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  • Novus Capital

    NovusCast - 27 de Março 2026

    27/03/2026 | 20min
    Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.

    No cenário internacional, a semana foi marcada por sinais mistos no conflito no Oriente Médio. O início da semana trouxe uma leitura mais construtiva, com sinalização de negociações e adiamento de ataques a infraestrutura energética, mas ao longo dos dias houve intensificação das ofensivas e aumento das ameaças. O estreito de Ormuz seguiu com fluxo bastante restrito, com relatos de interceptação de navios e restrições operacionais. A incerteza sobre a duração do conflito e seus impactos segue elevada, especialmente pelo canal de energia. Na política monetária, a comunicação do Banco Central Europeu ganhou destaque, com a Lagarde adotando tom mais hawk e sinalizando a preocupação da entidade com o risco inflacionário, afirmando poder agir nas próximas reuniões, enquanto a Schnabel reforçou a importância de não agir precipitadamente, nem ignorando, nem antecipando os efeitos da guerra. O banco central do México cortou os juros em 0,25%.

    No Brasil, o IPCA-15 voltou a surpreender para cima, com alta de 0,44%, acima das expectativas, impactado principalmente por passagens aéreas, apesar de composição dos núcleos um pouco melhor. A ata e o Relatório de Inflação reforçaram a mensagem de calibragem e serenidade do Banco Central, com o ritmo de cortes dependente do preço do petróleo. A PNAD indicou leve alta do desemprego, mas ainda próxima das mínimas históricas, com massa salarial real em crescimento.

    Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 6 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 -2,12%, Nasdaq -3,20% e Russell 2000 +0,46%. No Brasil, o jan/35 abriu 10 bps, o Ibovespa subiu 3,03% e o real valorizou 1,47%. 

    Na próxima semana, atenção ao payroll nos EUA e à inflação da Zona do Euro, além dos desdobramentos do conflito. No Brasil, destaque para o Caged, produção industrial e dados de crédito.
  • Novus Capital

    NovusCast - 20 de Março 2026

    20/03/2026 | 14min
    Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.

    No cenário internacional, a semana foi marcada pela continuidade do conflito no Oriente Médio, com aumento das incertezas sobre sua duração e impactos. Os ataques passaram a atingir também infraestruturas energéticas, elevando o risco não só sobre o estreito de Ormuz, mas sobre outras rotas relevantes de petróleo e gás. Em paralelo, foi semana de decisões de bancos centrais. O Fed manteve os juros, revisou projeções de inflação e atividade para cima e indicou maior cautela, destacando a necessidade de mais progresso na inflação. O BoE e o ECB também mantiveram os juros inalterados, com decisão unânime e mais hawkish do primeiro.

    No Brasil, o BCB cortou a Selic em 25 bps, com projeção de inflação menor que a expectativa, transmitindo uma mensagem de calibragem e serenidade. A semana foi marcada por forte volatilidade na curva de juros, com atuação do Tesouro via recompra de títulos no início da semana.

    Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 18 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P500 -1,9%, Nasdaq -1,98% e Russell 2000 -1,68%. O juro de 2 anos do Reino Unido abriu 44 bps. No Brasil, o jan/29 abriu 23 bps e o Ibovespa desvalorizou 0,81%. Apesar da volatilidade, o petróleo fechou a semana sem variação relevante, o ouro caiu 10,50% e o DXY 0,86%.

    Na próxima semana, destaque para a ata do Copom e o relatório de inflação do Banco Central, além do IPCA-15 e da PNAD. No cenário internacional, o foco permanece na evolução do conflito e seus desdobramentos.
  • Novus Capital

    NovusCast - 13 de Março 2026

    13/03/2026 | 18min
    Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.

    No cenário internacional, o principal destaque seguiu sendo o conflito no Oriente Médio. O filho do aiatolá Ali Khamenei foi confirmado como novo líder supremo do Irã e os ataques entre Irã, Israel e Estados Unidos continuaram ao longo da semana. O estreito de Ormuz operou com fluxo praticamente zero de navios, ampliando a incerteza sobre o fornecimento de petróleo e a duração do conflito. Nos EUA, o CPI veio em linha com o esperado, com composição benigna, mas o “supercore” do PCE veio um pouco mais elevado que a expectativa.

    No Brasil, os dados de atividade (comércio e serviços) vieram mais fortes que o esperado. O IPCA de fevereiro veio em 0,70%, acima da expectativa de 0,64%, com surpresa concentrada em alimentação no domicílio e cuidados pessoais. A alta recente do petróleo trouxe incerteza para o início do ciclo de cortes de juros, levando o mercado a discutir redução de 25 bps em vez de 50 bps. No campo político, pesquisas mostraram empate entre Lula e Flávio Bolsonaro em cenários de segundo turno. O governo também anunciou medidas para reduzir impostos sobre combustíveis e compensar a arrecadação com taxação sobre exportação de petróleo.

    No mercado de crédito, a semana foi marcada por abertura nos spreads e pressão no secundário. Entre os eventos corporativos, a Raízen entrou com recuperação extrajudicial para reestruturar cerca de R$65 bilhões em dívidas. O GPA entrou em recuperação judicial envolvendo aproximadamente R$4,5 bilhões, enquanto a Oncoclínicas iniciou negociação com debenturistas para waiver de pagamentos de juros sobre dívida de cerca de R$4,8 bilhões.

    Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 16 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo, caindo entre 1% e 2%. No Brasil, o jan/29 abriu 66 bps, e o Ibovespa caiu 0,95%. O petróleo subiu mais de 8% na semana. 

    Na próxima semana, destaque para as reuniões dos bancos centrais dos EUA, Europa, Inglaterra, Japão e Brasil.
  • Novus Capital

    Call Mensal - Fevereiro 2026

    09/03/2026 | 47min
    Quarta-feira, dia 04/03/2026, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Fevereiro. Novamente, realizamos a conferência pelo Zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!
  • Novus Capital

    NovusCast - 06 de Março 2026

    06/03/2026 | 20min
    Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.

    No cenário internacional, o destaque foi a escalada do conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã. Após o fracasso das negociações nucleares, uma ofensiva coordenada resultou na morte do líder supremo Ali Khamenei e na destruição de parte relevante da estrutura de defesa do país, gerando forte incerteza política sobre a sucessão. O Irã respondeu com ataques contra Israel e bases americanas na região, ampliando a tensão no Oriente Médio. Do ponto de vista econômico, a principal preocupação passou a ser o estreito de Ormuz, por onde passa parte relevante do comércio global de petróleo transportado por mar. Além disso, o Payroll nos EUA veio mais fraco que o esperado, com destruição de vagas e leve alta da taxa de desemprego, embora o dado tenha sido influenciado por fatores temporários como greves, condições climáticas e ajuste do censo.

    No Brasil, o diretor do BCB Nilton David afirmou que avaliam ajuste para um juro real em patamar mais baixo diante da inflação mais controlada. Do lado dos dados econômicos, o Caged veio ligeiramente acima da mediana, com massa salarial crescendo de forma expressiva; e o PIB do quarto trimestre de 2025 veio em linha com as expectativas, com crescimento de 2,3% no ano, mas com queda da demanda interna. Novos desdobramentos ligados ao Banco Master seguiram no radar, aumentando a atenção aos desenvolvimentos políticos.

    Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 23 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P 500 -2,02%, Nasdaq -1,27% e Russell 2000 -4,07%. No Brasil, o jan/31 abriu 68 bps, o Ibovespa caiu 4,99% e o real desvalorizou 2,16%. O petróleo subiu 36%, e o DXY valorizou 1,29%.

    Na próxima semana, destaque para a evolução da guerra, inflação nos EUA e, no Brasil, para os dados de atividade (PMC, PMS), inflação e novas pesquisas eleitorais.

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