E iniciamos esta quinta-feira com os mercados acompanhando um ambiente mais equilibrado, em meio a sinais mistos de desaceleração da inflação global e perda de tração da atividade, sobretudo na Europa, o que mantém os investidores em compasso de espera. Nos Estados Unidos, a ata do comitê de crédito do Federal Reserve trouxe um tom cauteloso, destacando que a convergência da inflação para a meta de 2% deve ocorrer de forma mais lenta do que o esperado anteriormente. Apesar de um mercado de trabalho ainda relativamente estável, começam a surgir sinais de moderação, o que reforça a leitura de que os juros devem permanecer elevados por mais tempo, com menor espaço para cortes no curto prazo.