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Ambiente é o Meio - USP

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Ambiente é o Meio - USP
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    Ambiente é o Meio #221: Pesquisadoras investigam contaminantes emergentes no Lago de Furnas

    13/05/2026 | 33min
    Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, as entrevistadas são as professoras Giovana de Fátima Lima Martins e Mariane Gonçalves Santos, ambas com formação em Química Analítica pela Universidade Federal de Alfenas (Unifal) e atuantes na instituição, falando sobre os resultados de estudo que realizaram acerca da presença de contaminantes emergentes no Lago de Furnas, reservatório criado na década de 1960 quando da instalação da Usina Hidrelétrica de Furnas, no sul de Minas Gerais.
    As professoras informam que o Lago de Furnas é alimentado pelos rios Grande e Sapucaí, possui uma área de 1.440 km² e representa um ponto estratégico ambiental e socioeconômico. Assim, decidiram investigar a presença de contaminantes, mapear as áreas de contaminação, identificar as substâncias mais proeminentes e fomentar a adoção de políticas para acabar com a contaminação.
    Segundo as pesquisadoras, essas substâncias tóxicas incluem medicamentos (descartados no esgoto), pesticidas e agrotóxicos (usados na agricultura) e metais tóxicos (provenientes da indústria e agricultura). A pesquisa, embora ainda em fase inicial, busca preencher uma lacuna de conhecimento, já que estudos sobre contaminantes em Furnas são escassos. Ainda destacam que o trabalho da universidade não se limita a identificar problemas, mas a buscar soluções em conjunto com a comunidade.
    Ouça o episódio completo no player acima.

    Ambiente é o Meio

    Produção e Apresentação: Professores Marcelo Marini Pereira de Souza e José Marcelino de Resende Pinto, ambos professores da FFCLRP
    Coprodução e Edição: Rádio USP Ribeirão 
    E-mail: [email protected]
    Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 107,9; ou Ribeirão Preto FM 107.9, ou pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular para Android e iOS .

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    Ambiente é o Meio #220: Piscicultura impacta negativamente as espécies exóticas no Lago de Furnas, diz especialista

    06/05/2026 | 29min
    Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, o entrevistado é o biólogo Paulo dos Santos Pompeu, professor titular da Universidade Federal de Lavras, no sul de Minas Gerais, falando sobre seu estudo acerca do impacto da piscicultura no Lago de Furnas, conhecido como o Mar de Minas, e os desafios para a saúde e conservação de seu ecossistema. 
    O objetivo da pesquisa do professor é entender os principais impactos humanos e seus efeitos sobre os rios do Brasil, com foco na ecologia de peixes. Ele busca identificar as ameaças e desenvolver estratégias para a conservação de longo prazo das espécies, como a manutenção de trechos de rios sem barramentos e a integridade dos ecossistemas fluviais. 
    O biólogo ressalta a urgência de repensar a relação com nossos rios e reservatórios. A preservação do Lago de Furnas e de outros ecossistemas aquáticos depende de um esforço conjunto que envolva políticas públicas eficazes, fiscalização rigorosa, pesquisa científica e, acima de tudo, uma mudança de mentalidade em relação à conservação e ao uso sustentável dos recursos hídricos. 
    Ouça o episódio completo no player acima.

    Ambiente é o Meio

    Produção e Apresentação: Professores Marcelo Marini Pereira de Souza e José Marcelino de Resende Pinto, ambos professores da FFCLRP
    Coprodução e Edição: Rádio USP Ribeirão 
    E-mail: [email protected]
    Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 107,9; ou Ribeirão Preto FM 107.9, ou pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular para Android e iOS .

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    Ambiente é o Meio #219: Bitucas de cigarro são o lixo mais comum do planeta

    29/04/2026 | 29min
    Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, os entrevistados são os pesquisadores Victor Vasques Ribeiro, engenheiro Ambiental pelo Centro Universitário São Judas Tadeu, e André Salem Szklo, graduado em Engenharia Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Os engenheiros alertam sobre as consequências alarmantes do descarte inadequado de bitucas de cigarro; comentam as estratégias da indústria do tabaco e as possíveis soluções para mitigar o problema.
    Segundo os pesquisadores, essas bitucas de cigarro, também conhecidas como guimbas, representam o lixo mais comum no planeta. Afirmam que a estimativa é de que 4,5 trilhões de bitucas sejam descartadas em ambientes naturais anualmente em todo o mundo. No Brasil, informam que, embora não haja uma estimativa exata, o número é astronômico, pois existem cerca de 20 milhões de fumantes adultos consumindo em média dez cigarros por dia.  
    Lembram que uma única bituca na natureza pode levar de um ano e meio a dez anos para se decompor, dependendo das condições ambientais, situação que é dificultada pela indústria do tabaco, que se recusa a divulgar a composição química de seus produtos, tornando a identificação e o tratamento dos poluentes ainda mais desafiadores. 
    Ouça o episódio completo no player acima.

    Ambiente é o Meio

    Produção e Apresentação: Professores Marcelo Marini Pereira de Souza e José Marcelino de Resende Pinto, ambos professores da FFCLRP
    Coprodução e Edição: Rádio USP Ribeirão 
    E-mail: [email protected]
    Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 107,9; ou Ribeirão Preto FM 107.9, ou pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular para Android e iOS .

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    Ambiente é o Meio #218: Estudo revela que Cerrado possui mais de mil toneladas de carbono por hectare

    22/04/2026 | 27min
    Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, a entrevistada é a bióloga Larissa Verona, mestre pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), falando sobre resultados recentes de sua pesquisa que evidenciam a pouca importância dada ao Cerrado brasileiro. 
    O foco do estudo de Larissa foi quantificar o carbono presente nas áreas úmidas do Cerrado, determinar o tempo que esse carbono está estocado e avaliar sua suscetibilidade a mudanças. Segundo a pesquisadora, foram encontradas 1,2 mil toneladas de carbono por hectare, um valor seis vezes maior do que a biomassa da Floresta Amazônica acumula na mesma área.
    Larissa conta que a estimativa é de que esse carbono pode ter até 20 mil anos de idade, destacando a importância dessas áreas como grandes estocadoras de carbono e a necessidade de sua proteção.
    Ouça o episódio completo no player acima.
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    Ambiente é o Meio #217: Projeção para aumento de energia renovável no Brasil é de apenas 1% até 2035

    15/04/2026 | 29min
    Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, o especialista Bruno Milanez, docente do Programa de Pós-graduação em Geografia e do Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica da Universidade Federal de Juiz de Fora, falou sobre a transição energética no Brasil e seus desafios.
    Para Milanez, a transição deveria envolver a diminuição da intensidade do uso de energia e a redução gradual dos combustíveis fósseis, substituindo-os por tecnologias renováveis, como solar e eólica. No entanto, ele aponta que o Brasil não segue nenhuma dessas diretrizes. Como evidenciado pelo Plano Decenal de Expansão Energética (PDE), que prevê um aumento contínuo na geração de energia, tanto fóssil quanto não fóssil, o País não busca uma economia de consumo de energia.
    A matriz energética brasileira, que hoje é 50% renovável e 50% não renovável, tem uma projeção de aumento de apenas 1% na participação de renováveis até 2035, o que é considerado insuficiente para os desafios das mudanças climáticas. 
    Desse modo, para Milanez, o termo transição energética no Brasil é considerado contraditório e o rótulo de energia limpa para renováveis é questionável devido aos impactos socioambientais e emissões de carbono nos processos de fabricação e transporte.
    Ouça o episódio completo no player acima.

    Ambiente é o Meio

    Produção e Apresentação: Professores Marcelo Marini Pereira de Souza e José Marcelino de Resende Pinto, ambos professores da FFCLRP
    Coprodução e Edição: Rádio USP Ribeirão 
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Sobre Ambiente é o Meio - USP
O programa discute temas ambientais e sociais, analisa questões de sustentabilidade por meio de entrevistas com especialistas e pesquisadores da área no âmbito do município, do Estado, do País e do planeta. Apresentação: Produção: José Marcelino de Rezende Pinto e Marcelo Pereira de Souza (FFCLRP) e Daniela Sudan (USP Recicla), colaboradores - FFCLRP: Everton Macedo de Held, Vanessa Oliveira Souza, Franciele Santos Amorim, Reinaldo Romero (colaborador), Luis Antônio Fontana (operador de áudio), Centro de Informática de Ribeirão Preto (produção técnica) E-mail: [email protected] Horário: Horário: quartas, às 13h, com reprise aos domingos, às 17h30 Duração: 30 minutos
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