A energia psíquica, de Carl Gustav Jung, apresenta a ideia de que a psique funciona como um sistema dinâmico de forças, semelhante à energia na física. Jung propõe que a libido não é apenas energia sexual (como defendia Sigmund Freud), mas uma energia psíquica geral que se manifesta em desejos, símbolos, conflitos e processos criativos.
O livro explora como essa energia se transforma, se desloca e se equilibra por meio de princípios como equivalência e entropia, influenciando sonhos, sintomas e produções simbólicas. Para Jung, os sintomas não são meras patologias, mas expressões de desequilíbrios energéticos da alma, apontando para a necessidade de integração e desenvolvimento da personalidade — um movimento central no processo de individuação.