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Soja ganha força com clima nos EUA, demanda chinesa e alta do petróleo | BBCast Agro 21/08/2026
21/08/2026 | 3minNo episódio de hoje do BBCast Agro, Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa os principais fatores que influenciam o mercado da soja. O clima nos Estados Unidos, a demanda chinesa, a valorização do petróleo e os impactos do El Niño na próxima safra brasileira seguem no radar dos produtores e investidores.
Destaques do episódio:
🌱 Clima nos EUA: Chuvas intensas causaram inundações em algumas regiões produtoras, enquanto a previsão de temperaturas elevadas no Kansas mantém a atenção do mercado em um momento decisivo para a definição da produtividade.
📈 Demanda e esmagamento: O esmagamento de soja nos Estados Unidos atingiu recorde para o mês, com crescimento de 10,7% em relação ao ano anterior, reforçando a percepção de demanda aquecida.
Compras da China: A aquisição de mais de 260 mil toneladas de soja norte-americana pela China e a expectativa de manutenção dos acordos comerciais entre os dois países dão suporte às cotações internacionais.
🛢️ Petróleo e óleo de soja: A valorização do petróleo impulsionou os preços do óleo de soja, fortalecendo todo o complexo soja na Bolsa de Chicago.
💵 Mercado brasileiro: A alta do dólar frente ao real e os prêmios mais firmes nos portos continuam sustentando os preços internos da soja.
🌦️ Safra 2026/27: O mercado já acompanha os possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a próxima safra brasileira, especialmente nas regiões Sul e Norte do país.
🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil oferece soluções de hedge, como travamento de câmbio e Opções Agro, auxiliando o produtor na comercialização da safra e na proteção da renda.
Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.
Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.brSuinocultura: oferta elevada pressiona preços mesmo com exportações em alta | BBCast Agro - 20/08/2026
20/08/2026 | 3minNo episódio de hoje do BBCast Agro, Bruno Viglioni, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte (MG), analisa o cenário da suinocultura brasileira. Apesar do forte desempenho das exportações, o aumento da produção e a dificuldade de absorção pelo mercado interno seguem pressionando a rentabilidade dos produtores.
Destaques do episódio:
🐖 Produção em alta: O aumento do plantel e os ganhos de produtividade elevaram a oferta de carne suína em 2026. Segundo o IBGE, os abates cresceram 5,5% no primeiro trimestre em comparação ao mesmo período de 2025.
📉 Pressão sobre os preços: O excesso de oferta no mercado doméstico contribuiu para a queda das cotações do suíno nas principais regiões produtoras do país.
🌎 Exportações aquecidas: De acordo com o Comex, o Brasil exportou 914 mil toneladas de carne suína no primeiro semestre de 2026, volume superior ao registrado no mesmo período do ano anterior.
🛒 Consumo interno: A demanda doméstica permanece enfraquecida. A concorrência com as carnes bovina e de frango, além das limitações de consumo das famílias, dificulta o equilíbrio entre oferta e demanda.
🌽 Custos de produção: A ampla oferta de milho e farelo de soja mantém os custos relativamente controlados. No entanto, a queda nos preços de venda tem reduzido significativamente as margens dos produtores.
🌦️ Atenção ao clima: O fortalecimento do El Niño aumenta os riscos de oscilações nos preços dos grãos, reforçando a importância do planejamento na compra de insumos.
🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços no mercado futuro e soluções de custeio agropecuário para auxiliar o produtor na gestão da atividade.
Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.
Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.brCafé Conilon: colheita avança, exportações reagem e mercado segue atento | BBCast Agro - 19/08/2026
19/08/2026 | 3minNo episódio de hoje do BBCast Agro, Rômulo Bastos Chagas, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon. Com a colheita praticamente concluída nas principais regiões produtoras, o mercado acompanha o comportamento dos produtores, o ritmo das exportações e os movimentos da Bolsa de Londres.
Destaques do episódio:
☕ Colheita avançada: A colheita nacional de café atingiu 76% até o fim de julho, com o conilon praticamente finalizado, alcançando 98% da área colhida.
🌱 Produção em campo: Apesar do avanço dos trabalhos, ainda existem relatos de quebras localizadas em áreas produtoras do Espírito Santo e de Rondônia, exigindo atenção do mercado.
📊 Oferta e demanda: O mercado já não apresenta o mesmo aperto observado no primeiro semestre, mas a oferta também não é suficiente para provocar quedas mais acentuadas nos preços.
🌎 Exportações: Segundo o Cecafé, o Brasil exportou 3 milhões de sacas em julho, volume 9,9% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. No acumulado do ano, os embarques somam 21 milhões de sacas.
💱 Fatores de mercado: Câmbio, ritmo dos embarques, qualidade dos lotes e o comportamento das cotações na Bolsa de Londres seguem como os principais direcionadores dos preços nas próximas semanas.
📈 Preços: O contrato do conilon para novembro de 2026 na Bolsa de Londres é negociado a USD 3.590 por tonelada, enquanto o café tipo 7 é cotado a R$ 1.003 por saca no mercado capixaba.
💡 Soluções BB: O Banco do Brasil oferece soluções de crédito e apoio financeiro para auxiliar o produtor em todas as etapas da atividade agrícola.
Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.
Fica a dica: crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.brBanana: inverno reduz oferta, mas preços seguem pressionados | BBCast Agro - 18/08/2026
18/08/2026 | 3minNo episódio de hoje do BBCast Agro, Renata Licciardi, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Lages (SC), analisa o cenário da bananicultura brasileira. O mercado acompanha os efeitos do inverno sobre a produção, os desafios fitossanitários e o comportamento dos preços das variedades Nanica e Prata.
Destaques do episódio:
🍌 Produção nacional: A banana segue entre as frutas mais produzidas do Brasil, com cerca de 7,2 milhões de toneladas em 2025. São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Santa Catarina permanecem entre os principais estados produtores.
❄️ Efeito do inverno: As temperaturas mais baixas reduziram o desenvolvimento dos bananais e limitaram a oferta de frutos de melhor qualidade, especialmente no Vale do Ribeira (SP) e no Norte de Santa Catarina.
📦 Banana Nanica: A oferta mais restrita tem sido acompanhada por uma demanda doméstica moderada, resultando em um mercado relativamente equilibrado e sem pressão significativa de alta nos preços.
📈 Banana Prata: A oferta limitada no Norte de Minas Gerais mantém o mercado mais firme, contribuindo para a sustentação das cotações.
🌱 Sanidade vegetal: O avanço do Mal-do-Panamá continua impactando áreas produtoras de Minas Gerais e Bahia, reduzindo a produtividade e exigindo atenção dos produtores.
🌡️ Clima e preços: As massas de ar frio e episódios de geadas registrados no Centro-Sul influenciaram a produção. Apesar disso, os preços das variedades Nanica e Prata apresentaram recuos em comparação ao mesmo período de 2025, refletindo um mercado mais equilibrado.
Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.
Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br- 🌱 Soja (00:22): Soja: USDA indica oferta global maior; clima favorável nos EUA e demanda chinesa sustentam preços. No Brasil, oferta segue restrita e negociações lentas.
🌽Milho (01:40): Calor e seca na Europa reduzem o potencial produtivo, favorecem exportações de Brasil e EUA; colheita avança no Centro-Oeste.
☕Café (02:32): Clima seco e quente no Brasil acelera a colheita, mas aumenta preocupações com a safra 2027.
🐂Boi Gordo (03:49): Cota da China esgotada tem impacto limitado; exportações se diversificam, consumo interno sustenta a arroba e reforça a gestão de risco.
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Sobre BBCast Agro
Boletim realizado por especialistas da Diretoria de Agronegócios e Gerências de Assessoramento Técnico ao Agronegócio do Banco do Brasil. A cada dia, uma análise sobre o cenário de uma cultura específica. Acompanhe!
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