PodcastsGestão🎙️ Gestão de Riscos Sem Fronteiras: da ISO 31000 à transformação digital

🎙️ Gestão de Riscos Sem Fronteiras: da ISO 31000 à transformação digital

Plataforma t-Risk - Softwares para Gestão de Riscos | ISO 31000
🎙️ Gestão de Riscos Sem Fronteiras: da ISO 31000 à transformação digital
Último episódio

46 episódios

  • 🎙️ Gestão de Riscos Sem Fronteiras: da ISO 31000 à transformação digital

    🎙️ Capítulo 23 – Risco como Oportunidade: Como Transformar Incerteza em Decisão e Criação de Valor

    29/03/2026 | 19min
    Neste capítulo, avançamos um passo decisivo na maturidade da gestão de riscos. Se a ISO 31000 já nos ensina que risco é o efeito da incerteza nos objetivos da organização, podendo produzir efeitos negativos, positivos ou ambos, a prática organizacional ainda mostra outra realidade: a maioria das empresas continua tratando o risco quase exclusivamente como ameaça. Em vez de enxergar a incerteza também como espaço de criação de valor, muitas organizações se limitam a monitorar perdas, desvios, falhas e exposições. É exatamente essa lacuna entre conceito e prática que este episódio explora.
    A partir da obra Enterprise Risk and Opportunity Management, de Allan Benjamin, este capítulo mostra como a gestão de riscos pode evoluir para uma abordagem mais estratégica, integrada e orientada à decisão. O autor propõe o EROM — Enterprise Risk and Opportunity Management — como um modelo que ultrapassa a lógica tradicional do ERM focado prioritariamente na contenção de ameaças. Sua contribuição está em estruturar, de forma teórica e prática, como as organizações podem conectar risco, oportunidade, objetivos, indicadores antecedentes, controles internos e decisão executiva em uma arquitetura única de governança e criação de valor.
    O ponto central é claro: não basta reconhecer que riscos podem conter oportunidades. A verdadeira maturidade organizacional está em desenvolver método para identificar, interpretar, avaliar e capturar valor a partir da incerteza. Benjamin mostra que isso exige uma mudança de lógica. Em vez de olhar apenas para eventos adversos, a organização deve partir dos seus objetivos estratégicos e de desempenho, identificando quais ameaças e quais oportunidades influenciam sua realização. Essa inversão é poderosa, porque desloca a gestão de uma postura reativa para uma postura deliberadamente estratégica.
    Um dos grandes diferenciais discutidos neste episódio é o papel dos leading indicators. Em ambientes complexos, organizações maduras não esperam que os problemas se materializem por completo para agir. Elas acompanham sinais antecedentes, tendências, gatilhos e variações que indicam deterioração, vulnerabilidade, aceleração ou abertura de novas possibilidades. Os leading indicators tornam a gestão mais sensível ao futuro e mais preparada para ajustar decisões antes que o impacto se consolide. E o mesmo vale para as oportunidades: sem indicadores, a empresa até percebe uma possibilidade, mas dificilmente consegue transformá-la em movimento coordenado, alocação inteligente de recursos e vantagem estratégica.
    Outro eixo central é a integração entre risco, oportunidade e controles internos. Em vez de tratar os controles como um mecanismo burocrático, separado da estratégia e acionado apenas por exigência de conformidade, Benjamin propõe uma visão integrada. Os controles internos devem emergir dos drivers que influenciam as ameaças e as oportunidades mais relevantes para os objetivos da organização. Isso reforça a governança, melhora a coerência entre os diferentes níveis decisórios e oferece à alta gestão uma base muito mais consistente para discutir tolerância, apetite, priorização e aceitação de risco.
    Este capítulo também dialoga diretamente com o episódio anterior, Capítulo 22 – Da modelagem à cultura de risco. Se antes discutimos como a cultura de risco precisa sustentar escolhas melhores, agora avançamos para um ponto ainda mais exigente: como essa cultura se transforma em processo gerencial estruturado, com linguagem comum, critérios, indicadores e mecanismos de decisão capazes de tratar a incerteza não apenas como algo a ser contido, mas também como fonte potencial de avanço, inovação e valor organizacional.
    Você vai entender por que tantas empresas ainda permanecem “presas” a uma visão defensiva do risco, por que isso limita a capacidade de inovação e adaptação, e como o EROM oferece uma alternativa mais sofisticada para organizações que desejam sair da gestão reativa e entrar em uma gestão estratégica da incerteza.
  • 🎙️ Gestão de Riscos Sem Fronteiras: da ISO 31000 à transformação digital

    🎙️ Capítulo 23 – Risco como Oportunidade: Como Transformar Incerteza em Decisão e Criação de Valor

    29/03/2026 | 7min
    Neste capítulo, avançamos um passo decisivo na maturidade da gestão de riscos. Se a ISO 31000 já nos ensina que risco é o efeito da incerteza nos objetivos da organização, podendo produzir efeitos negativos, positivos ou ambos, a prática organizacional ainda mostra outra realidade: a maioria das empresas continua tratando o risco quase exclusivamente como ameaça. Em vez de enxergar a incerteza também como espaço de criação de valor, muitas organizações se limitam a monitorar perdas, desvios, falhas e exposições. É exatamente essa lacuna entre conceito e prática que este episódio explora.
    A partir da obra Enterprise Risk and Opportunity Management, de Allan Benjamin, este capítulo mostra como a gestão de riscos pode evoluir para uma abordagem mais estratégica, integrada e orientada à decisão. O autor propõe o EROM — Enterprise Risk and Opportunity Management — como um modelo que ultrapassa a lógica tradicional do ERM focado prioritariamente na contenção de ameaças. Sua contribuição está em estruturar, de forma teórica e prática, como as organizações podem conectar risco, oportunidade, objetivos, indicadores antecedentes, controles internos e decisão executiva em uma arquitetura única de governança e criação de valor.
    O ponto central é claro: não basta reconhecer que riscos podem conter oportunidades. A verdadeira maturidade organizacional está em desenvolver método para identificar, interpretar, avaliar e capturar valor a partir da incerteza. Benjamin mostra que isso exige uma mudança de lógica. Em vez de olhar apenas para eventos adversos, a organização deve partir dos seus objetivos estratégicos e de desempenho, identificando quais ameaças e quais oportunidades influenciam sua realização. Essa inversão é poderosa, porque desloca a gestão de uma postura reativa para uma postura deliberadamente estratégica.
    Um dos grandes diferenciais discutidos neste episódio é o papel dos leading indicators. Em ambientes complexos, organizações maduras não esperam que os problemas se materializem por completo para agir. Elas acompanham sinais antecedentes, tendências, gatilhos e variações que indicam deterioração, vulnerabilidade, aceleração ou abertura de novas possibilidades. Os leading indicators tornam a gestão mais sensível ao futuro e mais preparada para ajustar decisões antes que o impacto se consolide. E o mesmo vale para as oportunidades: sem indicadores, a empresa até percebe uma possibilidade, mas dificilmente consegue transformá-la em movimento coordenado, alocação inteligente de recursos e vantagem estratégica.
    Outro eixo central é a integração entre risco, oportunidade e controles internos. Em vez de tratar os controles como um mecanismo burocrático, separado da estratégia e acionado apenas por exigência de conformidade, Benjamin propõe uma visão integrada. Os controles internos devem emergir dos drivers que influenciam as ameaças e as oportunidades mais relevantes para os objetivos da organização. Isso reforça a governança, melhora a coerência entre os diferentes níveis decisórios e oferece à alta gestão uma base muito mais consistente para discutir tolerância, apetite, priorização e aceitação de risco.
    Este capítulo também dialoga diretamente com o episódio anterior, Capítulo 22 – Da modelagem à cultura de risco. Se antes discutimos como a cultura de risco precisa sustentar escolhas melhores, agora avançamos para um ponto ainda mais exigente: como essa cultura se transforma em processo gerencial estruturado, com linguagem comum, critérios, indicadores e mecanismos de decisão capazes de tratar a incerteza não apenas como algo a ser contido, mas também como fonte potencial de avanço, inovação e valor organizacional.
    Você vai entender por que tantas empresas ainda permanecem “presas” a uma visão defensiva do risco, por que isso limita a capacidade de inovação e adaptação, e como o EROM oferece uma alternativa mais sofisticada para organizações que desejam sair da gestão reativa e entrar em uma gestão estratégica da incerteza.
  • 🎙️ Gestão de Riscos Sem Fronteiras: da ISO 31000 à transformação digital

    🎙️ Capítulo 22 – Da Modelagem à Cultura de Risco: Estratégia, Decisão e Resiliência Organizacional

    25/03/2026 | 16min
    No capítulo anterior, inspirado em Desafio aos Deuses, vimos como a história da humanidade é também a história da tentativa de compreender a incerteza, medir o imprevisível e decidir melhor. Neste novo episódio, damos um passo além: saímos da evolução histórica da ideia de risco e entramos no território onde o risco se transforma em prática gerencial, decisão estratégica e capacidade organizacional. A partir da obra Business Risk Management: Models and Analysis, de Edward J. Anderson, este capítulo examina como a gestão de riscos madura nasce da integração entre fundamentos conceituais, mensuração quantitativa, decisão sob incerteza e cultura de risco. O livro estrutura a disciplina justamente em torno desses eixos, combinando ferramentas analíticas com reflexão sobre comportamento, julgamento e governança.
    Mais do que tratar o risco como uma simples lista de ameaças, Anderson propõe entendê-lo como uma arquitetura de decisões. Isso começa pela identificação e documentação cuidadosa dos riscos, pela análise de causas, controles e consequências, e pela compreensão de que o gerenciamento deve ser proativo, e não apenas reativo. O risco, nesse sentido, não é apenas algo a ser evitado: ele também pode estar associado à mudança, à oportunidade e à criação de valor, desde que seja enquadrado com clareza e responsabilidade.
    O episódio também aprofunda o papel da mensuração quantitativa. Modelos, distribuições, cenários, otimização estocástica, simulação e abordagens robustas oferecem disciplina para pensar melhor e evitar improvisações perigosas. Mas o livro também é claro ao mostrar que medir não é sinônimo de compreender. Em contextos de incerteza genuína, nem sempre há probabilidades confiáveis, e insistir em uma precisão artificial pode gerar mais ilusão do que inteligência. Por isso, a gestão de riscos avançada não se resume à estatística: ela exige discernimento para distinguir o que pode ser calculado do que precisa ser tratado por robustez, prudência e resiliência decisória.
    Um dos pontos mais fortes deste capítulo é a discussão sobre comportamento e decisão. Anderson mostra que gestores não decidem em um vácuo racional: eles operam com vieses, incentivos pessoais, excesso de confiança, framing e limites cognitivos. Em vez de escolherem apenas com base no melhor interesse abstrato da organização, muitas vezes decidem sob pressões de carreira, reputação, recompensa e interpretação subjetiva do próprio papel. Isso torna a gestão de riscos inseparável da forma como líderes percebem, enquadram e justificam suas escolhas.
    Para dar concretude a essa reflexão, o episódio retoma o caso Société Générale/Jérôme Kerviel, usado no livro como exemplo emblemático de falha organizacional. A perda de 4,9 bilhões de euros não decorreu apenas de operações fictícias e exposição indevida, mas também de supervisão insuficiente, sinais ignorados, cultura permissiva e desequilíbrio entre a lógica de geração de resultados e a disciplina de controle. O caso reforça uma das mensagens centrais da obra: procedimentos importam, mas cultura e supervisão importam ainda mais. Quando a organização valoriza o ganho acima da vigilância, o risco deixa de ser administrado e passa a se acumular silenciosamente até se tornar crise.
    Ao longo deste capítulo, você encontrará uma reflexão aprofundada sobre como a gestão de riscos evolui quando deixa de ser apenas técnica e passa a ser estratégica. Este é um episódio para quem já compreende o tema em nível avançado e quer explorar uma visão mais sofisticada: risco como decisão, risco como comportamento, risco como estrutura e risco como cultura. Em um ambiente empresarial cada vez mais complexo, a verdadeira maturidade não está apenas em modelar exposições, mas em construir organizações capazes de pensar melhor, decidir com mais lucidez e responder com resiliência ao que não pode ser plenamente previsto.
  • 🎙️ Gestão de Riscos Sem Fronteiras: da ISO 31000 à transformação digital

    🎙️ Capítulo 22 – Da Modelagem à Cultura de Risco: Estratégia, Decisão e Resiliência Organizacional

    25/03/2026 | 6min
    No capítulo anterior, inspirado em Desafio aos Deuses, vimos como a história da humanidade é também a história da tentativa de compreender a incerteza, medir o imprevisível e decidir melhor. Neste novo episódio, damos um passo além: saímos da evolução histórica da ideia de risco e entramos no território onde o risco se transforma em prática gerencial, decisão estratégica e capacidade organizacional. A partir da obra Business Risk Management: Models and Analysis, de Edward J. Anderson, este capítulo examina como a gestão de riscos madura nasce da integração entre fundamentos conceituais, mensuração quantitativa, decisão sob incerteza e cultura de risco. O livro estrutura a disciplina justamente em torno desses eixos, combinando ferramentas analíticas com reflexão sobre comportamento, julgamento e governança.
    Mais do que tratar o risco como uma simples lista de ameaças, Anderson propõe entendê-lo como uma arquitetura de decisões. Isso começa pela identificação e documentação cuidadosa dos riscos, pela análise de causas, controles e consequências, e pela compreensão de que o gerenciamento deve ser proativo, e não apenas reativo. O risco, nesse sentido, não é apenas algo a ser evitado: ele também pode estar associado à mudança, à oportunidade e à criação de valor, desde que seja enquadrado com clareza e responsabilidade.
    O episódio também aprofunda o papel da mensuração quantitativa. Modelos, distribuições, cenários, otimização estocástica, simulação e abordagens robustas oferecem disciplina para pensar melhor e evitar improvisações perigosas. Mas o livro também é claro ao mostrar que medir não é sinônimo de compreender. Em contextos de incerteza genuína, nem sempre há probabilidades confiáveis, e insistir em uma precisão artificial pode gerar mais ilusão do que inteligência. Por isso, a gestão de riscos avançada não se resume à estatística: ela exige discernimento para distinguir o que pode ser calculado do que precisa ser tratado por robustez, prudência e resiliência decisória.
    Um dos pontos mais fortes deste capítulo é a discussão sobre comportamento e decisão. Anderson mostra que gestores não decidem em um vácuo racional: eles operam com vieses, incentivos pessoais, excesso de confiança, framing e limites cognitivos. Em vez de escolherem apenas com base no melhor interesse abstrato da organização, muitas vezes decidem sob pressões de carreira, reputação, recompensa e interpretação subjetiva do próprio papel. Isso torna a gestão de riscos inseparável da forma como líderes percebem, enquadram e justificam suas escolhas.
    Para dar concretude a essa reflexão, o episódio retoma o caso Société Générale/Jérôme Kerviel, usado no livro como exemplo emblemático de falha organizacional. A perda de 4,9 bilhões de euros não decorreu apenas de operações fictícias e exposição indevida, mas também de supervisão insuficiente, sinais ignorados, cultura permissiva e desequilíbrio entre a lógica de geração de resultados e a disciplina de controle. O caso reforça uma das mensagens centrais da obra: procedimentos importam, mas cultura e supervisão importam ainda mais. Quando a organização valoriza o ganho acima da vigilância, o risco deixa de ser administrado e passa a se acumular silenciosamente até se tornar crise.
    Ao longo deste capítulo, você encontrará uma reflexão aprofundada sobre como a gestão de riscos evolui quando deixa de ser apenas técnica e passa a ser estratégica. Este é um episódio para quem já compreende o tema em nível avançado e quer explorar uma visão mais sofisticada: risco como decisão, risco como comportamento, risco como estrutura e risco como cultura. Em um ambiente empresarial cada vez mais complexo, a verdadeira maturidade não está apenas em modelar exposições, mas em construir organizações capazes de pensar melhor, decidir com mais lucidez e responder com resiliência ao que não pode ser plenamente previsto.
  • 🎙️ Gestão de Riscos Sem Fronteiras: da ISO 31000 à transformação digital

    🎙️ Capítulo 21 – Risco: A História da Incerteza, da Escolha e da Decisão

    15/03/2026 | 27min
    O risco não nasceu nos mercados, nas seguradoras ou nos modelos estatísticos. Ele nasceu no momento em que a humanidade começou a abandonar a submissão ao destino e passou a buscar formas de compreender o futuro, mesmo sem jamais poder dominá-lo por completo. Neste capítulo, mergulhamos na fascinante trajetória histórica e conceitual do risco a partir da obra de Peter L. Bernstein, Desafio aos Deuses, uma das mais importantes narrativas já escritas sobre a evolução da incerteza, da probabilidade e da decisão humana.
    Ao longo do episódio, percorremos a lenta transformação civilizatória que levou o ser humano de um mundo governado por presságios, fatalidade e vontade divina para outro em que cálculo, escolha e responsabilidade passaram a moldar a ação. Mais do que contar a história de números e fórmulas, este capítulo revela como o conceito de risco se formou no encontro entre filosofia, comércio, jogos, matemática, economia e liberdade.
    A narrativa passa pela Antiguidade, quando o futuro ainda era percebido como território dos deuses, e avança pelo Renascimento, quando o crescimento do comércio, da navegação e da contabilidade exigiu novas formas de previsão. Nesse percurso, encontramos personagens decisivos para a construção intelectual do risco, como Pascal e Fermat, que abriram caminho para a teoria das probabilidades; Bernoulli, que mostrou que decidir não depende apenas de valores objetivos, mas também da percepção humana sobre ganhos e perdas; Bayes, que aproximou crença e evidência; e Frank Knight, que distinguiu com profundidade risco mensurável e incerteza verdadeira.
    Mais do que uma história da probabilidade, este episódio é uma reflexão sobre a própria condição humana. Afinal, toda decisão relevante acontece em um ambiente de conhecimento incompleto. Toda escolha importante exige julgamento. Toda ação no presente carrega uma aposta sobre o futuro. É por isso que o risco não deve ser entendido apenas como ameaça, perda ou exposição negativa. Em sua dimensão mais profunda, risco também é ousadia, possibilidade, decisão e construção de futuro.
    Este capítulo mostra que a história do risco é, na verdade, a história da emancipação humana diante do desconhecido. Quando aprendemos a medir parcialmente a incerteza, não eliminamos o mistério do amanhã. Apenas deixamos de ser totalmente reféns dele. E essa passagem, da fatalidade para a escolha, talvez seja uma das maiores revoluções intelectuais da civilização.
    Você vai encontrar neste episódio uma leitura sofisticada sobre:
    - a formação histórica do conceito de risco;
    - a relação entre acaso, probabilidade e decisão;
    - a influência da filosofia e da matemática na compreensão do futuro;
    - os limites entre cálculo, percepção e julgamento;
    - e o impacto dessa transformação sobre os negócios, a sociedade e a liberdade humana.
    Para quem atua com governança, estratégia, riscos, segurança, finanças, inovação ou tomada de decisão, este é um capítulo essencial. E, para além do campo técnico, trata-se de uma oportunidade rara de compreender como a humanidade construiu uma nova forma de pensar o incerto.
    Porque, no fim, risco não é apenas aquilo que pode dar errado. Risco é também o nome que damos ao ato de decidir quando o futuro ainda não revelou suas cartas.

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Sobre 🎙️ Gestão de Riscos Sem Fronteiras: da ISO 31000 à transformação digital

🎙️ Gestão de Riscos Sem Fronteiras – da ISO 31000 à Transformação Digital é o podcast da Plataforma t-Risk que conecta normas globais, práticas de governança e inovação em segurança e resiliência. Em cada capítulo, exploramos ISO 31000, ISO 31050, ISO 31010, COSO ERM, o modelo das Três Linhas e muito mais, trazendo análises técnicas, debates em painel e exemplos práticos sobre riscos emergentes, transformação digital e criação de valor. Um espaço estratégico para líderes, gestores, acadêmicos e profissionais que enxergam o risco como diferencial competitivo e motor de sustentabilidade.
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Generated: 4/5/2026 - 1:48:20 PM