A tensão no Oriente Médio impulsionou fortemente os preços do petróleo e do gás natural, elevando custos de energia e pressionando, de forma direta, o mercado de fertilizantes, especialmente os nitrogenados e fosfatados.
O agravamento das condições logísticas no Golfo Pérsico, com alta de fretes e seguros marítimos, ampliou os impactos para cadeias agrícolas e químicas.
No curto prazo, o maior alerta para o agro está no encarecimento e na oferta de fertilizantes, enquanto, em um cenário de prolongamento do conflito, cresce o risco para exportações brasileiras de carnes, açúcar e milho.
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