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Estadão Analisa com Carlos Andreazza

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    Andreazza: ‘O político delegado Xandão, a vez de Messias e as caronas de Motta’ | Estadão Analisa

    29/04/2026 | 59min
    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que criticou nesta terça-feira, 28, o que classificou como o uso da Corte por políticos como “escada eleitoral” para ampliar a visibilidade nas redes sociais. “Querem likes”, disse.
    As declarações foram feitas durante julgamento na Primeira Turma do STF envolvendo de denúncia apresentada pelo deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) contra o também deputado federal José Nelto (União Brasil-GO), acusado de injúria e calúnia.
    Hoje no Senado, teremos a sabatina do indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, que tem dito a interlocutores que têm consciência de dois fatos sobre a sua sabatina, de que a conversa com os parlamentares não vai girar em torno da sua atuação profissional, mas sim sobre os rumos da mais alta instância do Poder Judiciário, e que, por isso, já espera um resultado apertado no plenário da casa.
    Andreazza ainda comenta sobre o voo do empresário Fernando Oliveira Lima, que se tornou alvo de investigação da Polícia Federal sob suspeita de descaminho ou contrabando por causa da entrada irregular de bagagens no Brasil tinha em sua lista de passageiros, além de quatro parlamentares federais, um ex-assessor que foi alvo de busca e apreensão em um braço da Operação Carbono Oculto e um empreiteiro que chegou a ser preso pela Operação Lava Jato.
    O inquérito foi remetido ao Supremo Tribunal Federal (STF) depois que a PF constatou que quatro parlamentares acompanharam o empresário no voo: o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e os deputados Doutor Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL).
    Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante
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    Carlos Andreazza: ‘Candidato Lula quer se desenrolar do governo Lula’ | Estadão Analisa

    28/04/2026 | 57min
    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Lula, que vive um momento complexo para a disputa eleitoral deste ano.
    O atual mandatário, ensaia um distanciamento do atual governo e dos aliados mais ao centro, pois as pesquisas mostram que ele terá um caminho árduo pela reeleição.
    O segundo levantamento da Nexus Pesquisa e Inteligência, em parceria com o BTG Pactual sobre a corrida presidencial de outubro, aponta um cenário de forte polarização com Luiz Inácio Lula da Silva, que segue empatado tecnicamente, dentro da margem de erro, com seus principais adversários no segundo turno.
    De acordo com a amostra, se o segundo turno fosse disputado hoje, Lula teria 46% e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), 45%. Contra o ex-governador de Minas Romeu Zema (Novo), que pontuou 41%, Lula teria 45%; contra o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), que aparece com 41%, Lula teria 45%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
    O presidente terá dois desafios essa semana: a votação de Jorge Messias para o STF, que foi marcada para esta quarta-feira, 30, mas só na CCJ e no plenário do Senado.
    A previsão é que seja aprovado, cinco meses depois de anunciado, mas não dá para apostar; se ele passar, será com placar apertado.
    O maior obstáculo é Davi Alcolumbre.
    E a sessão para analisar o veto total de Lula ao PL da Dosimetria, conjunta entre Senado e da Câmara, e o quórum para a derrubada é de metade mais um das duas Casas.
    Ou seja, é preciso que 257 dos 513 deputados e 41 dos 81 senadores fiquem em Brasília, atrasem viagens, praias e passeios para votar na véspera do feriado.
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    Andreazza: ‘O marqueteiro Gilmar, o fator Zema e o dilema de Flávio Bolsonaro’ | Estadão Analisa

    27/04/2026 | 59min
    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre a disputa eleitoral no campo da direita e as consequências da contenda entre o ministro Gilmar Mendes e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que passou a atacar diretamente ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) nas últimas semanas.
    A briga pública teve o efeito de turbinar as redes sociais do pré-candidato à presidência pelo Partido Novo, fazendo do ministro um “cabo eleitoral” involuntário do mineiro.
    O número de seguidores de Zema aumentou em mais de 494 mil pessoas, seguando levantamento da consultoria Bites, especializada em análise de dados.
    No mesmo período, os outros pré-candidatos cresceram bem menos.
    Renan dos Santos (Missão), que é forte entre os eleitores mais jovens, aumentou sua base de seguidores em 129 mil, o senador Flávio Bolsonaro (PL) em 114 mil e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 39 mil.
    Já Flávio Bolsonaro vive um dilema quanto a como agir nessa situação e gerenciar as intrigas entre aliados e integrantes da família.
    O pré-candidato à Presidência, publicou no X (antigo Twitter) neste sábado, 25, um texto em tom de apelo à base bolsonarista, pedindo união e criticando o que chamou de “provocações e cobranças dentro do nosso próprio time”.
    A manifestação ocorreu após o novos atritos públicos entre o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e integrantes da família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) - desta vez o vereador Jair Renan Bolsonaro (PL-SC).
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    Start #426 com Daniel Gonzales: IA na sala de aula, eficiência sem perder o humano

    25/04/2026 | 23min
    A inteligência artificial já entrou de vez na rotina das salas de aula brasileiras. Essa tecnologia vem sendo largamente utilizada para organizar planos de ensino multidisciplinares, sugerir atividades, analisar desempenho dos alunos e até personalizar o ensino de acordo com particularidades locais e individuais. Um estudo recente da McKinsey aponta que entre 20% e 40% do tempo dos docentes é consumido por tarefas repetitivas, e nesse ponto a IA também vem funcionando como uma aliada poderosa na eficiência. Mas o desafio está justamente no equilíbrio: usar a inteligência artificial para ganhar eficiência sem perder a essência da educação. Plataformas modernas de ensino se deparam com um desafio: buscar o equilíbrio para, ao mesmo tempo, fazer bom uso da IA incentivando a formação de estudantes mais críticos e ainda liberando professores para um papel de mais criatividade, sem perder a essência dessa relação e o ponto principal que nenhuma máquina consegue substituir: o olhar humano. Para falar deste tema, o apresentador Daniel Gonzales recebe hoje Aline Ferrus, coordenadora pedagógica da plataforma PAR, da Somos Educação, ecossistema líder em educação básica no País e que atende mais de 130 mil escolas e cerca de 30 milhões de alunos em todos os estados. O programa vai ao ar todas as quartas-feiras às 21h, na Rádio Eldorado FM 107,3 (para toda Grande SP), site, app e assistentes de voz.
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    Carlos Andreazza: ‘O transparente e desastroso road show de Gilmar Mendes’ | Estadão Analisa

    24/04/2026 | 1h 3min
    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 24, Carlos Andreazza fala sobre a semana agitada do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, que começou com embates entre o magistrado e o ex-governador Romeu Zema (Novo), passou por declarações sobre o inquérito das Fake News e teve até um pedido de pacto entre os poderes para debelar a crise instalada nas instituições.
    O ministro citou nesta quinta-feira, 23, a possibilidade de que se façam “bonecos de Zema como homossexual” ao reclamar de críticas do ex-governador ao STF e indagou se isso não seria ”ofensivo”.
    Na mesma fala, Gilmar também citou a possibilidade de uma representação que colocasse Romeu Zema como alguém que rouba dinheiro público.
    Em resposta, o ex-governador apontou ‘preconceito’ de Gilmar, que também citou ‘ladrões’ em sua fala, dizendo que não se pode comparar acusados de roubo a pessoas gays; após repercussão, ministro disse que errou e se desculpou nas redes.
    A ofensiva de Zema contra o que ele chama de “intocáveis de Brasília”, com críticas e sátiras, levou o ministro Gilmar Mendes a pedir a inclusão do ex-governador de Minas Gerais no inquérito das Fake News, que investiga ataques contra a democracia e integrantes da Corte, que segundo o decano, deve continuar aberto “pelo menos até as eleições” deste ano.
    Segundo ele, a investigação se mantém relevante diante de ataques à Corte.
    “Eu tenho a impressão de que o inquérito continua necessário e ele vai acabar quando terminar, é preciso que isso seja dito em alto e bom som.
    O tribunal tem sido vilipendiado, veja por exemplo a coragem, eu diria a covardia, do relator da CPI do Crime Organizado de atacar a Corte, pedir indiciamento de pessoas, não cuidando de quem efetivamente cometeu crimes.
    Isto pode ser deixado assim? Acho que não, é preciso que haja resposta”, disse em entrevista ao Jornal da Globo, da TV Globo.
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