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    Interessa | “Meu filho (a) se envolveu com minha amiga (o)": como lidar?

    04/11/2026 | 55min
    Uma amiga próxima da família, pessoa de confiança que frequentava a casa e acompanhou a rotina ao longo dos anos, passa a ocupar o lugar de parceira afetiva do filho ou da filha adulta. A situação, que parece roteiro de ficção, mas acontece na vida real, costuma desencadear uma tempestade de sentimentos contraditórios: surpresa, constrangimento, medo do julgamento social e uma amarga sensação de confiança traída.
    A partir dessa provocação dramatúrgica marcante em folhetins - como a relação entre Aldeíde e André em Vale Tudo, Olenka e Iran em Avenida Brasil, ou Shirley e Alberto em Senhora do Destino -, o Interessa coloca o tema no centro do debate. Nossas meninas analisam os impactos psicológicos e relacionais desse dilema.
    O que realmente incomoda: idade, lealdade ou perda de controle?

    O atrito muitas vezes vai além do mero preconceito com a diferença de idade. A grande questão reside na quebra da expectativa de lealdade entre amigas e no reposicionamento abrupto dos papéis familiares. A pessoa que antes ocupava um lugar de igualdade na amizade com os pais passa a habitar a esfera íntima do filho, criando uma dinâmica incômoda de convivência.

    Como diferenciar preconceito... de preocupação? Vem saber no Interessa!
    Onde acompanhar

    Assista à transmissão completa nos canais oficiais O TEMPO e O TEMPO LIVRE no YouTube, além de cortes e discussões nas redes sociais no Instagram (@programainteressa) e no TikTok (@interessa.otempo).
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    Interessa | Luto no feed: desaprendemos a comunicar a morte?

    03/11/2026 | 58min
    Descobrir o falecimento de um amigo, parceiro ou familiar por meio de um comunicado insensível nas redes sociais, uma notificação de aplicativo ou, até mesmo, durante uma transmissão ao vivo.
    Parece impossível, né? Mas a cena, que há poucos anos realmente poderia ser (porque, de fato, é!) um absurdo, tornou-se uma tendência frequente e dolorosa na cultura digital contemporânea. A necessidade desenfreada de figurar como o "primeiro a publicar" e a corrida pelo engajamento atropelaram preceitos básicos de humanidade, cuidado e respeito ao luto alheio.
    Para tratar desse fenômeno e, quem sabe, entendê-lo, o Interessa recebe nesta terça-feira (03) - pós Dia de Finados - a professora de psicologia do UNI-BH, Aline Ottoni, a fim de investigar a falta de repertório emocional da sociedade moderna para lidar com temas difíceis - e os estragos provocados pela comunicação fria intermediada por telas.

    Informar uma tragédia a alguém através de um chat ou postagem pública funciona como uma espécie de escudo para quem envia: o emissor se blinda do impacto emocional direto, da reação de dor e do confronto "olho no olho".
    No entanto, para quem recebe a notícia, o impacto bate como um golpe devastador, sem qualquer preparo, acolhida ou o conforto de um abraço presencial. Por isso esse papo é tão necessário. Acompanhe!
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    Interessa | Novembro Azul: nem todo homem esconde a dor pelo mesmo motivo

    02/11/2026 | 52min
    A revelação surpreendente feita pelo artista plástico brasileiro Romero Britto em sua autobiografia de que enfrentou um câncer de próstata em segredo ao longo de seis anos trouxe à tona uma discussão urgente que ultrapassa o âmbito médico.

    Diagnosticado precocemente durante um check-up de rotina graças ao alerta de seu médico, Britto realizou o tratamento, passou por cirurgia e está em remissão há dois anos. A postura do artista de vivenciar o processo em silêncio, entretanto, expõe um comportamento recorrente no universo masculino: o isolamento e a dificuldade de externar dores e vulnerabilidades ligadas a doenças estigmatizadas.
    O caso serve como ponto de partida para o Interessa Podcast desta segunda-feira, 02 de novembro, sob o comando de Renata Zacaroni e com bancada formada pelas jornalistas Tatiana Lagôa e Raphael Ramos. O programa recebe no estúdio o médico urologista e andrologista, Dr. Leonardo de Souza Alves, especialista no tratamento de disfunções sexuais e infertilidade masculina, para desmistificar o Novembro Azul e incentivar a prevenção periódica.

    O medo da vulnerabilidade e os entraves culturais

    Por que os homens ainda sentem tanta resistência em frequentar consultórios e realizar exames preventivos vitais, como a dosagem de PSA (exame de sangue) e o toque retal? A medicina explica a relação dos fatores culturais, que ainda associam o autocuidado a uma falsa percepção de fraqueza e o medo de alterar a rotina ou a apreensão em relação aos exames como os motivos pelos quais a população masculina se afasta da prevenção - fazendo com que a busca por ajuda ocorra apenas quando os sintomas já estão avançados.
    O câncer de próstata é o segundo tipo mais comum entre os homens no Brasil. Por ser uma doença silenciosa em suas fases iniciais, sem apresentar dores ou desconfortos aparentes, a realização dos exames de rastreio a partir dos 45 ou 50 anos (dependendo dos fatores de risco familiares) é a única forma de garantir um diagnóstico precoce, etapa na qual as chances de cura chegam a 90%.
    Medicina, arte e otimismo na recuperação

    O debate vai abordar ainda o equilíbrio entre a conduta médica rigorosa e a postura mental do paciente durante o tratamento. Em momento algum Romero Britto, conforme declarações dadas publicamente, negligenciou os protocolos da medicina tradicional, mas escolheu se cercar de arte, espiritualidade e rotinas ativas para evitar que o medo paralisasse sua vida.
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    Interessa | Além da perfeição das redes: o que torna uma história de vida verdadeiramente inspiradora?

    29/10/2026 | 48min
    Em uma era dominada por filtros, narrativas de sucesso instantâneo e vidas aparentemente perfeitas exibidas nas redes sociais, o que realmente tem o poder de tocar o coração e transformar a mentalidade de alguém?

    A resposta não está em biografias inalcançáveis de celebridades ou em fórmulas prontas de "positividade tóxica", mas na identificação profunda com a humanidade e os desafios do outro.

    Nesta quinta, o Interessa usa como pretexto o lançamento do livro Vidas que inspiram histórias reais (Volume 2) - idealizado pelas jornalistas Flávia Presoti e Luciana Avelino, do podcast Histórias Reais - para investigar por que relatos de superação vividos por pessoas comuns exercem tanto fascínio e geram tanta esperança.
    O poder da identificação pela vulnerabilidade
    A publicação reúne relatos verídicos de 22 profissionais de áreas diversas como medicina, comunicação e empreendedorismo, comprovando que inspirar não exige um pedestal. Neste dia, a bancada recebe no estúdio Luciana Avelino, além das participações da mentora de carreiras Leila Said e de Flávia Presoti. 
    Encontrar significado nas próprias cicatrizes e compartilhar aprendizados sem a máscara da perfeição é o primeiro passo para ressignificar a dor e descobrir que toda vida real carrega em si a potência de ser uma história inspiradora.
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    Interessa | Outubro Rosa: da dor ao acolhimento, como a experiência com o câncer transformou o olhar de uma psicóloga

    28/10/2026 | 1h 3min
    A campanha do Outubro Rosa é amplamente reconhecida pela conscientização sobre a detecção precoce do câncer de mama e a ampliação do acesso a exames como a mamografia digital. No entanto, existe uma dimensão silenciosa que muitas vezes fica à margem das estatísticas: o impacto emocional e a reorganização da identidade feminina diante do diagnóstico de uma doença grave.

    A fim de entender esse árduo processo, o Interessa Podcast, com apresentação de Renata Zacaroni e participação das jornalistas Flaviane Paixão e Queila Ariadne, recebe a psicóloga clínica Zaine Martins, nesta quarta (28). A profissional viveu a dura experiência de passar do lugar de quem cuida para o lugar de quem precisa ser cuidada ao enfrentar o tratamento contra o câncer de mama. Essa travessia deu origem ao seu livro Seguindo Plena, que combina a técnica da psicologia, acolhimento afetuoso e referências da MPB para amparar outras mulheres no mesmo processo.
    A vivência pessoal de quem sentiu a dor de dentro fortalece a empatia no atendimento de pacientes oncogênicos, mostrando que a busca pela recuperação integral da saúde envolve fé, coragem e o direito de viver todas as etapas do processo sem a obrigação de demonstrar uma força inabalável o tempo todo.
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