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Soja: USDA, plantio no Brasil e perspectivas para a safra 2026/27 | BBCast Agro – 16/10/2026
16/10/2026 | 3minNo episódio de hoje do BBCast Agro, Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da soja, com destaque para as estimativas do USDA, o avanço da colheita nos Estados Unidos, o ritmo do plantio brasileiro e as perspectivas de produção para a safra 2026/27.
Destaques do episódio:
🌎 USDA: O relatório elevou a estimativa da safra norte-americana para 124,15 milhões de toneladas e projetou a produção mundial em 442,70 milhões de toneladas, alta de 3,15% em relação à safra anterior.🇺🇸 Colheita nos EUA: Os trabalhos alcançaram 46% da área semeada, abaixo da média dos últimos cinco anos, de 50%.
🌱 Plantio no Brasil: Segundo a Conab, 15,6% da área prevista já havia sido semeada. Mato Grosso registrava 25,2%, Mato Grosso do Sul, 25%, e Paraná, 36%.
🌧️ Clima: Chuvas favoreceram o plantio no Centro-Oeste, mas volumes elevados no Sul e em parte do Sudeste dificultaram as operações de campo. A previsão para os próximos 15 dias indica atenção para essas regiões e para Mato Grosso do Sul.
📊 Safra brasileira: O primeiro levantamento da Conab para 2026/27 estima a produção de soja em 181,6 milhões de toneladas, aumento de 0,7% em relação à safra anterior.
💰 Preços e prêmios: O contrato novembro/26 na CBOT fechou em US$ 12,76/bushel em 14 de outubro. No mesmo dia, o indicador Cepea foi cotado a R$ 154,29/saca, queda de 4,50% em relação ao início do mês. Os prêmios nos portos variavam entre US$ 1,20 e US$ 1,40/bushel para outubro e entre US$ 1,38 e US$ 1,53/bushel para novembro.
🛡️ Proteção de preços: O Banco do Brasil oferece mecanismos de hedge, incluindo travamento de câmbio e Opções Agro, para auxiliar na gestão de riscos e no planejamento da comercialização da safra.Para consultar vencimentos e simular operações, acesse o App BB, vá em “Menu”, “Agro” e “Contratar opções Agro”.
Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.
Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br- No episódio de hoje do BBCast Agro, Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), analisa o cenário da suinocultura brasileira, com destaque para o crescimento dos abates e das exportações, os preços do suíno vivo e os desafios relacionados aos custos de produção.
Destaques do episódio:
🐖 Produção: No primeiro semestre de 2026, o número de suínos abatidos cresceu 4,8% em relação ao mesmo período de 2025, enquanto o peso total abatido aumentou 6,4%.
🌎 Exportações: De janeiro a setembro, o Brasil exportou mais de 1,04 milhão de toneladas de carne suína, alta de 4,8% na comparação anual. Filipinas, Japão, Chile e China foram os principais destinos.
📉 Preços e custos: Em 2026, os preços médios do suíno vivo variaram entre R$ 5,55 e R$ 6,09/kg nas principais praças, abaixo do custo médio de produção estimado em R$ 6,31/kg.
📊 Mercado interno: Em setembro, os preços apresentaram leve recuperação frente a agosto. Minas Gerais registrou a maior média, de R$ 5,31/kg, enquanto Santa Catarina teve a menor, de R$ 4,72/kg.
🥩 Competitividade: A carne suína ganhou atratividade diante da desvalorização da carcaça especial e da alta dos preços das carnes bovina e de frango. Mesmo com exportações elevadas, a demanda interna ainda enfrenta dificuldades para absorver o aumento da oferta.
🌽 Custos com alimentação: O acompanhamento da segunda safra de milho é importante, pois mudanças na produção podem afetar os preços do grão, um dos principais componentes do custo da suinocultura.
🏦 Crédito e proteção: O Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços do milho no mercado futuro e Custeio Agropecuário para financiar despesas da produção e apoiar o planejamento da compra de insumos.
Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.
Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br - No episódio de hoje do BBcast Agro, Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente (SP), analisa o cenário do trigo, com destaque para as estimativas globais de produção do USDA, os impactos das chuvas sobre a colheita e a qualidade dos grãos no Brasil e a valorização dos preços no mercado interno.
Destaques do episódio:
🌎 Mercado internacional: O USDA elevou a estimativa de produção mundial de trigo para 821,8 milhões de toneladas. Apesar da redução de 3 milhões de toneladas nas exportações russas, a maior oferta global pressionou as cotações na Bolsa de Chicago, que recuaram 7% nos últimos 30 dias.
🌧️ Colheita no Brasil: Segundo a Conab, 40% da área de trigo já havia sido colhida. As chuvas no norte do Paraná e no sudeste de São Paulo dificultaram o avanço dos trabalhos e provocaram perdas nas lavouras.
🌾 Paraná: O estado já colheu 70% da área cultivada. Nas regiões Sul e dos Campos Gerais, as chuvas favorecem o aumento de doenças fúngicas, como giberela e brusone, que comprometem a qualidade dos grãos.
⛈️ Rio Grande do Sul: De acordo com a Emater-RS, apenas 4% da área havia sido colhida. Chuvas, acamamento, debulha de espigas e perdas por granizo colocam em risco a produção e a qualidade da safra gaúcha.
📈 Preços: O indicador Cepea/Esalq Paraná registra alta de 7,5% nos últimos 30 dias, chegando a R$ 1.562 por tonelada, valor 29% superior ao observado no mesmo período do ano passado. A menor oferta de trigo de qualidade contribui para a valorização.
🚜 Crédito rural: O Banco do Brasil disponibiliza linhas de investimento para aquisição de máquinas e equipamentos. Consulte sua agência BB e os parceiros agro para conhecer as opções disponíveis.
Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.
Fica a dica: crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br Caju: recuperação da safra, preços e oportunidades na cajucultura | BBCast Agro - 13/10/2026
13/10/2026 | 3minNo episódio de hoje do BBCast Agro, Narcelio Goes, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Mossoró (RN), analisa o cenário da cajucultura brasileira, com destaque para a recuperação da produção em 2026, os preços da castanha de caju e as oportunidades de investimento na atividade.
Destaques do episódio:
🌱 Produção brasileira: Após as dificuldades climáticas de 2025, a safra de 2026 apresenta recuperação, com estimativa de aproximadamente 152 mil toneladas de castanha em casca, alta de 22% em relação ao ano anterior.
📍 Região Nordeste: Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte concentram mais de 90% da produção nacional. O Ceará permanece como principal produtor, com previsão de cerca de 90 mil toneladas.
📈 Preços da castanha: Em julho de 2026, a castanha em casca alcançou cerca de R$ 4,50/kg no Piauí e R$ 6,80/kg no Rio Grande do Norte. A castanha beneficiada chegou a aproximadamente R$ 55,00/kg no atacado cearense.
🌎 Mercado internacional: A demanda por amêndoas de castanha de caju segue aquecida, impulsionada pelo consumo de alimentos saudáveis e produtos de origem vegetal.
🚜 Tecnologia e competitividade: A renovação de pomares, a irrigação, o melhoramento genético e a rastreabilidade contribuem para elevar a produtividade e fortalecer a cajucultura brasileira.
🏦 Crédito e investimento: O Banco do Brasil oferece soluções para implantação e renovação de pomares, irrigação, máquinas e equipamentos, agroindustrialização, armazenagem, energia solar, comercialização e capital de giro.Os melhores projetos são aqueles que incorporam tecnologia, manejo moderno e agregação de valor.
Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.
Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br- Soja (00:23): Relatório do USDA e exportações norte-americanas influenciam a formação dos preços.
Milho (01:41): Estoques mais elevados, avanço da colheita norte americana e El Niño nos EUA podem influenciar as cotações do milho.
Café (02:50): Maior disponibilidade do grão no curto prazo poderá influenciar as cotações.
Boi Gordo (04:13): Desaceleração do consumo doméstico, manutenção do ritmo mais lento das exportações e expectativa de preços firmes para preços futuros.
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Sobre BBCast Agro
Boletim realizado por especialistas da Diretoria de Agronegócios e Gerências de Assessoramento Técnico ao Agronegócio do Banco do Brasil. A cada dia, uma análise sobre o cenário de uma cultura específica. Acompanhe!
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