O Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou 11 pessoas pelos crimes de organização criminosa, corrupção passiva, fraude em licitação e contratações e lavagem de dinheiro em um esquema de desvio de recursos públicos do IRM, o Instituto Rio Metrópole. A movimentação ultrapassa os 86 milhões de reais. Durante a operação, seis pessoas foram presas, entre elas Davi Perini Vermelho, o "Didê", presidente do Instituto; Franquis Dias Nepomuceno, delegado da Polícia Civil e diretor de Desenvolvimento Metropolitano Integrado do IRM; e Marcelo Lopes da Silva, procurador do Estado e então chefe da Procuradoria-Geral do IRM.
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