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    Interessa | Sexo entre amigos: é possível ‘aliviar as tensões’ sem prejuízo à amizade ou é tragédia anunciada?

    10/04/2026 | 48min
    A ideia parece perfeita: amizade, intimidade, zero cobrança e ainda aquele “plus” que muita gente finge que não quer, mas quer. Quem nunca pensou que viver algo como no filme Amizade Colorida, com química, leveza e sem complicação, seria a solução ideal? Na teoria, é moderno, prático e emocionalmente resolvido. Na prática… nem sempre.

    Quando a gente tira isso da tela e leva pra vida real, as coisas costumam ganhar outras camadas. Porque onde já existe conexão, confiança e convivência, o envolvimento pode ir além do combinado. Expectativas silenciosas, ciúmes inesperados, frustrações… e, muitas vezes, o que era leve começa a pesar. A pergunta deixa de ser “vale a pena?” e vira “dá pra sair disso sem perder a amizade?” Existe maturidade emocional suficiente pra lidar com os desdobramentos? Ou, no fundo, a gente entra achando que está tudo sob controle… até não estar mais?
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    Obsessão pelo 'Looksmaxxing': entenda como a busca pela beleza masculina adoece jovens na internet

    08/04/2026 | 1h
    Jovens, disciplinados, focados na aparência e obcecados por status. O perfil pode até parecer saudável à primeira vista, mas nem sempre é. Inspirados por personagens como Patrick Bateman, de Psicopata Americano, uma geração tem ressignificado o autocuidado nas redes sociais.
    O problema? O que era pra ser equilíbrio virou obsessão.  

    O chamado “looksmaxxing” ganhou força no TikTok e em fóruns online, propondo a “maximização” da aparência masculina. Só que, dentro de comunidades ligadas à chamada machosfera, esse conceito ultrapassa qualquer limite saudável. A aparência passa a ser tratada como moeda social, com homens classificados em rankings de beleza, de “betas” a “Chads”, numa lógica que mistura insegurança, comparação constante e uma busca quase inalcançável por perfeição.  
    De dietas extremas a métodos agressivos e até autolesivos para “corrigir” traços físicos. O que se vende como evolução pessoal, muitas vezes esconde transtornos de imagem, baixa autoestima e uma pressão silenciosa por validação. No fim das contas, a pergunta que fica é incômoda: até que ponto cuidar da aparência é saudável… e quando isso começa a custar a própria saúde?
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    Acesso sem permissão ao celular do parceiro pode dar até 4 anos de prisão

    07/04/2026 | 55min
    Uma prática comum, quase banal, mas que pode custar caro: até quatro anos de prisão. Segundo uma pesquisa da Avast (2023), 61% dos brasileiros já acessaram o celular do parceiro, e 41% fizeram isso sem autorização. O que muita gente trata como “curiosidade” ou até “instinto” pode ser enquadrado como crime de invasão de dispositivo informático, previsto no Artigo 154-A do Código Penal. E é justamente aí que nasce o desconforto: quando o afeto vira justificativa para violar a privacidade?

    Os dados mostram mais do que comportamento. Revelam uma cultura de vigilância dentro das relações. Fotos, mensagens, redes sociais… o acesso vai muito além de um “olhar rápido”. E mesmo sabendo que não têm esse direito, 69% dos entrevistados reconhecem que a prática é indevida, mas ainda assim acontece. Entre suspeitas, inseguranças e comparações constantes, surge uma pergunta inevitável: até que ponto o ciúme é sentimento… e quando ele vira controle?

    O recorte de gênero também chama atenção: entre os que admitem acessar sem permissão, a maioria são mulheres. Isso aponta para uma discussão mais profunda, não necessariamente sobre quem controla mais, mas sobre como a insegurança tem se manifestado nas relações. Ah! Detalhe importante... não estamos falando só de casais. A lei vale para qualquer relação, entre amigos, familiares, pais e filhos. Quando a invasão se torna hábito, o crime passa a ser relativizado. E aí vem a provocação que incomoda: se é tão comum, por que ainda é tão difícil respeitar a privacidade de quem está mais próximo?
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    Dia Mundial da Atividade Física - Não é sobre fazer tudo; é sobre fazer alguma coisa!

    06/04/2026 | 1h 1min
    Segunda-feira, 06 de abril, Dia Mundial da Atividade Física. E talvez o maior equívoco que a gente comete seja acreditar que só vale se for intenso, perfeito ou digno de post. No meio de metas irreais e rotinas corridas, muita gente trava antes mesmo de começar. Mas a verdade é bem menos complicada e até mais libertadora: não é sobre performance, é sobre constância. Não é sobre virar atleta, é sobre parar de deixar o corpo em segundo plano.

    A ciência já entendeu algo que a gente insiste em ignorar: movimento não precisa vir com rótulo de “treino oficial” pra fazer diferença. Subir escadas, andar mais rápido, carregar sacolas, se mexer ao longo do dia… tudo isso conta. Estudos recentes mostram que poucos minutos diários de esforço moderado já ajudam a reduzir riscos de doenças cardíacas. Minutos. Será que o problema é mesmo falta de tempo… ou a forma como a gente enxerga o movimento?

    Hoje o Interessa bate um papo com o educador físico, palestrante e criador do método Supercore Brasil, especializado em treinamento funcional integrado utilizando apenas o peso do corpo, Kenji Takahashi.
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    Sedentarismo Cognitivo - O que acontece com o nosso cérebro quando tudo a nossa volta exige cada vez menos esforço mental

    01/04/2026 | 59min
    O mercado de bem-estar nunca esteve tão aquecido: movimenta trilhões de dólares e foca excessivamente na performance do corpo. Monitoramos passos, calorias e sono, mas o que estamos fazendo com a nossa mente? Enquanto o corpo está em evidência, o cérebro parece entrar em um estado de acomodação perigoso.

    Ganha força um conceito que ajuda a explicar esse cenário: o sedentarismo cognitivo. Ele se manifesta nos hábitos mais cotidianos e está presente na rotina de todos.

    Delegamos caminhos ao GPS, memórias à agenda do celular e dúvidas simples ao Google. A atenção se fragmenta em vídeos curtos e, cada vez mais, tarefas mentais complexas são entregues à inteligência artificial. A mente continua ativa, mas cada vez menos exigida. Ela não está ficando preguiçosa sozinha; nós estamos deixando que ela atrofie.
    Os dados reforçam esse alerta. Brasileiros passam mais de 9 horas por dia conectados, transformando o que seria tempo de descanso em um bombardeio de estímulos sem pausa. O ganho de praticidade é evidente, mas qual é o preço da nossa autonomia intelectual? É possível manter o raciocínio crítico em um mundo de respostas prontas e pensamento padronizado?
    Nesta live do Interessa, nossas meninas analisaram o paradoxo: nunca houve tanto acesso à informação, mas nunca fizemos tão pouco esforço para processá-la com profundidade.
    O cérebro ainda está sendo exercitado ou estamos terceirizando nossa capacidade de pensar?

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