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- Os fones de ouvido open-ear estão ganhando espaço no mercado com uma proposta diferente: permitir que o usuário ouça música sem se desconectar completamente do que acontece ao redor.
No novo episódio do Podcast Canaltech, o repórter Renato Moura conversa com Rodrigo Knist, presidente da Harman Brasil e responsável pela América do Sul, sobre a nova geração de fones da JBL e a aposta da empresa nesse formato. Segundo o executivo, os modelos open-ear vieram para ficar e devem ganhar espaço em diferentes momentos do dia a dia.
A conversa também passa pela inteligência artificial. Rodrigo explica que a tecnologia já é usada pelos engenheiros da empresa para acelerar o desenvolvimento de produtos e também aparece no software responsável pelo processamento de sinal dos novos fones.
Outro ponto é o desafio do cancelamento de ruído. Enquanto os modelos tradicionais conseguem isolar o usuário do ambiente, os open-ear têm justamente a proposta contrária. E, segundo Rodrigo, a JBL ainda não chegou a uma solução eficiente de cancelamento de ruído para essa categoria.
O episódio ainda aborda conforto, design, uso durante atividades físicas e o comportamento do consumidor brasileiro, que, segundo o executivo, tem papel importante na estratégia global da marca.
Você também vai conferir: Falta de chips pode adiar o iPhone 18 para 2027, caixa inteligente promete acabar com comida fria no delivery e ChatGPT ganha voz mais natural e conversa em tempo real.
Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, Bruno Bertonzin e Viviane França.
A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Livia Strazza e a arte da capa é de Eric Mockaitis.
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See omnystudio.com/listener for privacy information. - A suspensão das transmissões ao vivo do Discord no Brasil colocou novamente em debate a responsabilidade das plataformas digitais pela segurança de crianças e adolescentes.
A Autoridade Nacional de Proteção de Dados, a ANPD, determinou a suspensão do Go Live e de funcionalidades equivalentes após o caso envolvendo a morte de uma adolescente de 13 anos. A plataforma continua funcionando, mas a decisão levanta uma questão importante: como impedir situações graves em ambientes digitais sem monitorar tudo o que os usuários fazem?
A suspensão das transmissões ao vivo do Discord no Brasil colocou novamente em debate a responsabilidade das plataformas digitais pela segurança de crianças e adolescentes.
A Autoridade Nacional de Proteção de Dados, a ANPD, determinou a suspensão do Go Live e de funcionalidades equivalentes após o caso envolvendo a morte de uma adolescente de 13 anos. A plataforma continua funcionando, mas a decisão levanta uma questão importante: como impedir situações graves em ambientes digitais sem monitorar tudo o que os usuários fazem?
Esse é o tema do Podcast Canaltech desta sexta-feira. Fernanda Santos conversa com Luiz Claudio, CEO e fundador da LC SEC, especialista em cibersegurança, para entender onde os mecanismos de proteção podem falhar e quais tecnologias já permitem identificar comportamentos de risco mesmo quando a plataforma não consegue acessar diretamente o conteúdo de uma transmissão.
Durante a entrevista, Luiz explica como inteligência artificial, análise comportamental e moderação humana podem atuar em conjunto. Segundo ele, simplesmente oferecer ferramentas de denúncia não é suficiente: é preciso que os mecanismos consigam identificar situações de risco e agir com rapidez.
A conversa também aborda um dos maiores dilemas desse debate: segurança e privacidade podem entrar em conflito? O especialista explica que não existe uma solução única e que as plataformas precisam criar diferentes camadas de proteção de acordo com o risco apresentado por cada situação.
Outro ponto discutido é o impacto da decisão para o restante do mercado. Para Luiz, o caso pode aumentar a pressão sobre outras plataformas que oferecem transmissões ao vivo e estimular uma maior troca de informações entre empresas sobre comportamentos de risco.
O episódio ainda traz orientações para pais e responsáveis sobre o uso de redes sociais e plataformas por crianças e adolescentes e discute por que a responsabilidade pela segurança precisa ser compartilhada entre famílias e empresas de tecnologia.
Você também vai conferir: Rival do BYD Dolphin chega ao Brasil custando três vezes mais que na China, mais de 400 operadoras clandestinas estão na mira da Anatel e TIM oferece nova chance de conseguir ingressos para o Rock in Rio.
Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Paulo Amaral, Renato Moura e Nathan Vieira. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.
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See omnystudio.com/listener for privacy information. - A Copa do Mundo Feminina 2027, que será realizada no Brasil, deve contar com o mesmo padrão tecnológico adotado no Mundial masculino.
Em entrevista ao Podcast Canaltech, Gal Barradas, diretora executiva de Negócios e Marketing da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027, explicou que a tecnologia estará presente não apenas naquilo que o torcedor vê durante os jogos, mas também nos bastidores e na experiência do público.
Entre os exemplos estão recursos para facilitar a compra e transferência de ingressos, o FIFA ID e a integração da jornada dos torcedores.
A conversa também passa pelo crescimento do futebol feminino, pelas oportunidades de trabalho criadas pelo esporte e pelo interesse de empresas e patrocinadores nesse mercado.
A entrevista foi gravada no Studio Summit, parceria entre o Canaltech e o Grupo Mulheres do Brasil durante o Summit Mulheres nas Profissões.
Você também vai conferir: Apple pode lançar seis novos iPhones ainda em 2026, SUS vai levar dados de saúde para uma nuvem nacional e Manus se separa da Meta e vai apagar dados de usuários.
Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, Bruno de Blasi e Viviane França.
A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira.
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See omnystudio.com/listener for privacy information. - A inteligência artificial já está mudando o mercado de trabalho. Mas, à medida que essas ferramentas se tornam acessíveis a mais pessoas, surge uma nova questão: o que vai diferenciar um profissional?
Para Renato Winnig, Head de Comunicação Integrada e Ecossistema de Marca da Vivo, acompanhar a evolução da IA será essencial, mas não suficiente. Habilidades como escuta, criatividade, relacionamento e capacidade de adaptação tendem a ganhar ainda mais importância em um mundo cada vez mais conectado e acelerado.
Em conversa com o Podcast Canaltech, Renato também fala sobre excesso de informação, nossa relação com o celular e a importância de encontrar um equilíbrio entre tecnologia e habilidades humanas.
A entrevista foi gravada no Studio Summit, uma parceria entre o Canaltech e o Grupo Mulheres do Brasil durante o Summit Mulheres nas Profissões, em São Paulo.
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See omnystudio.com/listener for privacy information. - A chegada de anúncios ao ChatGPT abre uma nova frente para o mercado de publicidade digital e pode mudar não apenas onde as marcas anunciam, mas a forma como elas tentam entender o consumidor.
Em entrevista ao Podcast Canaltech, Bruno Belardo, VP regional de Growth para a América Latina da Adlook, explica que a principal mudança está na quantidade de contexto disponível durante uma conversa com uma inteligência artificial.
Até agora, boa parte da publicidade digital tentou descobrir quem é o usuário a partir de informações como interesses, comportamento e histórico de navegação. Com a IA generativa, a lógica pode mudar: mais importante do que saber quem é a pessoa será entender o que ela quer naquele momento.
Uma pessoa pode gostar de carros há anos, por exemplo, mas estar procurando especificamente um financiamento, um seguro ou uma revisão. Para Belardo, compreender essa intenção pode permitir anúncios muito mais relevantes.
Isso também traz um desafio importante: confiança.
Se o usuário não conseguir distinguir uma resposta da inteligência artificial de um conteúdo patrocinado, a própria credibilidade da plataforma pode ser colocada em risco. Por isso, a expectativa é de que publicidade e respostas continuem claramente separadas.
Durante a conversa, Belardo também discute se anunciar dentro de ferramentas de IA pode custar mais, como equilibrar monetização e experiência do usuário e por que os anúncios podem se tornar menos numerosos, mas muito mais contextualizados.
E a transformação pode ir ainda além.
Na visão do executivo, em alguns anos talvez nem estejamos mais discutindo “anúncios no ChatGPT”. Com o avanço dos agentes de IA, sistemas poderão conversar diretamente com agentes de bancos, companhias aéreas, supermercados e outras empresas para buscar produtos, comparar alternativas e até ajudar a realizar compras.
Nesse cenário, as marcas deixam de disputar apenas a atenção das pessoas e passam a disputar também a recomendação dos agentes de inteligência artificial.
Você também vai conferir: Apple tenta evitar novos aumentos no preço do iPhone, Disney+ ganha IA para ajudar você a escolher o que assistir e criadores brasileiros podem deixar de ganhar dinheiro no X.
Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, Viviane França e André Magalhães.
A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.
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