Motel, hotel, Airbnb… ou a própria casa?
Por muito tempo, o motel foi sinônimo quase exclusivo de sexo e, junto com isso, vieram o tabu, a vergonha e o julgamento. Mas esse imaginário está mudando. A chamada nova motelaria aposta menos no explícito e mais em conforto, tecnologia, descanso e experiência. Tem gente indo pra motel pra dormir melhor, relaxar, trabalhar — e nem sempre pra transar.
Ao mesmo tempo, cresce quem prefere hotéis ou Airbnbs para viver a intimidade. Mais privacidade? Menos rótulo? Um ambiente “neutro” que não carrega tanta carga simbólica? Em grandes eventos, inclusive, motéis viraram alternativa estratégica de hospedagem o que diz muito sobre como esses espaços estão sendo ressignificados.
Ainda assim, a trava existe. De onde vem esse constrangimento? O problema é o lugar… ou o que ensinaram a gente a sentir sobre sexo? Onde as pessoas estão transando hoje? E o espaço influencia o desejo, a entrega, o prazer?