeu uma integrante, com a saída da deputada cearense Luiziane Lins para a Rede. O PDT, também da base mais próxima do governo Lula, foi o segundo partido que mais perdeu, com seis deputados federais a menos.
    Em entrevista à Rádio Eldorado, o cientista político Bruno Silva, um dos diretores do Movimento Voto Consciente, avaliou que as mudanças, em grande parte, passam por estratégias que envolvem as disputas estaduais. Para ele, outro fator para as trocas de partido foi o financeiro. “O PL foi aquele que mais acabou se beneficiando por duas razões. Primeira delas, é o partido que vai acabar abocanhando a maior fatia do chamado Fundo Partidário, que é aquele recurso distribuído normalmente para os partidos em 12 parcelas. E também é o partido que, neste ano, que é um ano de eleição, vai acabar abocanhando a maior fatia do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, que é aquele recurso dentro da casa dos 5 bilhões de reais que vai financiar efetivamente as campanhas. Então tem um fator financeiro aí que é de extrema importância, pensando no custo dessas campanhas”, afirmou.
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  • Entrevistas Jornal Eldorado

    Miguel Reale: “Por que discutir o Brasil com ministros do Supremo em torno de garrafas de uísque valiosas em Londres?”

    06/04/2026 | 15min
    Recentes pesquisas de opinião pública mostram o aumento da desconfiança da população em relação ao Supremo Tribunal, principalmente após o escândalo do Banco Master e as suspeitas de envolvimento de ministros da Corte com a instituição. No levantamento, AtlasIntel/Estadão, 60% dos consultados disseram não confiar no STF. Já na pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada no fim de março, 47% apontaram que o Supremo está “totalmente envolvido” com o escândalo do Master. Sobre o assunto, a Rádio Eldorado entrevistou o jurista Miguel Reale Júnior, ex-ministro da Justiça e professor de Direito Penal da USP. Ele participou de uma comissão formada pela OAB-SP que formulou e já encaminhou ao STF a proposta de um Código de Conduta para os ministros. Reale defendeu medidas de autocontenção, como a prevalência de decisões colegiadas e não monocráticas, a exigência de transparência sobre ações judiciais em que parentes de ministros do Supremo sejam advogados e a não participação de ministros em eventos financiados por empresas que tenham processos na Corte. “Por que tem que se discutir o Brasil com ministros do Supremo em torno de garrafas de uísque valiosas em Londres, patrocinadas por empresas que têm interesses, que têm casos que estão em julgamento no Supremo?”, questionou.
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  • Entrevistas Jornal Eldorado

    Brasil teve 15 estupros coletivos por dia em 4 anos: como combater a violência? Ouça Luciana Temer

    06/04/2026 | 11min
    O caso do estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos em Copacabana, no Rio de Janeiro, causou comoção, mas não é um fato isolado. Números do Ministério da Saúde revelam que esse tipo de violência é bem mais comum do que se imagina no País e que as principais vítimas são menores de idade. Dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) indicam que, entre 2022 e 2025, foram registrados 22.800 casos de estupro coletivo no Brasil, ou seja, uma média de 15 por dia. Desse total, 8,4 mil tiveram como vítimas mulheres adultas e 14,4 mil crianças ou adolescentes do sexo feminino. Mas a realidade pode ser ainda pior, já que esses números representam apenas as vítimas que tiveram atendimento no sistema de saúde.
    Em entrevista à Rádio Eldorado, a professora de Direito Constitucional da PUC-SP Luciana Temer, que é diretora-presidente do Instituto Liberta, disse que o Estatuto da Criança e do Adolescente Digital (ECA Digital), que acaba de ser regulamentado, pode ser um dos caminhos para combater esse tipo de violência, que captura crianças e adolescentes por meio dos algoritmos das plataformas digitais. No entanto, ela defendeu a educação de meninos e meninas sobre temas aos quais o acesso tem se dado por meio de redes sociais e sites pornográficos. “Os roteiros sexuais que eles estão aprendendo incluem coisas como: a insistência masculina e a resistência feminina fazem parte desse jogo erótico”, afirmou.
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    Papa pede fim da guerra no Oriente Médio antes da Páscoa: qual é o papel de Leão XIV? Ouça análise

    03/04/2026 | 14min
    O papa Leão XIV disse ter esperança de que a guerra no Oriente Médio seja encerrada antes da Páscoa, que será celebrada no domingo. O pontífice, nascido nos Estados Unidos, pediu que os líderes mundiais busquem o diálogo para que “a paz, especialmente na Páscoa, possa reinar em nossos corações”. Está será a primeira Páscoa de Leão XIV como líder da Igreja Católica, já que ele iniciou o seu pontificado em maio do ano passado, após a morte do papa Francisco, que ocorreu em abril.
    Em entrevista à Rádio Eldorado, o sociólogo Francisco Borba Neto, estudioso das relações entre religião, cultura e política, disse que o fim das guerras tem sido o principal foco de atuação do papa. Segundo ele, uma sinalização clara dessa postura foi a escolha do Líbano e da Turquia como destinos da primeira viagem internacional de Leão XIV, entre novembro e dezembro de 2025. “Foi uma tentativa de fortalecer forças políticas que estão interessadas na paz”, ponderou.
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    Leonardo Trevisan: “O final da guerra no Irã vai ser decretado não pelas armas, mas pelo bolso”

    02/04/2026 | 11min
    Em pronunciamentos de 19 minutos em rede nacional, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu ontem o que chamou de “sucesso” da guerra contra o Irã e repetiu uma lista de conquistas militares no conflito que, segundo ele, “está perto do fim”. Pressionado pela alta dos combustíveis e pela queda nos índices de aprovação, Trump reiterou o prazo de “duas a três semanas” para encerrar os combates, enquanto avançam as negociações. O presidente tentou tranquilizar os americanos e afirmou que o Estreito de Ormuz, que escoa 20% da produção mundial de petróleo, se abrirá “naturalmente” com o fim da guerra. Horas depois, o Irã respondeu ao discurso de Trump com novos ataques de mísseis contra Israel e países da região aliados dos Estados Unidos. Israel, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita relataram diversas interceptações de mísseis e drones.
    Em entrevista à Rádio Eldorado, Leonardo Trevisan, professor de Relações Internacionais da ESPM, avaliou que pronunciamento de Trump “manteve o tom de ambiguidade”. Ele também indicou que o Irã ainda tem capacidade militar para fazer ataques. “O pior cenário possível é que o Irã pode emergir dessa guerra ainda mais forte e mais perigoso”, ressaltou. Para Trevisan, a maior pressão para Donald Trump encerrar a guerra é interna e vem da economia, principalmente com a alta no preço da gasolina no país. “O final vai ser decretado não pelas armas, mas pelo bolso”, afirmou.
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Sobre Entrevistas Jornal Eldorado

Ouça aqui as entrevistas que vão ao ar no 'Jornal Eldorado', na Rádio Eldorado (FM 107,3 - SP), conduzidas pelos apresentadores Carolina Ercolin e Haisem Abaki.
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