163 episódios
- Cá estamos com um episódio bônus pra você! Tom Almeida e Juliana Dantas entrevistam o psicólogo e escritor Alexandre Coimbra Amaral. Essa conversa faz parte da temporada Pra quando eu morrer, do Conversas Sinceras, o podcast do Movimento inFINITO.
Um bate-papo informal e gentil com uma das maiores vozes da psicologia brasileira da atualidade. Tom e Juliana conduzem, com a maior leveza possível (inclusive com momentos de descontração), um diálogo sobre questões que envolvem a morte, indicando saídas para que este caminho seja menos complexo.
Você vai encontrar reflexões sobre a importância da comunicação, sobre herança digital, sobre cuidados de fim de vida, sobre legado e muito mais. Uma ferramenta prática e também um abraço para momentos que podem ser difíceis. Seja bem-vinda, seja bem-vindo!
Conheça a temporada:
Pra quando eu morrer é uma temporada do podcast Conversas Sinceras - e também o início de um movimento de organização e redução do sofrimento evitável.
Os oito episódios dessa temporada foram o registro de Tom Almeida tomando decisões pra quando morrer - e te convidando a tomar as suas decisões também. Tom é fundador do Movimento inFINITO, que promove conversas sinceras sobre viver e morrer.
“Eu decidi me resolver de uma vez por todas. Porque no dia em que eu morrer - que seja daqui muitos e muitos anos -, eu quero que a minha família tenha o menor número possível de preocupações. Eu quero livrar quem eu amo da parte burocrática, já vai ter sofrimento demais. Deixar tudo preparado é um ato de amor.”
Tom Almeida
Este é o link que te dá acesso aos conteúdos extras dos 8 episódios da temporada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer - Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer
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Este é o 8º e último episódio desta temporada. A gente vai falar sobre como a gente quer ser lembrado depois da morte. Seja por atitudes que ficaram amplamente conhecidas ou por gestos mais singelos, o legado tem a ver com impacto. O impacto que você deixa na sua família, no seu bairro, no seu trabalho ou em uma causa em que você acredita. No fim da sua vida, quando você olhar pra trás… vai ver que o mundo ficou um pouquinho melhor ou um pouquinho pior com a sua passagem por aqui?
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Se você é paciente ou familiar, a Casa Lavanda é pra você: um espaço virtual de acolhimento, informação e conexão pra quem vive os impactos de uma doença grave. É de graça, é só chegar:
https://casa-lavanda.circle.so/home
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Pra quando eu morrer é uma temporada do podcast Conversas Sinceras - e também o início de um movimento. Pra que eu me organize e para que você se organize.
Eu sou Tom Almeida, fundador do Movimento inFINITO, que promove conversas sinceras sobre viver e morrer. Nos oito capítulos dessa temporada eu vou tomar decisões “Pra quando eu morrer” e te convido a tomar as suas decisões também.
Eu lido com a temática da morte há muitos anos. Mas se eu morresse hoje seria um vexame: não tomei praticamente nenhuma providência concreta pra minha partida.
Às vezes a morte surge de repente; às vezes, em um processo anunciado como em um longo adoecimento, por exemplo. Ela pode até pegar a gente de surpresa, mas - spoiler - não pode ser evitada. Afinal, dizem por aí “a morte é a única certeza que temos”, né?
A real é que não importa a sua idade: a morte e o luto mexem ou ainda vão mexer profundamente com você. Não é um processo fácil - e normalmente é muito mais desafiador porque a gente não se prepara minimamente pra lidar com isso.
E eu decidi me resolver de uma vez por todas.
Porque no dia em que eu morrer - que seja daqui muitos e muitos anos -, eu quero que a minha família tenha o menor número possível de preocupações. Eu quero livrar quem eu amo da parte burocrática, já vai ter sofrimento demais. Deixar tudo preparado é um ato de amor.
Organizar tudo isso sozinho é difícil, e também pode ser bem chato, então, pra facilitar, eu e você vamos fazer isso juntos. O meu convite é para que você entre no nosso grupo de WhatsApp.
Ali a gente vai trocar figurinhas, compartilhar experiências e traçar estratégias para deixar tudo certinho - se a morte vier em breve ou só daqui a 30, 40 ou 50 anos. Você vai sair desse processo sabendo o que é IDEAL e o que é o MÍNIMO pra que tudo fique mais ou menos organizado.
Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer
Abraços,
Tom
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FICHA TÉCNICA
Idealização e apresentação: Tom Almeida
Estruturação de projeto: Flávio Vieira
Roteiro: Tom Almeida e Juliana Dantas, que também fez a direção, a produção e a captação de áudio
Criação de conceito visual: Marcela Street
Direção de arte e distribuição: Maju Almeida
Ensaio fotográfico: Bruna Albino
Produção: Gabriela Ferigato
Supervisão de roteiro, edição e finalização: Rodrigo Alves
Trilha sonora: Maestro Billy e Blue Dot Sessions
Agradecimentos: Joaquim Fiamoncini, Thiago Cunha e Larissa Barros
Patrocínio: Memorial Parque das Cerejeiras e Guarda Digital
Apoio: Instituto Olga Rabinovich - Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer
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Este é o 7º e penúltimo episódio da nossa série. Agora, a gente vai falar com mais detalhes sobre rituais de despedida. A importância, as possibilidades e algumas coisas que já estão sendo revistas para que essa experiência não seja pior do que já é. A ética, a estética e os significados que são atribuídos a cada parte desse processo podem ajudar a pessoa que perdeu alguém querido a ter um luto mais saudável.
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Pra quando eu morrer é uma temporada do podcast Conversas Sinceras - e também o início de um movimento. Pra que eu me organize e para que você se organize.
Eu sou Tom Almeida, fundador do Movimento inFINITO, que promove conversas sinceras sobre viver e morrer. Nos oito capítulos dessa temporada eu vou tomar decisões “Pra quando eu morrer” e te convido a tomar as suas decisões também.
Eu lido com a temática da morte há muitos anos. Mas se eu morresse hoje seria um vexame: não tomei praticamente nenhuma providência concreta pra minha partida.
Às vezes a morte surge de repente; às vezes, em um processo anunciado como em um longo adoecimento, por exemplo. Ela pode até pegar a gente de surpresa, mas - spoiler - não pode ser evitada. Afinal, dizem por aí “a morte é a única certeza que temos”, né?
A real é que não importa a sua idade: a morte e o luto mexem ou ainda vão mexer profundamente com você. Não é um processo fácil - e normalmente é muito mais desafiador porque a gente não se prepara minimamente pra lidar com isso.
E eu decidi me resolver de uma vez por todas.
Porque no dia em que eu morrer - que seja daqui muitos e muitos anos -, eu quero que a minha família tenha o menor número possível de preocupações. Eu quero livrar quem eu amo da parte burocrática, já vai ter sofrimento demais. Deixar tudo preparado é um ato de amor.
Organizar tudo isso sozinho é difícil, e também pode ser bem chato, então, pra facilitar, eu e você vamos fazer isso juntos. O meu convite é para que você entre no nosso grupo de WhatsApp.
Ali a gente vai trocar figurinhas, compartilhar experiências e traçar estratégias para deixar tudo certinho - se a morte vier em breve ou só daqui a 30, 40 ou 50 anos. Você vai sair desse processo sabendo o que é IDEAL e o que é o MÍNIMO pra que tudo fique mais ou menos organizado.
Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer
Abraços,
Tom
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FICHA TÉCNICA
Idealização e apresentação: Tom Almeida
Estruturação de projeto: Flávio Vieira
Roteiro: Tom Almeida e Juliana Dantas, que também fez a direção, a produção e a captação de áudio
Neste episódio, também com entrevista de Larissa Barros
Criação de conceito visual: Marcela Street
Direção de arte e distribuição: Maju Almeida
Ensaio fotográfico: Bruna Albino
Produção: Gabriela Ferigato
Supervisão de roteiro, edição e finalização: Rodrigo Alves
Trilha sonora: Maestro Billy e Blue Dot Sessions
Agradecimentos: Joaquim Fiamoncini, Thiago Cunha e Larissa Barros
Patrocínio: Memorial Parque das Cerejeiras e Guarda Digital
Apoio: Instituto Olga Rabinovich - Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer
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O tema desse sexto episódio é herança digital - ou legado digital. A gente vai tentar entender quanto da nossa vida está no digital, qual é o impacto disso na hora em que a gente morre e, principalmente, como evitar que seja mais uma dor de cabeça em meio ao luto de quem fica. E a gente vai escutar junto algumas mensagens enviadas pelos ouvintes que tão fazendo essa jornada comigo.
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Pra quando eu morrer é uma temporada do podcast Conversas Sinceras - e também o início de um movimento. Pra que eu me organize e para que você se organize.
Eu sou Tom Almeida, fundador do Movimento inFINITO, que promove conversas sinceras sobre viver e morrer. Nos oito capítulos dessa temporada eu vou tomar decisões “Pra quando eu morrer” e te convido a tomar as suas decisões também.
Eu lido com a temática da morte há muitos anos. Mas se eu morresse hoje seria um vexame: não tomei praticamente nenhuma providência concreta pra minha partida.
Às vezes a morte surge de repente; às vezes, em um processo anunciado como em um longo adoecimento, por exemplo. Ela pode até pegar a gente de surpresa, mas - spoiler - não pode ser evitada. Afinal, dizem por aí “a morte é a única certeza que temos”, né?
A real é que não importa a sua idade: a morte e o luto mexem ou ainda vão mexer profundamente com você. Não é um processo fácil - e normalmente é muito mais desafiador porque a gente não se prepara minimamente pra lidar com isso.
E eu decidi me resolver de uma vez por todas.
Porque no dia em que eu morrer - que seja daqui muitos e muitos anos -, eu quero que a minha família tenha o menor número possível de preocupações. Eu quero livrar quem eu amo da parte burocrática, já vai ter sofrimento demais. Deixar tudo preparado é um ato de amor.
Organizar tudo isso sozinho é difícil, e também pode ser bem chato, então, pra facilitar, eu e você vamos fazer isso juntos. O meu convite é para que você entre no nosso grupo de WhatsApp.
Ali a gente vai trocar figurinhas, compartilhar experiências e traçar estratégias para deixar tudo certinho - se a morte vier em breve ou só daqui a 30, 40 ou 50 anos. Você vai sair desse processo sabendo o que é IDEAL e o que é o MÍNIMO pra que tudo fique mais ou menos organizado.
Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer
Abraços,
Tom
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FICHA TÉCNICA
Idealização e apresentação: Tom Almeida
Estruturação de projeto: Flávio Vieira
Roteiro: Tom Almeida e Juliana Dantas, que também fez a direção, a produção e a captação de áudio
Neste episódio, também com entrevista de Larissa Barros
Criação de conceito visual: Marcela Street
Direção de arte e distribuição: Maju Almeida
Ensaio fotográfico: Bruna Albino
Produção: Gabriela Ferigato
Supervisão de roteiro, edição e finalização: Rodrigo Alves
Trilha sonora: Maestro Billy e Blue Dot Sessions
Agradecimentos: Joaquim Fiamoncini, Thiago Cunha e Larissa Barros
Patrocínio: Memorial Parque das Cerejeiras e Guarda Digital
Apoio: Instituto Olga Rabinovich - Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer
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Neste quinto episódio a gente vai falar sobre questões legais. Legais no sentido de lei. Mas vai ser legal no outro sentido também, porque a gente vai falar sobre burocracia sem ser burocrático. E você vai entender que a burocracia não é só uma chatice: é também uma via de expressar amor.
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Pra quando eu morrer é uma temporada do podcast Conversas Sinceras - e também o início de um movimento. Pra que eu me organize e para que você se organize.
Eu sou Tom Almeida, fundador do Movimento inFINITO, que promove conversas sinceras sobre viver e morrer. Nos oito capítulos dessa temporada eu vou tomar decisões “Pra quando eu morrer” e te convido a tomar as suas decisões também.
Eu lido com a temática da morte há muitos anos. Mas se eu morresse hoje seria um vexame: não tomei praticamente nenhuma providência concreta pra minha partida.
Às vezes a morte surge de repente; às vezes, em um processo anunciado como em um longo adoecimento, por exemplo. Ela pode até pegar a gente de surpresa, mas - spoiler - não pode ser evitada. Afinal, dizem por aí “a morte é a única certeza que temos”, né?
A real é que não importa a sua idade: a morte e o luto mexem ou ainda vão mexer profundamente com você. Não é um processo fácil - e normalmente é muito mais desafiador porque a gente não se prepara minimamente pra lidar com isso.
E eu decidi me resolver de uma vez por todas.
Porque no dia em que eu morrer - que seja daqui muitos e muitos anos -, eu quero que a minha família tenha o menor número possível de preocupações. Eu quero livrar quem eu amo da parte burocrática, já vai ter sofrimento demais. Deixar tudo preparado é um ato de amor.
Organizar tudo isso sozinho é difícil, e também pode ser bem chato, então, pra facilitar, eu e você vamos fazer isso juntos. O meu convite é para que você entre no nosso grupo de WhatsApp.
Ali a gente vai trocar figurinhas, compartilhar experiências e traçar estratégias para deixar tudo certinho - se a morte vier em breve ou só daqui a 30, 40 ou 50 anos. Você vai sair desse processo sabendo o que é IDEAL e o que é o MÍNIMO pra que tudo fique mais ou menos organizado.
Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer
Abraços,
Tom
.
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FICHA TÉCNICA
Idealização e apresentação: Tom Almeida
Estruturação de projeto: Flávio Vieira
Roteiro: Tom Almeida e Juliana Dantas, que também fez a direção, a produção e a captação de áudio
Neste episódio, também com entrevista de Larissa Barros
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Sobre Conversas Sinceras
A morte precisa ser integrada à nossa existência. Mas isso não significa que seja fácil.
O Movimento inFINITO nasce da vontade de ser um espaço de conversas sinceras sobre o viver e o morrer. Um lugar de acolhimento, conforto e informação.
Nestes encontros, Tom Almeida, fundador do movimento, chama para estas conversas convidadas(os) para lá de especiais que nos ajudam a atravessar de maneira mais natural possível os processos de envelhecimento, adoecimento, terminalidade, morte e luto.
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