266 episódios
- IA aplicada ao negócio virou prioridade em toda diretoria, mas na prática muita empresa ainda vive um cenário caro e frustrante: dezenas de provas de conceito paradas, conta de cloud e de tokens subindo, Shadow IT espalhado e um CFO perguntando onde o ponteiro realmente se moveu. Marcos Rodrigues já viu empresa com 900 POCs de IA e apenas duas em produção, e uma delas acabou aposentada. Se você sente que o hype está à frente do resultado, este episódio mostra como fazer agentes de IA gerarem retorno mensurável.Neste episódio, Wellington Cruz recebe Marcos Rodrigues, cofundador e CTO da ASYMA.AI, com passagem por B3, Cielo, Gerdau e Itaú, e Rômulo Barbosa, CEO da Techrom Tecnologia. A conversa vai do jurídico à contabilidade e ao RH. Tem o caso de uma contestação trabalhista que levava três semanas e cerca de R$ 15 mil e hoje sai em 10 minutos por R$ 30, e a explicação de por que o modelo padrão de LLM alucina em temas especializados e como RAG, base atualizada e modelos de referência mudam esse jogo. Também entram na pauta: agentes validadores que se questionam e só avançam em consenso, com revisão humana quando divergem; um roteador que escolhe o modelo certo pela complexidade da tarefa para controlar o custo de tokens; agentes tratados como analistas juniores que precisam de treino e supervisão; a ideia de que a produtividade com IA vira o novo baseline do mercado; e o futuro do time de TI, dos desenvolvedores e dos arquitetos. Ainda falam de harness engineering, governança sem travar o negócio e do porquê de dados organizados virem antes do modelo mais novo.Quem acompanha o episódio ouve quem já implementou IA em operações críticas de grandes empresas e hoje coloca agentes autônomos para trabalhar lado a lado com times de negócio, e quem cuida da base de dados, streaming e analytics que sustenta tudo isso. Se você lidera tecnologia, atua em produto ou toca um negócio que quer sair do PowerPoint e entrar em produção, esta conversa é para você.
00:00:00 IA aplicada que move o ponteiro do negócio (com Marcos Rodrigues, ex B3)
00:06:27 Entre o fornecedor que não entrega e a Big Four do PowerPoint: a origem da Asyma.AI
00:12:18 Contestação em 10 minutos por R$ 30: IA no jurídico sem alucinação
00:18:44 Shadow IT na era da IA: dados sensíveis no chat e governança que não trava
00:23:17 900 POCs e 2 em produção: da ânsia de usar IA ao ROI com indicadores
00:33:40 CFO vs. CIO: OPEX de tokens e o novo baseline de produtividade
00:38:48 Agente como membro do time: a Sofia é a analista júnior do RH
00:42:29 Quando a IA concorda com tudo: agentes validadores e comitês de LLMs
00:44:26 Dev vs. negócio criando com IA: não dite o código, defina a missão (harness engineering)
00:51:40 Shadow IT 2.0: não dá para lutar contra a IA, TI tem que ser a habilitadora
00:59:54 A TI vai virar a gráfica da empresa? A polêmica do fim do desenvolvedor 'transcritor de código'
01:05:51 Como entrar numa empresa com a TI no meio: segurança, SaaS e integração como back-end
01:10:48 Plot twist: a tecnologia está matando a própria área de tecnologia (e como sair do centro de custo)
01:16:09 Por dentro da plataforma: multiagentes, roteamento de modelos por custo e agentes que criam agentes
01:23:34 Jurídico, contabilidade e consultoria com divisão de sucesso: os casos reais da Asyma.AI
Youtube: https://youtu.be/ucejiLzmmxIOutras plataformas: https://linktr.ee/pptnaocompilaAcompanhe nas redesInstagram e Twitter: @pptnaocompilaLinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pptnaocompilaCriação e Apresentação: Wellington Cruz - https://www.linkedin.com/in/wellingtoncruz/ - Quando um celular é apreendido, um sistema é invadido ou uma empresa vaza dados, quem separa o que é fato do que é achismo? É aí que entram a perícia e a computação forense, uma área que mistura tecnologia, método científico e direito, e que o Brasil tem acompanhado cada vez mais nas notícias. Se você já se perguntou como funciona o trabalho de um perito criminal na prática, este episódio do PPT Não Compila responde, sem romantizar a profissão.O host Wellington Cruz recebe Ricardo Capozzi, perito da Inforac Laboratório Pericial, professor e doutorando em direito, com mais de 20 anos de estrada. A conversa parte de uma ideia provocadora: o perito é um cientista, e seu trabalho gira em torno de materialidade, dinâmica e autoria. Ricardo mostra a diferença entre perícia criminal e cível, explica quando o ônus da prova muda de lado (o caso das fraudes bancárias e do Código de Defesa do Consumidor) e conta por que um laudo tecnicamente brilhante pode ser jurídica e totalmente imprestável se o método falhar. Usando o celular apreendido do caso Vorcaro como exemplo, ele detalha o caminho do dispositivo: mandado de busca e apreensão, cadeia de custódia em 10 etapas, saco de Faraday, imagem forense, hash (SHA-256, MD5), indexação com Cellebrite, IPED e Magnet, e só então a análise que exige inteligência humana. Tem ainda a armadilha dos quesitos de advogados, o princípio de Carl Sagan de que ausência de evidência não é evidência de ausência, um caso de vazamento de dados via LinkedIn que virou aula sobre cultura corporativa versus política de segurança no papel, o risco da shadow AI dentro das empresas e o que fazer se você quer entrar nessa carreira.Com passagem por várias universidades, participação no comitê da ABNT ligado à ISO 27037, na APECOF e nas comissões da OAB-SP, Ricardo traz uma visão rara de quem vive entre o código e o tribunal. Assista até o final, deixe seu like, comente qual parte mais te surpreendeu, compartilhe com aquele colega do SOC e se inscreva no canal para não perder os próximos episódios. Quer ver a conversa continuar? Diga nos comentários que a gente volta com mais perícia por aqui.
00:00 Perícia em computação forense
06:40 O que é um perito? Por que perícia é ciência e método importa
15:00 Materialidade, autoria e dinâmica: da cena do crime ao crime digital
20:50 Perícia cível x criminal: fraude bancária, inversão do ônus da prova e verdade real
29:35 Perícia extrajudicial e produção antecipada de prova: como a prova chega ao juiz
32:45 Perito judicial, assistente técnico e a ausência de um conselho de classe
40:35 Como o juiz usa o laudo e as pegadinhas dos quesitos: ausência de evidência não é evidência de ausência
49:00 Ciência x retórica: por que o perito fundamenta e o advogado argumenta
58:50 Anatomia de uma perícia: do mandado de busca ao laudo, passando por cadeia de custódia, imagem forense, hash e indexação
1:13:00 Achou algo fora do escopo? Limites do objeto da perícia e quesitos fora da área técnica
1:27:50 Siga o protocolo: por que 95% dos incidentes são falhas de procedimento (e o caso do LinkedIn)
1:44:15 Shadow AI e vazamento de dados: como a perícia enfrenta a IA generativa nas empresas
1:55:40 Do TK85 ao doutorado em Direito: a trajetória híbrida entre TI e Direito
2:04:00 Letramento jurídico para profissionais de TI: contratos, SLA, nuvem e o abismo entre áreas
2:13:35 Como se tornar perito: cadastro nos tribunais, leitura dos códigos e o perfil que a profissão exige
Youtube: https://youtu.be/bYWGlqony2QOutras plataformas: https://linktr.ee/pptnaocompilaAcompanhe nas redesInstagram e Twitter: @pptnaocompilaLinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pptnaocompilaCriação e Apresentação: Wellington Cruz - https://www.linkedin.com/in/wellingtoncruz/ - Gestão de dados virou a pauta urgente de qualquer empresa que quer usar IA de verdade, e não só mostrar um punhado de agentes no PowerPoint. A pressão vem de cima, o concorrente já anunciou 20 agentes, mas na base ainda tem diretoria calculando receita de um jeito e outra diretoria de outro. Neste episódio do PPT Não Compila, a conversa vai direto nesse ponto: como uma gigante global resolve o básico antes de escalar inteligência artificial e por que pular essa etapa faz o projeto bater no teto.O host Wellington Cruz e Rômulo Barbosa, CEO da Techrom Tecnologia, recebem Rafael Martins, AI & Analytics Senior Manager da Lenovo, há 13 anos na empresa. Ele conta como a Lenovo, líder global em notebooks com 26% de market share, lida com um volume enorme de dados espalhados por mais de 180 mercados e três unidades de negócio. Entram na conversa a padronização de KPIs entre geografias, a arquitetura medalhão (bronze, prata e ouro), ontologia de dados, Databricks, Azure, Power BI, Fabric Data Agent, Copilot Studio e MCP. Rafael mostra como os agentes consomem o modelo semântico com row level security, e como a Lenovo separa dados sensíveis entre China e Estados Unidos, a ponto de duplicar ambientes de BI. Tem também o comitê de IA com mais de 300 projetos submetidos, um journal que reduziu 3 horas de consolidação semanal para 5 minutos, a defesa de uma arquitetura agnóstica, o papel do for deployment engineer, o custo escondido de usar LLM onde um machine learning simples resolveria, a conta de tokens e uma pausa para os bastidores da Lenovo na Fórmula 1 e na Copa do Mundo. Pouca coisa é teoria. É um raio X de quem está tocando isso em produção.Se você é executivo, arquiteto, engenheiro de dados ou entusiasta de IA e quer ver como governança pode ser o freio que permite acelerar com segurança, este episódio é para você. Rafael tem mais de 22 anos de tecnologia e transita entre negócio e engenharia, e Rômulo traz a visão de quem desenha soluções para empresas.
00:00 Dados em escala global: como a Lenovo se prepara para a era da IA
05:42 Muito além do ThinkPad: o portfólio 'do bolso à nuvem' da Lenovo
09:08 BI, dados e IA global: 26% do mercado de notebooks e uma montanha de dados
13:20 Garbage in, garbage out: o básico que 90% das empresas pula antes da IA
17:25 A corrida por 30 agentes: IA como amplificador, ontologias, grafos e a latência do ChatGPT
28:24 China x EUA: soberania de dados, ambientes duplicados e o painel de 100 polegadas do CEO
37:28 A IA deu uma rasteira nos executivos: o comitê que governa mais de 300 projetos
40:50 Entre o negócio e a TI: o perfil que vai dominar a era dos agentes
44:38 A stack por trás de tudo: Databricks, Azure, Power BI e Fabric
47:29 O 'Journal' do executivo: de 3 horas de análise para 5 minutos com multiagentes
58:25 Guardrails na prática: row-level security, MCP, Shadow AI e skill hub interno
01:11:50 Arquitetura que expira em 3 meses: FDE, o novo valor do arquiteto, agnosticismo e a guerra dos harnesses
01:20:20 IA híbrida e tokenomics: orçamento, business case e quando o machine learning ainda vence o LLM
01:29:19 Lenovo fora do escritório: Fórmula 1, Copa do Mundo, Libras, arritmia cardíaca e NPUs
01:37:20 Governança não é freio: por que você precisa de pedal para acelerar com IA
Youtube: https://youtu.be/K9rpdKovyR4Outras plataformas: https://linktr.ee/pptnaocompilaAcompanhe nas redesInstagram e Twitter: @pptnaocompilaLinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pptnaocompilaCriação e Apresentação: Wellington Cruz - https://www.linkedin.com/in/wellingtoncruz/ - Suco de laranja 4.0: você já parou para pensar quanto de tecnologia existe entre o pé de laranja e aquela caixinha que chega no seu supermercado? Spoiler: é muito mais do que simplesmente espremer a fruta. Neste episódio do PPT no Compila, mergulhamos na operação da Citrosuco, maior produtora de suco de laranja do mundo, e descobrimos como drones, IoT, veículos autônomos e inteligência artificial transformaram o agro em uma das indústrias mais data-driven que você vai conhecer.Nosso convidado Claudionor Oliveira Júnior, CIO da Citrosuco, abre o jogo sobre como a empresa processa dados de mais de 25 milhões de plantas espalhadas em quase 90 mil hectares. A conversa passa por tratores autônomos que pulverizam pomares 24x7, drones que fazem inventário e cubicagem de árvores via visão computacional, sensores de IoT rodando em rede 4G e NB-IoT implantada em dezenas de torres pelo campo, e um combate tecnológico ao greening, a praga que mais ameaça a citricultura mundial. Claudionor também detalha a estrutura de dados que sustenta tudo isso: do SAP S/4HANA (já na versão RISE) até o uso de Databricks, machine learning aplicado à análise fitossanitária e os primeiros passos com IA generativa via Copilot Studio em projetos internos, como a assistente virtual Lara, criada para o RH. Rômulo Barbosa, host convidado, puxa ainda discussões afiadas sobre governança de dados, os bastidores de uma migração de SAP sem downtime e por que o hype da IA generativa nem sempre é a ferramenta certa para o problema certo.Com mais de 20 anos de carreira em tecnologia aplicada ao agronegócio, Claudionor traz uma visão rara de quem está na linha de frente da inovação em uma das cadeias produtivas mais verticalizadas e globais do Brasil, do viveiro de mudas até os portos de Santos, Bélgica, Japão, China e Austrália. Se você quer entender como tecnologia de ponta e ciência de dados estão reescrevendo o futuro do campo, não pode perder essa conversa. Assista ao episódio completo, inscreva-se no canal, siga o PPT no Compila nas redes sociais e confira os links dos convidados na descrição. Depois desse papo, prometemos: você nunca mais vai olhar pra uma caixinha de suco da mesma forma.
00:00:00 Suco de laranja high-tech: conhecendo o CIO da Citrosuco
00:05:04 Do pé à gôndola: a jornada global do suco 100% verticalizada
00:07:45 Quantos sistemas rodam por trás de uma caixinha de suco?
00:09:11 SAP, mudas clonadas e a engenharia genética da laranja
00:11:07 Rastreabilidade: o suco sofre as mesmas regras do algodão e da soja?
00:14:03 Tratores autônomos e drones: a IA chegou no pomar (e seu emprego não está seguro)
00:17:43 Contagem de 25 milhões de árvores com visão computacional
00:23:37 Greening: a 'gripe' que ameaça toda a produção de citros
00:27:23 Guerra de talentos: como atrair devs para o interior de São Paulo
00:34:18 O dilema real da IA: por que nem tudo é prego para o martelo generativo
00:47:50 O pesadelo (bem-sucedido) de migrar para o SAP Rise
00:58:57 Lara: o assistente de IA que revolucionou o RH dos colhedores
01:04:50 A estratégia oculta da SAP para te prender no ecossistema
01:08:32 Ciência no campo: a aposta em universidades e startups
01:11:00 Lição final: por que TI não pode ser só 'gatekeeper'
Youtube: https://youtu.be/GsRcbQ0q_KcOutras plataformas: https://linktr.ee/pptnaocompilaAcompanhe nas redesInstagram e Twitter: @pptnaocompilaLinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pptnaocompilaCriação e Apresentação: Wellington Cruz - https://www.linkedin.com/in/wellingtoncruz/ - Operações de TI que realmente funcionam não nascem de um dia para o outro, e quem trabalha com SRE e observabilidade sabe bem disso. A verdade é que a maioria das empresas ainda opera no modo apaga-incêndio: salas de guerra com 80 pessoas, horas de downtime, e aquela sensação de que mais sorte do que juízo está sustentando o ambiente em produção. Se você se identificou, esse episódio foi feito para você. Aqui, a UNICRED, cooperativa de crédito focada no setor de saúde, abre o jogo sobre uma jornada real de maturidade em operações de TI, desde um NOC improvisado até uma estrutura robusta de SRE, observabilidade e engenharia de plataforma.O host Wellington Cruz recebe Bruno Pereira, CEO da Elven e cohost do episódio, junto com Cristiano Ness, Coordenador de SRE e DevOps da UNICRED, Fábio Mesquita, referência em operações de TI na casa há 15 anos, e Felipe Fernandes, Especialista DevOps responsável pela evolução das esteiras de entrega. Ao longo de mais de duas horas de conversa sem atalhos, o grupo discute como a UNICRED saiu de pipelines caóticas com 100 linhas de freestyle para uma esteira padronizada e consistente, a adoção do Dynatrace em modo força-tarefa para instrumentar o ambiente produtivo em uma semana, a criação do papel de Incident Commander para desburocratizar salas de crise, a redução de 100% nos incidentes críticos em apenas um ano, e os primeiros passos com IDP interno, GitOps com Argo CD, Vault para gestão de credenciais e a chegada dos agentes de IA no desenvolvimento. Conceitos como OpenTelemetry, shift left, Dora Metrics, circuit breaker, blameless culture e Team Topologies aparecem não como teoria de slide, mas como decisões reais tomadas na dor do dia a dia.Essa é uma conversa entre profissionais que viveram na pele cada conflito de nomenclatura entre DevOps e SRE, cada rollback às 2 da manhã e cada sala de guerra que poderia ter sido evitada. Bruno Pereira, com sua trajetória à frente da Elven acompanhando dezenas de jornadas de maturidade em engenharia de confiabilidade, traz o contraponto estratégico perfeito para as experiências práticas do time da UNICRED. Se você quer entender como transformar operações de TI em vantagem competitiva real, assista até o fim, se inscreva no canal, ative as notificações e compartilhe com quem precisa ouvir isso. Os links dos convidados estão na descrição.
Capítulos
00:00:00 Teaser: O Caos Antes da Ordem — Conflitos de SRE, DevOps e Observabilidade
00:01:05 Apresentações: Quem São os Convidados e o Que é a Unicred?
00:07:05 A Jornada da Unicred: De Salinha de Servidores a Data Center no Equinix
00:15:00 DevOps → SRE → Engenharia de Plataforma: A Evolução (e os Conflitos) dos Times
00:23:55 Silos, Spotify Model e o Pêndulo do Ágil: Lições de Quem Viveu na Pele
00:33:00 Observabilidade Não É Problema de Infra: A Virada de Chave Cultural
00:43:05 Sala de Guerra com 80 Pessoas: Como Era o Gerenciamento de Incidentes Antes
00:55:00 Incident Commander e Blameless Culture: O Modelo que Reduziu Incidentes Críticos em 100%
01:07:20 Instrumentando o Ambiente: A Implementação do Dynatrace em Uma Semana
01:20:55 Engenharia de Plataforma na Prática: Entra Felipe e a Pipeline 3.0 da Unicred
01:30:00 GitOps, Vault e Supply Chain Security: Governança Sem Fricção para o Desenvolvedor
01:36:50 IA no Pipeline: Como Governar Código Gerado por Agentes Dentro da Esteira?
01:46:40 IDP — Internal Developer Portal: O Próximo Passo para Escalar com Padrão e Autonomia
01:58:30 Soft Skills, Mindset de Crescimento e o Profissional de TI no Mundo Pós-IA
02:01:20 Conselhos Finais: Resiliência, Benchmark e Como Começar Sua Jornada de Maturidade
Youtube: https://youtu.be/nTL-QFDH4EgSpotify:Outras plataformas: https://linktr.ee/pptnaocompilaAcompanhe nas redesInstagram e Twitter: @pptnaocompilaLinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pptnaocompilaCriação e Apresentação: Wellington Cruz - https://www.linkedin.com/in/wellingtoncruz/
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