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- Você conta uma conquista para uma amiga e, em vez de um “parabéns”, recebe uma história... ainda maior. Compartilha uma notícia boa e escuta um comentário que imediatamente derruba o clima. Ou percebe que aquela pessoa parece muito mais interessada quando você está mal do que quando sua vida está dando certo. Afinal, isso é amizade ou competição?
Esse é o tema do dia no Interessa Podcast, que recebe a psicóloga Leni Brumano para discutir os limites entre amizade, admiração, inveja e rivalidade. É possível sentir inveja de alguém que amamos? Uma amiga pode competir conosco sem perceber? E como diferenciar uma dificuldade de celebrar o outro de uma relação que deixou de ser saudável?
Também vamos conversar sobre aquela pergunta difícil: toda amizade precisa ser preservada por causa da história que existe entre duas pessoas? Ou algumas relações precisam terminar quando deixam de oferecer troca, acolhimento e espaço para que as duas pessoas possam crescer? Interessa | Por que alguns pais se afastam dos filhos depois do fim do relacionamento?
26/08/2026 | 57minO relacionamento termina? Pode terminar. Mas a parentalidade continua. Ainda assim, não é raro que, depois da separação, alguns pais se afastem dos próprios filhos: deixam de acompanhar a rotina, participam menos da criação e passam a enxergar a pensão como se fosse a principal - ou a única - responsabilidade. É uma situação tão frequente que até o ditado “filho é da mãe” acabou naturalizando uma ausência que não deveria ser considerada normal.
Mas por que isso acontece? Por que alguns homens parecem encerrar a relação com os filhos junto com o casamento? E o que leva um pai a se distanciar justamente quando a criança pode estar mais vulnerável às mudanças provocadas pela separação? Esse é o tema do dia no Interessa Podcast desta terça-feira (25), que recebe a psicóloga Eliene Lima para discutir os motivos por trás desse afastamento e os impactos da ausência paterna.
A separação encerra uma relação conjugal, mas não deveria encerrar a responsabilidade afetiva com os filhos. No programa, vamos falar sobre presença, vínculo, responsabilidade e sobre o que acontece com as crianças quando o pai deixa de participar ativamente da vida delas.
O Interessa começa às 14h, ao vivo, nos canais O Tempo e O Tempo Livre no YouTube. Siga o programa no Instagram e no TikTok.- O sarampo, doença que por décadas foi uma preocupação comum na infância, parecia ter ficado no passado graças à vacinação em massa. Mas o cenário mudou: até 18 de julho de 2026, as Américas já registravam 47.459 casos confirmados em 16 países e um território, além de 44 mortes, mais de três vezes o total registrado em todo o ano de 2025. Guatemala, México, Estados Unidos e Peru concentram cerca de 95% dos casos, e a Opas classifica como muito alto o risco à saúde pública na região.
Mas como uma doença que pode ser evitada com vacina voltou a circular com tanta força?
No Brasil, a circulação do sarampo em São Paulo aumentou a preocupação de quem pretende viajar ao estado, seja a trabalho ou a passeio. Diante desse cenário, o Ministério da Saúde orientou que pessoas de 6 meses a 59 anos que estejam na capital, em Guarulhos ou em São Bernardo do Campo e não estejam vacinadas possam receber o imunizante, mesmo que não residam nessas cidades. Em São Paulo, há registros de 23 casos de sarampo em 2026.
A baixa cobertura vacinal, o aumento do número de pessoas suscetíveis e a transmissão persistente estão entre os principais fatores. O país mantém a certificação de eliminação do sarampo, mas a circulação do vírus em países vizinhos aumenta o risco de casos importados e reforça a importância de manter a vacinação em dia.
Por isso mesmo o Interessa Podcast recebe o pediatra e epidemiologista Dr. José Geraldo Leite Ribeiro, do Hermes Pardini, para explicar por que o sarampo é tão contagioso, quais são os sintomas, quem está mais vulnerável a complicações e como funciona a vacinação.
O programa começa às 14h, ao vivo, nos canais O Tempo e O Tempo Livre no YouTube.
Siga o Interessa no Instagram e no TikTok. - O comentário bem-humorado de Simone Mendes sobre precisar “fugir” do marido porque ele está “toda hora atrás” pode abrir uma conversa sobre uma situação muito mais comum do que parece: duas pessoas que se amam, mas vivem ritmos de desejo sexual diferentes.
Não existe uma quantidade universal de sexo que determine se uma relação é saudável. No programa, vamos discutir a ideia de que “sexo é hábito”, como disse Kaká Diniz, marido de Simone, e até que ponto manter a intimidade pode ser positivo sem transformar o sexo em obrigação.
Afinal, desejo não funciona como um interruptor: para algumas pessoas, ele pode surgir justamente depois que a intimidade começa.
Para acompanhar outros conteúdos, siga o Interessa no Instagram (https://www.instagram.com/programainteressa/) e no TikTok (https://www.tiktok.com/@interessa.otempo). - O Brasil está tendo menos filhos e isso pode estar mudando não apenas o tamanho das famílias, mas também a maneira como os adultos convivem com crianças. Em quatro décadas, a taxa de fecundidade brasileira caiu de 4,35 para 1,55 filho por mulher, enquanto a proporção de casais sem filhos dobrou entre 2000 e 2022, segundo o IBGE. Mas será que, com menos crianças por perto, também estamos perdendo a familiaridade para conversar, brincar e estabelecer limites com elas?
A pauta parte de uma situação cada vez mais comum: adultos que convivem pouco com crianças e ficam inseguros quando precisam interagir com os filhos de amigos ou familiares. Ao mesmo tempo, a redução da convivência comunitária e a expansão de espaços child-free levantam outra questão: até que ponto estamos criando uma intolerância maior ao barulho, à espontaneidade e à presença infantil? Não querer ter filhos ou preferir ambientes sem crianças é legítimo. Mas quando essa preferência se transforma em rejeição à própria infância?
No programa, vamos discutir como estabelecer limites sem transformar criança em incômodo, qual é o papel dos adultos que não são pais e até onde eles podem intervir diante de um comportamento inadequado. Afinal, criança pode fazer barulho? Pode brincar em espaços públicos? E será que precisamos reaprender a conviver com elas?
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