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    Episódio #228 - Décollage Clínico: Rasgando os Dogmas dos Peelings Químicos na Acne e Sequelas

    09/07/2026 | 1h 1min
    Neste episódio 228, aprofundamos a discussão sobre o papel dos peelings químicos no tratamento da acne e de suas sequelas, mas com uma mudança importante de perspectiva: sair da lógica antiga da descamação pela descamação e entrar no raciocínio clínico, mecanístico e estratégico.
    A partir da análise de 111 artigos científicos, exploramos como os peelings deixaram de ser vistos apenas como agentes “abrasivos” ou “secativos” e passaram a ocupar um lugar mais sofisticado dentro dos protocolos: modulando inflamação, microbioma, qualidade do sebo, resposta celular, cicatrização e associação com outras tecnologias.
    O que você vai aprender:
    O Fim do Peeling de Força Bruta: Entenda por que o raciocínio moderno não é mais “quanto mais arder, melhor”. O peeling precisa ser pensado pela sua ação biológica, pela formulação, pelo veículo e pelo objetivo clínico, não apenas pela profundidade ou pela descamação visível.
    O Comedão Como Lesão Inflamatória: Rasgamos o dogma de que o comedão é uma lesão puramente mecânica e não inflamatória. A inflamação começa antes do que muitos imaginam, e isso muda completamente a forma de usar peelings na acne.
    Peeling Como Modulador, Não Apenas Como Esfoliante: O episódio mostra como ácidos como o salicílico podem atuar em vias inflamatórias, na qualidade do sebo, na microbiota cutânea e no ambiente folicular, indo muito além da ideia simplista de “limpar poros”.
    Isotretinoína e Procedimentos: A Quebra de Um Medo Antigo: Discutimos por que a associação entre isotretinoína e peelings não deve mais ser vista como uma proibição automática. Quando bem indicada e bem conduzida, essa combinação pode melhorar o controle da acne e a resposta clínica.
    Sebo, Microbioma e Acne: A Nova Leitura Clínica: Em vez de pensar apenas em reduzir oleosidade, o episódio explica a importância de modificar qualitativamente o sebo, restaurar equilíbrio da pele e entender a acne como um fenômeno inflamatório, metabólico e microbiológico.
    Formulações Magistrais e Veículos Modernos: O sucesso do peeling não depende apenas do ácido escolhido. Entram em jogo o veículo, a concentração, o pH, a tolerabilidade, a entrega dos ativos e o conforto do paciente. É aqui que a formulação deixa de ser receita pronta e vira estratégia clínica.
    Acne da Mulher Adulta e Ativação Celular: Exploramos como o peeling pode se conectar com temas mais atuais, como autofagia, inflamação persistente, perfil hormonal e acne da mulher adulta, ampliando o raciocínio para além do tratamento clássico da lesão ativa.
    Cicatrizes e Inflamação no Mesmo Protocolo: Um dos grandes dogmas discutidos é a ideia de que primeiro se trata a acne e só depois as cicatrizes. O episódio mostra como pensar em protocolos que atuam simultaneamente na inflamação, na textura, na epiderme e na derme.
    Associações com Laser e Microagulhamento: Falamos sobre a construção de protocolos em camadas, combinando peelings com tecnologias como laser não ablativo e microagulhamento, sempre respeitando profundidade, sequência, indicação e objetivo terapêutico.
    Peeling Personalizado: O episódio reforça que não existe peeling universal. Existe raciocínio clínico. O médico precisa saber escolher o ácido, o veículo, a associação e o momento certo para cada paciente, cada pele e cada fase da acne.
    Por que ouvir este episódio:
    Porque os peelings químicos ainda são cercados por protocolos engessados, medos herdados e regras repetidas sem questionamento. E a prática clínica atual exige mais do que aplicar ácido e esperar descamar.
    Neste Cast, você vai entender por que o peeling químico pode ser uma ferramenta refinada de modulação inflamatória, metabólica e reparadora, especialmente quando integrado a terapias tópicas, sistêmicas e tecnologias.
    O episódio 228 é uma imersão direta para o médico que quer abandonar o piloto automático, atualizar seus protocolos e enxergar os peelings como parte de uma estratégia clínica mais inteligente para tratar acne, sequelas e cicatrizes com mais precisão, segurança e resultado.
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    Episódio #227 -Tratamento de Acne com Peelings

    03/07/2026 | 1h 2min
    Neste episódio 227, mostramos como a ciência baseada em evidências está mudando o horizonte dos protocolos clínicos. Partindo da análise de mais de 100 artigos científicos, abandonamos o modelo clássico focado na força bruta e na observação visual superficial para abraçar a mecanística química, o equilíbrio do microbioma e o poder das associações terapêuticas.
    O que você vai aprender:
    A Verdadeira Natureza do Comedão: Ele não é apenas um "tampão" mecânico e não inflamatório. Entenda como a lesão possui uma cascata inflamatória desde o início (envolvendo a interleucina-1 alfa e macrófagos) e por que os peelings devem ser usados como moduladores anti-inflamatórios.
    A Quebra do Tabu da Isotretinoína: Esqueça a regra obsoleta de que pacientes usando isotretinoína não podem fazer procedimentos. Discutimos como a associação com peelings, a exemplo do ácido salicílico a cada 15 dias, na verdade otimiza o quadro e melhora a performance do tratamento.
    Qualidade vs. Quantidade de Sebo: O peeling não age "secando" a glândula ou diminuindo o volume de sebo. Descubra como ácidos específicos promovem uma mudança qualitativa na secreção sebácea, reestabelecendo a disbiose cutânea e aumentando peptídeos antimicrobianos, como a catelicidina.
    A Evolução dos Veículos: O sucesso não depende apenas do ácido escolhido, mas de como ele é entregue. Exploramos como a transição de veículos alcoólicos (etanol) para opções mais modernas (como o PEG/Macrogol) diminui drasticamente a ardência, o desconforto e o risco de toxicidade.
    Cicatriz e Inflamação ao Mesmo Tempo: Desconstruímos a ideia de que o médico deve tratar a inflamação primeiro para só depois focar na cicatriz. Veja como estruturar seu protocolo para abordar ambas as queixas simultaneamente desde a primeira sessão.
    Associações Terapêuticas (Lasers e Microagulhamento): O mito de que tecnologias e ácidos devem estar sempre afastados caiu. Aprenda a pensar em camadas, associando procedimentos como lasers e microagulhamento com peelings de forma sequencial para remodelar a derme e tratar a epiderme no mesmo encontro.
    Peeling Além da Destruição: A ação do peeling vai muito além de descamar camadas. Entenda como formulações modernas funcionam como veículos para ativos direcionados, como os ativadores da autofagia, essenciais no manejo da acne da mulher adulta.
    Por que assistir este episódio:
    Porque continuar aplicando protocolos generalistas de peeling, baseados apenas na descamação, no ressecamento agressivo e no medo de associações, é limitar os resultados da sua clínica e o conforto do seu paciente.
    Neste Cast, você vai entender por que o peeling químico é uma ferramenta sofisticada de modulação celular, que exige uma visão integrada com as terapias tópicas e sistêmicas.
    O episódio 227 é uma imersão direta e embasada na literatura para o médico que deseja modernizar seu arsenal, dominar o raciocínio das formulações magistrais e assumir o controle na criação de estratégias personalizadas para o manejo da acne e de suas cicatrizes.
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    Pele Digital Cast #226 - O Enigma do Granuloma Anular: Da Imunologia à Medicina de Precisão

    26/06/2026 | 49min
    O nosso encontro especial sobre as novas perspectivas no diagnóstico, fisiopatologia e tratamento do granuloma anular já está disponível no Pele Digital Cast.
    Se você não conseguiu acompanhar ao vivo, agora pode conferir uma verdadeira aula magna conduzida pelos doutores Fábio Francesconi e Omar Lupi, desconstruindo a falsa percepção de que uma doença visualmente simples de diagnosticar é necessariamente fácil de tratar.
    Neste episódio 226, mostramos como a ciência está mudando o horizonte dessa condição, abandonando o modelo clássico focado puramente na morfologia para abraçar a complexidade do imunometabolismo, as vias moleculares e o uso de terapias-alvo, como os inibidores de JAK.
    O que você vai aprender:
    Os Limites do "Olho Clínico": A aparência visual das lesões pode esconder mecanismos imunológicos distintos. Exploramos como tecnologias avançadas, incluindo RNA de célula única e metabolômica, ajudam a identificar vias inflamatórias específicas, marcando o verdadeiro início da medicina de precisão para a doença.
    O Cuidado com o Diagnóstico Diferencial: Existe um risco crítico de confusão diagnóstica com a hanseníase tuberculoide. Discutimos a importância vital do exame dermatoneurológico e da avaliação da sensibilidade térmica antes de qualquer prescrição imunossupressora.
    O Motor Mitocondrial da Inflamação: A inflamação não depende apenas de citocinas, mas também da energia celular. Detalhamos as alterações no metabolismo mitocondrial dos macrófagos e como o sistema OXPHOS sustenta o recrutamento de linfócitos para a lesão.
    A Quebra de Dogmas Imunológicos: O granuloma anular não é mais visto apenas como uma doença guiada pelo eixo TH1. Entenda a complexa dualidade da resposta celular, que envolve a convivência de macrófagos M1 e M2, além da atividade simultânea das vias TH1 e TH2.
    O Alvo Central (Via JAK-STAT): Diferentes braços da resposta inflamatória, sejam guiados por interferon ou interleucinas, convergem para a sinalização JAK-STAT. Explicamos por que bloquear esse caminho com inibidores de JAK (como upadacitinibe e tofacitinibe) tem gerado respostas rápidas em casos disseminados e refratários.
    Repensando o Arsenal Terapêutico: Analisamos a perda de protagonismo dos corticoides sistêmicos na lógica da precisão, especialmente diante de comorbidades como diabetes e dislipidemia. Debatemos também o reposicionamento promissor, porém ainda inicial, de medicamentos como a metformina e a pentoxifilina.
    O Abismo do Acesso Off-Label: O avanço tecnológico esbarra na realidade regulatória e financeira. Refletimos sobre a dificuldade de cobertura por planos de saúde para medicações orais não oncológicas e a responsabilidade médica exigida ao indicar tratamentos off-label.
    Por que assistir este episódio:
    Porque continuar enxergando o granuloma anular apenas pelas suas formas clínicas tradicionais, tratando as lesões com opções limitadas e sequências exaustivas de corticoides, é manter o paciente preso a um ciclo de frustração.
    Neste Cast, você vai entender por que uma simples lesão em anel exige uma visão clínica integrativa, atenta a possíveis comorbidades ocultas e marcadores histológicos determinantes, como a presença de mucina e células gigantes.
    O episódio 226 é uma imersão densa e necessária para o médico que deseja dominar a biologia molecular da pele, compreender as nuances da medicina translacional e assumir o controle no manejo das formas disseminadas e resistentes do granuloma anular.
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    Pele Digital Cast #225 - Red Power: Entendendo a luz vermelha.

    22/06/2026 | 54min
    O nosso encontro especial sobre a fotobiomodulação e a ciência por trás da luz vermelha já está disponível no Pele Digital Cast.
    Se você não conseguiu acompanhar ao vivo, agora pode conferir uma verdadeira aula magna conduzida pelo time Pele Digital (Fábio, Omar e Andréa), mostrando como a medicina está reescrevendo o uso da luz não apenas como energia física, mas como um verdadeiro ativo farmacológico e modulador biológico.
    Neste episódio 225, discutimos por que o Red Power (a tecnologia da luz vermelha) vai muito além da estética básica. Explicamos como a luz atua como uma molécula sinalizadora complexa capaz de reescrever o metabolismo celular, destravando a respiração mitocondrial e resgatando a função biológica de tecidos envelhecidos, inflamados ou doentes.
    O que você vai aprender:
    A Luz como Ativo Biológico: O episódio desmistifica a fotobiomodulação, traçando um paralelo com a química (catálise fotorredox) e explicando como a luz atua como um reagente químico real no sistema biológico, transferindo elétrons e energia para resgatar a função celular.
    O Desbloqueio da Mitocôndria (A Chave-Mestra): A aula revela o papel do Complexo IV (citocromo c oxidase). Detalhamos como a luz vermelha causa a fotodissociação do óxido nítrico (NO), restaurando a cadeia respiratória e aumentando a produção de ATP em até 200%.
    Mitohormese e o Controle Redox: Entenda a biologia de como a luz induz um estresse oxidativo leve e transitório (gerando radicais livres em doses terapêuticas). Esse gatilho sinaliza ao núcleo celular para ligar fatores de transcrição, como o Nrf2, promovendo uma defesa antioxidante natural.
    Janela Óptica e Segurança em Melasma: Aprofundamos por que a luz vermelha é extremamente segura. Ao contrário da luz azul, ela não ativa a opsina 3 (fotorreceptor ligado à hiperpigmentação), permitindo tratar condições inflamatórias, como melasma e rosácea, sem o risco de manchar a pele.
    A Importância Crítica da Dose (Lei de Arndt-Schulz): Aprenda a janela terapêutica exata. Discutimos por que "mais não é melhor" na fotobiomodulação, evidenciando que doses ideais estimulam o reparo, enquanto o excesso de Joules pode saturar os fotorreceptores, inibir o metabolismo e envelhecer a célula (o limite tênue entre tratar e estressar o tecido).
    O Protagonismo do Red Power no Consultório: A masterclass reforça como aplicar essa luz na prática: desde o aumento da perfusão vascular e o estímulo à produção de colágeno até o uso associado à Terapia Fotodinâmica (PDT) com Azul de Metileno para tratar infecções como a onicomicose.
    Por que assistir este episódio:
    Porque continuar enxergando lasers e LEDs apenas como fontes de "calor" ou "dano térmico", sem entender a cascata bioquímica, inflamatória e epigenética que eles desencadeiam no redoxoma da célula, é ficar preso a uma medicina mecânica e limitante.
    Neste Cast, você vai entender por que a verdadeira solução antienvelhecimento e de reparo tecidual exige o domínio da fotobiologia, tratando a luz com o respeito de uma droga capaz de modular cascatas de sinalização celular profundas.
    O episódio 225 é uma masterclass densa e essencial para o médico que deseja dominar a dosimetria (fluência e irradiância), parar de focar apenas na potência da máquina e passar a utilizar a ciência do Red Power para reprogramar com precisão a pele dos seus pacientes.
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    Pele Digital Cast #225 | LIPEDEMA: A DOENÇA DO SÉCULO XXI

    18/06/2026 | 35min
    Uma doença descrita há mais de 80 anos, mas que permaneceu por décadas confundida com obesidade, insuficiência venosa, celulite e até falta de disciplina da paciente.
    O novo episódio do Pele Digital Cast já está disponível e traz uma verdadeira aula sobre o lipedema, sua fisiopatologia, os sinais clínicos que não podem ser ignorados e o papel estratégico do dermatologista no diagnóstico e no acompanhamento desses pacientes.
    Ao lado da Dra. Larissa, referência no estudo e tratamento do lipedema, o time Pele Digital mostra por que essa não é uma “doença da moda”, mas uma condição crônica, progressiva e multifatorial que ganhou maior reconhecimento após sua inclusão no CID-11.
    Neste episódio 225, você vai entender como alterações hormonais, predisposição genética, distúrbios microvasculares, inflamação, atividade física inadequada e diferentes padrões alimentares podem interferir diretamente na manifestação e na descompensação da doença.
    O que você vai aprender:
    Uma doença que passou 80 anos no limbo diagnóstico:
    Entenda por que tantas pacientes foram tratadas durante anos como se tivessem apenas obesidade, varizes ou celulite. A falta de conhecimento sobre o lipedema levou à indicação de abordagens inadequadas, incluindo procedimentos estéticos que poderiam piorar o quadro.
    A relação entre genética, estrogênio e lipedema:
    A doença costuma se manifestar ou se agravar durante períodos de mudança hormonal, como puberdade, gestação, menopausa e uso de anticoncepcionais. O episódio explica por que a alteração não está necessariamente nos níveis sanguíneos de estrogênio, mas em sua ação local no tecido adiposo.
    Homens também podem desenvolver lipedema:
    Embora seja mais frequente em mulheres, o lipedema também pode acometer homens, principalmente em situações de hipogonadismo, redução da testosterona, doenças hepáticas, obesidade ou uso de hormônios femininos. A predisposição genética continua sendo um elemento decisivo.
    Lipedema não é sinônimo de obesidade:
    A gordura do lipedema possui características próprias e não responde da mesma maneira a dietas hipocalóricas ou aos exercícios convencionais. Muitas pacientes emagrecem da cintura para cima, mas permanecem com uma desproporção corporal evidente nos membros inferiores.
    Quando o exercício físico pode piorar o quadro:
    Atividades de alto impacto podem aumentar a inflamação e intensificar os sintomas em algumas pacientes. Exercícios aquáticos, fortalecimento da panturrilha e musculação individualizada podem ajudar no retorno venoso, na drenagem linfática e na manutenção da massa muscular.
    A diferença entre celulite e lipedema:
    Enquanto a lipodistrofia ginoide apresenta um aspecto mais estável, o lipedema pode variar de acordo com o estado inflamatório da paciente. Dor à palpação leve, sensação de peso, edema no final do dia, hematomas espontâneos e oscilação no aspecto da pele são sinais importantes para o diagnóstico diferencial.
    A origem da dor e dos hematomas:
    A dor do lipedema não deve ser minimizada. Alterações microvasculares podem provocar extravasamento de líquido, hipóxia do tecido adiposo e dor isquêmica. A fragilidade dos capilares também ajuda a explicar o aparecimento frequente de hematomas sem trauma aparente.
    Inflamação, mastócitos e sintomas cutâneos:
    O episódio mostra como macrófagos e mastócitos participam da fisiopatologia da doença. Prurido, manifestações urticariformes, aumento da permeabilidade vascular e maior tendência a processos alérgicos podem fazer parte desse ecossistema inflamatório.
    Tirzepatida no tratamento do lipedema:
    A discussão aborda o uso off-label da tirzepatida e suas possíveis ações além da perda de peso, incluindo modulação inflamatória, melhora do metabolismo do adipócito e atuação sobre mediadores como TNF-alfa e interleucina 6. Seu uso exige avaliação individualizada, prescrição e acompanhamento médico.
    O papel do atendimento multidisciplinar:
    Dermatologia, cirurgia vascular, endocrinologia, nutrição e fisioterapia precisam trabalhar em conjunto. O tratamento não deve se concentrar apenas na aparência das pernas, mas em todos os fatores hormonais, vasculares, metabólicos, musculares e inflamatórios envolvidos.
    Por que assistir a este episódio:
    Porque olhar para uma paciente com dor, edema, hematomas e desproporção corporal e resumir tudo a “celulite” ou “excesso de peso” pode atrasar o diagnóstico e perpetuar tratamentos frustrantes.
    O lipedema exige escuta clínica, exame físico cuidadoso, conhecimento fisiopatológico e uma abordagem verdadeiramente individualizada.
    Neste Pele Digital Cast, você vai descobrir por que examinar as pernas de uma paciente que chegou ao consultório para tratar melasma, queda de cabelo, psoríase ou realizar um procedimento estético pode revelar uma doença ainda não diagnosticada.
    O episódio 225 é essencial para dermatologistas que desejam ampliar sua capacidade diagnóstica, evitar intervenções inadequadas e assumir o protagonismo no cuidado de uma condição que já representa aproximadamente 60% dos atendimentos na clínica da Dra. Larissa.
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