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    Sexo bom faz a gente passar pano para gente ruim? E por que mulher tem que justificar que transa por transar?

    20/03/2026 | 51min
    No Interessa de hoje, a sexóloga Renata Dietze trouxe uma reflexão poderosa sobre a autonomia do desejo. Discutimos como ainda é um caminho espinhoso para muitas mulheres olharem para o próprio prazer sem o peso da culpa ou do julgamento social.
    Renata explicou que, quando a mulher se permite entender o que realmente gosta e se apropria do próprio corpo, ela ganha clareza para decidir suas relações. Isso passa por entender que o sexo casual pode, sim, ser uma escolha legítima e saudável, desde que seja pautado no autoconhecimento e não em uma busca por validação externa.
    ▶️ O episódio completo já está disponível no YouTube de O TEMPO e nos principais tocadores de podcast!
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    A violência como espetáculo: por que não conseguimos parar de olhar?

    19/03/2026 | 51min
    A final entre Cruzeiro e Atlético Mineiro no Campeonato Mineiro entregou o que muitos esperavam, mas por caminhos tortuosos. Além do futebol, o que dominou as redes sociais e as conversas de bar não foram apenas os gols, mas a briga generalizada entre os jogadores em campo. O soco, o empurrão e a fúria se tornaram o clipe principal das notícias. E o mais curioso: até quem não torce - ou nem gosta de futebol - parou para assistir.  

    Esse tipo de atração pelo caos não é exatamente novidade. Da Roma Antiga, com os combates de gladiadores, até as execuções públicas na Idade Média, a violência sempre teve plateia. Hoje, a arena mudou: saiu da areia e foi para o gramado, para a TV e, principalmente, para a palma da mão. Programas como o Big Brother Brasil mostram como o conflito também virou entretenimento psicológico. A lógica é simples: quanto maior o atrito, maior a atenção. E nós, espectadores, consumimos, comentamos e até torcemos dentro desse roteiro.  
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    No programa, nossas meninas conversam com o psicólogo Thiago de Paula para entender por que o conflito nos prende tanto. Será que assistir à violência funciona como uma válvula de escape para emoções reprimidas? Ou estamos apenas reproduzindo um comportamento antigo, agora com novas roupagens? Mais do que julgar o que vemos, a proposta é olhar para dentro: até que ponto esse espetáculo diz mais sobre quem assiste do que sobre quem protagoniza?
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    ‘Future Faking’: promessa mantém o outro preso ao relacionamento, mas não o leva a lugar nenhum

    18/03/2026 | 58min
    No Interessa desta quarta-feira, abrimos o jogo sobre uma cilada emocional que muita gente vive, mas poucos sabem dar nome: o Future Faking. Recebemos o psicólogo Gabriel Aguillar para entender como promessas de um amanhã brilhante podem ser usadas apenas para manter você presa a um relacionamento que não sai do lugar hoje.
    Usamos como ponto de partida o desabafo da atriz Dakota Johnson, que após anos de relacionamento com Chris Martin, expressou o arrependimento pelo tempo investido em planos que nunca viraram realidade. O future faking é exatamente isso: alimentar o outro com sonhos de casamento, filhos e viagens para garantir o vínculo emocional, sem qualquer intenção real de concretizá-los. A conversa sobre o futuro vira uma ferramenta de conexão rápida e manipulação, onde a vida real vai passando enquanto você espera por um próximo passo que nunca chega.
    Discutimos como isso acontece e nos afeta diretamente, trazendo traumas profundos ou dificuldades imensas de superar o fim da relação. Afinal, não é apenas o término de um namoro, mas o luto por uma vida inteira que foi prometida e nunca existiu. Gabriel explicou que o impacto psicológico de ser "enrolada" por anos mina a autoconfiança e a percepção de realidade da vítima, tornando o processo de cura muito mais lento e doloroso.
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    Caso Adriana Araújo: entenda o que é o aneurisma cerebral

    16/03/2026 | 59min
    Para muitas famílias, histórias de perdas precoces ficam marcadas por perguntas sem resposta. E não é raro ouvir relatos de parentes que partiram muito jovens por causas que, na época, eram pouco compreendidas.

    O aneurisma cerebral é uma dessas condições que, durante muito tempo, foi associado apenas à idade avançada. Na prática, porém, ele pode surgir em qualquer fase da vida.

    Trata-se de uma área enfraquecida na parede de uma artéria que, sob a pressão constante do sangue, vai se dilatando lentamente até que, em alguns casos, se rompe. Quando isso acontece no cérebro, pode provocar um AVC hemorrágico, com consequências graves e muitas vezes fatais.  Nos últimos dias, a morte precoce da sambista belo-horizontina Adriana Araújo reacendeu esse alerta. A artista passou mal em casa, desmaiou e, em poucas horas, estava em estado gravíssimo após a ruptura de um aneurisma.
    Esse tipo de evento costuma se manifestar com uma dor de cabeça súbita e extremamente intensa, descrita por muitos pacientes como “a pior da vida”. Náusea, rigidez na nuca, desmaio e alterações neurológicas também podem aparecer, exigindo atendimento médico imediato.  Mas reconhecer os sinais do próprio corpo nem sempre é simples. Muitas vezes acreditamos estar cuidando da saúde ao controlar pressão, colesterol ou glicemia, enquanto hábitos cotidianos continuam sendo negligenciados.
    Quem tem histórico familiar tem mais risco? O aneurisma pode ser prevenido ou detectado antes de se romper? Para esclarecer essas e outras dúvidas, o Interessa recebe a médica neurologista, Júlia Kallás. Ouça!
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    Geração Ansiosa: o que estamos fazendo com as nossas crianças - ainda dá tempo de mudar a situação?

    12/03/2026 | 1h
    A ideia de que estamos vivendo “tempos difíceis” já virou quase um consenso. A cada dia parece surgir um novo motivo para preocupação coletiva: crises sanitárias, violência, instabilidade política, conflitos globais. Mas os dados indicam algo ainda mais inquietante: crianças e adolescentes de hoje relatam níveis de ansiedade maiores do que pacientes psiquiátricos infantis da metade do século passado.

    O fenômeno aparece em pesquisas que acompanharam milhares de jovens ao longo de décadas, como o estudo “The Age of Anxiety? Birth Cohort Change in Anxiety and Neuroticism, 1952-1993”, da pesquisadora Jean M. Twenge, da Case Western Reserve University, publicado no Journal of Personality and Social Psychology.  
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    O que mudou tanto nesse intervalo? Ao mesmo tempo em que ganhamos autonomia, liberdade de escolha e independência, perdemos algo mais silencioso: a conexão social. Há mais pessoas morando sozinhas, relações mais frágeis e menos confiança nas interações. Soma-se a isso uma exposição constante a notícias de crise e ameaça.
    O cérebro humano, que não foi programado para lidar com sinais de perigo 24 horas por dia, entra em estado de alerta permanente, algo especialmente sensível para quem ainda está em desenvolvimento emocional.  Para discutir os impactos desse cenário e refletir sobre o que ainda pode ser feito para proteger a saúde mental das novas gerações, o Interessa recebe o psiquiatra Dr. Bruno Brandão.

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