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Jornal O TEMPO
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    Entre o eu e o nós: como equilibrar limites e não perder a empatia

    01/1/2026 | 54min

    A maré do autoconhecimento nunca esteve tão alta. Livros, podcasts e redes sociais repetem como um mantra moderno: “diga não”, “proteja sua paz”, “você não tem que agradar ninguém”. Cuidar da saúde mental virou prioridade - e ok, tá tudo bem.O problema é quando o discurso da autopreservação começa a erguer muros altos demais.Olhar para dentro é fundamental, mas a convivência também exige olhar para fora. Afinal, somos seres sociais. Relacionais. A neurociência lembra que o cérebro humano é moldado para a conexão: interações positivas ativam o sistema límbico, reforçam o bem-estar e ajudam a reduzir o estresse.Mesmo quando o mundo convida ao isolamento, o afeto segue sendo combustível de sobrevivência. O ponto de atenção está na linha tênue entre autocuidado e egoísmo. Quando a busca por bem-estar pessoal se torna absoluta, o risco é escorregar para comportamentos individualistas, com menos empatia e menos disposição para o encontro.

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    Ano novo, meta nova!

    31/12/2025 | 54min

    É só o ano novo dar as caras que o mantra começa: “agora vai”. Vai focar, vai mudar, vai cumprir tudo aquilo que ficou pendente, inclusive as metas criadas exatamente nessa mesma época, um ano atrás.A empolgação é real e necessária, mas os números mostram que ela costuma durar pouco. Um levantamento da Forbes Health, em parceria com a empresa de pesquisa OnePoll, revelou que a maioria das pessoas consegue sustentar as resoluções de ano novo por cerca de três meses. Até o fim do ano, apenas 10% seguem firmes.E não, isso não tem tanto a ver com falta de disciplina. Muitas vezes, o problema está na forma como essas metas são criadas: genéricas demais, ambiciosas demais ou completamente desconectadas da realidade atual.Neste fim de ano, em vez de se punir pelo que não aconteceu, a proposta é outra: olhar com mais honestidade para o que ficou pelo caminho e decidir, com consciência, o que realmente faz sentido levar para 2026.Sem culpa, sem promessa mirabolante. Menos cobrança, mais autocompaixão. Porque sair do lugar também pode significar dar um passo menor, mas na direção certa.

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    O que é uma vida boa para você?

    30/12/2025 | 1h 2min

    Quando pensamos em “vida boa”, quase sempre vem felicidade ou propósito: ter conforto, vínculos, estabilidade, conquistas.Mas pesquisas recentes, lideradas por Shigehiro Oishi, da Universidade de Chicago, apontam um terceiro caminho: a vida psicologicamente rica - marcada por experiências inéditas, complexidade, transformações e até um pouco de caos.Esses estudos mostram que entre 6,7% e 16,8% das pessoas prefeririam uma vida cheia de histórias e descobertas a uma vida feliz ou cheia de propósito.E aí começa o debate: quem são essas pessoas que trocam estabilidade por experiências transformadoras? Até que ponto buscamos propósito por vontade — ou por pressão social? A felicidade basta? Viver uma vida rica em experiências é privilégio ou possibilidade?E, no fim das contas, qual frase você gostaria de dizer no leito de morte: “foi divertido”, “fiz a diferença” ou “que jornada”?

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    O poder das cores: a tonalidade escolhida para vibrar em você pode mudar o seu ano?

    29/12/2025 | 59min

    Qual é a sua cor preferida? Vermelho, azul, verde, dourado? Pode até parecer só uma questão de gosto, mas as cores têm um impacto direto sobre as nossas emoções e isso não é de hoje.Na cromoterapia, prática milenar com registros no Egito, na Grécia, na China e na Índia, as cores são usadas como ferramenta para equilibrar corpo, mente e energia. E se as cores influenciam ambientes e estados emocionais, será que elas também impactam quando estão naquilo que vestimos?A especialista em posicionamento de imagem, Déborah Avelar, responde a essa reflexão - ela é a convidada do Interessa desta segunda (29). Com a virada do ano se aproximando, surge a pergunta inevitável: será que todo mundo precisa mesmo passar o Réveillon de branco? Ou talvez você esteja precisando de outra vibração, outra intenção, outra energia para o novo ciclo?A escolha das cores, seja das roupas, seja dos ambientes, pode ir muito além da tradição e ganhar mais sentido quando feita com consciência… e, quem sabe, até com a ajuda de um especialista. Afinal, as cores que nos cercam podem mesmo influenciar o humor, o comportamento e a energia do ano que começa?

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    Camisinha saiu de moda? O preço da queda do uso - e o mito do “mais prazer”

    26/12/2025 | 58min

    Por mais que muita gente trate o preservativo como algo ultrapassado, a camisinha segue sendo o único método capaz de prevenir, ao mesmo tempo, a gravidez e as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Ainda assim, o uso vem despencando e os números confirmam o alerta. Dados do Ministério da Saúde mostram que, em 2023, o Brasil registrou mais de 113 casos de sífilis adquirida a cada 100 mil habitantes e 10 casos de sífilis congênita por mil nascidos vivos, índice cerca de vinte vezes acima do limite recomendado pela Organização Mundial da Saúde. O avanço também preocupa entre os jovens, com o crescimento de casos de HIV e HPV.Onde está o problema? Acredite, não é na falta de insumos, mas na escassez de informação e diálogo. A camisinha passou a ser vista como símbolo de desconfiança. Em relações estáveis, muitos casais abandonam o preservativo apostando em uma fidelidade automática, algo que, na prática, ninguém consegue garantir. Soma-se a isso o preconceito, a vergonha de comprar ou carregar camisinha.Há ainda a ideia de que “sexo é melhor sem camisinha” ou de que o preservativo “corta o clima” - sim, isso ainda acontece e, na verdade, tem ganhado força, especialmente com a falsa percepção de que métodos como a PrEP (Profilaxia Pré-Exposição) e a PEP (Pós-Exposição) substituiriam o uso do preservativo. Não substituem. Eles reduzem o risco de infecção pelo HIV, mas não protegem contra outras ISTs. E, muitas vezes, o desconforto está ligado à escolha errada do produto. Hoje existem camisinhas masculinas e femininas, mais finas, com texturas, sabores, lubrificação, efeitos retardantes;  opções pensadas para diferentes contextos e preferências. Saber usar corretamente, trocar o preservativo entre práticas e respeitar a validade e o material faz toda a diferença.Até que ponto o prazer justifica o risco? Dentro do casamento, vale negociar o uso ou a retirada do preservativo? Por que ainda existe tanto tabu em falar sobre sexo seguro? E, talvez a pergunta mais importante de todas: quando foi a última vez que você se testou?

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