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- No episódio de hoje do BBCast Agro, Danilo Teodoro, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), analisa o cenário do milho. O mercado internacional reage à redução dos estoques projetados pelo USDA e ao aumento das tensões entre Rússia e Ucrânia, enquanto, no Brasil, a colheita da segunda safra e o ritmo das negociações seguem influenciando os preços.
Destaques do episódio:
🌽 Chicago em alta: o contrato setembro/2026 acumulou valorização de 7,38% entre os dias 1º e 15 de julho, impulsionado pelas revisões do USDA.
📊 Estoques menores: o USDA reduziu a estimativa dos estoques finais dos Estados Unidos e também dos estoques mundiais para a safra 2026/27, fortalecendo as cotações internacionais.
🌍 Mar Negro no radar: o aumento das tensões entre Rússia e Ucrânia elevou os riscos para o escoamento de grãos, contribuindo para a valorização das commodities agrícolas.
🚜 Colheita da segunda safra: no Brasil, a colheita atingiu 38,9% da área, ritmo abaixo da média dos últimos cinco anos, segundo a Conab.
💰 Mercado interno estável: a baixa liquidez, o foco dos produtores na colheita e o suporte do mercado externo mantiveram os preços firmes, embora o avanço da colheita possa aumentar a pressão nas próximas semanas.
📈 Indicador Cepea/B3: a saca encerrou o dia 15 de julho cotada a R$ 64,77, acumulando valorização de 1,87% no mês.
🛡️ Gestão de risco: o Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB e Termo de Moedas (NDF) para auxiliar o produtor na proteção contra oscilações de preços.
Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.
Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br - No episódio de hoje do BBCast Agro, Nátaly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), apresenta as perspectivas climáticas para o trimestre de julho a setembro de 2026. O fortalecimento do fenômeno El Niño e as previsões do NOAA e do INMET indicam temperaturas acima da média em praticamente todo o Brasil e impactos distintos para as principais regiões produtoras.
Destaques do episódio:
🌦️ El Niño ganha força: a NOAA informa que o fenômeno continua se intensificando, com 97% de probabilidade de persistir até o início da primavera de 2027 e 81% de chance de atingir forte intensidade entre outubro e dezembro.
🌡️ Temperaturas elevadas: o trimestre será marcado por calor acima da média em praticamente todo o país, influenciando o desenvolvimento das lavouras e das pastagens.
🌱 Região Norte: chuvas abaixo da média reduzem a disponibilidade hídrica ao longo do trimestre, favorecendo a colheita do milho segunda safra, mas elevando o risco para lavouras tardias e pastagens.
🌾 Nordeste: tempo seco beneficia a colheita do algodão no MATOPIBA, enquanto o déficit hídrico pode comprometer milho, feijão de sequeiro e a produção de forragem.
🚜 Centro-Oeste: redução gradual da umidade do solo favorece a colheita do milho, sorgo e algodão, mas exige atenção para o início da semeadura da soja 2026/27.
☕ Sudeste: período seco exige monitoramento da cafeicultura e das culturas de inverno, principalmente em Minas Gerais, Espírito Santo e norte do Rio de Janeiro.
🌾 Sul: chuvas acima da média favorecem o trigo e outras culturas de inverno, mas aumentam o risco de doenças fúngicas e dificultam operações no campo.
📊 Planejamento é essencial: o acompanhamento das condições climáticas e da evolução das safras é fundamental para apoiar decisões no agronegócio.
Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.
Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br Café Conilon: colheita avança, preços reagem e exportações crescem | BBCast Agro - 15/07/2026
15/07/2026 | 3minNo episódio de hoje do BBCast Agro, Rômulo Bastos Chagas, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon. A colheita avança em ritmo mais lento que o esperado, os preços voltam a subir no mercado físico e as exportações seguem em forte expansão, enquanto produtores acompanham diferenças entre as estimativas oficiais e a realidade observada no campo.
Destaques do episódio:
☕ Preços voltam a subir: mesmo com o avanço da colheita, a oferta disponível permanece mais ajustada, favorecendo a recuperação das cotações do café conilon.
🌱 Produção gera divergências: a Conab estima produção nacional de 20,9 milhões de sacas em 2026, mas produtores relatam rendimento abaixo do esperado em importantes regiões produtoras.
📍 Espírito Santo lidera a produção: o principal estado produtor deve colher 13,6 milhões de sacas, enquanto Bahia e Rondônia também se destacam na produção de cafés canéforas.
🌾 Colheita em ritmo mais lento: a colheita nacional alcançou 52% da área, abaixo dos 60% registrados no mesmo período do ano passado.
📉 Desafios no campo: maturação irregular, menor rendimento de secagem e perdas no norte do Espírito Santo e sul da Bahia preocupam os produtores.
🌎 Exportações em alta: os embarques de conilon e robusta cresceram 193% em maio na comparação anual, reforçando a competitividade dos cafés canéforas no mercado internacional.
📈 Mercado acompanha as cotações: o contrato setembro/2026 na Bolsa de Londres é negociado em US$ 3.819 por tonelada, enquanto o café tipo 7 em Vitória iniciou a semana cotado a R$ 1.065 por saca.
💰 Soluções para o produtor: o Banco do Brasil oferece linhas de crédito estruturadas para apoiar custeio, investimentos e as diversas etapas da atividade cafeeira.
Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.
Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.brBananicultura: oferta, preços e mercado no segundo semestre | BBCast Agro - 14/07/202
14/07/2026 | 3minNo episódio de hoje do BBCast Agro, Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), analisa o cenário da bananicultura. O mercado acompanha a redução da área cultivada, os impactos do clima sobre a oferta, o comportamento dos preços no atacado e as perspectivas para o segundo semestre de 2026.
Destaques do episódio:
🍌 Produção em leve queda: dados do IBGE indicam retração de 1,1% na área cultivada e estimativa de produção 0,9% menor em relação à safra de 2025.
🌱 Cultura com oferta contínua: por ser uma cultura perene, a banana é colhida durante todo o ano, garantindo abastecimento constante do mercado interno, principal destino da produção nacional.
📉 Demanda mais fraca no curto prazo: o período de férias escolares reduziu o consumo, pressionando os preços no atacado durante o mês de julho.
💲 Cotações em São Paulo: a caixa de banana nanica (22 kg) foi cotada a R$ 53,20 e a banana prata-anã (20 kg) a R$ 110,00, com recuos mensais de 14,0% e 13,5%, respectivamente.
❄️ Clima influencia o mercado: as baixas temperaturas em importantes regiões produtoras, como o Vale do Ribeira (SP), podem favorecer a recuperação dos preços ao longo do segundo semestre.
🌎 Exportações recuam: entre janeiro e maio de 2026, o Brasil exportou cerca de 27,5 mil toneladas, volume 21% inferior ao mesmo período de 2025. Em contrapartida, o preço médio de exportação avançou 14,5%, alcançando aproximadamente US$ 420 por tonelada.
📈 Perspectivas para os próximos meses: a expectativa é de mercado bem abastecido, com oferta relativamente elevada e preços mais firmes do que os registrados no início do ano.
💰 Apoio ao produtor: o Banco do Brasil oferece linhas de Custeio Agropecuário para financiar despesas da produção e contribuir para uma safra mais eficiente e sustentável.
Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.
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👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br- 🌱 Soja (00:24): Soja: Mercado monitora relatório do USDA, clima nos EUA e tensões no Oriente Médio.
🌽Milho (02:04): Clima nos EUA e relatório do USDA seguem no radar do milho, enquanto a colheita da segunda safra pressiona os preços no Brasil.
☕Café (03:24): Clima, colheita atrasada e dúvidas sobre a qualidade da safra mantêm a volatilidade no mercado de café.
🐂Boi Gordo (04:43): China perto do limite de importação pressiona o preço da arroba no mercado interno. Poderá haver recuperação a partir de outubro.
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Sobre BBCast Agro
Boletim realizado por especialistas da Diretoria de Agronegócios e Gerências de Assessoramento Técnico ao Agronegócio do Banco do Brasil. A cada dia, uma análise sobre o cenário de uma cultura específica. Acompanhe!
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