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    Biohacking do Sexo - você tomaria remédio para melhorar sua performance na cama?

    17/04/2026 | 53min
    Transar bem virou meta de produtividade? O perigo do Biohacking no sexo. 💊🔞
    O “Sextou” no Interessa hoje é com S de sexo, mas também de reflexão. Recebemos a farmacêutica e especialista em sexualidade humana, Luana de Castro, para falar sobre uma tendência polêmica: o Biohacking do Sexo.
    A lógica de “hackear” o corpo saiu da academia e chegou na cama. A promessa agora não é tratar uma disfunção, mas “turbinar” o que já funciona. Mais tempo, mais intensidade, mais resultado... Mas a que custo? Até o prazer virou refém da alta performance e da medicalização?
    No papo de hoje, discutimos como essa medicalização excessiva ignora o que de fato faz bem, transformando o sexo em técnica e eliminando a espontaneidade. Afinal, estar com alguém que “não falha nunca” pode acabar gerando mais tensão do que prazer real.
    Refletimos sobre como os métodos naturais, o diálogo e a terapia ainda são caminhos muito mais saudáveis e duradouros do que o uso indiscriminado de atalhos químicos. Quando tudo vira desempenho, corremos o risco de perder a conexão humana que torna a experiência verdadeiramente única.
    ▶️ O episódio completo sobre Biohacking e Sexualidade com Luana de Castro já está no YouTube de O TEMPO e nos apps de podcast!
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    Interessa | Filhos adultos e dependência financeira: quando o apoio vira ‘obrigação’

    16/04/2026 | 1h
    Amar também é permitir que o filho adulto construa o próprio caminho, inclusive, no campo financeiro. Essa é a premissa central deste programa, que trata de um fenômeno cada vez mais discutido: a dependência financeira prolongada de filhos adultos em relação aos pais.  

    O recorte considera especificamente filhos que já atingiram a maioridade e, em tese, teriam condições de se sustentar, mas seguem recorrendo ao apoio financeiro familiar. É importante diferenciar situações pontuais, em que a ajuda é natural e até necessária, de casos em que esse suporte se torna contínuo e acaba comprometendo o desenvolvimento da autonomia. Nesses contextos, a dependência pode ser resultado tanto de dificuldades reais quanto de comodismo.  

    Os brasileiros estão ficando mais tempo na casa dos pais. O número de pessoas entre 25 e 34 anos que não saiu de casa – a chamada geração canguru - aumentou 137% entre 2012 e 2022. Isso é o que aponta uma pesquisa da Kantar IBOPE Media. Ao contrário do que se pode imaginar, esse tipo de exploração raramente ocorre de forma explícita ou agressiva. Em muitos casos, ela se manifesta de maneira sutil, por meio de vínculos afetivos e pedidos recorrentes que apelam ao emocional dos pais, criando uma dinâmica difícil de romper.  
    Casos conhecidos ajudam a ilustrar diferentes facetas dessa questão. O cantor Fiuk, de 35 anos, filho do cantor Fábio Júnior, de 72, lançou neste mês a canção "Meu pai e minha mãe" - e em trechos da letra aborda a dependência financeira , mesmo já sendo um adulto com carreira consolidada. "Mãe, eu quero voltar a ser menino. Meu pai e minha mãe, tô precisando de dinheiro. Meu pai e minha mãe, eu já vendi meu corpo inteiro", "Pai eu quero ir lá fora brincar" - mas o Fiuk completou 35 anos e é cantor, ator, compositor e piloto de drift...  Já o ator Stênio Garcia, de 94 anos também vive algo analogicamente parecido com relação às filhas Cássia e Gaya Piovesan. Ele move uma ação judicial (iniciada em outubro de 2025) contra ambas alegando abandono material e apropriação indevida de um apartamento em Ipanema, Rio de Janeiro. O artista busca reaver o imóvel de usufruto vitalício, relatando vulnerabilidade financeira, enquanto o caso tramita sob segredo de justiça.  
    Ajudar é sempre amor?  
    Vamos refletir?
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    Interessa | Anitta X Álvaro: quem você vira perto do seu amigo?

    15/04/2026 | 58min
    Em alguns grupos, tem aquela pessoa que é a energia que organiza tudo, né? Aquela que chega e naturalmente puxa assunto, conduz o clima, ocupa espaço. E, quase sempre, existe o outro lado: alguém que se cala mais, mede cada palavra, se ajusta. A própria Anitta já expôs uma dinâmica assim ao falar do amigo Alvaro - que, perto dela, disse que fala menos… por medo. E aí a gente precisa parar um segundo: isso é admiração ou tem algo mais aí?  

    Porque uma coisa é respeitar, admirar, até se inspirar. Outra, bem diferente, é quando a presença do outro vira um filtro constante. Quando você não relaxa, não se solta, não se reconhece.

    Dá pra chamar de amizade um lugar onde você precisa se podar o tempo todo? Onde existe receio de desagradar, de não ser suficiente, de não corresponder?  
    Em quais ambientes você é mais você? E em quais você se limita - além do necessário? Isso diz mais sobre o outro… ou sobre como você se enxerga ali? E mais - será que, sem perceber, você também ocupa o lugar de quem intimida, mesmo sem intenção?
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    Interessa | A importância do cuidado com a saúde dos meninos

    13/04/2026 | 56min
    A frase é conhecida e repetida quase como verdade absoluta. Mas será que “homem não gosta de ir ao médico” ou será que, em algum momento da vida, ele acabou não entendendo tão bem a importância desse cuidado? Antes de qualquer generalização, um adendo: muitos meninos crescem, sim, com acompanhamento médico regular, levados pelos pais, com tudo certinho. O ponto é outro: é entender por que, ao longo da vida, parte deles se afasta desse zelo e passa a negligenciar a própria saúde.
    Quando a gente olha com mais atenção, percebe que existe uma construção cultural silenciosa. Desde cedo, muitos meninos aprendem que sentir dor é fraqueza, que falar do corpo é constrangedor, que pedir ajuda não combina com a ideia de “ser homem”. Enquanto isso, meninas costumam ser mais incentivadas ao autocuidado e ao acompanhamento médico. O resultado: adultos que, muitas vezes, só procuram ajuda quando o problema já está avançado, como se ignorar sinais fosse uma prova de resistência.

    No Interessa desta segunda-feira (13) o papo é justamente ampliar esse olhar. Porque saúde masculina não começa só lá na frente, com exames específicos, ela começa na infância, na forma como esse cuidado é construído dentro de casa, na escola, nas conversas (ou na falta delas). Criar um ambiente onde o menino possa falar sobre o próprio corpo sem vergonha pode mudar completamente essa relação no futuro. E isso passa, inclusive, por informação básica: observar o desenvolvimento, entender sinais do corpo, cuidar da higiene, acompanhar o crescimento.
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    Pra aprofundar essa conversa, a bancada feminina recebe Luís Fernando Andrade de Carvalho, que traz orientações importantes e levanta questões que todo mundo deveria se fazer: o que, de fato, precisa ser observado na saúde dos meninos? A partir de quando o acompanhamento deve ser regular e com qual especialista? Até que ponto inseguranças com o corpo têm relação com a falta de diálogo na infância? E como equilibrar cuidado e privacidade sem transformar atenção em invasão?
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    Interessa | Sexo entre amigos: é possível ‘aliviar as tensões’ sem prejuízo à amizade ou é tragédia anunciada?

    10/04/2026 | 48min
    A ideia parece perfeita: amizade, intimidade, zero cobrança e ainda aquele “plus” que muita gente finge que não quer, mas quer. Quem nunca pensou que viver algo como no filme Amizade Colorida, com química, leveza e sem complicação, seria a solução ideal? Na teoria, é moderno, prático e emocionalmente resolvido. Na prática… nem sempre.

    Quando a gente tira isso da tela e leva pra vida real, as coisas costumam ganhar outras camadas. Porque onde já existe conexão, confiança e convivência, o envolvimento pode ir além do combinado. Expectativas silenciosas, ciúmes inesperados, frustrações… e, muitas vezes, o que era leve começa a pesar. A pergunta deixa de ser “vale a pena?” e vira “dá pra sair disso sem perder a amizade?” Existe maturidade emocional suficiente pra lidar com os desdobramentos? Ou, no fundo, a gente entra achando que está tudo sob controle… até não estar mais?

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