Você já sentiu que, mesmo após um final de semana inteiro de repouso, a alma parece continuar exausta?
No episódio de hoje, mergulhamos no mal-estar da nossa época. Vivemos sob o imperativo da performance, onde até o nosso tempo livre é colonizado pela produtividade e pela imagem. Como diria Freud, não somos senhores nem em nossa própria casa e essa "casa" psíquica está sobrecarregada de cobranças que não nos pertencem.
Neste episódio, discuto:
• A diferença entre o cansaço físico e o esgotamento subjetivo.
• A "autoexploração" na sociedade do desempenho (Byung-Chul Han).
• Por que a psicanálise aposta no vazio e no "não-útil" como via de cura?
Quando o descanso não é suficiente, é porque o que pede socorro não é o corpo, mas o desejo que foi silenciado.
Dê o play e acompanhe!