Sonhos eróticos: o que seu inconsciente está tentando te contar? | Interessa Podcast
Segundo a Associação Americana de Psicologia (via matéria publicada em O Globo), esses sonhos refletem energia sexual, desejo, intimidade emocional ou conexão com alguém... mas não devem ser encarados como previsões do futuro. Eles são produtos do nosso subconsciente, carregados de desejos, medos e experiências passadas, podendo aparecer de forma simbólica.Sonhos eróticos funcionam como expressões de desejos - uma mente que sonha com sexo é uma mente vitalizada, energizada, cheia de intensidade, que PASME: nem sempre é sexual. Sabia? Simboliza a forma como o desejo se manifesta em outras áreas da vida.Além disso, cada detalhe do sonho pode carregar mensagens diferentes: sonhar com abdômen indica possível infelicidade no amor; abraços aquecem a vida sexual; algemas alertam para perda de liberdade ou desejos reprimidos... enfim! Então, que tal prestar atenção aos sinais do seu inconsciente e pensar: como anda minha relação comigo e com quem eu amo?
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29 de agosto: Dia Nacional de Combate ao Fumo no Brasil
O tabagismo não é “falta de vergonha na cara”, é doença. A dependência da nicotina é REAL, embora muitos desqualificam... bagunça o sistema de recompensa do cérebro e por isso o fumo se associa à sensação de prazer e alívio. O problema é que essa 'dose de dopamina' vêm com mais de 4,7 mil substâncias tóxicas, entre elas arsênio, chumbo e monóxido de carbono. Segundo o INCA, 477 brasileiros morrem por dia vítimas do cigarro e derivados. E não é só cigarro, não: pod, vape e narguilé também entram no pacote. A OPAS lembra que mais de 8 milhões de pessoas morrem anualmente no undo por causa do tabaco, sendo 1 milhão de fumantes passivos (!!!).O LENAD III (Levantamento Nacional de Álcool e Drogas), o mais recente, apontou que 26 milhões de pessoas no país usam nicotina, o que equivale a 15% da população. Na sexta, 29 de agosto, celebra-se no Brasil o Dia Nacional de Combate ao Fumo. E vale refletirmos. Como a gente lida com esse vício que todo mundo julga mas pouca gente entende?
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Adultos usando… chupeta! Fuga emocional, imaturidade ou só vontade de aparecer? | Interessa Podcast
A “chupeta antiestresse” já virou febre em países como China e Estados Unidos e chegou com força ao Brasil (novidade! Por que será que a gente abraça tanto essas tendências?). Vendidas como acessório “estiloso” - algumas custando até 75 dólares, ou R$ 404, segundo o South China Morning Post -, a ideia é que, ao usar o bico, a pessoa consiga ter a ansiedade reduzida, parar de fumar e até melhorar o sono. Entre os usuários, especialmente da geração Z, a justificativa é simples: trazer de volta a sensação de segurança da infância em meio à vida caótica de adulto.Só que a Sociedade Brasileira de Pediatria já alertou que o uso prolongado da chupeta atrapalha a mordida e a respiração nas crianças e, segundo Dr. Tang Caomin, ouvido também pelo periódico chinês - SCMP - nos adultos pode ter o mesmo efeito, além de, diferente do que a GEN Z afirma, prejudicar o sono e até gerar risco de sufocamento. Psicólogos ainda levantam outra bola: o modismo não seria um reflexo da resistência por parte dos adultos de adultecer?
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Tem que falar tudo para o psicólogo mesmo?
Quando eu não contamos absolutamente tudo que vivemos durante a sessão de terapia, estamos sabotando a própria evolução e atrapalhando o tratamento. Faz sentido? Apesar de sim, esse filtro é mais comum do que a gente imagina e, geralmente, nasce de vergonha, medo de encarar certas situações ou até a ideia de que terapia é só para desabafar sobre problemas, deixando de lado assuntos que parecem “não tão importantes”. Mas aí vem a pergunta: mais do que precisar… a gente deve? Pode?Na prática, psicólogos trabalham sob um Código de Ética que garante sigilo absoluto. Ou seja, o medo de que o profissional vá espalhar o que foi dito não tem fundamento. Ainda assim, muitas pessoas demoram a criar confiança para se abrir completamente. Segundo uma pesquisa da American Psychological Association, cerca de 40% dos pacientes omitem informações relevantes nas primeiras sessões. O que leva alguém a esconder ou maquiar partes da própria história na terapia? Saiba no Interessa.
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O que a geração Z e a vontade de transar no escritório tem em comum
Por que essa coisa do crachá, do uniforme, de transar nesse ambiente corporativo desperta tanta fantasia no imaginário coletivo? O fetiche está ligado mais à figura de autoridade ou à submissão? Até que ponto a cultura pop e a pornografia moldam essa preferência? Quais as raízes desse fetiche? Há diferenças na percepção desse fetiche entre homens e mulheres?
O debate feminino que discute de temas diversos, como relacionamentos, família, saúde, trabalho e lifestyle, de forma moderna, dinâmica e descontraída.