Em maio de 2026, o governo dos Estados Unidos, sob a orientação do presidente Donald Trump, abriu o que muitos consideram a "caixa de pandora" da ufologia. Ao liberar mais de 160 arquivos e dezenas de imagens antes mantidas em sigilo pelo Pentágono, NASA e FBI, o tema dos Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) deixou definitivamente os fóruns de internet para se tornar assunto oficial de Estado.
Mas as revelações não param no hemisfério norte. Enquanto o mundo tenta decifrar fotos de luzes na missão Apollo 17 ou imagens em infravermelho de 2025, o Brasil possui um dos casos mais emblemáticos e documentados da ufologia mundial. Em 1958, Artur Berlet, um tratorista de Sarandi, no Rio Grande do Sul, desapareceu por 11 dias e retornou com um relato minucioso de uma abdução e viagem ao planeta Acart. Com anotações que previam tecnologias inimagináveis para a época, como videochamadas e energia solar, a história do gaúcho virou até monumento na praça central de sua cidade.
Estariam os arquivos liberados por Trump escondendo revelações profundas sobre o universo, ou seriam apenas uma cortina de fumaça política para desviar a atenção de questões mais urgentes, como o documentário revelador sobre o caso Jeffrey Epstein?