Fractais: Caminhos típicos por pessoas atípicas. Neurodivergência, Autismo, TDAH e Altas Habilidades
Fractais: Caminhos típicos por pessoas atípicas: Neurodivergência, autismo, TDAH

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140 episódios
- Envelhecer não é apenas ficar mais velho — trata-se daquilo a que seu corpo, sua mente e sua vida expõem você ao longo do tempo. Nesta conversa brutalmente honesta do Fractais, Felipe, Dani Dutra, Hid Miguel e Alexandre Valverde desvendam os verdadeiros marcadores do envelhecimento: a dor, as mudanças de prioridades, a tolerância cada vez menor e a estranha sensação de que sua idade interior nunca condiz muito bem com o número no seu bolo de aniversário.
Felipe abre o episódio com um choque de realidade muito pessoal após completar 45 anos, e então manda a real sobre como uma hérnia de disco grave transformou o envelhecimento de uma ideia abstrata em um limite diário do que seu corpo consegue fazer. A partir daí, o grupo analisa o assunto por todos os ângulos — não como uma palestra, mas como uma troca afiada, engraçada e profundamente humana sobre o que muda primeiro: o corpo, a mente ou a maneira como você vê o mundo.
Você vai descobrir:
Por que a "idade ponderada" pode explicar o motivo de casamento, filhos e grandes eventos da vida fazerem algumas pessoas se sentirem mais velhas mais rápido.
Como a dor, a rigidez e a perda da capacidade atlética podem se tornar um medo do envelhecimento maior do que a estética.
Por que Alexandre descreve o envelhecimento como uma espécie de oxidação — a exposição à vida se acumulando ao longo do tempo.
Como Dani ressignifica a maturidade como a perda do filtro, mas não necessariamente da ética.
Por que Felipe sente que está se tornando mais flexível em alguns aspectos e mais incerto em outros à medida que seu conhecimento aumenta.
Como as viagens, a instabilidade climática e um mundo em transformação fazem com que velhas suposições sobre liberdade e planejamento pareçam ultrapassadas.
A conversa se torna especialmente envolvente quando o grupo conecta o envelhecimento pessoal a questões sociais mais amplas: dependência, legado, filhos, controle e se realmente fomos feitos para envelhecer no mundo que criamos. Alexandre traz uma visão aguçada sobre corpo, identidade e neurodivergência; Dani leva a discussão para a ética, o meio ambiente e o que significa envelhecer dentro de um mundo que está ficando mais rápido e mais frágil; Felipe fundamenta tudo na experiência vivida, desde a recuperação e a dor até a urgência de querer viver plenamente antes que o corpo diga não.
Este episódio é para qualquer um que já se olhou no espelho, sentiu uma dor nova, mudou de ideia sobre o que importa, ou de repente percebeu que o tempo está passando mais rápido do que seus planos. É reflexivo, engraçado e perturbador no melhor sentido — o tipo de conversa que faz você repensar seu corpo, suas escolhas e o que realmente significa ser "velho". - Fractais é um podcast feito por pessoas neurodivergentes que conversam sobre maneiras diferentes de perceber, experimentar e se relacionar com o mundo. Em cada episódio, saúde mental, comportamento, cultura, sustentabilidade e boas perguntas entram na mesma conversa — com profundidade, leveza e muito afeto.Neste episódio, recebemos Valentina e Sílvia para uma conversa inspiradora sobre empreendedorismo, beleza limpa, consumo consciente e impacto social. Aos 14 anos, Valentina criou a Castania Beauty, uma marca pensada para adolescentes, com ingredientes naturais, foco em sustentabilidade e compromisso com o Brasil.Também falamos sobre juventude, redes sociais, ansiedade, neurodivergência, educação e a importância de transformar inquietações em ação. Uma conversa sobre propósito, identidade, responsabilidade e o poder de fazer diferente — mesmo muito cedo.Siga o Fractais e acompanhe histórias que provocam reflexão, acolhimento e mudança.
- A terapia ocupacional não é sobre "manter ocupado" - é sobre resgatar a vida quando o cotidiano começa a desmontar. Neste episódio, Dani Dutra recebe Priscylla Cavalcanti, terapeuta ocupacional, para uma conversa profunda e surpreendentemente prática sobre neurodivergência, participação ocupacional e como o que parece simples - comer, dormir, se vestir, sair da cama - pode virar um enorme campo de sofrimento e descoberta.Priscylla explica, de forma clara e acessível, o que a terapia ocupacional realmente faz, por que ela nasceu no pós-guerra e como essa profissão se expandiu muito além da reabilitação física. Ela mostra por que cognição, sensorial, emoção, corpo e contexto social nunca funcionam separados, e por que o olhar do terapeuta ocupacional é essencialmente sistêmico. Também desmonta a ideia de que terapia ocupacional é "fazer atividade" e revela o que muda quando o foco passa a ser a relação entre a pessoa e suas ocupações.Você vai descobrir:
por que a terapia ocupacional abrange sono, autocuidado, trabalho, lazer e muito mais
como a cognição impacta a vida prática de um jeito muito maior do que parece
a diferença entre trabalhar com reabilitação, habilitação e resgate de participação
por que a integração sensorial virou um assunto tão popular - e onde mora o risco de reduzir tudo a isso
como o diagnóstico tardio de TDAH, autismo e superdotação mudou a forma como Priscylla enxerga sua própria prática
A conversa também traz um recorte poderoso sobre infância, alimentação seletiva, rotina familiar e a diferença entre uma criança neurodivergente e uma neurotípica no tempo, no esforço e na experiência de fazer as coisas do dia a dia. Priscylla compartilha casos reais da clínica, fala sobre a dor ocupacional vivida por famílias e mostra como a intervenção começa muito antes de qualquer protocolo: começa ouvindo, avaliando e entendendo o que a pessoa consegue sustentar de verdade.Priscylla Cavalcanti é terapeuta ocupacional e atua com crianças, adolescentes e, mais recentemente, adultos, com foco em neurodivergência, saúde mental e desafios ocupacionais. Ela traz a perspectiva de quem vive a profissão por dentro e também por fora, com diagnóstico e olhar clínico ao mesmo tempo.No fim, o episódio amplia uma ideia que fica reverberando: existir também é ocupacional. Se você já se perguntou por que tanta gente neurodivergente sofre com o que parece "básico", ou por que a terapia ocupacional é tão diferente do que o nome sugere, este episódio é essencial. - No episódio 136, Dani Dutra, Ale Valverde, Felipe Wasserman e Hid Miguel recebem a dermatologista Dra. Ana Leão para uma conversa sobre a relação entre pele, sistema nervoso e neurodivergência.
O episódio explora como emoções, estresse e processos inflamatórios podem se manifestar no corpo, passando por temas como síndrome de ativação mastocitária, hipersensibilidades, dermatites, urticária, acne e diagnóstico tardio.
Ao longo da conversa, discutimos por que a pele é muito mais do que uma barreira física e como uma visão integrada da medicina pode transformar a forma de compreender o corpo.
Um episódio sobre percepção, autocuidado e sobre a pele como uma das linguagens mais sensíveis da nossa história. - No episódio 135, Dani Dutra, Ale Valverde, Felipe Wasserman e Hid Miguel recebem Edivânia Pinheiro Ferreira para uma conversa sobre tripla excepcionalidade e os desafios de viver na intersecção entre altas habilidades, neurodivergência e vulnerabilidade social.
A partir do diagnóstico recebido aos 53 anos, Edivânia compartilha como finalmente encontrou palavras para compreender uma vida inteira marcada pela sensação de ser diferente, pela síndrome da impostora e pela invisibilização da própria inteligência.
O episódio passa por superdotação, autismo, mulheres periféricas, acesso desigual ao diagnóstico, linguagem, pertencimento e pelo impacto que o reconhecimento pode ter na autoestima e na construção de novos caminhos.
Um episódio sobre potência, identidade e sobre o que acontece quando finalmente encontramos um nome para aquilo que sempre esteve prese
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Sobre Fractais: Caminhos típicos por pessoas atípicas.
Neurodivergência, Autismo, TDAH e Altas Habilidades
Constituído por quatro pessoas inquietas, plurais e neurodivergentes, o podcast Fractais propõe-se a discutir os temas e caminhos das nossas vidas a partir desses nossos lugares: o autismo, o TDAH, as altas habilidades. Como traduzir a beleza e a dor de sermos quem somos?
Reconhecer e falar sobre nossas neurodivergências pode dar clareza a mais pessoas sobre suas condições e fazer ampliar, não só o conhecimento que podemos ter de nós mesmos, como também nossa própria comunidade. Quantos somos nós? Quem somos nós? Podcasters: Alexandre Valverde, Daniela Dutra, Felipe Wasserman e Hid Miguel.
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