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- Durante os primeiros 40 dias após o nascimento de um bebê, uma tradição tem fortalecido a rede de apoio de muitas famílias: a seva de resguardo. A iniciativa reúne amigos e familiares para preparar e levar refeições aos pais, permitindo que eles se dediquem aos cuidados com o recém-nascido. A proposta é baseada na solidariedade e no cuidado coletivo, mas, em alguns casos, também desperta dúvidas e até faz com que mulheres recusem a ajuda por medo de assumir um compromisso permanente.
Embora o princípio da seva seja o serviço voluntário, há grupos em que existe a expectativa de que quem recebe esse apoio participe, futuramente, de todas as próximas iniciativas. Isso levanta uma reflexão importante: a ajuda continua sendo espontânea quando passa a criar uma dívida moral?
Como fortalecer a rede de apoio às famílias, os benefícios da seva de resguardo e criar uma cultura de acolhimento que respeite os limites de cada pessoa? Interessa | Até onde a diferença de idade pode roubar a infância do filho mais velho?
21/07/2026 | 57minO pequeno Keyne, irmão caçula do jogador Lamine Yamal, conquistou o carinho do público durante a Copa do Mundo. O próprio atleta costuma dizer que o ama "como um filho", uma frase que emociona, mas também convida a uma reflexão importante. Em muitas famílias, especialmente quando existe uma grande diferença de idade entre os irmãos, o filho mais velho acaba assumindo funções que deveriam ser exercidas pelos pais, abrindo mão, muitas vezes, da própria infância.
Participar dos cuidados com um irmão mais novo pode fortalecer os vínculos familiares e criar lembranças afetivas para a vida toda. O problema começa quando essa ajuda deixa de ser ocasional e se torna uma obrigação constante. Levar à escola, preparar refeições, dar banho, educar e consolar passam a fazer parte da rotina de uma criança ou adolescente que ainda deveria estar vivendo a própria infância. Esse processo, conhecido como adultização ou parentalização, pode deixar marcas profundas na autoestima, nos relacionamentos e na forma como essa pessoa enxerga a responsabilidade ao longo da vida.
O Interessa debate a situação com a terapeuta breve Carol Miranda nesta terça, a fim de entender: até que ponto essa dinâmica fortalece o senso de responsabilidade e quando ela passa a gerar sobrecarga emocional.- Dores por todo o corpo, cansaço extremo e exames que não acusam nada. Essa é a realidade da fibromialgia, uma “doença invisível” que afeta mais de 6 milhões de brasileiros e que voltou ao debate com a personagem Elisa (Isabela Garcia) na novela ‘Quem Ama Cuida’. Por não aparecer em exames de imagem ou sangue, muitos pacientes ainda sofrem com o preconceito de ouvir que a dor é “coisa da cabeça”.
No Interessa de hoje, a apresentadora Renata Zacaroni e as jornalistas Janaína Fonseca e Lorena Martins receberam a reumatologista Dra. Viviane Batlle para explicar o que é a síndrome, como é feito o diagnóstico clínico e de que forma o tratamento multidisciplinar pode devolver a qualidade de vida a quem convive com a dor crônica. Interessa | O prazer não mora só nos genitais: como os cinco sentidos podem transformar a vida sexual
17/07/2026 | 57minQuando o assunto é sexualidade, muita gente ainda acredita que o prazer está restrito às zonas íntimas. Mas a ciência mostra que o cérebro é o principal órgão sexual e que a excitação também depende dos estímulos captados pelos cinco sentidos. Um olhar, um perfume, uma voz, um toque ou até uma música podem despertar desejo e fortalecer a conexão entre o casal antes mesmo de qualquer contato físico.
Em uma rotina marcada pela pressa e pelo excesso de estímulos, muitas experiências sexuais acabam se tornando automáticas. Redescobrir o papel da visão, da audição, do tato, do olfato e do paladar pode ser uma forma de ampliar a intimidade, favorecer o diálogo sobre preferências e tornar a vida sexual mais satisfatória. Afinal, cada pessoa percebe o prazer de uma maneira única.
Vamos entender como os cinco sentidos participam da resposta sexual, por que o cérebro é peça fundamental na construção do desejo e como pequenas mudanças na forma de se relacionar podem fortalecer a conexão entre os parceiros.Interessa | Casamentos, aniversários e eventos: existe uma forma certa de escolher quem convidar?
16/07/2026 | 1hMontar a lista de convidados costuma ser uma das tarefas mais difíceis na organização de qualquer evento. Casamentos, aniversários, confraternizações e festas infantis frequentemente despertam dúvidas: é preciso convidar o companheiro de uma amiga? O convite pode ser apenas nominal? Como explicar que crianças ou outros familiares não foram incluídos? E existe uma forma elegante de lidar com quem ficou de fora?
O debate ganhou força após uma declaração da cantora Juliette sobre seu casamento. Durante uma entrevista, ela afirmou que pretende convidar algumas amigas para serem madrinhas, mas não pretende estender o convite a determinados companheiros por considerar que vivem relacionamentos abusivos. Depois da repercussão, Juliette explicou que sua decisão está relacionada à segurança e aos seus valores pessoais, levantando uma discussão que vai além da etiqueta: até que ponto o anfitrião deve priorizar convenções sociais e quando a lista de convidados passa a refletir princípios e limites pessoais?
Este é o tema do dia no Interessa Podcast. Vamos conversar sobre etiqueta, convivência, limites e as melhores formas de lidar com situações delicadas envolvendo convites, acompanhantes, familiares e redes sociais.
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