O mercado seguiu atento aos desdobramentos do conflito no Oriente Médio e seus reflexos sobre os preços de energia, a inflação global e as principais decisões de política monetária. Embora sinais pontuais de estabilização tenham surgido em algumas economias, o ambiente permanece caracterizado por elevada incerteza, o que tem reforçado posturas mais cautelosas por parte dos bancos centrais e contribuído para maior volatilidade nos mercados financeiros. O petróleo manteve-se por volta dos US$100 até esta sexta, dia em que retornou aos US$90 em virtude de uma possível reabertura do Estreito de Ormuz por parte do Irã. No Brasil, os ativos domésticos seguiram majoritariamente o comportamento do cenário externo. O mercado acionário apresentou relativa estabilidade. A curva de juros, por sua vez, refletiu uma redução da aversão ao risco global. O dólar apresentou queda, cotado a aproximadamente R$ 4,98.