Nesta semana, os mercados globais seguiram operando em ambiente de maior incerteza, refletindo principalmente o impacto do choque de energia associado às tensões no Oriente Médio e seus desdobramentos sobre inflação e política monetária. A manutenção dos preços de commodities em patamares elevados ampliou as preocupações inflacionárias e reforçou a percepção de que o processo de flexibilização monetária nas principais economias tende a ocorrer de forma mais gradual. O barril de petróleo retornou ao patamar de US$100, enquanto o dólar operou em queda, cotado aos R$4,90. Acerca das nossas projeções para o final de 2026, majoramos os prognósticos de inflação do IPCA de 4,66% para 4,79% e do IGP-M de 4,41% para 5,34%. Para o PIB, seguimos esperamos um crescimento de 1,9%. Já para a Taxa Selic meta, esta deve encerrar o período em 13,25% ao ano.