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Café com Política

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    Luís Eduardo Falcão, presidente AMM e prefeito de Patos | Café com Política

    05/2/2026 | 25min
    O presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão (sem partido), acusou o vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), de ultrapassar os limites do embate político e levar a disputa para o campo familiar. Em entrevista ao Café com Política, Falcão afirmou que o vice perdeu o controle ao ligar para sua esposa, a deputada estadual Lud Falcão (Podemos), para tratar de um assunto que, segundo ele, deveria ter sido discutido diretamente com os prefeitos.
    “Ele perdeu totalmente a linha e extrapolou qualquer limite. Isso deixou de ser uma questão política e entrou na seara familiar, o que não é admissível”, afirmou. Falcão disse ainda que o vice-governador tentou, dias depois, “reescrever os fatos” em entrevistas à imprensa, numa tentativa de amenizar o episódio. Para ele, os fatos falam por si.
    O presidente da AMM fez questão de diferenciar sua relação com o governador Romeu Zema (Novo) da relação com o vice. Segundo Falcão, o rompimento é com Mateus Simões, não com Zema. Ele elogiou a postura do governador, a quem classificou como equilibrado e respeitoso, mas criticou a centralização de decisões no segundo mandato. “A grande diferença é que hoje tudo está muito centralizado no vice-governador. Ele mesmo diz: ‘eu mandei, eu vou mandar’. Essa não é a forma de fazer política”, disse.
    Falcão afirmou que o diálogo com o vice-governador está encerrado e citou como exemplos a falta de resposta a ofícios da AMM, demissões de servidores ligados a Patos de Minas e o corte de convênios com as forças de segurança. Para ele, essas ações configuram retaliação política após o embate institucional.
    Ao tratar do cenário eleitoral de 2026, Falcão disse que a pausa anunciada pelo senador Cleitinho não altera o projeto que vem sendo discutido para Minas Gerais. Ele afirmou manter diálogo frequente com o senador e destacou que a decisão de Cleitinho de priorizar a família deve ser respeitada. “A questão familiar está acima de qualquer disputa política”, disse.
    Falcão admitiu que pode disputar cargos em 2026, incluindo o governo de Minas ou a Câmara dos Deputados, mas rejeitou a ideia de uma candidatura imposta. “Candidatura se constrói, não se impõe. Não acredito nesse modelo de tirar todo mundo do caminho para ser candidato”, afirmou. Segundo ele, qualquer decisão será consequência de um projeto coletivo e não de um projeto pessoal.
    O presidente da AMM confirmou conversas com diversos partidos e disse que a definição sobre filiação deve ocorrer até março, prazo legal para a disputa eleitoral. Ele afirmou ter dialogado com praticamente todas as grandes siglas, com exceção do PT, com o qual disse não ter identificação.
    Por fim, Falcão criticou a antecipação do debate eleitoral em Minas Gerais e avaliou que a disputa pelo governo está mal colocada. Para ele, o Estado precisa parar de discutir o passado e avançar em projetos de futuro. “Não dá para ir para mais uma eleição só dizendo que alguém não pode voltar. Isso é muito pouco para Minas Gerais”, concluiu.
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    Christopher Laguna, presidente do Novo em MG | Café com Política

    04/2/2026 | 33min
    Após quase ficar sem representação parlamentar em 2022 por “erros na montagem de chapa”, o Partido Novo pretende mudar a estratégia em Minas Gerais para 2026. Conforme o presidente estadual da sigla, Christopher Laguna, a legenda irá investir novamente na criação de núcleos municipais, o que fez com que o Novo saísse de quatro para 94 vereadores em 2024, para construir uma base eleitoral sólida para as eleições deste ano. O cenário foi avaliado durante entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta quarta-feira (4/2) no canal no YouTube de O TEMPO.
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    Anderson Cabido, Prefeito de Congonhas | Café com Política

    03/2/2026 | 38min
    O prefeito de Congonhas, Anderson Cabido (PSB) criticou o que ele chamou de “descoordenação” entre os poderes públicos ao lidar com o vazamento de 220 mil m³ de água com sedimentos da cava da mina de Fábrica, da mineradora Vale, localizada entre Congonhas e Ouro Preto, na região Central de Minas Gerais. Em entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta terça-feira (3/2) no canal no YouTube de O TEMPO, o chefe do Executivo cobrou que as cidades envolvidas fossem escutadas e que as medidas tomadas a nível municipal fossem levadas em consideração.
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    Geraldo Henrique, diretor Político do Sindpúblicos | Café com Política

    02/2/2026 | 30min
    Sem recomposição salarial nos últimos anos, o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Minas Gerais (Sindpúblicos-MG) cobra a correção da inflação na remuneração dos servidores públicos do Estado. Conforme o diretor político da categoria, Geraldo Henrique, a recomposição anual era uma promessa de campanha do governador Romeu Zema (Novo), que está prestes a encerrar o segundo mandato. A demanda dos servidores foi apresentada durante entrevista ao programa Café com Política, exibido no canal no YouTube de O TEMPO nesta segunda-feira (2/2).
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    Ronaldo Scucato, presidente do Sistema Ocemg | Café com Política

    30/1/2026 | 29min
    O presidente do Sistema Ocemg, Ronaldo Sucato, afirmou que o cooperativismo seguirá cobrando dos governos políticas públicas mais eficazes para o setor, especialmente nas áreas de crédito, seguro rural e financiamento da produção. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta sexta-feira (30/1) no canal O TEMPO no YouTube, ele avaliou que as medidas atualmente adotadas pelo poder público não são suficientes para garantir o avanço do modelo cooperativista no país.

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Entrevistas com os principais líderes políticos de Minas Gerais e do país sobre os assuntos mais evidentes da semana. Presidente, governadores, senadores, deputados, vereadores e representantes de entidades são questionados sobre tudo aquilo que o cidadão quer saber.
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