Letícia Garcez, gerente de suprimentos da Vale, explica a jornada da empresa no mercado livre de gás natural. Ela detalha a migração gradual, os ganhos com contratos de curto prazo e a redução de penalidades, além da estratégia de manter 80% da demanda em contratos firmes e 20% no spot.
A executiva também aborda a volatilidade do consumo nas usinas de pelotização, a aposta no biometano como alternativa de descarbonização e os desafios para o transporte e a indexação do gás no Brasil. Uma visão estratégica de um dos maiores consumidores industriais do país.
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Capítulos
00:00 Abertura
01:47 Perfil pessoal de Letícia Garcez
03:20 Jornada da Vale no mercado livre de gás
05:03 Primeira experiência com penalidades e aprendizados
06:30 Ganhos de preço e flexibilidade com a migração
08:00 Estratégia: 80% firme e 20% spot
10:03 Complexidade do transporte e equipe especializada
12:00 Contratos de curto prazo e expectativa com nova oferta
14:00 Volatilidade do spot e lições do contexto geopolítico
16:00 Hedge ainda não é usado para gás na Vale
17:00 Discussão sobre indexadores e abrasileiramento do preço
19:00 Competitividade do gás no Brasil versus outros países
20:00 Consumo atual de 1 milhão m³/dia e potencial de crescimento
21:00 Biometano como alternativa para descarbonização
24:00 Desafios regulatórios e econômicos do biometano
25:00 Vale avalia ser off-taker de projetos de biometano
27:00 Gás na indústria, não no transporte da Vale
28:00 Prioridades para a política de gás no próximo governo
30:00 Estocagem subterrânea e terminais de GNL como opção
32:00 Gás argentino demanda investimento conjunto
33:00 Considerações finais e encerramento
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