No episódio de hoje do BBCast Agro, Emerson Gheri, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), analisa os principais movimentos do mercado da bovinocultura de corte. A proximidade do preenchimento da cota chinesa, a pressão sobre a arroba e as oportunidades de proteção no mercado futuro seguem no radar dos pecuaristas.
Destaques do episódio:
🐂 Arroba acumula queda em junho: o indicador CEPEA/ESALQ do boi gordo encerrou o mês cotado em R$ 336,40/@, registrando desvalorização de 3,8% no período.
🐄 Bezerro também recua: o indicador CEPEA/ESALQ-MS fechou junho em R$ 3.387,00 por cabeça, equivalente a aproximadamente R$ 15,60/kg vivo.
📉 Mercado físico perde força: nas principais praças pecuárias do país, a arroba apresentou retração próxima de R$ 5,00/@ ao longo das últimas semanas.
Cota chinesa preocupa o setor: com cerca de 80% do volume já utilizado, o mercado monitora o atingimento do limite de 1,1 milhão de toneladas livres da tarifa adicional de 55%.
🏭 Frigoríficos reduzem abates para exportação: a proximidade do esgotamento da cota chinesa diminuiu a procura por animais com padrão exportação, pressionando os preços internos.
🌎 Exportações seguem aquecidas: nos primeiros 14 dias úteis de junho, o Brasil exportou 187 mil toneladas de carne bovina in natura, com forte crescimento em relação ao ano anterior.
💵 Preço internacional continua valorizado: a tonelada da carne bovina exportada alcançou média de US$ 6.526, reforçando a competitividade brasileira no mercado externo.
📈 Mercado futuro aponta cautela: os contratos de julho e agosto negociados na B3 registraram recuo nos últimos dias, refletindo o cenário de maior oferta e incertezas nas exportações.
🛡️ Proteção de preços ganha importância: o Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB para auxiliar os produtores na gestão dos riscos e na previsibilidade financeira da atividade.
💰 Custeio agropecuário apoia a produção: além das ferramentas de hedge, o BB oferece linhas de financiamento para despesas operacionais e investimentos na pecuária.
Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.
Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
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