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- Trabalhar com propósito, manter relacionamentos impecáveis, prosperar financeiramente, cuidar da saúde e, de preferência, fazer tudo isso com um sorriso e postagens perfeitas nas redes sociais. A cobrança social para demonstrar um estado permanente de plenitude transformou o conceito de felicidade em uma espécie de meta de produtividade inalcançável. Mas a vida real insiste em mostrar que é perfeitamente possível ser uma pessoa realizada e, ao mesmo tempo, sentir-se esgotada no fim do dia.
Esse é o ponto de partida do estudo Mapa da Felicidade Real do Brasil 2026, idealizado pela especialista na ciência da felicidade Renata Rivetti (fundadora da Reconnect Happiness at Work) em parceria com o Instituto Ideia. O levantamento revela um dado surpreendente: 89% dos entrevistados no país declaram-se felizes de modo geral, a despeito de 33% estarem enfrentando quadros de ansiedade e 29% lidando com o estresse diário.
O Interessa desta quinta-feira (15) questiona a tirania do otimismo compulsório e propõe uma visão mais acolhedora sobre os sentimentos humanos.
A amarração do cotidiano não exclui a beleza das conquistas. Sentir amor pela própria trajetória professional ou familiar não anula o desejo ardente de ter uma pausa na rotina exaustiva, no trânsito ou no acúmulo de tarefas domésticas.
Desmistificar a ideia de que a felicidade precisa vir acompanhada por crachá de alta performance é o primeiro passo para preservar a saúde mental.
Onde acompanhar
Confira o debate completo nos canais oficiais do O TEMPO e do O TEMPO LIVRE no YouTube, além de reflexões em formato de cortes no Instagram (@programainteressa) e no TikTok (@interessa.otempo). Interessa | ‘Funflation’: por que ficou tão caro se divertir e manter nossos hobbies?
14/10/2026 | 53minViajar no fim de semana, ir a um restaurante, assistir a um show ou simplesmente comprar materiais para um hobby de artesanato em casa. O que antes funcionava como válvula de escape para o estresse do trabalho transformou-se em uma conta cada vez mais difícil de fechar. O fenômeno, apelidado mundialmente de "Funflation" (a inflação do lazer), reflete um movimento em que os custos de diversão sobem em ritmo muito superior ao do consumo geral.
Um levantamento do Bank of America Institute ilustra bem essa realidade: enquanto o volume de transações financeiras ligadas a passatempos cresceu apenas 3,4%, os gastos totais com esses mesmos hobbies dispararam 7,9%. O dado confirma a percepção do consumidor de que não se está aproveitando mais momentos de lazer, mas sim pagando consideravelmente mais por cada um deles.
O tema é a pauta central do Interessa Podcast desta quarta-feira (14) que investiga o impacto econômico e comportamental do encarecimento dos momentos de descanso na vida das famílias.
O paradoxo dos Millennials e a monetização do descanso
Atualmente, a geração dos millennials lidera essa fatia de despesas, dividida entre os custos dos próprios passatempos e os gastos com o lazer dos filhos. Historicamente acostumados a consumir noites em baladas ou compras de vestuário na juventude, esses adultos hoje priorizam experiências e bem-estar. No entanto, o mercado rapidamente percebeu essa mudança e passou a monetizar cada pequeno interesse - desde jogos de tabuleiro até equipamentos de camping.
A constante pressão financeira sobre o tempo livre provoca um dilema sobre a saúde mental: até que ponto o orçamento familiar suporta pagar caro para desconectar da rotina de trabalho?
Apesar dos desafios financeiros, o cenário da funflation tem provocado uma reação comportamental superpositiva: a redescoberta da simplicidade. Você tem algum hobby? Conta para a gente no Interessa!
Confira o episódio na íntegra nos canais do O TEMPO e do O TEMPO LIVRE no YouTube, além de destaques e cortes exclusivos no Instagram (@programainteressa) e no TikTok (@interessa.otempo).Interessa | Falar sozinho faz bem para a mente? Ciência explica por que hábito ajuda na concentração e emocional
13/10/2026 | 56minQuem nunca se pegou gesticulando ou conversando em voz alta enquanto organizava a casa, dirigia no trânsito ou tentava resolver um problema difícil no trabalho? Embora muitas vezes acompanhado por uma pitada de vergonha ou medo do julgamento alheio, o hábito de falar sozinho ganha cada vez mais respaldo científico como uma estratégia eficiente de autogestão mental.
Para desmistificar o comportamento e entender a linha que separa o hábito saudável do sinal de exaustão, o Interessa Podcast, coloca o tema em pauta com a participação de especialistas em psicologia e neuropsicologia comportamental.
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O impacto do comando auditivo no cérebro
Segundo especialistas, quando apenas pensamos, as ideias tendem a se sobrepor de forma caótica. Ao verbalizar o pensamento, obrigamos o cérebro a traduzir sentimentos e raciocínios em uma narrativa linear e estruturada. Além disso, ouvir a própria voz aciona áreas auditivas e de processamento da linguagem no cérebro de forma diferente da voz mental interna, funcionando como um "comando" mais forte para manter a atenção e o foco na tarefa.
Hábito saudável ou sinal de alerta?
A vergonha associada ao monólogo em voz alta decorre, em grande parte, de convenções sociais antigas. Mas até que ponto falar sozinho é um simples hábito e quando passa a indicar sobrecarga? Saiba no Interessa!- Por muito tempo, a figura do CEO esteve associada ao executivo engravatado no topo da pirâmide, visto como a autoridade máxima que detinha todas as respostas técnicas do negócio. No entanto, o ambiente corporativo contemporâneo enterrou esse modelo. Hoje, o verdadeiro diferencial de quem está no comando não é saber tudo, mas ter a capacidade de aprender permanentemente, antecipar cenários de disrupção e transformar incerteza em estratégia.
Para coroar a temporada especial do Interessa Podcast realizada diretamente da Fundação Getulio Vargas (FGV) em Belo Horizonte, o programa desta segunda-feira (12) aborda o tema mais crítico da cúpula empresarial: o novo perfil dos CEO's brasileiros. A apresentação é de Renata Zacaroni, acompanhada pelas jornalistas Flaviane Paixão, Renata Nunes e Tatiana Lagôa. O bate-papo de peso contará com a participação de Luiz Ernesto Migliora, diretor-geral da FGV Educação Executiv, instituição que orgulhosamente figura entre as 12 melhores escolas de educação executiva do mundo segundo o renomado ranking do Financial Times.
A transmissão marca o fechamento com chave de ouro do ciclo de debates do Interessa Podcast na FGV, unindo o rigor acadêmico de excelência internacional à capilaridade informativa do jornal O TEMPO. O evento vai contar com ampla participação da audiência e dos alunos presentes no campus. Participe você também!
O episódio completo vai ao ar nos canais O TEMPO e O TEMPO LIVRE no YouTube. Continue enviando suas sugestões de pautas pelo Instagram oficial @programainteressa e pelo TikTok @interessa.otempo. Interessa | Fim da escada corporativa? Como tecnologia e aprendizado contínuo estão redefinindo carreiras
09/10/2026 | 1h 2minDurante décadas, o roteiro do sucesso profissional parecia desenhado à risca: sólida formação acadêmica, entrada em uma grande empresa, crescimento gradual por cargos hierárquicos e estabilidade até a diretoria. No entanto, essa escada corporativa deu uma bela entortada. O avanço tecnológico, as mudanças aceleradas nos modelos de negócio e a nova relação com o trabalho têm decretado o fim da linearidade profissional.
Para falar sobre essa revolução, o Interessa Podcast realiza, nesta sexta-feira (09) uma transmissão especial diretamente da Fundação Getúlio Vargas (FGV) em Belo Horizonte. Sob o comando de Renata Zacaroni, o programa conta com as participações das jornalistas Flaviane Paixão e Renata Nunes, além da engenheira, professora de MBA da FGV e executiva sênior, Luciana Dorella, que acumula mais de três décadas de bagagem em setores de alta complexidade como saúde, aviação, telecomunicações e educação.
A nova régua do sucesso: aprender, desaprender e reaprender
Dados do relatório Future of Jobs, do Fórum Econômico Mundial, apontam que quase 40% das habilidades atuais sofrerão transformações profundas até 2030. Diante desse cenário, o conhecimento passou a ter validade mais curta, elevando o lifelong learning (aprendizado ao longo da vida) à condição de sobrevivência executiva. Logo... o executivo do futuro precisa transitar por competências multidisciplinares, unindo pensamento analítico, resiliência, flexibilidade e inteligência emocional. E como fazer isso? É o que o Interessa traz neste episódio.
A gravação na FGV conta, ainda, com a participação ativa dos alunos e da audiência qualificada presente no auditório!
Onde acompanhar
O episódio completo vai ao ar nos canais do O TEMPO e do O TEMPO LIVRE no YouTube. Inscreva-se!
Fique por dentro de todas as novidades do programa seguindo o perfil oficial no Instagram (@programainteressa) e no TikTok (@interessa.otempo).
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