Neste episódio, mergulhamos em uma das experiências mais profundas da existência humana: o luto. Entre a perda e a reconstrução do eu, refletimos sobre esse processo íntimo e singular que atravessa todos nós. A partir da psicanálise, exploramos como o luto não é apenas dor, mas também um trabalho psíquico — um caminho delicado de transformação, onde a ausência precisa encontrar um novo lugar dentro de quem fica.
Em um mundo que apressa a dor e silencia a falta, este episódio é um convite a respeitar o tempo do luto, a escutar o que ele tem a dizer e a reconhecer sua legitimidade. Falamos sobre lutos visíveis e invisíveis, individuais e coletivos, e sobre como, mesmo diante da ausência, algo do vínculo permanece. Porque, no fim, o luto não é apenas sobre perder — é também sobre continuar, mesmo incompleto.