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Café com Política

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    Bin da Ambulância | Café com Política

    06/03/2026 | 33min
    As fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata mineira no início do ano deixaram mortos, desaparecidos e cidades devastadas. No Café com Política, o deputado estadual Bim da Ambulância (Avante) relata a experiência de quem esteve diretamente nas áreas afetadas e critica a forma como o poder público reagiu à tragédia. Segundo o parlamentar, há falhas estruturais na mobilização e na execução das ações de socorro às vítimas. Ele afirma que o modelo atual de resposta a desastres depende das prefeituras, que muitas vezes não têm estrutura suficiente para enfrentar situações de grande escala. Durante a entrevista, Bim também defende a criação de uma força-tarefa permanente do Estado para atuar em emergências e apontar problemas na assistência às famílias após as enchentes. Assista ao trecho da entrevista e entenda a avaliação do deputado sobre o socorro às vítimas e os desafios da gestão pública diante dos desastres climáticos em Minas Gerais.
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    Anderson Coelho | Café com Política

    06/03/2026 | 33min
    Minas Gerais enfrenta um gargalo silencioso na saúde pública: filas extensas e baixa oferta de fisioterapia e terapia ocupacional no SUS. No Café com Política, o presidente do CREFITO-4, Anderson Coelho, explica que pacientes com sequelas de AVC, autismo e outros problemas de saúde podem esperar meses ou até um ano por atendimento, perdendo uma janela importante de reabilitação.
    Segundo ele, a falta de investimento na atenção multidisciplinar, baixos salários e escassez de concursos públicos contribuem para o problema, que pode agravar quadros clínicos e aumentar os custos do sistema de saúde.
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    Ana Pimentel | Café com Política

    04/03/2026 | 40min
    A deputada federal Ana Pimentel (PT) afirmou, em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quarta-feira (4/3) no canal de O TEMPO no YouTube, que há recursos disponíveis para a reconstrução das cidades atingidas pelas chuvas na Zona da Mata mineira e criticou a demora do governo estadual na adoção de medidas.
    “O governo federal fez isso em poucas horas, no mesmo dia do acometimento. O dinheiro existe. Existe um recurso específico para essas situações”, declarou a parlamentar, defendendo que as prefeituras se organizem para executar os valores liberados.
    “Houve muita demora na liberação dos decretos”, afirmou a deputada, ao criticar a atuação do governo do Estado. Para ela, Minas Gerais não possui uma estratégia estruturada de prevenção. “O governo Zema não está investindo em meio ambiente, em estratégias de prevenção”, pontuou.
    A parlamentar também defendeu que a prevenção de desastres não pode variar conforme a orientação política do governante. “A prevenção de desastres e calamidades não pode ser política apenas de governo. Se o governo acredita, entre aspas, nas mudanças climáticas, ele investe. Se não acredita, desmonta a resposta. Não pode: o governador decidiu que não vai investir em prevenção e, simplesmente, não investe. Não pode ser desse jeito.” Para ela, é necessário que haja recursos carimbados para prevenção, assim como ocorre nas áreas de saúde e educação.
    Questionada sobre as eleições de outubro, Ana Pimentel declarou que o nome trabalhado pelo PT para disputar o governo de Minas é o do senador Rodrigo Pacheco (PSD). “Consideramos que ele é um homem preparado, qualificado, que tem muita experiência e, ao mesmo tempo, muito articulado com as iniciativas federais que nós hoje trabalhamos”, afirmou. Segundo ela, o partido está empenhado em consolidar uma chapa forte para enfrentar o grupo do governador Romeu Zema (Novo).
    Sobre a pré-candidatura do vice-governador Mateus Simões (PSD), a petista avaliou que ele “não convence os mineiros”. “Ele não sobe nas pesquisas”, disse.
    A deputada também garantiu que a oposição apresentará nomes consolidados. “Não haverá grandes surpresas. Serão nomes consolidados, bons nomes para que a gente construa uma chapa forte para ganhar o governo de Minas Gerais e o Senado também”, afirmou.
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    Renan Santos | Café com Política

    03/03/2026 | 30min
    O presidente do partido Missão, Renan Santos, afirmou em entrevista ao Café com Política que o caso Banco Master é “o escândalo mais ecumênico” já visto no país. Santos criticou ainda o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), por ter “coragem seletiva” ao atacar o STF e classificou como “briga de egos” os embates envolvendo o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Eduardo Bolsonaro. Para o presidente do Missão, o cenário eleitoral em Minas Gerais é “um desenho maluco”, com fragmentação na direita e indefinições partidárias.
    Questionado sobre as investigações do Banco Master, Renan disse que o escândalo envolve “Centrão, STF, deputado, senador, governadores, esquerda, direita, influencer fitness”, o que, segundo ele, cria uma força política para que o caso “simplesmente desapareça”. Para o dirigente, há uma tentativa de transformar o episódio em “bode expiatório”, evitando uma apuração ampla. “Se ele (Vorcaro) delata, ele derruba todo mundo”, afirmou, ao avaliar que o caso atinge diferentes campos políticos. 
    Sobre declarações de Romeu Zema de que seria o único pré-candidato com coragem para criticar o Supremo Tribunal Federal, Renan afirmou que “dá risada” da fala. Segundo ele, as críticas precisam atingir todos os envolvidos em escândalos, inclusive nomes ligados à direita. “Eu respeitaria e defenderia publicamente o Zema se ele tivesse coragem de bater em todo mundo nessa história”, disse, ao acusar o governador de adotar uma postura seletiva.
    Durante a entrevista, Renan também comentou disputas no campo conservador, especialmente envolvendo Nikolas Ferreira e integrantes da família Bolsonaro. Para ele, trata-se de uma disputa por influência. “É uma briga de egos”, afirmou, acrescentando que, se fosse uma divergência de valores, “já estavam rompidos há muito tempo”. O presidente do Missão declarou ainda que Nikolas “nunca discordou frontalmente” dos Bolsonaro e que a disputa atual é por “espaço, liderança, poder, dinheiro”.
    No cenário mineiro, Renan avaliou que há excesso de pré-candidatos e indefinições partidárias. “É um desenho maluco”, disse. Ele questionou a possibilidade de o PL apoiar o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), argumentando que o partido precisaria de um nome “integralmente alinhado” para maximizar votos no Estado. Sobre Cleitinho, o presidente do Missão afirmou ainda que não o vê como um candidato ideologicamente definido e que parte da confusão está mais presente “na internet” do que na política tradicional.
    Apesar das críticas ao cenário atual, Renan reafirmou que manterá sua pré-candidatura à Presidência e descartou abrir mão do projeto. Segundo ele, o partido pretende apresentar propostas próprias e romper com o que chama de seletividade na política brasileira. “Se o brasileiro quer votar em ladrão, está tudo bem. Mas vote sabendo o que está fazendo”, declarou o dirigente que defende que o partido também tenha uma candidatura  própria ao governo do Estado.
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    Prefeito de Ubá, José Damato | Café com Política

    28/02/2026 | 33min
    O prefeito de Ubá, José Damato (*PSD), afirmou em entrevista ao Café com Política que a cidade vive o momento mais difícil de sua história após a enchente que atingiu o município e outras cidades da Zona da Mata Mineira. Segundo o chefe do Executivo municipal, embora haja promessas de apoio, a reconstrução depende da chegada efetiva de recursos dos governos estadual e federal. O prefeito reconheceu que há diálogo, mas cobrou que os anúncios se transformem rapidamente em ações concretas.
    “O compromisso do governo federal e estadual é ajudar. Algumas coisas já chegaram, mas o que foi combinado é uma coisa muito maior para ajudar a cidade. É isso que nós precisamos, de reestruturar novamente a nossa cidade”, pontuou. 
    Segundo o prefeito, as conversas já ocorreram e as respostas institucionais têm sido positivas, porém ressaltou que a cidade não pode esperar. “As respostas têm sido rápidas. Agora precisamos que as ajudas também cheguem o mais rápido possível.” Ele ainda alertou que a prefeitura já utilizou todos os recursos disponíveis em caixa e que depende da chegada efetiva de verbas e equipamentos para manter as frentes de trabalho funcionando.
    O vice-prefeito, Cabo Rominho, também enfatizou que, além das visitas e anúncios, é fundamental que os recursos sejam liberados sem demora. “A gente precisa que chegue equipamento, que chegue recurso pra gente poder pagar combustível pra máquina trabalhar. A prefeitura tem limite de caixa, não temos um caixa infinito", pontuou. 
    Segundo o o prefeito de Ubá, a prefeitura já esgotou os recursos próprios e depende do apoio externo para manter as máquinas funcionando e garantir combustível e alimentação às equipes. O prefeito confirmou ter recebido ligação do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que anunciou visita à cidade.
    “O impacto (da visita) é extremamente positivo. Nós estamos fazendo levantamento de todos os dados do impacto financeiro da cidade, do impacto estrutural e o que nós temos que fazer para recuperar”, explicou. A equipe de engenharia do município e de empresas privadas trabalham na consolidação de números para apresentar ao presidente. “Nós vamos fazer esse levantamento para poder apresentar para o presidente, com dados reais e palpáveis”, afirmou.
    Entre as perdas, o prefeito destacou a destruição da farmácia municipal. “Perdemos quase R$ 5 milhões em medicamentos, perdemos toda nossa sala de vacinas”, relatou. Questionado sobre prevenção, Damato afirmou que a gestão encontrou o município sem projetos estruturais na área hídrica. “Quando a gente assumiu o governo no ano passado, não tinha nenhum plano relacionado à questão hídrica da cidade”, disse. Ele destacou que a prefeitura elaborou projetos e conseguiu a previsão de R$ 65 milhões para obras de bacias de contenção, mas os recursos ainda não haviam sido liberados. Ainda assim, ponderou: “Nenhuma cidade estava preparada para o que aconteceu. Foi o maior evento natural da história da cidade”.
    A tragédia também atinge em cheio a economia local. Ubá é reconhecida como polo moveleiro e, segundo a prefeitura, mais de 300 empresas foram impactadas. “O nosso comércio foi dizimado”, afirmou Damato. Levantamento apresentado pela Associação Comercial aponta prejuízo mensal superior a R$ 185 milhões para a indústria local, o que pode gerar desemprego em cadeia.
    Diante do cenário, a administração municipal articula medidas emergenciais para evitar o colapso econômico. O prefeito relatou que solicitou, junto ao governo federal e estadual, a criação de linhas de crédito especiais para comerciantes e empresários.“Tivemos reunião para tentar viabilizar uma linha de crédito especial para os comerciantes, para os empresários, para a gente poder reestruturar o mais rápido possível todo o comércio e as indústrias”, afirmou.

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