O mercado financeiro viveu dias de verdadeira montanha-russa, onde o humor dos investidores oscilou entre a cautela estratégica e reações a tensões geopolíticas latentes. O grande pano de fundo foi a expectativa em torno de falas de dirigentes do Federal Reserve e o monitoramento de conflitos internacionais, que mantiveram o "modo de espera" ligado em diversos momentos. Enquanto alguns agentes buscavam abrigo em ativos de segurança, outros tentavam decifrar se os balanços corporativos ainda teriam fôlego para sustentar as máximas históricas. Esse cenário de incerteza serviu como o combustível principal para as movimentações, ou a falta delas, nos principais painéis de cotação ao redor do globo.