
🎙️ Capítulo 16 – Riscos Convergentes em 2026: Cenários para o Brasil e a América Latina
05/1/2026 | 16min
Neste primeiro episódio de 2026, abrimos a nova fase do “Gestão de Riscos Sem Fronteiras” com uma pergunta incômoda e inevitável: estamos realmente preparados para lidar com riscos que não aparecem mais isolados, mas conectados em rede, atravessando fronteiras físicas, digitais, climáticas e institucionais? A partir do estudo “Cenários de Riscos 2026 e Além”, este capítulo mergulha nos riscos convergentes que vão moldar decisões críticas no Brasil e na América Latina nos próximos anos.Ao invés de tratar geopolítica, crime organizado, tecnologia, clima e governança como silos, o episódio mostra como esses vetores interagem e se amplificam mutuamente. Discutimos como tensões comerciais, disputas entre potências, regulação de dados e dependências tecnológicas criam um ambiente em que cadeias de suprimento, infraestrutura e instituições públicas são testadas em velocidade e intensidade inéditas na região.Um dos eixos centrais da conversa é o papel do crime organizado e das economias ilícitas como componentes estruturais do ambiente de negócios. Redes criminosas deixam de ser apenas um problema de segurança pública e passam a operar como plataformas paralelas de logística, finanças e influência política, infiltrando-se em contratos, concessões, cadeias de valor e sistemas de integridade. Exploramos como isso se traduz em risco estratégico para conselhos, investidores e gestores de risco.A dimensão tecnológica aparece como outro elemento-chave. Dados e inteligência artificial ampliam tanto o campo de ataque quanto a capacidade de defesa. Falamos sobre deepfakes, fraudes sofisticadas, desinformação e ataques a estruturas críticas, mas também sobre o potencial da IA para apoiar a detecção de padrões anômalos, antecipar rupturas em cadeias críticas e fortalecer a tomada de decisão baseada em evidências. O episódio aborda os desafios de governança de IA, alinhamento regulatório e accountability de modelos em ecossistemas de alto risco.Nas infraestruturas críticas – energia, logística, telecomunicações, sistemas de pagamento, saúde, serviços públicos – é onde os riscos convergentes se tornam mais visíveis. Eventos climáticos extremos, falhas em tecnologia operacional, ataques cibernéticos e conivência local com redes ilícitas podem gerar efeitos em cascata, com impacto direto sobre a continuidade de negócios e a estabilidade social. O episódio discute por que a lógica de “proteger ativos isolados” já não é suficiente e precisa ser substituída por uma visão de resiliência sistêmica.Ao longo do capítulo, apresentamos os quatro cenários estruturados para 2026, explorando combinações possíveis entre cooperação regional, fragmentação política, boa ou má governança digital e força institucional. Em vez de previsões fechadas, tratamos cenários como instrumentos de trabalho para conselhos, comitês de risco e lideranças que desejam testar estratégias, revisar apetite a risco e repensar portfólios de investimento em capacidades críticas.O episódio dialoga com princípios de frameworks como a ISO 31000 e a ISO 31050 ao reforçar a importância de uma visão integrada de riscos, da leitura de sinais antecipatórios e da inteligência de risco como função estratégica – e não apenas como obrigação de compliance. A abordagem é executiva, técnica e pragmática, focada em quem ocupa posições de decisão.Se você atua em organizações expostas à volatilidade política, à pressão regulatória, à transformação digital acelerada e à crescente relevância da América Latina em temas como energia limpa, agro, logística e dados, este episódio oferece um mapa robusto para repensar prioridades. Mais do que prever o futuro, o objetivo é ajudar você a tomar decisões hoje, com maior lucidez sobre os riscos convergentes que já estão em curso – e sobre as oportunidades estratégicas que podem emergir justamente nesse ambiente de incerteza.O estudo “Cenários de Risco 2026 e Além” está disponível para download na Plataforma t-Risk, em https://totalrisk.com.br/pt_BR/downloads.

🎙️ Capítulo 16 – Riscos Convergentes em 2026: Cenários para o Brasil e a América Latina
05/1/2026 | 5min
Neste primeiro episódio de 2026, abrimos a nova fase do “Gestão de Riscos Sem Fronteiras” com uma pergunta incômoda e inevitável: estamos realmente preparados para lidar com riscos que não aparecem mais isolados, mas conectados em rede, atravessando fronteiras físicas, digitais, climáticas e institucionais? A partir do estudo “Cenários de Riscos 2026 e Além”, este capítulo mergulha nos riscos convergentes que vão moldar decisões críticas no Brasil e na América Latina nos próximos anos.Ao invés de tratar geopolítica, crime organizado, tecnologia, clima e governança como silos, o episódio mostra como esses vetores interagem e se amplificam mutuamente. Discutimos como tensões comerciais, disputas entre potências, regulação de dados e dependências tecnológicas criam um ambiente em que cadeias de suprimento, infraestrutura e instituições públicas são testadas em velocidade e intensidade inéditas na região.Um dos eixos centrais da conversa é o papel do crime organizado e das economias ilícitas como componentes estruturais do ambiente de negócios. Redes criminosas deixam de ser apenas um problema de segurança pública e passam a operar como plataformas paralelas de logística, finanças e influência política, infiltrando-se em contratos, concessões, cadeias de valor e sistemas de integridade. Exploramos como isso se traduz em risco estratégico para conselhos, investidores e gestores de risco.A dimensão tecnológica aparece como outro elemento-chave. Dados e inteligência artificial ampliam tanto o campo de ataque quanto a capacidade de defesa. Falamos sobre deepfakes, fraudes sofisticadas, desinformação e ataques a estruturas críticas, mas também sobre o potencial da IA para apoiar a detecção de padrões anômalos, antecipar rupturas em cadeias críticas e fortalecer a tomada de decisão baseada em evidências. O episódio aborda os desafios de governança de IA, alinhamento regulatório e accountability de modelos em ecossistemas de alto risco.Nas infraestruturas críticas – energia, logística, telecomunicações, sistemas de pagamento, saúde, serviços públicos – é onde os riscos convergentes se tornam mais visíveis. Eventos climáticos extremos, falhas em tecnologia operacional, ataques cibernéticos e conivência local com redes ilícitas podem gerar efeitos em cascata, com impacto direto sobre a continuidade de negócios e a estabilidade social. O episódio discute por que a lógica de “proteger ativos isolados” já não é suficiente e precisa ser substituída por uma visão de resiliência sistêmica.Ao longo do capítulo, apresentamos os quatro cenários estruturados para 2026, explorando combinações possíveis entre cooperação regional, fragmentação política, boa ou má governança digital e força institucional. Em vez de previsões fechadas, tratamos cenários como instrumentos de trabalho para conselhos, comitês de risco e lideranças que desejam testar estratégias, revisar apetite a risco e repensar portfólios de investimento em capacidades críticas.O episódio dialoga com princípios de frameworks como a ISO 31000 e a ISO 31050 ao reforçar a importância de uma visão integrada de riscos, da leitura de sinais antecipatórios e da inteligência de risco como função estratégica – e não apenas como obrigação de compliance. A abordagem é executiva, técnica e pragmática, focada em quem ocupa posições de decisão.Se você atua em organizações expostas à volatilidade política, à pressão regulatória, à transformação digital acelerada e à crescente relevância da América Latina em temas como energia limpa, agro, logística e dados, este episódio oferece um mapa robusto para repensar prioridades. Mais do que prever o futuro, o objetivo é ajudar você a tomar decisões hoje, com maior lucidez sobre os riscos convergentes que já estão em curso – e sobre as oportunidades estratégicas que podem emergir justamente nesse ambiente de incerteza.O estudo “Cenários de Risco 2026 e Além” está disponível para download na Plataforma t-Risk, em https://totalrisk.com.br/pt_BR/downloads.

🎙️ Capítulo 15 – Escopo, Contexto e Critérios: O Passo Esquecido que Define a Gestão de Riscos
20/12/2025 | 15min
Na maior parte das organizações, a gestão de riscos começa – e termina – na matriz de risco. Probabilidade, impacto, calorzinho vermelho no mapa… e segue o jogo. Mas, na prática, a qualidade de qualquer análise depende de um passo anterior, muitas vezes ignorado, até mesmo por profissionais experientes: a etapa de escopo, contexto e critérios. Este capítulo aprofunda exatamente esse “passo esquecido” que define se a gestão de riscos será estratégica e coerente… ou apenas mais um exercício burocrático.A partir das diretrizes da ISO 31000, da orientação da ISO 31050 sobre riscos emergentes e resiliência e dos insights práticos do Handbook de implantação da ISO 31000, exploramos por que a contextualização é o ponto de partida para uma gestão de riscos realmente integrada à governança, à cultura organizacional e à tomada de decisão. Em vez de tratar contexto como um enfeite inicial do relatório, tratamos como aquilo que ele realmente é: o “sistema operacional” que sustenta identificação, análise, avaliação e tratamento de riscos.Neste episódio, discutimos como definir com clareza o escopo da análise de riscos: qual nível da organização está em foco, que decisões precisam ser apoiadas, quais fronteiras são relevantes (empresa inteira, unidade de negócio, projeto crítico, cadeia de suprimentos, transformação digital, entre outros). Sem essa definição explícita, o processo se fragmenta, cada área enxerga uma parte e o retrabalho se torna inevitável.Na sequência, mergulhamos no contexto externo e interno, indo além das listas genéricas. Falamos de ambiente regulatório, pressões de stakeholders, cenário econômico e tecnológico, mas também de governança, cultura de riscos, desempenho histórico, incentivos, conflitos de interesse e restrições reais que moldam o comportamento das pessoas. É nesse ponto que este capítulo se conecta diretamente com os episódios anteriores sobre cultura de riscos e apetite a risco: não adianta declarar apetite “moderado” ou “conservador” se o contexto organizacional, de fato, premia decisões arriscadas e ignora sinais de alerta.A ISO 31050 entra em cena para ampliar essa visão quando falamos de riscos emergentes. Mostramos como a contextualização precisa incorporar tendências, incertezas extremas, dados incompletos e interdependências entre riscos, especialmente em temas como transformação digital, cibersegurança, inteligência artificial, mudanças climáticas e riscos sociais. Em vez de tratar o contexto como algo estático, discutimos a importância de uma leitura dinâmica, apoiada em inteligência de riscos, varredura de sinais fracos e revisões periódicas.Outro núcleo do episódio é a tradução do apetite a risco em critérios operacionais. Explicamos como os critérios de risco – escalas de impacto, definições de probabilidade, horizontes de tempo, limites de exposição aceitável, diferenciação entre riscos de integridade, financeiros, operacionais, reputacionais e estratégicos – funcionam como ponte entre a intenção da alta administração e as decisões do dia a dia. Sem critérios bem definidos, comparáveis e documentados, a análise de riscos vira um duelo de opiniões. Com critérios claros, alinhados à ISO 31000 e às boas práticas de governança e gerenciamento de riscos, a gestão passa a ser replicável, auditável e defensável.Ao longo do capítulo, conectamos teoria e prática com exemplos e situações típica. A ideia é oferecer insumos para que conselhos, comitês de risco, áreas de segurança, compliance, auditoria e gestão possam conversar na mesma linguagem.Este episódio é especialmente relevante para profissionais intermediários e avançados em gestão de riscos, governança e conformidade que já dominam o “básico” da ISO 31000, mas ainda subestimam o poder da contextualização. Se você quer diminuir retrabalho, fortalecer a coerência entre apetite a risco, cultura e decisão, e preparar sua organização para lidar com riscos tradicionais e emergentes de forma integrada, este capítulo foi pensado para você.

🎙️ Capítulo 15 – Escopo, Contexto e Critérios: O Passo Esquecido que Define a Gestão de Riscos
20/12/2025 | 6min
Na maior parte das organizações, a gestão de riscos começa – e termina – na matriz de risco. Probabilidade, impacto, calorzinho vermelho no mapa… e segue o jogo. Mas, na prática, a qualidade de qualquer análise depende de um passo anterior, muitas vezes ignorado, até mesmo por profissionais experientes: a etapa de escopo, contexto e critérios. Este capítulo aprofunda exatamente esse “passo esquecido” que define se a gestão de riscos será estratégica e coerente… ou apenas mais um exercício burocrático.A partir das diretrizes da ISO 31000, da orientação da ISO 31050 sobre riscos emergentes e resiliência e dos insights práticos do Handbook de implantação da ISO 31000, exploramos por que a contextualização é o ponto de partida para uma gestão de riscos realmente integrada à governança, à cultura organizacional e à tomada de decisão. Em vez de tratar contexto como um enfeite inicial do relatório, tratamos como aquilo que ele realmente é: o “sistema operacional” que sustenta identificação, análise, avaliação e tratamento de riscos.Neste episódio, discutimos como definir com clareza o escopo da análise de riscos: qual nível da organização está em foco, que decisões precisam ser apoiadas, quais fronteiras são relevantes (empresa inteira, unidade de negócio, projeto crítico, cadeia de suprimentos, transformação digital, entre outros). Sem essa definição explícita, o processo se fragmenta, cada área enxerga uma parte e o retrabalho se torna inevitável.Na sequência, mergulhamos no contexto externo e interno, indo além das listas genéricas. Falamos de ambiente regulatório, pressões de stakeholders, cenário econômico e tecnológico, mas também de governança, cultura de riscos, desempenho histórico, incentivos, conflitos de interesse e restrições reais que moldam o comportamento das pessoas. É nesse ponto que este capítulo se conecta diretamente com os episódios anteriores sobre cultura de riscos e apetite a risco: não adianta declarar apetite “moderado” ou “conservador” se o contexto organizacional, de fato, premia decisões arriscadas e ignora sinais de alerta.A ISO 31050 entra em cena para ampliar essa visão quando falamos de riscos emergentes. Mostramos como a contextualização precisa incorporar tendências, incertezas extremas, dados incompletos e interdependências entre riscos, especialmente em temas como transformação digital, cibersegurança, inteligência artificial, mudanças climáticas e riscos sociais. Em vez de tratar o contexto como algo estático, discutimos a importância de uma leitura dinâmica, apoiada em inteligência de riscos, varredura de sinais fracos e revisões periódicas.Outro núcleo do episódio é a tradução do apetite a risco em critérios operacionais. Explicamos como os critérios de risco – escalas de impacto, definições de probabilidade, horizontes de tempo, limites de exposição aceitável, diferenciação entre riscos de integridade, financeiros, operacionais, reputacionais e estratégicos – funcionam como ponte entre a intenção da alta administração e as decisões do dia a dia. Sem critérios bem definidos, comparáveis e documentados, a análise de riscos vira um duelo de opiniões. Com critérios claros, alinhados à ISO 31000 e às boas práticas de governança e gerenciamento de riscos, a gestão passa a ser replicável, auditável e defensável.Ao longo do capítulo, conectamos teoria e prática com exemplos e situações típica. A ideia é oferecer insumos para que conselhos, comitês de risco, áreas de segurança, compliance, auditoria e gestão possam conversar na mesma linguagem.Este episódio é especialmente relevante para profissionais intermediários e avançados em gestão de riscos, governança e conformidade que já dominam o “básico” da ISO 31000, mas ainda subestimam o poder da contextualização. Se você quer diminuir retrabalho, fortalecer a coerência entre apetite a risco, cultura e decisão, e preparar sua organização para lidar com riscos tradicionais e emergentes de forma integrada, este capítulo foi pensado para você.

🎙️ Capítulo 14 – Sociedade do Risco: Da Teoria de Beck à Prática da Gestão de Riscos
13/12/2025 | 13min
Em que momento a gestão de riscos deixou de lidar apenas com incêndios, furtos e fraudes e passou a enfrentar riscos produzidos pela própria estratégia das organizações? Este episódio conecta a teoria da Sociedade do Risco, de Ulrich Beck, com a prática cotidiana de quem vive ISO 31000, governança corporativa, segurança integrada e cultura de risco nas organizações.Partimos da tese central de Beck: a modernidade entrou numa fase em que os maiores riscos não são mais “naturais”, mas fabricados pela própria lógica de desenvolvimento tecnológico, econômico e industrial. Chernobyl deixa de ser apenas um acidente histórico e passa a ser um símbolo de algo muito atual: riscos globais, invisíveis, de efeitos irreversíveis, que atravessam fronteiras, reguladores e promessas de segurança. A partir daí, fazemos a transposição direta para o contexto corporativo do século XXI.Em vez de tratar “sociedade do risco” como um conceito abstrato de sociologia, trazemos essa lente para dentro da empresa. Mostramos como grande parte dos riscos corporativos hoje é endógena: nasce da forma como buscamos eficiência, crescimento acelerado, hiperautomação, dependência de cadeias complexas, uso intensivo de dados, nuvem e inteligência artificial. Riscos ambientais, tecnológicos, reputacionais e de cibersegurança deixam de ser ruídos externos para serem encarados como subprodutos da própria estratégia.Nesse cenário, a ISO 31000 deixa de ser apenas um framework técnico para virar uma linguagem de poder, responsabilidade e escolha. Discutimos como “contexto”, “partes interessadas”, “apetite a risco” e “cultura de risco” revelam, na prática, quais riscos a organização aceita produzir e normalizar em nome de competitividade e resultado. O mapa de riscos é apresentado não como uma lista neutra de ameaças, mas como um espelho da visão de mundo da liderança.O episódio também explora o conceito de “efeito bumerangue” de Beck aplicado ao ambiente corporativo: o risco que tentamos empurrar para fora – social, ambiental, de segurança ou reputacional – retorna ampliado, em forma de crise, sanções regulatórias, boicote, perda de talentos ou erosão de confiança. É aqui que a ideia de segurança integrada ganha densidade: não é apenas alinhar segurança física, lógica e patrimonial, mas reconhecer interdependências profundas entre risco operacional, tecnológico, humano, jurídico e reputacional.Para tornar essa discussão concreta, cruzamos exemplos clássicos da sociedade do risco – como Chernobyl e os grandes desastres ambientais – com riscos contemporâneos que desafiam conselhos, comitês de risco e estruturas de GRC: mudanças climáticas, ataques de ransomware, vazamentos massivos de dados, uso irresponsável de IA e cadeias de fornecimento frágeis em escala global. A pergunta que guia o episódio é direta: sua organização está apenas mapeando riscos… ou também revisitando criticamente os riscos que ela mesma fabrica?Ao longo da conversa, mostramos como a cultura de risco funciona como a “memória viva” dessas decisões. Frases como “sempre fizemos assim”, “todo mundo no mercado faz igual” ou “isso nunca deu problema” são analisadas como indicadores de normalização de riscos sistêmicos. Para um público avançado em gestão de riscos, o convite é sair da zona de conforto das matrizes coloridas e entrar em uma reflexão mais estratégica e incômoda sobre modernização, limites e responsabilidade.Este capítulo é especialmente relevante para quem atua em governança corporativa, gestão de riscos, compliance, segurança integrada, auditoria, continuidade de negócios e transformação digital. Ao final do episódio, o objetivo é claro: fazer você rever a forma como enxerga “risco” nas organizações, conectando o seu dia a dia profissional a um debate maior sobre a sociedade do risco, seus efeitos bumerangue e o papel das empresas na produção – e na mitigação – dos riscos do nosso tempo.



🎙️ Gestão de Riscos Sem Fronteiras: da ISO 31000 à transformação digital