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- Uma pergunta aparentemente simples tem provocado debates acalorados: existe certo e errado quando tudo acontece apenas na nossa imaginação? A discussão ganhou força depois que participantes de um podcast revelaram opiniões completamente diferentes sobre fantasiar sexualmente com o parceiro de uma amiga. Para alguns, trata-se apenas de um pensamento íntimo. Para outros, é uma espécie de traição silenciosa. Mas será que a ética também alcança aquilo que nunca saiu da nossa cabeça?
As fantasias sexuais fazem parte da sexualidade humana e nem sempre refletem um desejo real de transformar aquela cena em realidade...
Vamos discutir o papel das fantasias na vida sexual, entender quando elas são saudáveis e refletir sobre os limites éticos do desejo.
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TikTok: https://www.tiktok.com/@interessa.otempo - Tem gente que, em poucos encontros, já imagina um futuro ao lado da outra pessoa. Já outras parecem desaparecer justamente quando o relacionamento começa a ficar mais sério. Afinal, por que algumas pessoas se apegam tão rapidamente, enquanto outras mantêm distância emocional?
No Interessa desta quinta-feira, vamos falar sobre a teoria do apego, que mostra como as primeiras relações da infância podem influenciar a maneira como construímos vínculos afetivos na vida adulta. Participe!
Renata Zacaroni recebe o psicólogo Adelson Santos para explicar por que algumas pessoas têm tanto medo de perder quem amam, enquanto outras se afastam quando o vínculo se fortalece.
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TikTok: https://www.tiktok.com/@interessa.otempo - Durante os primeiros 40 dias após o nascimento de um bebê, uma tradição tem fortalecido a rede de apoio de muitas famílias: a seva de resguardo. A iniciativa reúne amigos e familiares para preparar e levar refeições aos pais, permitindo que eles se dediquem aos cuidados com o recém-nascido. A proposta é baseada na solidariedade e no cuidado coletivo, mas, em alguns casos, também desperta dúvidas e até faz com que mulheres recusem a ajuda por medo de assumir um compromisso permanente.
Embora o princípio da seva seja o serviço voluntário, há grupos em que existe a expectativa de que quem recebe esse apoio participe, futuramente, de todas as próximas iniciativas. Isso levanta uma reflexão importante: a ajuda continua sendo espontânea quando passa a criar uma dívida moral?
Como fortalecer a rede de apoio às famílias, os benefícios da seva de resguardo e criar uma cultura de acolhimento que respeite os limites de cada pessoa? Interessa | Até onde a diferença de idade pode roubar a infância do filho mais velho?
21/07/2026 | 57minO pequeno Keyne, irmão caçula do jogador Lamine Yamal, conquistou o carinho do público durante a Copa do Mundo. O próprio atleta costuma dizer que o ama "como um filho", uma frase que emociona, mas também convida a uma reflexão importante. Em muitas famílias, especialmente quando existe uma grande diferença de idade entre os irmãos, o filho mais velho acaba assumindo funções que deveriam ser exercidas pelos pais, abrindo mão, muitas vezes, da própria infância.
Participar dos cuidados com um irmão mais novo pode fortalecer os vínculos familiares e criar lembranças afetivas para a vida toda. O problema começa quando essa ajuda deixa de ser ocasional e se torna uma obrigação constante. Levar à escola, preparar refeições, dar banho, educar e consolar passam a fazer parte da rotina de uma criança ou adolescente que ainda deveria estar vivendo a própria infância. Esse processo, conhecido como adultização ou parentalização, pode deixar marcas profundas na autoestima, nos relacionamentos e na forma como essa pessoa enxerga a responsabilidade ao longo da vida.
O Interessa debate a situação com a terapeuta breve Carol Miranda nesta terça, a fim de entender: até que ponto essa dinâmica fortalece o senso de responsabilidade e quando ela passa a gerar sobrecarga emocional.- Dores por todo o corpo, cansaço extremo e exames que não acusam nada. Essa é a realidade da fibromialgia, uma “doença invisível” que afeta mais de 6 milhões de brasileiros e que voltou ao debate com a personagem Elisa (Isabela Garcia) na novela ‘Quem Ama Cuida’. Por não aparecer em exames de imagem ou sangue, muitos pacientes ainda sofrem com o preconceito de ouvir que a dor é “coisa da cabeça”.
No Interessa de hoje, a apresentadora Renata Zacaroni e as jornalistas Janaína Fonseca e Lorena Martins receberam a reumatologista Dra. Viviane Batlle para explicar o que é a síndrome, como é feito o diagnóstico clínico e de que forma o tratamento multidisciplinar pode devolver a qualidade de vida a quem convive com a dor crônica.
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