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45 do Primeiro Tempo

Jovem Pan
45 do Primeiro Tempo
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  • 45 do Primeiro Tempo

    Gabbi Ries - “O amor é um lugar”

    29/05/2026 | 1h 29min
    Gabbi Ries está certa de que existem momentos da vida em que a gente simplesmente não consegue mais ignorar aquilo que sente por dentro. Como se alguma coisa começasse, aos poucos, a desmontar antigas certezas, antigos papéis e até antigas versões de nós mesmos. Talvez por isso a trajetória dessa minha convidada tenha sido marcada por tantas travessias. Antes de mergulhar profundamente no universo do Tarot Egípcio, da astrologia e das terapias integrativas, ela viveu experiências bastante diferentes entre si: trabalhou durante anos com comunicação, rádio, televisão, turismo e treinamentos corporativos. Depois veio a maternidade — uma experiência que acabou mudando profundamente seu olhar sobre a vida e sobre si mesma. Mas havia também uma inquietação mais antiga. A sensação de perceber o mundo de uma forma diferente, de carregar perguntas que nem sempre encontravam espaço em uma vida mais convencional. E foi justamente dessa busca — feita entre mudanças, crises pessoais, espiritualidade, autoconhecimento e reconstruções internas — que nasceu o caminho que ela segue hoje. Ao longo dos últimos anos, ela mergulhou nos estudos do Tarot Egípcio, astrologia terapêutica, alquimia, ThetaHealing, Reiki e simbologias ancestrais ligadas ao feminino e às tradições espirituais do Egito. Mais recentemente, uma nova fase da vida trouxe também reflexões profundas sobre maturidade, menopausa, identidade e a coragem de assumir, cada vez mais, a própria essência. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Gabbi Ries contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos vivendo e foi categórica: “O amor é um lugar”.
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  • 45 do Primeiro Tempo

    Eloneide Ferreira Marques - “O invisível também organiza a vida”

    22/05/2026 | 1h 25min
    Eloneide Ferreira Marques não tem dúvida em afirmar que o corpo humano possui uma inteligência muito mais antiga — e talvez muito mais sofisticada — do que qualquer inteligência artificial criada pelo homem. Talvez por isso ela tenha dedicado boa parte da sua trajetória a investigar aquilo que existe entre símbolo, energia, natureza e consciência. Estudiosa da medicina chinesa, ela desenvolveu um trabalho que busca escutar essa “inteligência do corpo” através de uma técnica que une acupuntura, trigramas do I Ching, manifestações da natureza e símbolos ancestrais encontrados em uma múmia de mais de 5 mil anos, descoberta há 35 anos entre a Áustria e a Itália. Segundo ela, muito antes de falarmos sobre algoritmos, prompts ou inteligência artificial, o corpo já sabia responder. Já armazenava informações. Já se comunicava através de sinais, frequências, emoções e padrões invisíveis. Foi dessa inquietação — e também de seus estudos sobre metaverso, linguagem simbólica e medicina chinesa — que nasceu a chamada Acupuntura Digital, uma abordagem terapêutica que substitui as agulhas por desenhos inspirados nos trigramas do I Ching, aplicados sobre pontos energéticos do corpo. Mas afinal… o que seriam esses códigos? Como símbolos da natureza poderiam dialogar com os meridianos da acupuntura? E até que ponto existe, dentro de nós, uma espécie de inteligência silenciosa esperando para ser ouvida? Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a professora de medicina chinesa formada pelo Centro de Estudos de Acupuntura e Terapias Alternativas, docente da Escola Espanhola de Acupuntura, jornalista, pesquisadora e criadora da técnica da Acupuntura Digital contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o campo mais sutil que nos habita e foi categórica: “O invisível também organiza a vida”.
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  • 45 do Primeiro Tempo

    Gabi Picciotto - “Aquilo que pensamos silenciosamente molda a nossa realidade”

    15/05/2026 | 1h 7min
    Gabi Picciotto não tem dúvida em afirmar que existe um poder imenso em acreditar — acreditar de verdade, sem garantias, sem controle, sem precisar que o mundo confirme primeiro aquilo que o coração já sente. Talvez por isso ela tenha dedicado sua trajetória a compreender o encontro entre consciência, emoções, espiritualidade e realidade concreta. Porque, para ela, não existe expansão verdadeira quando usamos a espiritualidade apenas para fugir de nós mesmos. Fé, na sua visão, não é negação da realidade — é uma força interna capaz de reorganizar a maneira como pensamos, sentimos e caminhamos pela vida. Doutora em Psicologia, com foco no fenômeno do spiritual bypassing — o uso inconsciente da espiritualidade para evitar dores e processos internos — ela construiu uma caminhada que une profundidade emocional, sensibilidade e uma rara experiência no universo corporativo. Passou por empresas e consultorias como Unilever, Korn Ferry e Walking the Talk, até perceber que sua missão era justamente integrar mundos que durante muito tempo pareciam separados: alma e estratégia, intuição e ação, espírito e matéria. Hoje, ela conduz pessoas e organizações em processos profundos de alinhamento, expansão e desenvolvimento humano, ajudando pessoas a viverem com mais verdade, consciência, leveza e propósito. E talvez uma das mensagens mais bonitas do seu trabalho seja justamente essa: quando alguém acredita verdadeiramente em si, na vida e no próprio caminho, algo dentro começa silenciosamente a mover montanhas. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a terapeuta, consultora organizacional e autora do livro A Voz da Alma contou sua história de vida, trouxe seu olhar para este momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórica: “Aquilo que pensamos silenciosamente molda a nossa realidade".
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  • 45 do Primeiro Tempo

    Gabi Picciotto - “Aquilo que pensamos silenciosamente molda a nossa realidade”

    15/05/2026 | 1h 6min
    Gabi Picciotto não tem dúvida em afirmar que existe um poder imenso em acreditar — acreditar de verdade, sem garantias, sem controle, sem precisar que o mundo confirme primeiro aquilo que o coração já sente. Talvez por isso ela tenha dedicado sua trajetória a compreender o encontro entre consciência, emoções, espiritualidade e realidade concreta. Porque, para ela, não existe expansão verdadeira quando usamos a espiritualidade apenas para fugir de nós mesmos. Fé, na sua visão, não é negação da realidade — é uma força interna capaz de reorganizar a maneira como pensamos, sentimos e caminhamos pela vida. Doutora em Psicologia, com foco no fenômeno do spiritual bypassing — o uso inconsciente da espiritualidade para evitar dores e processos internos — ela construiu uma caminhada que une profundidade emocional, sensibilidade e uma rara experiência no universo corporativo. Passou por empresas e consultorias como Unilever, Korn Ferry e Walking the Talk, até perceber que sua missão era justamente integrar mundos que durante muito tempo pareciam separados: alma e estratégia, intuição e ação, espírito e matéria. Hoje, ela conduz pessoas e organizações em processos profundos de alinhamento, expansão e desenvolvimento humano, ajudando pessoas a viverem com mais verdade, consciência, leveza e propósito. E talvez uma das mensagens mais bonitas do seu trabalho seja justamente essa: quando alguém acredita verdadeiramente em si, na vida e no próprio caminho, algo dentro começa silenciosamente a mover montanhas. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a terapeuta, consultora organizacional e autora do livro A Voz da Alma contou sua história de vida, trouxe seu olhar para este momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórica: “Aquilo que pensamos silenciosamente molda a nossa realidade".
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  • 45 do Primeiro Tempo

    Ilana Milharcic - “Quando a gente se abre, o conhecimento encontra caminho”

    08/05/2026 | 1h 41min
    Ilana Milharcic costuma dizer que existe um universo inteiro acontecendo dentro da gente — silencioso, profundo… e quase sempre ignorado. Talvez por isso a história dessa minha convidada não seja sobre estética — mas sobre escuta. Uma escuta que começou quando a vida saiu do eixo. Quando vieram o caos, a desconexão, a sensação de vazio e, principalmente, a falta de afeto — e de afeto por si mesma. Foi ali, nesse lugar incômodo que ninguém quer visitar, que um outro caminho começou a se desenhar. Formada em publicidade, ela construiu carreira, criou projetos, viveu o ritmo acelerado do mercado… Mas, em algum momento, percebeu que estava sustentando narrativas para fora enquanto algo essencial dentro de si pedia atenção. E foi no simples — quase silencioso — que tudo começou a mudar. O que era interesse virou prática. O que era prática virou investigação. E o que era investigação virou propósito. Entre estudos de bioquímica, da pele, das medicinas tradicionais, da ayurveda e da medicina chinesa, ela começou a enxergar o corpo não como um problema a ser corrigido, mas como um sistema inteligente buscando equilíbrio o tempo todo. E, mais do que isso, percebeu que muitas das respostas que procuramos fora já estavam disponíveis — na natureza, nos saberes ancestrais, na relação mais simples e direta com a vida. Mas ela foi além. Ao invés de escolher entre o ancestral e o tecnológico, fez algo mais raro: decidiu integrar. Olhar para a floresta e para o laboratório. Para o conhecimento dos povos originários… e para o rigor da ciência. Entendendo que, quando esses dois mundos se encontram, algo novo pode nascer. A pele, nesse processo, deixa de ser vaidade. Vira linguagem. Limite. Relação. Um espelho do que acontece dentro e fora. E foi dessa travessia — do caos ao cuidado, da desconexão ao propósito — que nasceu a Lillá. Um trabalho que vai além dos cosméticos: um convite para uma nova relação com o corpo, com a beleza e com a própria vida. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a cosmetóloga, tricologista e empresária contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórica: “Quando a gente se abre, o conhecimento encontra caminho".
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