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- Em entrevista ao Café com Política, de O TEMPO, o advogado especialista em direito público e eleitoral Lucas Neves cobrou um olhar mais rigoroso dos partidos durante o período entre as convenções partidárias e os registros de candidaturas. Para ele, as legendas devem promover um acompanhamento técnico com juristas para evitar problemas futuros, como a impugnação de candidaturas.
Durante a conversa, ele também citou quais questões podem levar à impugnação de candidaturas pelos Tribunais Regionais Eleitorais. “O processo eleitoral não é uma brincadeira. É a base principal de uma democracia. E não é à toa que existe todo um arcabouço jurídico, normas constitucionais e infraconstitucionais que definem as regras desse procedimento”, disse. - Com a experiência de quase 40 anos da sua chegada à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), a empresária e ex-deputada Maria Elvira é a convidada desta edição do Café com Política. Afastada das urnas, mas observadora atenta dos bastidores, ela relembra conquistas marcantes de seus mandatos — como os projetos de lei da reconstrução mamária pelo SUS e do fim da revista íntima nas fábricas — e analisa o tabuleiro sucessório para as Eleições 2026. Na entrevista, Maria Elvira avalia os principais pré-candidatos ao Executivo mineiro e defende o nome do governador Mateus Simões (PSD), a quem define como uma "pessoa correta, trabalhadora e excelente advogado". Ela comenta ainda sobre o perfil de outros nomes que movimentam o cenário mineiro, como Gabriel Azevedo, Alexandre Kalil e Cleitinho Azevedo. Confira a entrevista exclusiva ao canal de O TEMPO no YouTube.
- O deputado federal e secretário geral do PL em Minas, Marcelo Álvaro Antônio, afirmou em entrevista ao programa Café com Política que a prioridade do partido é o senador como candidato ao governo do estado. No entanto, ressalta que a indefinição de Cleitinho atrapalha o planejamento do partido que, caso não conte com o parlamentar, terá candidatura própria. A poucos dias da convenção partidária, marcada para 23 de julho, a legenda ainda não conseguiu definir seu quadro de candidatos à espera do senador. "Ela (definição do Cleitinho) é muito importante para a gente saber qual é o rumo que o PL vai tomar nas eleições estaduais aqui de Minas Gerais", afirmou.
Além do cenário eleitoral, Marcelo Álvaro Antônio falou sobre a expansão do metrô de BH e região metropolitana e negou que o senador Carlos Viana (PSD-MG) tenha participado de qualquer reunião de negociação e estruturação da intervenção. "O senador Carlos Viana faz o papel do engenheiro de obra pronta e tenta se apropriar de um tema que ele não teve participação nenhuma", enfatizou o deputado federal.
Na conversa com os jornalistas Janaína Fonseca e Leonardo Augusto, Marcelo falou ainda sobre sua saída abrupta e tumultuada do Ministério do Turismo, durante o governo de Jair Bolsonaro (PL) e sobre o fato de ter sido indiciado em um processo que envolvia candidaturas-laranja no PSL em Minas. O caso foi arquivado pelo STF.
Veja a íntegra da entrevista. - O cenário político brasileiro hoje é "muito difícil", na avaliação do vice-presidente do PSDB em Minas Gerais, Eduardo Azeredo. Ex-governador de Minas, ex-senador, ex-deputado federal e ex-prefeito de BH, Azeredo afirma que faltando menos de três meses para as eleições, em outubro, vários partidos, inclusive a legenda tucana, ainda não têm nomes definidos para a disputa. para ele, esse quadro é reflexo da fraqueza dos partidos. "A democracia, para poder ser forte, tem que ter partidos fortes. E nós hoje temos partidos muito fracos", avaliou o político.
Em entrevista ao programa Café com Política, de O TEMPO, Azeredo afirmou que o PSDB não tem definição de qual rumo tomar e nem de nomes para disputar a Presidência da República e o governo do estado. Ele ainda critica a gestão do ex-governador Romeu Zema (Novo) que, segundo ele, deixou a dívida com a União aumentar apenas com os juros, em uma ação que ele chama de "calote autorizado". - João Batista dos Mares Guia, que foi o primeiro deputado estadual eleito pelo PT em Minas e é atual pré-candidato a deputado federal, refletiu sobre as mais de 4 décadas de existência da sigla que ajudou a fundar. Para ele, o partido “cumpriu seus compromissos” de “elevação das condições civis, socioeconômicas e até culturais e educacionais do povo brasileiro”, mas “houve falhas”. “Houve um mensalão” e “ficamos em silêncio. Deveríamos dizer com toda a clareza o que houve e punir via Conselho de Ética quem se envolveu”. As declarações foram dadas em entrevista ao Café com Política, disponível no canal de O TEMPO no YouTube.
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Sobre Café com Política
Entrevistas com os principais líderes políticos de Minas Gerais e do país sobre os assuntos mais evidentes da semana. Presidente, governadores, senadores, deputados, vereadores e representantes de entidades são questionados sobre tudo aquilo que o cidadão quer saber.
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