Vivemos um tempo em que a felicidade se tornou uma obrigação métrica. Se você não está "radiante" nos stories, se não performa com um sorriso inabalável no mundo corporativo, o sistema rapidamente tenta te convencer de que você é uma peça defeituosa. Mas aqui está a verdade isenta de clichês de autoajuda e que a neurociência e a filosofia de Alan Watts nos esfregam na cara: quanto mais você persegue a felicidade como um objetivo, mais ela foge de você.