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- Sargento Rodrigues (PL) se coloca como candidato à presidência da Assembleia Legislativa de Minas Gerais e diz que a composição da Mesa Diretora da Casa deve refletir a nova configuração de forças no parlamento mineiro. Segundo ele, o PL, que tem 21 dos 77 parlamentares, teria um direito natural ao comando do Legislativo.
O parlamentar participou do Café com Política e descartou uma negociação com outras legendas que deixe o PL fora do comando da Casa. “Não há como uma sardinha engolir o tubarão”, afirmou.
Caminhando para seu oitavo mandato consecutivo na ALMG, Sargento Rodrigues aposta na experiência e nas alianças para colocar seu nome no páreo. Ele ainda falou da relação com o governador eleito Cleitinho Azevedo e aposta que com a nova gestão da Cidade Administrativa haverá espaço para ganhos salariais e recomposição das Forças de Segurança de Minas Gerais. - A presidente do PT em Minas Gerais, deputada estadual Leninha, detalhou, em entrevista ao Café com Política, as estratégias da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na última semana antes do segundo turno das eleições presidenciais. Entre as ações, estão a regionalização da campanha, a busca ativa por eleitores que não votaram no primeiro turno e a tentativa de conquistar votos de quem escolheu outros candidatos. Leninha também falou sobre a necessidade de ampliar o diálogo com a juventude, reconheceu falhas na comunicação do partido sobre as ações do governo federal e defendeu a renovação do discurso da esquerda. A íntegra da entrevista está disponível no canal de O TEMPO no YouTube.
- O deputado estadual Eduardo Azevedo (PL), reeleito em 2026, acredita que o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), seu irmão e próximo governador de Minas, não deverá encontrar grandes dificuldades para avançar com projetos na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Eduardo acredita que a bancada do PL, a maior da Casa para a próxima legislatura, e os demais partidos de direita e de centro devem estar alinhados ao futuro chefe do Executivo mineiro. A avaliação foi feita em entrevista ao programa Café com Política, exibido no canal no YouTube de O TEMPO.
“Ele tem tudo para que isso possa acontecer. Só dentro do PL, tendo esse bom relacionamento com o partido, são 21 parlamentares. Ainda existem os outros partidos também, mais de centro, de centro-direita, que vão estar alinhados com o Cleitinho. Então, eu creio que ele não vai ter dificuldade em fazer com que essas pautas tramitem dentro da Assembleia.”
As pautas em questão são bandeiras defendidas por Cleitinho durante a campanha para o governo de Minas, como redução da alíquota do IPVA no estado e enxugamento da máquina pública. Conforme Eduardo, essas serão suas prioridades também para o segundo mandato que terá na Assembleia a partir do ano que vem. - Em entrevista ao Café com Política, disponível no canal de O TEMPO no YouTube, a secretária nacional de Finanças do PT e eleita deputada federal, Gleide Andrade, disse que pretende levar para o Congresso pautas de cuidado com a pessoa idosa. “A gente fala muito da juventude, porque é muito importante a juventude e o futuro, mas a gente tem de cuidar muito da pessoa idosa”, afirmou. “Nós precisamos garantir aquelas casas que uns chamam de creche para idoso. Nós vamos ter de fortalecer as nossas LPs, que são as instituições de longa permanência, para a saúde da pessoa idosa”, completou.
- Apesar de não ter sido eleita para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) nas eleições de 3 de outubro, a vereadora de Belo Horizonte Fernanda Altoé (PL) diz que a candidatura presidencial de Romeu Zema pelo Novo ajudou a sigla a superar a cláusula de barreira e manter acesso a recursos do fundo partidário. Em Minas Gerais, o Novo manteve duas cadeiras na ALMG. Para ela, “o contexto político deixou bem claro que, muito embora as pesquisas apontassem que 67% da população do Brasil estivesse insatisfeita com a polarização, foi a polarização entre o PT e o PL, que nem foi entre direita e esquerda, foi entre dois partidos, que determinou a eleição em Minas Gerais, considerando que das 67 cadeiras na Assembleia, 40 ficaram entre esses dois partidos”, disse Altoé, em entrevista ao Café com Política.
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Entrevistas com os principais líderes políticos de Minas Gerais e do país sobre os assuntos mais evidentes da semana. Presidente, governadores, senadores, deputados, vereadores e representantes de entidades são questionados sobre tudo aquilo que o cidadão quer saber.
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