No novo episódio do Linhas Cruzadas, Andresa Boni e Luiz Felipe Pondé encaram um personagem bem conhecido do nosso dia a dia: o fanático. Aquele que não discute, não escuta e não duvida — só repete, compartilha e ataca.
O fanatismo, que antes vivia nos templos, hoje mora nos stories, nos grupos de whatsapp e nos perfis que transformam opinião em dogma.
Da Roma Antiga, onde o fanático era visto como alguém tomado pelos deuses, ao Iluminismo de Voltaire, que chamou isso de “doença do espírito”, a conversa chega ao século XXI: redes sociais, gurus digitais, política polarizada e algoritmos que premiam certezas absolutas e punem a dúvida.
Será que o fanático tem medo de pensar sozinho? E o que ele ganha quando se dissolve na massa — likes, pertencimento, sensação de sentido?
Uma discussão que atravessa a política, a religião, a internet… e, muitas vezes, a gente mesmo.
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