O time era treinado por Carpegiane. Tinha Chilavert no gol. Na zaga, Gamarra. Na lateral, Arce. E ainda tinha Acuña, Rivarola, Cardozo, Ayala e um monte de nomaço que marcou época. Uma seleção sofrida, de raras glórias, que por alguns anos colocou medo pela solidez defensiva e quase eliminou a França em sua própria casa no Mundial de 98. É esta a história.
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#305 A Ponte Preta de 2001
Um time vibrante, ofensivo, corajoso, muito bom mesmo. A Ponte de 2001 chegou perto das 3 taças que disputou, fez um grande artilheiro de Coração valente, que até pela Seleção fez gol naquele ano, e, entre frustrações grandes, polêmicas com estádio, prorrogação alucinante e rebaixamento do maior rival, o time de 2001 marcou época.
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#304 O Palmeiras de 1991
A Parmalat chegou para redesenhar o destino do Palmeiras em abril de 1992. Leandro e Paulo, então, olham para o último ano alviverde sem os lactodólares que tiraram o clube de uma fila que, lá em 1991, já batia os 15 anos. O clube investia como dava, trazia jogadores fortes de rivais e até da Europa, era competitivo, mas não conseguia encerrar o tabu. Os motivos disso em 91 estão contados aqui.
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#303 Raí na Seleção
Entre 1987 e 1998, Raí serviu a Seleção. Jogou Copa América, Pan e foi Tetra em 94, além de amistosos. Ganhou chances e perdeu espaço de acordo com o técnico e a fase, e, enquanto era Rei do Morumbi, ganhou a 10, a faixa e toda moral com a amarelinha. Depois, em Paris, estranhamente ficou de fora. Paulo e Leandro conversam e contam essa história, para entender o que realmente explica a aparente sensação de que dava pra ter sido mais.
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#302 Caniggia, o Pássaro
Claudio Paul Caniggia, moço de Henderson, foi conhecido como Pássaro e Filho do Vento. O parceiro ideal de Maradona na seleção teve uma carreira muito diferente - você lembra de alguém que jogou 3 Copas não-consecutivas? Leandro e Paulo falam de suas tragédias, seus escândalos, suas pausas na carreira e, sobretudo, de seu carisma, sua velocidade e versatilidade para se tornar um atacante especial e, por muito pouco, o herói de um título mundial em 1990.
Um pouco de nostalgia não faz mal a ninguém, mas nem é disso que se trata quando Leandro Iamin e Paulo Jr se encontram para fazer o Botão. É impossível entender o futebol contemporâneo sem visitar as boas histórias do passado, e falar dos melhores personagens, campanhas e torneios de um tempo não tão distante é, também, uma forma de contribuir para o olhar cotidiano das pequenas manchetes diárias da bola. Onde um time alguma vez fez algo de bom, existe um candidato a ser história no Meu Time de Botão. Pro gol!