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Café com Política

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Café com Política
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    Duda Salabert | Café com Política

    22/04/2026 | 35min
    A deputada federal Duda Salabert (PSOL-MG) rejeitou apoio ao senador Rodrigo Pacheco (PSB) ao governo de Minas e defendeu o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) como principal nome da esquerda em Minas Gerais. Segundo ela, Kalil tem “uma relação muito maior com os movimentos populares” e “mais conexão popular” do que o senador.
    Questionada sobre a gestão e a candidatura do governador Mateus Simões (PSD) ao Palácio Tiradentes, a parlamentar ironizou: “Eu defendo unidade em torno do Mateus Simões para nossa alegria, para ele terminar as eleições com 4% ou 5% dos votos. Ele tem o carisma de uma pedra”, afirmou. Duda também criticou o senador Cleitinho (Republicanos), classificando sua atuação como “populista” e ironizou o plano de governo de Romeu Zema à presidência. “Eu não sei se foi o Romeu Zema que escreveu o plano de governo ou inteligência artificial”, pontuou.
    No cenário nacional, a deputada também criticou uma eventual candidatura presidenciail de Ciro Gomes (PSDB).  “Eu acho que o Ciro é um ótimo candidato para perder as eleições”. Questionada sobre o convite do deputado Aécio Neves (PSDB) a candidatura de Ciro, Duda classificou a movimentações como “balela”. “Toda eleição é a mesma coisa”, afirmou.
     'PDT se perdeu ideologicamente'
    Ao justificar sua saída do PDT e filiação ao PSOL, Duda disse que houve um distanciamento ideológico do antigo partido. Segundo ela, a legenda “se afastou do legado de Brizola”. "O PDT se perdeu ideologicamente. Aqui em Minas Gerais, o partido é base do Romeu Zema”, argumentou. A parlamentar também relembrou críticas feitas ao PSOL no passado, quando apontou “transfobia estrutural”, mas afirmou que o partido corrigiu falhas. “Hoje, o PSOL dá muito mais apoio para mulheres, pessoas negras, indígenas e pessoas trans”, justificou.
    Duda critica gestão de Damião e diz que governo de BH é 'de verniz' -
    Durante a entrevista, a deputada também criticou a gestão do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União), classificando o governo como superficial. “É um governo muito mais de verniz do que de questões profundas; Qual são os três maiores problemas de Belo Horizonte? Aumento da população em situação de rua, trânsito e a Lagoa da Pampulha. O Álvaro Damião não fez nada para combater isso”, afirmou.
    A deputada também questionou a permanência da vereadora licenciada Cida Falabella no PSOL após assumir a Secretaria de Cultura da capital. Para a deputada, há conflito político na decisão. “O PSOL não pode compor o governo do Álvaro Damião”. Segundo Duda, a situação pode configurar “infidelidade partidária” e deve ser debatida internamente pelo partido.
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    Fernando Breno - Prefeito de Coromandel | Café com Política

    20/04/2026 | 29min
    O prefeito de Coromandel, Fernando Breno Valadares Vieira, faz uma análise direta sobre a distribuição de recursos no Brasil e levanta um debate importante sobre o pacto federativo. Durante a entrevista ao Café com Política, ele afirma que os municípios estão sobrecarregados, recebendo menos recursos enquanto acumulam mais responsabilidades.
    Segundo ele, de cada 10 reais pagos em impostos, apenas 2 ficam nas cidades, o que compromete a capacidade de investimento e atendimento à população. O prefeito também critica os possíveis impactos da reforma tributária e defende uma revisão mais ampla da Constituição, adaptada à realidade atual do país.
    A entrevista traz reflexões sobre governança, eficiência da gestão pública e a necessidade de mudanças estruturais para melhorar a vida da população.
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    Wagner Ferreira | Café com Política

    20/04/2026 | 31min
    Neste episódio do "Café com Política", recebemos o vereador Wagner Ferreira (Rede Sustentabilidade) para um bate-papo franco sobre os principais desafios de Belo Horizonte e seus novos planos para o Estado de Minas Gerais.
    Wagner detalha seu projeto de lei que restringe a publicidade de casas de apostas (bets) na capital e alerta para os graves impactos na saúde mental e financeira das famílias. O vereador também explica os bastidores de sua saída amigável do Partido Verde, sua filiação à Rede e a pré-candidatura a Deputado Estadual em 2026.
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    Leninha | Café com Política

    17/04/2026 | 30min
    A presidente do PT em Minas Gerais e deputada estadual Leninha afirmou, em entrevista ao Café com Política, que o partido lamenta o possível afastamento de PSOL e Rede na disputa pelo governo de Minas, diante da aproximação das siglas com o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), mas respeita a movimentação política do grupo. Segundo ela, embora o PT desejasse uma aliança mais ampla no campo da esquerda, a decisão é legítima.
    “Claro que pode acontecer. A gente lamenta esses desarranjos da esquerda, porque gostaria de ter esse palanque mais forte, mas respeita essa movimentação, que é legítima”, afirmou.
    Leninha também reconheceu que o partido já discute cenários alternativos caso o senador Rodrigo Pacheco (PSD) recue da disputa pelo governo de Minas. Segundo a dirigente, o PT não descarta lançar candidatura própria ao Palácio Tiradentes. “O nosso tema é avançar agora na proposta com o Pacheco, nosso governador. Mas, se ele não vier, a gente tem que recuar para fazer uma reanálise do contexto”, disse. “A gente vai discutir a estratégia para termos o nome para o governo de Minas Gerais, que também pode vir do PT.”
    Sobre a composição da chapa majoritária, a presidente do PT mineiro afirmou que o partido não condiciona alianças à indicação do vice-governador e que a prioridade está concentrada na candidatura de Marília Campos (PT) ao Senado. “Nós não vamos fazer nenhum tipo de imposição. A gente não carrega a vaidade de que o PT tem que estar na chapa de governador. Já temos uma conquista importante, que é a nossa pré-candidata ao Senado”, declarou.
    Segundo Leninha, o foco da legenda está integralmente voltado para a candidatura de Marília, sem discussão, neste momento, sobre um segundo nome petista para a disputa ao Senado. “Nosso foco é a pré-candidatura da Marília. A campanha dela é muito importante para nós. Hoje é isso”, disse.
    Apesar das indefinições, Leninha reiterou que o PT mantém a expectativa de que Pacheco confirme candidatura ao governo de Minas em 2026. De acordo com ela, a direção petista segue apostando no nome do senador, apontado desde o início pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como prioridade para encabeçar o palanque no Estado. “A nossa conversa com ele (Lula) é que, de fato, Pacheco será candidato. Publicamente não teve nada, mas, conosco, do PT, ele sempre tem uma relação muito respeitosa e educada, dizendo que as coisas vão se resolver. Eu espero que se resolva ele sendo o nosso candidato”, afirmou.
    No plano interno, Leninha destacou que os novos quadros recém-incorporados ao partido, como as deputadas estaduais Bella Gonçalves e Ana Paula Siqueira, fazem parte de uma estratégia voltada também para as eleições municipais. Segundo ela, o fortalecimento atual mira diretamente 2028. “Essa busca ativa foi no sentido de pensar pré-candidaturas que possam nos ajudar agora, mas já com o olho nas eleições para as cidades”, explicou.
    Sobre a unidade interna da legenda, após a disputa no comando estadual, Leninha afirmou que o período de tensões ficou para trás e garantiu coesão no partido em Minas. “Essa unidade já aconteceu pós-eleições. O PT tem isso: às vezes se divide para a disputa interna, mas depois unifica, porque a nossa luta é maior”, analisou.
    Ao avaliar os primeiros movimentos do governador Mateus Simões (PSD) no comando do Executivo mineiro, Leninha criticou a gestão e afirmou que não houve entregas concretas até agora. “É o lero-lero de sempre. Não tem entrega nenhuma. A pauta principal é falar do PT e do presidente Lula. Não tem pauta para anunciar para a sociedade”, criticou.
    A deputada também minimizou a pré-candidatura presidencial de Romeu Zema (Novo), avaliando que sua projeção nacional é limitada. “Para fora de Minas Gerais não ecoa nada do Zema. Para mim, ele só é conhecido pelas coisas que fez, como comer banana com casca, fazer atividade física e lavar prato”, ironizou.
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    Jarbas Soares | Café com Política

    16/04/2026 | 25min
    O ex-procurador-geral de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Jarbas Soares (PSB), defendeu a candidatura do senador Rodrigo Pacheco (PSB) ao governo de Minas e indicou que o parlamentar deve ampliar sua presença no estado nos próximos meses. Em entrevista ao Café com Política, no canal de O TEMPO no YouTube, Jarbas disse que a filiação de Pacheco ao PSB é um sinal claro de que ele entrará na disputa pelo Palácio Tiradentes. “Eu acho que o senador, se não fosse candidato, ele não teria se filiado", pontuou
    Recém-filiado ao PSB, Jarbas também confirmou que não pretende disputar vaga para deputado federal ou estadual e deixou claro que seu horizonte político está voltado para cargos majoritários. Segundo ele, uma composição como vice em eventual chapa encabeçada por Pacheco está no radar. “Eu não vou disputar eleição para deputado federal e deputado estadual.  Pode ser que, dentro dessa composição, eu possa estar ao lado dele como vice”, declarou. Sobre uma eventual candidatura ao Senado, o ex-procurador ponderou que a disputa tende a ser contaminada por um debate que considera menor: “Eu vejo que a disputa no Senado vai estar um pouco contaminada de pessoas que são a favor e contra impeachment de ministro do Supremo. Eu acho essa discussão muito pequena”, avaliou. 
    Questionado sobre cenário estadual, Jarbas descartou qualquer alinhamento com o governador em exercício Mateus Simões (PSD), a quem elogiou pessoalmente, mas de quem se distanciou politicamente. “Eu gosto muito do professor Matheus, acho ele uma pessoa formidável, de inteligência muito grande. Mas, sinceramente falando, eu não me vejo no campo político que ele busca. Essa chamada direita extremada também, a forma de ser, eu não me sinto à vontade no campo político que ele milita”, afirmou.
    Durante a entrevista, Jarbas também fez críticas à gestão de Romeu Zema (Novo). Para ele, Minas perdeu protagonismo nacional e carece de uma administração mais ousada. “Minas Gerais está nesse marasmo, vamos falar a verdade, está parada no tempo. Minas hoje é um estado atrasado”, pontuou. Na avaliação do ex-procurador, faltou ao atual governo capacidade de articulação institucional com Brasília. Segundo ele, os embates políticos de Zema com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comprometeram interesses do estado: “Ele foi muito provocativo em relação ao presidente Lula e isso acabou prejudicando Minas”.
    Jarbas criticou ainda a escolha feita por Zema para o comando do Ministério Público de Minas Gerais, afirmando que a decisão interferiu negativamente em um processo interno de transição. “Na forma que foi, ele deu prejuízo muito grande para o Ministério Público. Ele (Zema) bagunçou o Ministério Público”, declarou, referindo-se à nomeação do procurador-geral Paulo de Tarso. 
    Penduricalhos e STF 
    Sobre o debate em torno dos chamados penduricalhos no Judiciário, Jarbas atribuiu o problema à defasagem acumulada nos subsídios das carreiras jurídicas. Segundo ele, a perda inflacionária desde 2004 chega a cerca de 50%, o que teria levado tribunais e órgãos a criarem mecanismos compensatórios. “O ideal é que o Congresso regulamente isto, defina o que pode e o que não pode”, afirmou, defendendo uma solução legislativa transparente para o tema.
    Ao analisar o caso envolvendo o Banco Master e a relação de ministros do Supremo Tribunal Federal com o empresário Daniel Vorcaro, Jarbas pregou cautela e disse que qualquer conclusão deve depender da apuração formal. “É preciso verificar realmente se tem esse envolvimento dos ministros com alguma coisa ilícita. As informações que nós temos são de imprensa, e eu, como promotor de Justiça, sempre faço avaliação com os autos na mão”, avaliou.
    O ex-procurador defendeu ainda padrões rigorosos de conduta para integrantes da Suprema Corte. “O ministro do Supremo, até porque chama Supremo, tem que ter muitas restrições, tem que ter uma vida quase franciscana”, afirmou, ressaltando que, embora magistrados devam manter contato com a comunidade jurídica, precisam observar limites éticos compatíveis com a função.

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