
Caso Letícia Birkheuer: quem está realmente sendo protegido nessa história? | Interessa Podcast
14/1/2026 | 59min
Separações já são, por si só, experiências emocionalmente desafiadoras. Quando esse processo acontece sob os holofotes com vídeos, acusações públicas e torcida organizada nas redes, o impacto deixa de ser apenas jurídico e passa a ser também psicológico. No caso envolvendo a atriz Letícia Birkheuer, a dor privada ganha contornos públicos: uma mãe que relata dificuldade de convivência com o filho adolescente e um conflito que extrapola os limites da intimidade familiar.Do lado materno, o desgaste é evidente. A necessidade de se explicar publicamente, de se defender de acusações e de lidar com julgamentos constantes coloca muitas mulheres em uma posição delicada: qualquer atitude pode ser usada contra elas. Entre o medo de parecer ausente e o risco de ser vista como agressora, a maternidade vira um verdadeiro campo minado, ainda mais quando a única narrativa amplificada é a de um adolescente que, embora legítima, pode estar atravessada por influências adultas.Já o adolescente, ainda em formação emocional, aparece muitas vezes com uma postura dura, confrontacional, que pode ser confundida com prepotência, mas também pode refletir confusão interna, lealdade dividida e exposição excessiva. Quando conflitos familiares se tornam públicos, o risco de alienação parental se impõe: não apenas pelo afastamento físico, mas pela construção de narrativas que transformam o filho em instrumento de disputa. E a pergunta inevitável permanece: quem está sendo protegido nessa história o adolescente ou o ego dos adultos?Essas e outras questões serão debatidas no Interessa desta quarta-feira, a partir das 14h, ao vivo, nos canais O Tempo e O Tempo Livre, no YouTube. O convidado do dia é Thiago Porto - Neurocientista e Hipnoterapeuta.

Janeiro está aí, a fatura também: e agora, como organizar o dinheiro sem surtar?
13/1/2026 | 56min
Definir janeiro em poucas palavras é fácil: pagamento de contas e impostos. IPTU, IPVA/DPVAT, matrículas e material escolar entram na lista de compromissos que pesam logo no começo do ano. Não à toa, muita gente já separa uma “fatia” do décimo terceiro salário justamente para enfrentar esse período com menos sufoco.É também em janeiro que cresce a busca por organização financeira e controle do orçamento. Depois dos excessos das festas de fim de ano, muita gente passa a procurar formas de colocar as contas em ordem, sair do endividamento e planejar melhor os gastos. Ao mesmo tempo, aumenta o interesse por investimentos, seja na renda fixa, como Tesouro Direto e CDBs, em fundos imobiliários ou até nos criptoativos, que seguem despertando curiosidade.Essa angústia coletiva aparece até nas buscas da internet. Termos como “empréstimo”, “quitar dívidas” e “Serasa” costumam disparar no Google Trends nesta época, refletindo a corrida por soluções rápidas para os apertos financeiros que janeiro costuma escancarar. Mas afinal: dá para se organizar financeiramente depois dos gastos do fim de ano ou janeiro já nasce perdido? Vale a pena quitar dívidas antes de pensar em investir, mesmo que seja pouco dinheiro? Essas e outras questões serão debatidas no Interessa desta terça-feira, a partir das 14h, ao vivo, nos canais O Tempo e O Tempo Livre, no YouTube. O convidado do dia é Rodrigo Schumacher, mentor financeiro, que vai ajudar a entender como atravessar janeiro sem surtar — e, quem sabe, começar o ano no azul.E já segue a gente nas redes sociais!

O que causa o soluço – e como se livrar desse incômodo
12/1/2026 | 51min
Você, muito provavelmente, já foi vítima do temido soluço. Às vezes ele dura poucos segundos; outras, vira um verdadeiro caos pessoal. O soluço acontece quando o diafragma, músculo fundamental da respiração, se contrai de forma involuntária. Esse movimento vem acompanhado do fechamento rápido da glote, produzindo o clássico som. E o que pode disparar esse reflexo?Quem nunca recorreu a uma “mandinga” para tentar se livrar do incômodo? Prender a respiração, beber água gelada, levar susto, respirar dentro de um saco… Algumas dessas estratégias até funcionam porque bagunçam o padrão respiratório e ajudam a interromper o reflexo do soluço. Mas não existe fórmula mágica universal. O que resolve para um não funciona para outro e, na maioria das vezes, o soluço simplesmente vai embora sozinho - assim como chegou. A dúvida é: quanto tempo ele vai durar?Quando o soluço insiste em ficar, por horas ou até dias, o assunto muda de figura. No Interessa desta segunda, vamos entender a relação entre choque térmico e soluço, por que o álcool costuma ser um gatilho tão comum, se existe um perfil de pessoas que soluçam mais do que outras e, principalmente, quando o soluço deixa de ser inofensivo e vira sinal de alerta.O debate começa às 14h, ao vivo, nos canais O Tempo e O Tempo Livre, no YouTube, com a participação da Dra. Isabela Vasconcellos, especialista em Clínica Médica e coordenadora das equipes de Clínica das unidades Betim-Contagem e Nova Lima do Hospital Mater Dei.E já segue a gente nas redes sociais!

O que os astros revelam para cada signo no ano de 2026?
08/1/2026 | 58min
Para quem acompanha astrologia, 2026 não está sendo tratado como “só mais um ano”. Basta dar uma olhada nas redes sociais para encontrar previsões anunciando viradas de chave, fim de karmas, mudanças profundas e novos começos coletivos. E, segundo astrólogos, esse burburinho não surgiu do nada: alguns movimentos planetários importantes prometem mexer com ideias de futuro, escolhas pessoais, relações, trabalho e até com a forma como nos posicionamos no mundo. Não se trata de previsão de tragédia nem de promessa de milagre. A proposta é olhar para o céu como um convite à atenção. Mas aí surge a pergunta inevitável: até que ponto essas previsões realmente dizem algo sobre a nossa vida? Horóscopos generalizados valem para todo mundo do mesmo jeito? Quando uma previsão “bate”, é coincidência, leitura ampla demais ou identificação pessoal? E quando o que lemos é negativo, isso influencia nossas decisões pelo medo? As famosas listas de “signos sortudos” e “signos azarados” ajudam a refletir ou só criam ansiedade desnecessária? Talvez a pergunta mais interessante não seja “o que vai acontecer comigo em 2026?”, mas “como eu vou me posicionar diante do que vem?”. É sobre isso que a gente conversa hoje: astrologia com reflexão, sem medo e sem terceirizar o comando da própria história para os astros.

Escolher se relacionar com alguém que está solteiro há muito tempo é selo de segurança emocional?
06/1/2026 | 58min
Existe uma crença quase automática, pouco questionada, de que se relacionar com alguém solteiro há muito tempo seria uma escolha emocionalmente mais segura. Como se a ausência de ex recente significasse menos conflitos, menos bagagem e menos risco de dor. “Deus me livre de quem tem ex”, “ah, fulano está há anos solteiro, essa pessoa já resolveu tudo” - frases comuns, mas que simplificam demais a complexidade dos vínculos humanos. A vida real não funciona assim. Tempo sozinho não mede prontidão afetiva, assim como um término recente não define indisponibilidade emocional. Tem gente que faz o luto de um relacionamento ainda dentro dele e sai mais aberta para amar do que quem passou anos evitando vínculos profundos.Da mesma forma, há quem esteja solteiro há muito tempo não por escolha consciente, mas por medo de se envolver, dificuldade de intimidade ou repetição de padrões. A busca por “garantias” no amor diz muito mais sobre o nosso medo de sofrer do que sobre o outro. Uma pesquisa recente do Tinder, por exemplo, revelou um desencontro curioso: muitas mulheres acreditam que os homens só querem algo casual, enquanto a maioria deles afirma estar aberta a um relacionamento sério.E aí? Para você, dá para estar “livre” e, ainda assim, emocionalmente indisponível? É possível sair de um término recente mais consciente, inteiro e pronto para amar?



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