No início de 2026, várias regiões de Portugal foram atingidas por episódios de mau tempo extremo, com inundações, quedas de árvores, estradas cortadas, casas danificadas e centenas de famílias deslocadas. Da região Centro a Lisboa e Vale do Tejo, muitos portugueses perceberam, da pior forma, que uma emergência não é uma hipótese distante: é uma possibilidade real.
Foi nesse contexto que nasceu esta mini-série “SOS Finanças”. É para quem ainda não foi afetado, mas poderá vir a sê-lo no futuro.
Quando a eletricidade falha, quando o carro fica destruído por uma árvore caída ou quando a água entra pela casa dentro, a primeira preocupação é a segurança. A segunda é inevitável: como pagar tudo isto? O seguro cobre? Há dinheiro disponível? Existe um fundo de emergência suficiente? Está mesmo preparado para 72 horas — ou para três meses?
Ao longo destes 3 episódios independentes, mas ligados por um objetivo comum, vai encontrar respostas práticas e diretas: como preparar um kit de emergência físico e financeiro, como saber se o seguro da casa e do carro paga realmente os estragos causados por fenómenos da natureza, quanto deve ter num fundo de emergência e que erros evitar quando a pressão é máxima.
Neste terceiro episódio da mini-série “SOS Finanças”, falo do kit de emergência — não apenas o físico, mas também o financeiro.
Parto da regra das 72 horas: estaria preparado para aguentar três dias sem eletricidade, sem acesso a multibanco ou com estradas cortadas? Explico o que deve ter em casa — água, alimentos não perecíveis, lanterna, rádio, medicamentos, cópias de documentos, etc.
O verdadeiro kit inclui também uma componente financeira: uma pequena quantia em numerário, contactos importantes guardados offline, lista das apólices e dos capitais seguros, fotografias dos bens da casa e acesso rápido a liquidez. Porque se os sistemas falharem, depender apenas de cartões e aplicações pode ser um erro.
Dou exemplos concretos e faço contas simples para perceber quanto dinheiro pode ser razoável ter disponível para pequenas despesas imediatas e como articular esse valor com o fundo de emergência de que falei no primeiro episódio.
A ideia é simples: o kit de emergência não cabe apenas numa mochila. Inclui organização, prevenção e dinheiro acessível. Quem prepara estes três níveis — físico, documental e financeiro — enfrenta qualquer crise com muito mais controlo e tranquilidade.
Boas poupanças!
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Este episódio contou com sonoplastia de Filipe Cruz.
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