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Você já terminou um dia inteiro pensando “eu nem vi o tempo passar”? A gente conhece essa sensação de estar sempre resolvendo coisas, sempre correndo, e mesmo assim sentir um vazio quieto, como se faltasse algo que ninguém sabe explicar. Hoje a conversa começa com uma pergunta que parece simples, mas costuma revelar muito sobre a nossa rotina, nossa saúde mental e o nosso senso de propósito: você está vivendo ou apenas sobrevivendo?
Nós falamos sobre como o modo sobrevivência pode ser necessário em fases difíceis, mas vira perigoso quando se transforma em padrão por meses ou anos. Entramos nos ciclos que mais aprisionam: a pressa que confunde produtividade com vida, a comparação nas redes sociais que coloca o nosso bastidor contra o palco dos outros, e o adiamento que promete felicidade “quando tudo estiver resolvido”. No meio disso, a alegria do presente some, os sonhos encolhem e a gente passa a esperar um “momento certo” que quase nunca chega.
A parte mais prática vem quando a gente puxa o freio e propõe um retorno ao essencial: presença, foco e energia. Falamos do custo da multitarefa, de como cuidar do corpo, da mente, das emoções e da espiritualidade sem esperar “quebrar”, e de perguntas diretas que reconectam com significado: o que realmente importa, quem eu quero me tornar, como eu quero ser lembrado. Se você quer viver plenamente com mais consciência e gratidão, dá o play e vem com a gente. Depois, compartilhe com alguém, assine o podcast e deixe uma avaliação: qual pequena decisão você vai tomar ainda hoje?
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Neymar divide o Brasil porque ele não passa despercebido: ele provoca, emociona, irrita, inspira e, no fim, faz todo mundo parar quando a bola rola. A gente parte da ideia do “último camisa 10” para falar do que está por trás do craque: a espontaneidade que trouxe de volta o futebol arte, o sorriso que virou munição para críticas e a coragem de continuar sendo ele mesmo num mundo que exige personagens perfeitos. Entre dribles e lembranças do Santos, aparece uma pergunta incômoda: por que tanta gente tenta reduzir a grandeza de um dos maiores nomes da geração?
No meio do caminho, a conversa encosta no ponto que mais pesa: a responsabilidade de “salvar” a seleção brasileira. Quando ele joga, é obrigação; quando se machuca, é culpa; quando chora, é fraqueza; quando sorri, é falta de compromisso. A gente discute como essa régua torta nasce da mistura entre futebol, rede social e guerra de opiniões, e por que isso cria um ambiente de perseguição constante. Ao mesmo tempo, lembramos o que não dá para apagar: números, respeito internacional, impacto cultural e a influência direta em milhões de crianças que passaram a jogar bola, vestir a 10 e acreditar na magia.
A Copa do Mundo 2026 aparece como horizonte e despedida: a última chance, a esperança do hexa e a possibilidade de ver um Neymar mais maduro, mais inteligente e menos sozinho, cercado por uma geração que divide o peso. A gente também puxa o lado que quase não vira manchete: o Neymar pai, a família, a humanidade por trás do rótulo, além do debate sobre fortuna, publicidade e marca pessoal no marketing esportivo. Se você quer entender por que ele ainda é a maior faísca emocional do futebol brasileiro, dá o play até o fim.
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Ele dorme seis horas, corta reuniões sem dó, divide o dia em blocos de 5 minutos e ainda encontra tempo para colocar foguetes no ar. A gente pega a história de Elon Musk do começo, quando ele era um garoto na África do Sul lendo ficção científica por horas e aprendendo programação sozinho, até o ponto em que vira uma das figuras mais influentes do século XXI. No caminho, aparecem o bullying severo, a obsessão por provar valor e a mentalidade de operar no limite, como se a dor fosse parte do processo.
A conversa costura a biografia com as decisões que moldam o mundo real: Zip2, a virada com X.com e PayPal, e a escolha de reinvestir a fortuna em risco alto. A gente entra no núcleo do que faz Musk ser tão debatido: SpaceX, foguetes reutilizáveis, contratos com a NASA, a aposta em tornar a humanidade multiplanetária e o plano de colonizar Marte como resposta a riscos existenciais como guerra, pandemia, asteroides e inteligência artificial. Também passamos por Tesla, Starlink e o jeito de transformar “isso pode ser feito?” em “quanto tempo vai demorar?”.
E não fica só no lado técnico. A gente fala de produtividade, primeiros princípios, hábitos estranhos, humor com memes e a intensidade que inspira e assusta. Depois, a lente abre para consciência, futuro, declínio populacional, perguntas sobre Deus e a teoria da simulação, além da vida pessoal complexa e das contradições de quem diz querer salvar a humanidade enquanto sacrifica estabilidade no caminho. Curtiu a reflexão? Assine o podcast, compartilhe com alguém que ama tecnologia e biografias, deixe uma avaliação e responde: Elon Musk é gênio visionário, extremamente ambicioso, ou as duas coisas?
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Você não está “sem disciplina”. Você está preso num ciclo que o seu cérebro aprendeu para evitar desconforto, e isso muda completamente o jeito de encarar a procrastinação. A gente conversa de forma direta sobre por que pessoas inteligentes adiam o que é importante, como a culpa piora tudo e por que o problema quase nunca é falta de força de vontade.
No caminho, a gente entra na ciência da regulação emocional e na batalha interna entre o seu lado racional, que pensa no futuro, e o seu lado impulsivo, que quer recompensa agora. Falamos da tecnologia como amplificadora do problema: redes sociais, notificações e vídeos curtos treinam dopamina e deixam tarefas profundas parecendo “lentas demais”. Se você sente dificuldade para estudar, ler, trabalhar em silêncio ou terminar projetos longos, isso não é só “falta de foco”; é condicionamento.
A parte prática vem com ferramentas simples e aplicáveis: a técnica dos 5 minutos para vencer o medo de começar, a organização do ambiente para reduzir distrações e aumentar o atrito do que te puxa para baixo, e uma virada essencial entre motivação e disciplina. A gente também cutuca um ponto delicado: perfeccionismo pode ser procrastinação disfarçada, e o remédio costuma ser ação imperfeita, repetida, consistente.
Fechamos com a ideia mais forte: mudança duradoura nasce de identidade. Quando você passa a agir como “uma pessoa consistente”, sistemas substituem inspiração e resultados aparecem. Dá o play, compartilhe com alguém que vive adiando e, se fizer sentido, siga o podcast e deixe uma avaliação para ajudar mais gente a recuperar foco e produtividade.
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Tem coisa que a gente tenta engolir para seguir funcionando, até o dia em que o corpo e a mente cobram a conta. A gente senta para falar de saúde mental do jeito que precisa ser: com respeito, sem sensacionalismo e com orientação prática para quem está no limite, para quem ama alguém em crise, ou para quem só quer entender melhor o que está sentindo.
Com a psicóloga Rachel Gomes, a gente destrincha sinais que costumam ser ignorados, a diferença entre tristeza normal e depressão, e como a ansiedade pode sair do nível funcional e virar paralisia. Depois, o Eduardo Linkmann traz hábitos diários com base em evidências para fortalecer a saúde mental: atividade física, sono de qualidade, rotina organizada, conexão social e atenção plena. Também falamos sobre como o estigma dentro da família e no trabalho cria vergonha e afasta as pessoas do cuidado.
A psicanalista cristã Roseli Diogo confronta mitos que ainda prendem muita gente, como “terapia é coisa de doido”, “vou ficar dependente” e a obsessão por um prazo fixo. Ela também alerta para o impacto das redes sociais, do excesso de telas e da dopamina na paciência e nos relacionamentos, defendendo limites e o resgate do simples. Para fechar, a psicóloga clínica Eliana Inácio explica como ajudar alguém em crise emocional sem invalidar a dor, a ligação direta entre saúde mental e saúde física e quando considerar medicação no tratamento, sempre com avaliação profissional e sem preconceito.
Se esse papo te ajudou, assina o podcast, compartilha com alguém que precisa ouvir e deixa uma avaliação com review contando qual insight você vai colocar em prática hoje.
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Sobre Pode Crê
Um podcast sobre temas variados e inspiradores, criado para motivar, transmitir esperança e despertar reflexões em quem ouve.Quero receber convidados especiais para diálogos envolventes, repletos de histórias, curiosidades e ideias que ampliam horizontes.Desejo que as pessoas reflitam sobre temas variados e se eu fizer 1 pessoa repensar e mudar de rota pra melhor já teria valido a pena esse podcast.Como Pastor, compartilho experiências sobre a bondade de Deus; como músico, exploro de forma criativa e artística os diferentes aspectos do dia a dia.
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